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Tudo começa por tentar satisfazer vontades!
Depois de reunidos aqueles que se propuseram a pedalar nesta manha um pouco fresca, lá começamos por atravessar toda a cidade dirigindo-nos para a Barosa, parque de merendas, trajecto conhecido e algo fácil de ultrapassar ,mas...
Algo se passou neste dia que os "Imponderáveis" apareceram. Uma corrente partida, logo do nosso GPS. Não podia-mos prosseguir sem um elemento de tão grande valor, pois era ele que nos iria orientar, melhor, levar para  um passeio "Surpresa" .
Reparada a avaria e pouco tempo depois, mais um elemento junta-se ao grupo, para nos presentear com caminhos que não fazemos habitualmente.
Preparávamos-nos para um carreiro novo e mais um problema, o raio de um parafuso "novo " não quis continuar na "Máquina " nova do companheiro Idalécio. Foi procurado mas não apareceu,repensado como resolver a avaria mãos há obra e pés ao caminho que se faz tarde.
Logo depois mais uma situação que nos é peculiar um furo na bicla do Pedro. "Malditos espinhos ", reparado o pneu fomos recordar como um nosso companheiro tinha partido a clavícula, pois recordar é viver, lembram-se certamente do Hélder Malheiro.
Ainda deu tempo para espreitar as Termas de Monte Real.
Depois, com o tempo a ficar curto e a barriga a fazer barulho! Foi um pouco como o habitual. Uns primeiro e outros depois não ficou abandonado!
De referir que foram percorridos mais de 50km .
Mais um domingo nos espera .
Boa semana
Vão treinando...
O Repórter
Artur Fernandes  

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publicado às 21:14

Neste Domingo conseguímos reunir as condições necessárias para fazer o mitíco passeio da Fórnea. A disponibilidade do grupo e a meteorologia unidas facilitaram a concretização do objectivo. Às 9 horas, como combinado, iniciámos a marcha.

Vale acima, fomos testando a nossa capacidade física. As subidas eram de difícil "escalada", que pela inclinação, quer pela lama, quer pela pedra, que era abundante.

A paisagem, sempre deslumbrante, com as encostas da serra a dominarem completamente o nosso horizonte. Um sentimento ambíguo de protecção proveniente das altas montanhas, por um lado, e por outro, a sensação de encarceramento resultante do grande muro que representa aquela serra. Gostei mais do sentimento de protecção!

Passámos ao largo da Fórnea, que não visitámos. Mantivemos a marcha a subir. Subitamente lá estava ela, a grande subida, a serpentear encosta acima. Ficámos extasiados com a imponência da natureza. Umas vezes extasiados, muitas mais cansados, quase esgotados. Uns com ela à mão, outros em cima dela, todos chegámos com as bikes ao topo.

Fizemos uma pequena pausa e tivemos o prazer, quase único, de aí tomar uma pequena refeição!

Continuámos o passeio.  Por um trilho estreito, muito técnico, fomos avançando até ao local onde iriamos avistar a melhor paisagem.

Feita a foto de grupo avançámos pelo desfiladeiro. Uma paisagem indescritível. A natureza a esmagar os visitantes com tanta beleza. Trilho adiante, pedra atrás de pedra, sem uma única distracção, vencemos o medo e fizemos o percurso sem sobressaltos. Não fosse aquela vertigem, teria sido perfeito.

A Fórnea de Alvados, vista do cume, é um espectacular anfiteatro com cerca de 1 km de diâmetro. Está escavado nos calcários margosos e nos calcários do Jurássico inferior e médio. É rico em fósseis de amonites e belemnites. Nas suas vertentes existem várias nascentes temporárias, que pela erosão, dão origem à Fórnea.  

Avançámos monte abaixo com a ideia fixa na ciclovia, mas uma avaria técnica deitou por terra o objectivo. Descemos por estrada.

Do alto avistámos o belo castelo de Porto de Mós e admirámos a vista sobre a Vila Forte, com a ciclovia a serpentear na montanha, comtemplando a Vila e esperando por nós.

