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Após uma semana de ansiedade, eis que chega o Domingo, dia marcado para outro passeio BTT.

Saímos cerca da 9 horas do local combinado, já o sol ia alto e ameaçava uma manhã de estio.
Entrámos na bem nossa conhecida e adorada Curvachia e logo entrámos na primeira subida. Como sempre, após a subida vem a descida. Optámos por uma das maiores decida do bosque. Devido ao lapso de alguns elementos descemos, mas tivemos que voltar a subir para tomar o rumo certo. Sabemos bem o quanto custa uma subida, mas logo fomos no encalço do restante grupo calcorreando a descida a uma velocidade alucinante. O TPaiva começou a denotar alguma indisposição, mas insistiu. Bem embrenhados na vegetação cruzámos o bosque e quando nos dirigíamos para a Martinela o grupo ficou menor. O TPaiva interrompeu o passeio e o grupo ficou mais pobre. A idade não perdoa e todos sabem que deitar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer. Para a próxima deita-te mais cedo!
O grupo, agora com 10 elementos, subiu à Martinela, sempre com o propósito de descer encosta abaixo até aos Cardosos. Com o operador de Câmera preparado, começamos a descida. Cada qual ao seu ritmo, todos chegámos em segurança ao vale. Mais umas centenas de metros e outro single track à nossa espera. Não fosse o furo da bike do Mota e tinha sido perfeito.
Orientados pelo Sergio (El GPS) subimos encosta acima, por onde nunca antes outros tinham subido, mas também descemos por onde nunca antes ninguém tinha descido. Esta foi muito boa. Depois disto nada me afronta!
O tempo ainda sobrava e resolvemos subir por um trilho apertado na Curvachia, por onde habitualmente descíamos. RJSoares, afinal após a subida apareceu uma descida extraordinária, talvez a melhor do dia. Não foste, perdeste!
A manhã estava a terminar, dirigimo-nos ao parque radical e após percorrer os montes artificiais, cada um foi para o aconchego do lar.
Para a semana outro percurso nos espera. Sejam felizes!
Rui
 

 

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publicado às 23:13

22 de Junho 2008: Finalmente o Ninho da Águia

por Trilhos Sem Fim, em 19.06.08

Um esclarecimento antes de mais comentários: Hoje quase não ouve quedas! A terem existido, foram escassas, o pessoal levantou-se, sacudiu o pó, lavou as feridas e seguiu como se nada, mesmo nada, tivesse acontecido. Na última semana o assunto ficou assim e não mais se falou disso. Hoje podemos falar um pouquito disso. Eu não caí!

 

 

Neste Domingo, 22 de Junho de 2008, saímos bem cedo da Capela de Vales do Cercal para conseguir cumprir o passeio que tínhamos em mente. Descemos junto ao topo sul do Estádio do Cercal, por um trilho sinuoso, muito técnico, com o grupo a vencer a descida com alguma dificuldade.
Com a ajuda do Licínio fomos sulcando os campos e apreciando as belezas naturais. Neste início de Verão os campos estão ainda verdejantes e os aromas são intensos. O cheiro a eucalipto, rosmaninho e tília acompanharam o nosso percurso. As ervas silvestre quando pisadas pelas inúmeras rodas das bikes exalavam um cheiro típico a erva fresca. Vai ficar na nossa mente a passagem por aquele bosque de castanheiros e a mata fechada com os sobreiros verdejantes.
Os trilhos percorridos foram, talvez, os mais técnicos que alguma vez percorremos. Via-se na face dos mais experientes a satisfação de ter estado naquele local. Os menos experientes e os mais precavidos contra as quedas (quase não houve quedas, … não se fala mais disso!) também desceram, mas com todo o cuidado e por vezes debaixo das bicicletas, ou melhor, com elas às costas.
Finamente atingimos o Ninho da Águia. Uma bela povoação de casas caiadas de branco virados para Sul, semeadas na encosta da colina. Missão cumprida!
 Ninguém viu a águia! Devia andar pelo Norte a tentar descobrir como é que ficou com aquele olho azul ou então voando bem baixo junto ao bairro Padre Cruz a averiguar a razão do outro olho estar esverdeado!
Este passeio justificou a edição de um filme em duas partes (Ninho – parte 1 e Ninho – pare 2). Espere que seja do vosso agrado.
Uma última palavra para o Sérgio que, felizmente, se encontrava feliz pedalando pelo bosque dirigindo a sua Canonndale.
Rui

 

 

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publicado às 16:01

15 de Junho 2008: Cercal e Ninho da Águia

por Trilhos Sem Fim, em 12.06.08

Um esclarecimento antes de mais comentários: Hoje quase não ouve quedas! A terem existido, foram escassas, o pessoal levantou-se, sacudiu o pó e seguiu como se nada, mesmo nada, tivesse acontecido. O assunto fica por aqui e não se fala mas disso!

