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Trilhos Sem Fim - a rapidinha!

por Trilhos Sem Fim, em 30.05.10

Um Domingo atípico!

A decisão da véspera tinha sido a de não participar no passeio semanal por motivo familiares. Aproximava-se o início de uma semana sem o catalisador da boa disposição. Comecei a temer que a falta desse ingrediente tivesse sérias e nefastas repercussões no meu desempenho profissional. Iria ter!

Utilizei uma solução de recurso. Participar na preciosa jornada "Trilhos Sem Fim" e conciliar a permanência nesse fulcral e singular evento com os compromissos familiares.

À hora marcada lá estava. Ficou acordado que iríamos fazer um raid btt pela Curvachia e que às 10:00 estaríamos de volta, de modo a que não faltasse ao meu compromisso.

Saímos em ritmo de passeio em direcção ao Vidigal. Como era difícil mover a bike depois de uma semana de trabalho! Metro após metro os músculos aqueciam, o ânimo reanimava-se e o grupo ia ganhando a forma típica e propícia à conferência de opiniões. Entrámos no caminho rural que nos levou à entrada da mata da Curvachia. Seguimos pela esquerda e subimos pelo caminho coberto de caliça. Que difícil subir!

O sol aparecia fugaz por entre as nuvens, a fazer-nos lembrar que estamos na Primavera. Por entre meia dúzia de palavras trocadas, chegámos ao cume do monte da Curvachia.  Nesta época do ano "A rosa no Cume cheira; Quando cai a chuva, a água o Cume desce; O orvalho no Cume brilha; O mato no Cume cresce". Enfim!

Descemos pelo caminho dos pedregulhos e por estrada chegámos ao galinheiro. Após uma troca de opiniões e depois do posicionamento do repórter iniciámos a vertiginosa descida do trilho do galinheiro. Que bom!

Aproximava-se a hora de regresso. Passámos as quedas de água da Curvachia e subimos ao Pousos. Em ritmo de passeio chegámos ao alto de S. Romão. Concentrados, descemos pelo trilho estreito, sabendo que a menor distracção nos levaria em queda picada e abrupta para o quintal da moradia, onde o cão nos esperava, ou com um pouco de sorte, a água fria da piscina. A experiência é fundamental e por isso passámos em segurança e apreciámos intensamente, cheios de adrenalina, as dificuldade desta centena de metros. Domingo vamos lá voltar.

10:00. Como planeado, cheguei e fiquei em condições de cumprir os compromissos. O grupo continuou e eu num misto de satisfação/tarefa inacabada segui o meu caminho, já a delinear a actividade do feriado que se aproxima, dia muito propício ao BTT.

Boa semana de trabalho!

Rui

 

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publicado às 16:38

De Leiria até Shanghai

por Trilhos Sem Fim, em 28.05.10

O nosso companheiro e amigo Rui Gaspar saiu de Leiria a 1 de Maio de 2010, com destino a Shangai, cidade que acolhe no corrente ano a EXPO 2010.

Vai fazer os 16.000km em 40 dias ao volante de um espectacular Land Rover. Irá atravessar toda a Europa,  entrando na Asia através de Istambul.

Acompanhem a nossa aventura em:

http://www.leiriashanghai2010.com/site/

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publicado às 08:54

Fomos à Maceirinha

por Trilhos Sem Fim, em 23.05.10

Neste Domingo resolvemos sair um pouco mais cedo. Às 8h30m saímos do Parque Radical. Já há meses que não visitámos os trilhos da Maceirinha. Decidimos fazê-lo.

Subimos até à Cruz D'Áreia, passámos junto ao Quartel e para ser mais rápido fomos por estrada grande parte do percurso até ao Arnal da Maceira.

Chegados à Maceirinha esperámos que o repórter de imagem se posicionasse, é que ele estreou uma máquina nova, e serpenteámos por entre as árvores e vegetação à velocidade máxima que conseguimos, sempre com a segurança adequada à evicção de quedas. Ninguém pode cair!

No final do trilho ficámos um pouco à conversa para troca de experiencias sobre o local.

O Valter entretanto ofereceu-se para pagar um café no quartel de bombeiros de Maceira, simpatia que desde já agradecemos. Aproveitamos para acompanhar o café com as bolachas do Luis.

Retemperados com o café fomos até ao bosque de carvalho da Maceira e aí fizemos mais uns saltos e testámos a perícia a desviar das árvores. 

No regresso subimos até à Pocariça e depois novamente até Pernelhas. Descemos os carreiros íngremes e permitimos que alguns elementos do grupo fizessem uma aproximação brusca ao solo, que ficou marcada nos braços e na camisola única e muito valiosa dos trilhos. Parece que um dos elementos nunca tinha saido da Bike em ritmo de queda. Parabéns Grazina, já pertences ao grande grupos dos que também caem.

Chegámos a Leiria muito cedo, com tempo suficiente para um almoço reconfortante em família.

Boa semana de trabalho. Até Domingo.

