Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Mais um domingo, mais uma viagem.

por Trilhos Sem Fim, em 16.07.17

Isto de contar parece que está na moda. Um, dois, três… Não batemos o record mínimo de trilheiros domingueiros, mas o Rui, André e Nuno foram o suficiente para manter a chama TSF viva.

Logo no PR juntámo-nos a uns amigos e seguimos até ao Vale Maninho e daí para a Senhora do Monte e Maunça. Guiados por este trilheiro e com a ajuda do André e do Nuno descemos o trilho do moleiro e o trilho do cotovelo perigoso das fontes. Restabelecemos a cafeína nas Fontes.

Subimos pelo caminho de pedra solta até ao Pé da Serra e lá no alto, junto à MOM, deixamos os convidados, que estavam já um pouco fatigados. Nós descemos rapidamente encosta abaixo e apos a Tosel dirigimo-nos ao galinheiro. O sonho bttista a concretizar-se. Já na Curvachia escolhemos os melhores trilhos (querem saber? Fossem!)

Para terminar em beleza descemos o Trilho do Rogério, agora uma autoestrada. A autoestrada do Rogério.

Fizemos 38.2 Km, com 1056 m de acumulado e os bolos e cafés não chegaram para repor as 1712 calorias gastas.

Até um domingo destes.

Rui P

IMG_1044.JPGIMG_1043.JPG

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:20

 

O desafio fora lançado uns meses antes… chegou-se a consenso e a aventura foi assumida por 4 TSF’s (Cláudio Costa, David Armindo, Rogério Monteiro, Ruy Leitão). O desafio foi o de ligar a costa à fronteira, numa travessia transversal a Portugal, usando o vale do Tejo e o rio como companheiro.

O objetivo foi fazer o percurso em autonomia, com um custo baixo e com saída e chegada a casa, sem depender de outro transporte além da bicicleta e comboio.

Esteve igualmente presente que a despesa com locais de dormida e banhos, ao fim do dia, revertesse em prol das associações que nos acolhessem.

 

DIA 29.06.2017 - 5ªfeira – Etapa 0

Sendo nós de Leiria, a etapa 0 aparece com a necessidade de partirmos da costa (local escolhido – Praia da Vieira). Aproveitando casa do CC nesta praia, saímos pós as 19h do Parque Radical de Leiria, para cumprir os 32 km de distância entre os 2 locais, e pernoitar na Praia da Vieira, de forma a no dia seguinte podermos partir cedo.

Compromisso do RL, fez com que não pudesse fazer este troço inicial, assim sendo os 3 TSF cumpriram o previsto. Animo elevado e vento contra : ) fizeram com que chegássemos após algum esforço adicional à casa do nosso anfitrião. Rápida preparação e troca de roupa e estávamos prontos para Jantar. Aterramos no café Caphé, e descobrimos que o sinónimo de pica-pau lá, é um prato XL muito bem servido. Nham…nham!

Surpresa foi a visita de ânimo do Endy e Sónia, que fizeram questão de vir ter connosco, para nos desejar boa Travessia. Travessia esta que é um desafio que também eles pretendem fazer brevemente.

Chegada a hora de fazer O-ó, lá nos acomodamos nos nossos sacos cama… e puf!

 

DIA 30.06.2017 – 6ªfeira – Etapa 1

6:30h, de pestana aberta arrumávamos os pertences, tomando pequeno almoço por conta do anfitrião. Bikes preparadas e as fotos da praxe para assinar o marco da partida, lá seguimos!

O sol vislumbrava, mas à medida que avançávamos em direção montante, junto do rio Lis o cinzento cobriu o nosso teto, chuviscos e após chuva grossa persistia a abençoar o nosso arranque. Molha e frio, para que não parássemos de pedalar.

Já próximo da Barosa, dá-se o encontro com o Ruy, que seguia o track GPS em nosso encalce para se juntar a nós. Momento de convívio e boa disposição, e um toque inadvertido de um veiculo na mochila do Cláudio, puseram-nos a mexer novamente.