 

Hoje saímos já um pouco tarde de Leiria e ainda fizemos uma paragem para o tradicional café. Chegámos aos Vales do Cercal e, orientados pela Edite e pelo Licínio, logo nos dirigimos ao trilho que nos levou a uma pequena descida que serpenteava por entre os pinheiros e os fetos. O grupo em uníssono reclamou, e com razão. Pela primeira vez iniciámos um passeio a descer. Estando nós habituados a subir, como é que isto poderia ter acontecido? Algo de muito grave estava, certamente, para acontecer!
O percurso não era difícil, mas exigia algum cuidado, sobretudo devido às depressões abruptas do terreno, que à menor distracção poderiam provocar, muito remotamente e muito pouco provavelmente alguma quedazita sem importância.
Foram cerca de 15 km com subidas e descidas, acompanhados por uma paisagem exuberante. No ponto mais alto do Cercal avistava-se toda a floresta envolvente que mostrava o tom verdejante da vegetação, que era abundante. Era floresta a perder de vista. Passámos por trilhos apertados ladeados por muito pinheiro e pudemos refrescar-nos e diminuir os efeitos do sol que teimava em aparecer por entre nuvens escassas. Cada nuvem que obscurecia o Sol proporcionava-nos a satisfação de sentir a passagem de uma brisa suave, mas fresca.
Sem nunca desmotivar fomos vencendo cada metro. Passámos por caminho perdidos no bosque, dos quais nunca tinha ouvido falar.
No fim de cada subida, uma descida maior. Foi dos melhores percursos que fizemos se tivermos em atenção a quantidade e qualidade das descidas.
Pedalámos sem medir esforços, desviámo-nos de cada pedra, de cada arbusto, de cada silva, mas o Ricardo não se desviou do Sérgio. Bolas…, não se fala mais disso!
Outra descida! Lá bem do alto avistava-se o trilho a serpentear colina abaixo. Descemos freneticamente. Para trás ficava o pó levantado do solo, agitado pelas rodas das bicicletas.
Junto do grande lago, cada um se deliciou com o seu reforço alimentar e todos nos deliciámos com as bolachas do Sérgio.
Alguém partiu a corrente! Entre a vegetação, foi a oportunidade que todos tiveram de socializar e aumentar a força do grupo.
No final, com as famílias à espera para a refeição de Domingo, decidimos terminar o passeio. Precipitou-se o regresso a casa, sem termos visitado o Ninho da Águia, mas fica a promessa da visita no futuro bem próximo.
Mais um bonito passeio!
Rui

 

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publicado às 12:50

Comemorações do 10 de Junho: Porto de Mós

por Trilhos Sem Fim, em 09.06.08

Para comemorar o 10 de Junho, deslocamo-nos a Porto de Mós na intenção de matarmos a curiosidade, e conhecermos um pouco da região.

Iniciamos a nossa jornada em direcção à antiga linha de caminho de ferro, “O Ramal do Lena” ou o que resta dele, para os que não sabem ou não se lembram, o comboio já circulou por esta bandas, vindo da Martingança onde entroncava na Linha do Oeste, passando pela Batalha, Porto de Mós, até ao lugar da Bezerra, de onde transportava o carvão explorado nas minas que ali existiram, juntamente com as das Barrojeiras (Alcanadas). Era o Caminhode Ferro Mineiro do Lena.

Para além de efectuar o transporte de carvão das minas da Bezerra e Barrojeiras (Alcanadas) e de outras mercadorias, foi tambem muito importante para o comércio, indústria e agricultura da área, o comboio transportava passageiros, que faziam o transbordo na Martingança para a Linha do Oeste, em direcção a Lisboa.

O caminho de ferro circulou por aqui, até aos finais da década de 40, deixando de fazer parte da rede ferroviária nacional no ano de 1950.

Seguindo o trilho do caminho de ferro em direcção à Bezerra, fizemos a nossa primeira paragem junto do túnel na Serra da Pevide para aí podermos contemplar a extraordinária vista sobre a área circundante. Ultrapassado o túnel, começou um verdadeiro desafio principalmente para quem não dispunha de uma bicicleta com suspensão total, que apesar da inexistência de carris, a pedra solta típica de uma linha de caminho de ferro, teimava em aumentar a dificuldade da já longa subida (10Km).

