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Trilhos Sem Fim foram a Fátima

por Trilhos Sem Fim, em 25.09.16

À hora habitual, e depois de reunido o grupo, logo se decidiu e por unanimidade o destino da volta de hoje. Por sugestão do Rui Leitão arrancámos em direcção a Fátima, para irmos cumprimentar a família Leitão, que tão bem nos tem tratado.

 

Sob a orientação do Leonel subimos a Curvachia em direcção a Famalicão, com o propósito de nos mostrar novos trilhos para os lados da Chainça. Chegámos ao campo de Famalicão e para espanto nosso, verificámos que já retiraram o carro abandonado do meio do eucaliptal. Sempre julguei que jamais dali sairia, mas afinal ainda há proprietários zelosos, o do eucaliptal, não me refiro ao do carro!

 

Já no vale entre a encosta dos Mourões e da Sra. Do Monte, passámos sem nos arranharmos, aquele que era um caminho a ceder à invasão das silvas e arbustos, está agora “alargado” pelas máquinas dos lenhadores. A pedra molhada ao chegar ao Vale Maninho, fez lembrar que o verão já lá vai, os TSF’s já quase todos vestiam mangas compridas e o oleado no bolso começa a fazer sentido. Também por já não ser verão, o grupo está mais composto, mesmo com as ausências de habituais companheiros.

 

O Leonel mais uma vez não falhou e mostrou-nos os tais trilhos novos, que merecem sem dúvida ser visitados com mais frequência, mais um excelente trabalho do grupo “Bicipingas” que os abriram.

 

Já em Fátima, que hoje estava “invadida” por motos, por ser dia de bênção dos capacetes, cumprimos a tradição do pastel de nata e tivemos o prazer de cumprimentar a família do nosso colega RL. Após um pequeno incidente, que nos reteve um pouco em Fátima, regressámos a Leiria também pelo Vale Maninho abaixo, com a habitual velocidade própria de quem não tem muito juízo, mas aos domingos de manhã, todos nós deixamos sair a criança que há em nós!

 

Para a manhã acabar em beleza, regressámos pela mata da Curvachia, da qual nunca nos cansamos de serpentear pelos seus trilhos, mas não sem antes subirmos ao galinheiro, sim, subirmos, porque para o descer há que o subir, mas vale bem a pena :)

 

Cumpriu-se mais uma boa manhã de Convívio e de BTT, com quase 50Km e sem percalços. Ao contrário do habitual hoje ninguém forou, há pois, está bem, o C. Máximo não foi hoje!

Boa semana e até 5ªfeira.

Cláudio Costa

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publicado às 17:26

Trilhos Sem Fim - o passeio até à praia da Falca

por Trilhos Sem Fim, em 20.09.16

Mais um domingo muito bem passado e diferente do habitual. Desta vez, este grupo de amigos reuniu-se não só para pedalar, mas também para juntamente com a restante família, passarmos todo o Domingo em convívio, numa sardinhada num belo “parque de merendas” com vista para o mar, graças mais uma vez à hospitalidade do Rui Gaspar e da Paula.

Mas antes do repasto, havia que o merecer, e o trajecto estava definido desde há muito tempo, fazer o trajecto de Leiria à Falca por trilhos descobertos pelo Rui G.. Os cerca de 35Km fizeram-se alegremente, pondo a conversa em dia, e discutindo a veracidade sobre a descoberta daqueles trilhos, segundo conta o descobridor, até um Jeep laranjinha por ali passou, incrédulos à partida, mas logo concluímos que é verdade, pois se ele o diz, sabemos que é bem senhor para o ter feito, tem a coragem e a habilidade para o fazer!

Fomos de Leiria a Pataias, com o Cardinhos sempre esperançado que haveria de chegar a hora de beber um cafezinho, ele não desistiu e fez bem. Assim como o Rui Leitão que também não desistiu, apesar da noite conturbada que teve, manteve-se alerta com aqueles olhinhos como de quem andou a soldar a noite toda! O Hélder teve o prazer da companhia do filho mais velho, que provou merecer envergar aquela Jersey dos TSF, pois anda melhor que o Pai - não contando com as descidas ;) -  e já se manda ao chão como ele e tudo!

Já a circular em cima da linha de combóio, lá para os lados da Maceira, o companheiro Rui Passadouro regressou a Leiria algo preocupado, pois há quem tenha responsabilidades profissionais ao Domingo, e este assim foi, mas acabou por tudo se resolver.

O nosso repórter continua teimoso como sempre, e como o café não lhe agradou, orientou-nos para a feira de Pataias, e fez bem, pois é uma feira digna de ser visitada, e onde se comem umas belas sandes de pernil de porco, regadas com cervejinha preta. Mesmo em dias de sardinhada, não há como um reforço de jeito em mesa “para VIP’s” servido pela Florzinha, também bem regada, pois estava viçosa!

De Pataias até ao Resort onde almoçámos foi um instante, descemos à praia, e ainda houve quem mandasse um mergulho. Por esta hora as esposas e os petizes começavam a chegar e toca a preparar as brasas que as excelentes sardinhas, como se veio a provar, e as minis fresquinhas aguardavam por nós.

Um muito obrigado ao Rui e à Paula, por disponibilizarem aquele espaço divinal para este convívio e a todas as senhoras pelas sobremesas para repor as calorias gastas a pedalar. Não imagino melhor local para este evento, bem haja por o partilharem com os amigos.

 

Domingo à mais, mas desta vez só para pedalar, e antes, na 5ªfeira temos a nocturna habitual, por isso até lá.

