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Mais uma vez os embaixadores do grupo "Trilhos Sem Fim" representaram com grande mérito a equipa. 

A participação no Raid de Alvaiázere, no dia 8 de Fevereiro de 2009, foi um estrondoso sucesso.

O nosso companheiro e grande repórter Artur cumpriu todo o percurso e chegou em 34 lugar entre três centenas de inscritos. Para além de voar pelos trilhos, ainda teve tempo para fazer a reportagem fotográfica a que estamos habituados e não dispensamos.

O percurso foi extremamente duro, mas a paisagem era arrebatadora, como podem confirmar nas fotos

Parabéns ao Artur!

Rui

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publicado às 19:25

Passeio no dia 8 de Fevereiro de 2009

por Trilhos Sem Fim, em 06.02.09

Contrariamente ao que tinhamos em mente, quando saímos pela manhã, este não foi um passeio banal, apenas mais um, pela Rota dos Odores. Este passeio foi único. A chuva acompanhou-nos todo o percurso, uma vez mais forte, outra tipo aguaceiro "molha tolos".

Mal tinhamos acabado de partir já "alguém" nos estava a desafiar para o café matinal. Quem seria? Adivinham?

Não foi preciso insistir muito e já os doze "trilheiros" estavam em casa do TPaiva a degustar o delicioso bolo caseiro acompanhado com o dito café.

Sempre com a chuva como companheira atravessámos a mata junto aos Marrazes, aproveitámos bem a descida e sem nos determos, continuámos até aos Pinheiros, Chãs e Milagres. Pelos trilhos já nossos conhecidos fomos até à Mata de Milagres. Aí fizemos uma variante e aproveitámos o trilho do raid da Bidoeira que tinhamos feito em Setembro. Passámos no trilho muito estreito junto áquele riacho, agora com muita água, facto que tornou o trajecto ainda mais interessante. O interesse foi reforçado quando alguns se divertiram a auxiliar um companheiro caído no silvado junto ao riacho.

O reforço alimentar foi saboreado no Casal da Quinta. Porque o relógio não parava e as familias esperavam para o almoço, dirigimo-nos rapidamente pelo estradão que nos iria levar junto ao Retail Park de Boavista. Por estrada, fomos até Leiria e já que a chuva nunca nos abandonou e a humidade já chegava ao osso, demos por terminado o passeio.

Foi na verdade um óptimo passeio. 

Rui 

 

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publicado às 18:29

Rota da Água

por Trilhos Sem Fim, em 01.02.09

Depois de uma semana de chuva intensa, esta manhã de Domingo, 1 de Fevereiro de 2009, esteve óptima para pedalar pelos trilhos de que gostamos. Arrependemo-nos logo por não termos feito o passeio em Porto de Mós, mas mais oportunidades virão.

Ultrapassada a hesitação inicial sobre o rumo a tomar, decidimo-nos por uma visita às Fontes do Lis, na expectativa de apreciar a beleza das exsurgências.

Antes de nos dirigirmos à nascente, descemos um pouco ao longo da margem esquerda do Rio Lis e aprecíámos o rodopio das suas águas ao abraçar a Ribeira do Sirol. O Rio recebe a Ribeira e em círculos apertados mistura as águas, ganhando mais força, oferecendo-nos um espectáculo de rara beleza. Lado a lado, descem um pouco e após a ponte dos caniços precipitam-se freneticamente no açude das traseiras do museu da fábrica de papel, dando lugar às pequenas, mas extasiantes cataratas do Lis.

Subimos à Senhora da Encarnação e apreciámos a descida pelo carreiro que serpenteia por entre as árvores do pequeno bosque.

Finalmente tomámos a estrada para a nascente do rio, ansiosos por confirmar a beleza das Fontes do Lis. Optámos por uma passagem pela Curvachia, para ganhar resistência física nas subidas e sentir a adrenalina nas vertiginosas descidas. Parece-me que as subidas eram tão longas, que nas descidas só houve tempo para descansar as pernas.

O caminho agrícola no vale que precede o Pé da Serra estava transformado num verdadeiro rio, as corgas transbordavam. Com o cuidado de quem quer apreciar um trilho na água e não pretende tomar banho, deslizámos até à margem mais elevada e iniciámos a subida para o Pé da Serra. Como é fácil descrever o percurso! Dificil foi subir por entre pedra, troncos e lama, umas vezes em cima da bicicleta e outras com ela à mão.

Parámos alguns minutos com o pretexto de saborear o reforço alimentar, mas a paragem apesar de longa, foi curta para recuperar de tantas subidas.

Finalmente a grande descida pela meia encosta, evitando os buracos e as pedras soltas. A velocidade e a exigência técnica fez com que alguém tivesse um encontro com uma pedra maior e arranjasse um furo que nos ofereceu, espontaneamente mais uns minutos de descanso.

Finalmente a nascente do Rio Lis! A bela, mas brutal, torrente de água que brota, mesmo aqui, por baixo dos nossos pés. Ficámos alguns minutos, em silêncio, a apreciar esse espectáculo verdadeiramente belo.

No regresso a casa ainda tivemos tempo para nos deleitarmos com o “doce” betetista, que é descer dos Pousos para São Romão, encosta abaixo, até à Travessa da Encosta.

Agora o descanso e até ao próximo Domingo.

Rui

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publicado às 21:45

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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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