Seguimos Via Polis, despedindo-nos da cidade (após paragem na Cervejaria Armando), trilhos e Vale Maninho até Fátima, rumando próximo de Torres Novas e Entroncamento, contornando a norte a nossa linda Serra d’Aire. Num misto de trilhos e estrada seguimos, perdendo as referencias habituais e conhecidas do “nosso quintal”, à medida que os quilómetros acumulavam. O GPS passou a ser o suporte necessário, com os track’s que o CC passou horas a afinar previamente.

O almoço no restaurante das bombas de combustível GUI, em Outeiro Grande – foi um espetacular convívio, com excelente serviço de boa disposição e por isso retemperador.

Ao fim do dia chegavam a primeiras referencias à existência de “calo no nalguedo”, situação amenizada com a paragem no local de dormida nas instalações dos Bombeiros de Constância. Cumpridos estavam os 100km desta etapa, cuja altimetria foi no grosso realizada no período da manhã.

Após a simpática receção, fomos à banhoca, troca de roupa… direito a tomar os “Ben-U-Ron” e “Compensan” (sob forma de lata de aluminio) da máquina de vending e após o merecido jantar, beira  confluencia do Tejo e Zezere.

Partilhamos local de dormida com um grupo de escuteiros, sendo que a nossa saída cedo não permitiu avaliar se o “intenso corte de lenha noturno” : ) lhes roubou o sono.

 

DIA 01.07.2017 – Sábado – Etapa 2

Arrumados os pertences, à hora de abertura da cafetaria pelas 7:00h, estávamos à porta para tomar o pequeno almoço.

Apesar de a distancia hoje ser mais curta, 60Km, a altimetria seria comparativamente superior ao da etapa 1.

O destino era a Vila de Gavião. A boa disposição e o grupo pequeno permitiram ainda assim um registo de andamento homogéneo. O dia mais quente que o anterior, mas não excessivo tornou-se agradável. Um dia com alguns troços de estrada, mas igualmente com estradões que tornaram a alternância interessante de fazer.

Algumas paragens sucederam-se, às subidas mais intensas, alguns “motores” dependiam de “sumo de cevada”, para melhor desempenho. Pontos de encontro com as gentes da terra, algumas perguntas, algumas brincadeiras e boa disposição.

Bom rendimento, permitiram que chegássemos a Belver, já com a hora de almoço bem consolidada no relógio (e na falta sentida na barriga). Após indagar onde poderíamos almoçar, junto a populares que se encontravam próximo de um incendio em rescaldo, paramos onde fomo orientados, junto à barragem de Belver. Após uma primeira abordagem mal sucedida num dos locais, aterramos em cafezinho aprazível, voltado para a albufeira. O calor começava a apertar.

Aqui tivemos um atendimento 5*, assim como um momento explicativo de quem nos atendeu, sobre a interação bicicleta/BTTista, nomeadamente no que concerne à parte de contato com o selim (e na ausência dele). Estava-se ali tão bem, tão bem… que agradavelmente e rapidamente já passava das 16h quando nos apercebemos do horário. Não faltavam muitos quilómetros até Gavião, mas a subida extensa e o calor tornaram os mesmos difíceis de concretizar.

Já passava das 18h quando, alcançamos o quartel de bombeiros de Gavião. Melhores instalações, que as da noite anterior e mais uma vez a atenção especial dada por quem nos acolheu. Serviço de bar do quartel do melhor, pós banho… e jantar em churrasqueira mais acima na Rua. Tão bom, a simpatia e atenção de quem nos serviu na Churrasqueira. As boas simpatias, e comidas, caracterizavam já esta travessia. Houve a necessidade de assinalar no GPS todas estas referencias, para a posteridade, para quem queira repetir …

Incêndios em Macário, preocupavam… mas era hora de restabelecer energias, colocar o corpo na horizontal… e “corte de lenha”… que com o passar das sucessivas noites, ia prejudicando cada vez menos os demais. : )

 

 

TSF - Travessia Portugal 2017 - Vale do Tejo

 

DIA 02.07.2017 – Domingo – Etapa 3

Sabíamos que o dia seria ainda mais quente que o anterior, teríamos de levantar mais cedo de forma a evitar desconforto e problemas.