Rui

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publicado às 21:07

Fomos subir ao Reguengo do Fétal

por Trilhos Sem Fim, em 16.05.10

Este Domingo, 16 de Maio de 2010, foi o primeiro dia de sol de que me lembro! Pronto, se não for bem assim, é o que me parece, e como sou eu que escrevo têm que aceitar!

Com um excelente dia de sol, saímos de São Romão decididos a percorrer um trilho junto a um ribeiro, perto de Alqueidão da Serra. Subimos da estrada das Cortes para a Barreira, fomos ao longo da estrada e passámos a Igreja. Os fiéis estavam a dirigir-se ao seu local de culto para as preces dominicais. Os sinos repicavam entoando uma música que nos acompanhou umas centenas de metros.

Descemos encosta abaixo, em direcção ao Rio Seco, mas logo inflectimos à direita e voltámos a subir. Nisto, passámos junto ao Celeiro em direcção ao Alqueidão.

A manhã estava a correr maravilhosamente: muita conversa, pedaladas suaves, poucas subidas. Mas, o Nuno teve a "excelente" ideia de visitar o Reguengo do Fetal e tentar uma das subidas, com o argumento de que a seguir à subida era sempre a descer. Para meu espanto todos aceitaram. Lá fomos!

Passámos um campo agrícola com trilho virtual, ou melhor, passámos por um campo agrícola onde existiu um trilho, que ultrapassámos com grande satisfação. Agora já ficou marcada a nossa passagem e de futuro será sempre mais fácil.

Corrigidos os enganos habituais para aquela hora da manhã, chegámos ao cemitério do Reguengo. Fizemos o reforço alimentar junto da colunata.

A subida era íngreme, mas chegados à pedreira a situação deveria melhorar. Seria sempre a descer. Cada pedalada era mais difícil que a anterior, mas estava quase. Nisto a pedreira! Que alivio!

Afinal o percurso até estava a correr bem, os companheiros vão lá à frente, mas já os apanho, pensou o Luis.

Passámos a pedreira, mas os planos nunca se cumpre. O pior estava para surgir. Aqueles malucos quiseram subir até ao cimo do monte por um caminho que assusta de tão inclinado que é. Não há pernas que aguentem isto, exclamou alguém. Corrijo, quase todos.

Após reunião do grupo no alto da pedreira, junto das eólicas, decidimos descer até Leiria. Isto queria dizer que, grosso modo, ainda tínhamos umas pequenas subidas e muitas descidas. As descidas foram feitas a rir, mas as subidas... Malditas!

Chegados ao Parque Radical de São Romão e já com 40 km percorridos, e na hora da avaliação final, parece-me que fizemos um excelente passeio. Diversão, conversa, descidas e algumas subidas, os ingredientes perfeitos para um domingo cheio de sol!

Uma boa semana de trabalho. Até Domingo às 8:30.

Rui

 

Nota: El GPS portou-se lindamente, está como novo.

 

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publicado às 17:10

"El GPS renovado"

por Trilhos Sem Fim, em 09.05.10

Neste Domingo à hora marcada lá estava ele, El GPS.

El GPS anda cansado. Estuda os trilhos durante a semana e orienta-nos ao Domingo. Compra as bolachas, oferece a ginja e não pede nada em troca.

El GPS levou-nos a subir da zona das Olhalvas, passou pelo Azabucho e mostrou-nos como se desce até à britadeira dos Cardosos. Até o Ricardo ficou admirado com tamanha performance.

El GPS animou sempre o grupo neste curto percurso e não achou bem. Queria mais alegria.

El GPS escuta os anseios dos colegas e transforma-os em belos passeios, mas nega que o tenha feito.

El GPS é fixe! Na subida para a Martinela deixou que o Valter conduzisse a sua Cannondale, sem pedir contrapartidas!

El GPS diz que pedala pouco, mas acompanha sempre o Mota para que se não atrase. El GPS sem grande esforço auxilia o Rui nas subidas. É o que vejo nas fotos.

El GPS levou-nos ao pequeno bosque na parte mais alta da Martinela. Conseguiu trilhos novos e convenceu-nos que foi o Ricardo a orientar.

El GPS levou-nos a descer por trás da Tosel e a subir aquele enorme declive que nos leva à antiga MOM.

El GPS levou a Bike à mão para não ferir o orgulho do Artur. El GPS é solidário.

El GPS fez por se atrasar um pouco à chegada à MOM, para deixar o grupo repousar, antes de descer o Pé da Serra.

El GPS é sinfonia a descer a encosta, mas refere sempre alguma dificuldade. El GPS é humilde!

El GPS mostra-nos a beleza da nascente do Lis, mas dá a entender subtilmente que tem dificuldade em acompanhar o pessoal trilheiro. Não é verdade. El GPS continua humilde.

EL GPS manda o grupo rolar calmamente à procura da ginja. Que generoso!

Está a chegar ao fim este passeio. El GPS sussurra que talvez seja o último, por estar em baixo de forma.  

Nós precisamos de El GPS. Este é o território de El GPS. É o seu país. Sem El GPS não somos ninguém. Ou é com El GPS ou nada!

Volta El GPS renovado!

Rui

 

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publicado às 17:39

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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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