Já no topo da serra iniciou-se a descida que nos levou até à Mendiga, onde aproveitamos para tomar café, e para nossa surpresa, uns amigos do Artur, presentearam-nos com um desfile de bicicletas antigas devidamente restauradas, o que levou a que alguns de nós não resistissem à tentação de dar uma voltinha.

Já com Mendiga para trás, voltamos a subir a serra em direcção a S.Bento, já fora dos estradões em terra batida foi  a vez de seguirmos por entre muros de pedra em pequenos trilhos que nos permitiu desfrutar da verdadeira natureza.

Já de regresso, e em direcção a Alvados, deparamos uma descida vertiginosa e serpenteando pela encosta, com um desnível de 150 metros, fazendo a delicia de alguns, e desfazendo os travões a outros. Já em direcção à Fornea e com o tempo a escassear estava na hora do regresso a Porto de Mós.

Foi um passeio um pouco duro (46km) condizendo com a beleza agreste da serra e uma paisagem difícil de esquecer.

 

 

 

 

 

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publicado às 06:13

Regueira de Pontes no Domingo 8 de Maio de 2008

por Trilhos Sem Fim, em 04.06.08

O grupo saiu muito reforçado neste Domingo. Juntaram-se a nós mais cinco preciosos elementos. Para eles, as boas-vindas! Aos que faltaram, desejo que tenham passado uma manhã tão divertida como a nossa.

Orientados pelo Mota Sénior lá fomos, na ânsia de conseguir um percurso totalmente novo. Com descidas, mesmo descidas! ... daquelas descidas verdadeiras, aquelas sacanas ...
A primeira, foi já na Mata de Marrazes. Por entre trilhos estreitos, recheados de raízes e pequenas valas, a exigirem a melhor atenção, perícia e velocidade desejada, todo o grupo conseguiu cumprir tão nobre missão, sem sobressaltos.
Passámos os Pinheiros e deixámos para traz o cheiro característico. Mais uma descida em direcção às Chãs, num caminho então de “cabras” e agora de bikes, com muitas silvas a invadir o trajecto, deixando a sua assinatura nas peles mais sensíveis. Já conhecíamos esta descida mas, é sempre um prazer descer em velocidade, desviar dos pequenos ressaltos e das silvas e fazer aquele pequeno gancho à esquerda. O repórter de imagem captou aí a emoção da velocidade!
Com o Kartódromo dos Milagres no horizonte, nova descida. Com o grupo alinhado, pronto a contornar os obstáculos do trilho, o “repórter bike” captava as melhores imagens, nos melhores ângulos para mais tarde recordar.
Deslizando no cume do monte lá fomos no encalço de novas descidas. Os ramos de árvore no chão fazem recordar a necessidade da limpeza da floresta, para a prevenção dos incêndios do Verão que se avizinha.
O Valter e o Nuno, voam encosta abaixo. A atenção era máxima e a adrenalina ao rubro. O piso forrado pela abundante caruma dos pinheiros anulava as irregularidades e aumentava a sensação de segurança. Nisto, um novo trilho atravessa a nossa trajectória. Alguém mergulha na areia. Alguém faz um voo acrobático e estatela-se no piso de areia forrado de caruma. Rizada geral e siga que se faz tarde!
Esperava-nos a maior descida! Nas redondezas de Regueira de Pontes, no trilho deixado pelo gasoduto, os mais velozes aproveitaram ao máximo as potencialidades das máquinas. Colina abaixo, não houve areia, buraco, parede ou tronco que os travasse.
O Luís, bem integrado no grupo, geria o esforço, dobrava cada curva, ultrapassava os riachos e até dominava os pequenos sulcos deixados pela água do último Inverno.
Entretanto, alguém foi menos afortunado, caiu, mas logo se levantou, não sem antes ficar com os dedos marcados pelo piso. Logo de seguida outro incidente. Um tronco de árvore entra pelo desviador e faz a primeira baixa. Partido o desviador foi a hora certa para os mecânicos entrarem em cena. Alguns minutos volvidos e o problema foi ultrapassado.
A povoação de Regueira de Pontes estava a aproximar-se. Tomámos o café merecido e rumámos à cidade de Leiria por entre os campos do Lis, onde o cheiro era horrível, sabe-se lá porquê…
Hoje, finalmente, não vi ninguém a subir. Que maravilha!
Pudera, diz alguém, as subidas foram todas feitas a pé com as bikes à mão!
Rui

 

 

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publicado às 22:31

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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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