Sabíamos que pelas 5h abria um local onde poderíamos comer antes de iniciar a etapa. Assim pelas 6.30h estávamos tratados, e pelas 7h já tínhamos descido a alta velocidade todo o vale que tínhamos subido no dia anterior. Altura de escalar novamente Belver, orientando agora para V.V. de Rodão.

Esta etapa foi marcada pelo grande predomínio do alcatrão… pela falta de alternativas viáveis fora de estrada. Rolamos bastante, até que pela 9h, a queda de Ruy, junto à barragem da Pracana, nos toldou as previsões.

A queda resultou em escoriações extensas no braço esquerdo, tronco, e pior o pulso direito fraturado…

Em conjunto orientamos a estratégia, visto que não tínhamos nada, nem ninguém próximo.

Tracionado e imobilizado o braço direito, um benuron 1gr (este verdadeiro) para minimizar as dores e pomada desinfetante e cicatrizante sobre as escoriações, levou-nos a ligar ao parceiro R. Gaspar que de imediato se prontificou vir de Leiria, buscar o TSF amigo.

O calor apertava, o nosso amigo estava o melhor possível. A opção foi ir mantendo o contato telefónico com a boleia e com o Ruy de forma continuada, deixa-lo a aguardar a sombra pelo socorro, e seguir. Daqui para a frente, seguiu o parte pernas, o sobe e desce, alcatrão, muito calor…

Após diversos quilómetros, quando encontramos localidade, a possibilidade de encher cantis e beber algo fresco, foi um energizar. Já estávamos sobre as 12h, relativamente próximo de VVRodão, contudo sabíamos que o vale para lá chegar seria muito penoso… 5km a descer, 5 km a subir… Calor. Contudo foi essa a opção, mesmo que parcialmente induzidos em erro, veio a confirmar-se ter sido a melhor. O excessivo calor prolongou-se e acentuou-se posteriormente. Custava respirar…

Passamos as gargantas do Rodão após as 13h, cartão de visita que nos agradou atingir. A zona ribeirinha foi mais uma vez a opção onde almoçamos e tivemos disponibilidade de sombra para nos resguardarmos do sol.

Faltavam-no 12km para o destino (Perais). Amavelmente ligamos ao Presidente da Junta, a fim de agradecer e cancelar o combinado (dormida) e procuramos ao fim da tarde estadia na Vila em que nos encontrávamos. Às 18h como durante a noite o calor era imenso. Por sorte alguém na rua nos ouviu comentar e orientou-nos para uma casa de Alojamento local. Bom e barato… íamos deitar o corpo muído em camas e casa fresca… por bom preço! (Mais camas em quartos separados... hoje não haveria lenha para cortar por perto!!)

Fomos consolidando que tínhamos feito a melhor das opções, 12km adicionais idêntico aos já feitos, poupando o desgaste físico e do calor.

Com banho e roupa lavada, fizemos passeio pedestre pela Vila até por sorte termos encontrado mais um explendido local de repasto… a preço que não contávamos!

Noite quente rematada posteriormente com boa conversa e um gelado a beira Tejo! Muito bom!

 

DIA 03.07.2017 – 2ª feira – Etapa 4

Confortavelmente e que nem pedras, dormimos!

Pelas 8.00h, hora acertada no dia anterior, levantávamos revigorados, para arrumar pela ultima vez os pertences. Aprumados e sobre as montadas procuramos a “Bolaria”… - sim Bolaria e não Pastelaria… outras terras…outros usos e costumes – para tomar o pequeno almoço.

Posteriormente orientamos para a estação da CP para apanhar o comboio Regional, com destino a casa. A viagem de comboio, junto ao Tejo é qualquer coisa de espetacular! Conseguimos encaixar as bicicletas em espaço para o efeito na ultima carruagem. O ar condicionado da carruagem, o conforto e espaço, com a vista que tínhamos, permitiu uma viagem muito agradável.

No Entroncamento onde chegamos pela hora de almoço, tivemos possibilidade de almoçar entre comboios, na mudança de linha. Novamente, encaixados no novo comboio, seguimos até Caxarias.