 

Cláudio Costa

 

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publicado às 08:54

ROTA DOS CASTELOS 2016

por Trilhos Sem Fim, em 16.09.16

ROTA DOS CASTELOS 2016

 

10 SET. 2016

Pelas 05.30h, os 3 trilheiros, Rui Gaspar, Rogério Monteiro e David Armindo, embarcavam no conhecido 4x4 “Laranjinha”, com o objetivo de marcar a presença TSF, em mais uma Rota dos Castelos, desta feita a 5ª edição.

Bastou perto de 1.30h de caminho via autoestradas e boa conversa, para que chegássemos ao destino – o lugar de Gavião.

Foi tempo de preparar as bikes que estavam parcialmente desmontadas, preparar a logística como a instalação dos GPS (gentilmente cedidos pelos camaradas Cláudio e Cardinhos – a quem agradecemos), e ainda do RG conseguir um substituto para o seu capacete, que ficou a repousar em casa : ).

A organização impressível, funcionou bem como habitual. Levantamos dorsais e saco de ofertas, entregamos as bikes para transporte em camião com trailer para serem deslocadas até Alter do Chão, onde a etapa desse dia teria inicio.

A viagem dos bikers foi de autocarro, durante aprox. 45 min, que foi aproveitada para conhecimento entre os pares de outras equipas. Já em Alter, com os bikers nas suas “máquinas” foram feitas as fotos da praxe, tomado café e seguimos…

Este dia apesar de ter apenas 65km, foi de alguma exigência no sentido que a altimetria foi elevada. Na nossa perceção com base no GPS, ficou próximo dos 1500m D+.

Houve alguns desvios de rota quer para almoço quer por distração, mas consideramos que os trilhos foram bons, e neste dia com a presença de pedra que foi uma constante. As subidas em antigos caminhos romanos foram um desafio, como o caso da chegada ao Marvão.

Assim sendo neste dia após Alter e seu castelejo, tomamos de assalto o castelo de Portalegre, Marvão e Castelo de Vide. O almoço foi após S. Mamede, numa localidade designada de Portagem. A eficiência do serviço reteve-nos durante 2h, mas dado o calor que se fazia sentir foi boa opção esse repouso, e o que se seguiu na praia fluvial ali ao lado.

A animação musical ficou como habitual ao cargo do RG e da sua coluna.

Na chegada ao hotel Sol e Mar em Castelo de vide, aguardava por nós Hugo Brites, que devido a contratempo profissional de última hora, veio ao nosso encontro, tendo deixado o carro em Gavião e tendo feito os 55 km por estrada durante a tarde, para poder integrar em pleno no domingo com os demais. Foi um bom momento.

Durante o fim do dia o cansaço fazia sentir-se, sendo hora de jantar num bom restaurante local, seguido de um soninho merecido e antecipado, pois o dia seguinte exigiria que estivéssemos em forma.

 

 

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 (mais fotos em breve)

11 SET. 2016

Eram 7.30h e já nos servíamos do pequeno(grande)–almoço, que nos teria de dar forças para os 85km do dia. A altimetria prevista seria próxima da do dia anterior.

Assim entregues os sacos de viagem para o transfer e aprontadas as bikes lá seguimos.

De notar que ao longo dos 2 dias mantivemos sempre proximidade com os colegas da equipa AIRBIKE, e no 2º dia com uns simpáticos jovens de próximo de Extremoz.

Passamos por vários aglomerados, maiores e menores, referenciando-se neste dia Nisa.

Resolução de um furo posteriormente e lá seguimos

Dificuldade tivemos para almoçar, pois os cafés por onde passávamos não tinham “sólidos” para servir. Dado o adiantado da hora lá paramos num clube desportivo de Almeda do Tejo, e após a insistência e bom contato de relações publicas do RG, lá se conseguiu a confeção de umas tigela imensa de moelas, pão, azeitonas e batata frita.

Antes do fim da tarde acabamos a etapa na Praia Fluvial do Alamal – a 5km de Gavião onde os carros tinham no dia anterior ficado estacionados. Foi altura de despedida, num local excelente, banhado pelo Tejo e com vista sobre o castelo de Belver.

A titulo de resumo, felicitamos mais uma vez a organização Zona 55, que nos surpreende a cada edição desta iniciativa, em locais diferenciados de ano para ano. Bem hajam!

Até para o próximo ano! : )

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publicado às 16:43

Trilhos Sem Fim foram à Pia do Urso, outra vez!

por Trilhos Sem Fim, em 11.09.16

Texto: Carlos Máximo em grande produção literária. Resultados dentro de breves momentos...Clicar para ver fotos

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publicado às 17:05

Trilhos Sem Fim - a Rentrée 2016

por Trilhos Sem Fim, em 04.09.16

RL, RP, AF, 2G, RM, RV e AL, foram os oito TSF que compareceram à "rentrée" e puseram fim à "silly season".

Dizia-se no fim que foi uma volta TSF à moda antiga e também que não precisava de ter sido tão pouco... Na verdade um ruptura num cabo de tração traseiro do RV não permitiu maiores aventuras e quando era meio dia estávamos a chegar ao ponto de partida. Não é costume chegarmos tão cedo.

Apesar de curta foi uma volta muito interessante numa manhã algo quente e ao jeito dos amantes das jangadas no rio Lis.

Numa volta e manhã curtas não há lugar a crónicas longas... 

Para terminar, cabe dizer que o cabo de travão não fez grande falta ao RV que desceu, após a ruptura e durante uns bons dez quilómetros, como se nada tivesse acontecido... 

Alipio Lopes

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publicado às 19:54


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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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