Á chegada, o calor era excessivo, optamos por completar o parco almoço do Entroncamento e fazer tempo, num café, antes de concretizar os remanescentes 33 km até Leiria. Ainda assim registamos 49,7ºC no termómetro, quando nos colocamos em marcha. Optamos por fazer a distancia por estrada, com paragens frequentes de forma a recuperar, sem chegar à exaustão.

Pelas 17,30h chegávamos ao fim do nosso track… na Cervejaria Armando, onde tínhamos estado na 6ªfeira anterior, no curso da etapa 1, com a promessa de rematar ali a nossa aventura.

Foi ponto de encontro com Ruy, que não obstante o facto de infelizmente não ter podido concretizar a travessia até ao fim, é como se o tivesse feito – esteve presente em pensamento.

Contamos ainda com a presença de Hugo Brites, num convívio final de remate!

Foi um desafio, ultrapassado, a que este grupo se propôs, possível pela interajuda e camaradagem, não esquecendo o apoio de amigos e sobretudo familia! Ficará na memória!

Bem hajam!

Á próxima aventura…

 

David Armindo

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:49

Passeio dominical

por Trilhos Sem Fim, em 10.06.17

Neste domingo de Junho, com um tempo do melhor para a prática do BTT, com sol mas sem muito calor, fomos 6 TSF's a pedalar (pelo menos, que eu saiba!). Se bem que em terras de D. Dinis fomos apenas dois, os outros quatro pedalaram, e bem, mas a caminho de Santiago, diz que chegaram a Leon e ainda vivos e fresquinhos que nem uma alface apanhada à 15 dias :)

Por Leiria, fui eu e o Alípio cansar as pernas até às eólicas do parque chão falcão e daí conseguimos ir à Pia do Urso, digo conseguimos, pois apesar das dezenas de vezes que já lá fomos, hoje sem os GPS's habituais do grupo tivemos de ser nós a pensar nos caminhos a seguir, nós e o GPS! A primeira parte da manhã, digo-vos que levei uma coça do amigo Alípio, perdi-o de vista naquelas subidas, ou ele anda muito treinado, ou está-se a notar a minha ausência dos últimos meses, ou as duas coisas!

Já na Pia do Urso, tivemos o prazer de nos cruzar com o Carlos Sousa, o Manuel e a Marina dos Chou-bikers. O regresso a Leiria, já me correu melhor, descidas e single-tracks dos que eu estava a precisar, finalmente deixei o Alípio para trás, ao menos nas descidas... :)

Cumprimos o gosto e o ritual do final da manhã, na CA, e que boas que elas estavam!

Boa semana e bom caminho para os quatro, que a partir de hoje, passaram a 5 companheiros que andam na aventura do caminho Francês de Santiago.

 

Cláudio Costa

IMG_4076.JPG

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:01

Trilhos Sem Fim em Passeio Solidário

por Trilhos Sem Fim, em 28.05.17

 

HORA E LOCAL DA PARTIDA

9..35 am do Marachão junto ao Jardim Luis de Camões

PARTICIPANTES

Sete: RP, AF, RG, RM, ZF, DR, AL dos TSF e  três convidados: AJ e RS dos Choubikes e AC mais conhecido por Manolo na sua nova 29”

PERFORMANCES

30 kms,, 600  m acumulado, média do caraças

PARA MAIS TARDE RECORDAR

  • Saímos da nossa zona de conforto. Recordar que somos pouco atreitos a alterar rotinas...
  • Éramos sete mas continuam a faltar outros tantos e isso começa a ser preocupante;
  • Destes sete, três irão em peregrinação com o ZC durante dez dias em Junho e nesses entrementes não irá haver filme nem se calhar quorum para podermos ser designados de grupo;
  • Fizemos um trilho técnico a subir (que usamos fazer a descer e acaba no carreirinho de pedras feito de propósito por um qualquer poeta) e que -tendo sido a subir- termina com uma subida próxima da classificação de “parede” e onde havia todas as condições para o membro RP ganhar mais uma aposta porque a subiu toda e com folga! Ninguém apostou mas ganhou...
  • Não sabíamos que existia na nossa Flora uma muito perigosa e muito venenosa planta que dá pelo nome de cicuta e a partir de agora já sabemos. Foi este veneno que suicidou Sócrates; https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Cicuta
  • Foi um dia (ou manhã) muito rabugento para o rabugento; talvez pela expectativa da próxima grande aventura. Que desta vez é mesmo enorme! Nunca ninguém se atreveu a tanto...
  • Quinta está na agenda e o próximo domingo também.
  • Já imagino que terei três comentários a este texto e até podia apostar de quem, que arriscava ganhar. Não se pode perder sempre e neste caso nem era com RP!...

Alípio Lopes

20170528 passeio solidario

Também em meo Kanal 490904

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:01

Trilhos Sem Fim visitam a Amazónia da Maceira

por Trilhos Sem Fim, em 21.05.17

Vindos dos quatro cantos do Quintal dos Trilhos Sem Fim, agora com segmento no Strava, chegaram ao ponto de encontro cinco trilheiros. Cinco é uma boa amostra de tantos que têm passado pelo grupo TSF. Atendendo à amostra em si e mais especificamente aos elementos que a compõem, e calculando a média e o desvio padrão das idades, constatámos um certo afastamento do meio século em 75% desta. Mas que rica amostra!

Depois de uma breve atualização dos acontecimentos da semana, em que cada um relatou o mais significativo das experiências partilháveis, propôs-se um itinerário. Desta vez seria a Amazónia.

Pontualmente às 8:35 rumámos à Av. Nossa Senhora de Fátima, agora "O Quintal dos Trilhos Sem Fim", e quintal fora, saímos na Guimarota. Encosta acima, até junto ao Regimento de Artilharia. Contornámos o RAL 4.

A temperatura amena destes dias de primavera, em que o sol não brilha mas faz sentir o seu agradável calor, amoleceu os ânimos dos cinco. Seria um passeio à TSF por entre a vegetação luxuriante da Amazónia e suas cercanias.

O Daniel R já tinha feito um aquecimento de 20 km antes de iniciar este languido passeio à Amazónia, e não se notou nada em termos de desgaste, já que estava fresco que nem uma alface.

O RG, imbuído do espirito peregrino, carregou os seus parcos pertences num novo equipamento que lhe bastará as necessidades básicas na peregrinação a Santiago de Compostela, pelo caminho francês. Não fosse o seu historial de provocar a quedas dos peregrinos idosos, precipício abaixo, até acreditaria na sua fé bttista. Reza a história que assim aconteceu. (Queriam saber mais desta história? Tivessem vindo!). 

O RM já tinha, durante várias semanas, afinado o seu suporte. Agora, tornou-se instrutor. Não fosse a sua fraca apetência para a musica do Salvador e hoje teria trauteado alguns versos a par com o AF. Enquanto cantarolava, o AF organizou mentalmente tudo o que tinha a ver com manutenção. Não irão faltar quaisquer tipos de peças. 

Amazónia, Amazónia... que maravilha! Trilho a meia encosta, riacho lá em baixo e os raios de sol a vencer as frondosas árvores. Tudo registado em foto e vídeo, com comentários bem apropriados do repórter habitual.

Serpenteando pelos trilhos da Maceira chegámos ao Trilho da Fonte do Rei, agora também um dos segmentos dos TSF. Nunca o tinha feito, mas todos na peugada do DR, apreciámos as curvas e os desníveis.

Já na Quinta de Santa Clara descemos por ali abaixo, bem rápido até à estrada da Barosa.

Ao longo da margem direita do bucólico rio Lis, vimos o que pudemos. Finalmente, apreciámos o trilho da Sra. da Encarnação, quais cinquentões fortes como o aço.

Amanhã, dia da cidade, voltaremos a comemorar, quiçá com a conquista de um castelo.

Rui P 

20170521 maceira

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:43


Sobre nós

Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

MEO Kanal



Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2011
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2010
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2009
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2008
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D


Visitantes

Site Meter

Os meus visitantes