Concluímos, sem dúvida, um passeio admirável. Vai ser difícil fazer melhor, mas o objectivo não foi conseguido. Pelas vertigens de uns e das avarias de outros, vamos ter que lá voltar, brevemente!

Podem consultar o trilho de hoje aqui e AQUI

Rui

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publicado às 21:11

Passeio à Chuva

por Trilhos Sem Fim, em 15.01.12

Acordámos com uma manhã cinzenta a ameaçar com uma chuvada a qualquer momento. Depois de tantos manhãs de sol, uma chuvinha de inverno até seria bem vinda. Sendo assim, quer faça sol, chuva ou frio, nada nos pára.

Reunido o grupo e orientados pelo GPS, que se juntou um pouco mais tarde aos Trilhos Sem Fim, rumámos às Fontes do Lis. Deixámos a Ponte Cavaleiro, as Cortes e na descida para as Fontes alguém sugeriu subir o Canário até ao cimo do monte. Bem, que rica ideia. Deixou o nosso GPS completamente exausto, quase estoirado.

Contemplámos a ladeira do RUI G, que ainda lá tem uma pégada do mesmo (que grande queda!!!), e por uma questão de respeito continuámos a subir pelo percurso mais directo ao Pé-da-Serra. Passámos a MOM, descemos um pouco, e pela direita fomos descer um carreirinho bem divertido.

A chuva cumpriu a promessa e apareceu, mas não com a intensidade suficiente para interferir com o passeio. Refrescou os ânimos e humedeceu o piso. Estava tudo a correr como planeado. Às 11 horas, em ponto, o GPS conduziu-nos a um trilho onde já tinha passado há mais de 30 anos. Era um óptimo trilho, mas no séc. XXI transformou-se numa terra de cultivo, muito bem arada e muito humedecida, com capacidades especiais de aderência aos sapatos de ciclista e pneus de btt. As características deste terreno foram intensamente apreciadas pelo grupo. Chegou-se mesmo a "elogiar" o guia com alguns impropérios muito bem pronunciados, com os quais concordei e até cheguei a repetir quando retirei as toneladas de lama das botas e das rodas.

Constrangimentos ultrapassados, fomos postos à prova num trilho a descer, muitíssimo técnico, onde chegou a haver uma ou outra queda. Nada de especial!

A manhã estava a chegar ao fim. O almoço em família era agora o objectivo. À 12:30 estávamos em casa, depois de um passeio à chuva.

Rui

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publicado às 21:01

Inicio do ano com novos trilhos

por Trilhos Sem Fim, em 08.01.12

É comum dizer-se "ano novo, vida nova", e no nosso caso, foram trilhos novos. Hoje à hora combinada arrancámos do parque radical com a promessa do El GPS nos mostrar novos trilhos, e assim foi.

Arrancámos em direcção à Curvachia e subimos pelo habitual percurso que nos leva à descida do galinheiro, mas ainda não foi hoje que lá voltámos, pois desviámos para a direita em direcção ao lavadouro da Martinela. Nesta descida fizemos um pequeno desvio para observar um novo local de culto do Arrabal, onde está uma enorme cruz. Não deixa de ser um pouco estranho esta infra-estrutura naquele lugar, e desconhecemos do que se trata exactamente.

Chegados ao lavadouro da Martinela, subimos por trilhos novos até ao ponto mais alto de donde se avista todo o Vale de Santa Margarida, na paisagem vê-se à esquerda a torre da igreja do Arrabal e ao fundo, a serra da Senhora do Monte e a Maunça.
A descida foi feita por novos trilhos e em direcção à Parracheira, tendo culminado com a descida de um trilho que promete uns bons momentos de adrenalina, e que vai ter a um outro caminho já nosso conhecido, lembro-me dele num passeio do Freixial e com o chão coberto de canas.
Da Parracheira rumámos para Caldelas, pagando bem caro o prazer das descidas acabadas de fazer. Vencida esta subida, fomos confrontados com uma pequena parte do percurso ainda não explorado pelo nosso GPS, depois de termos decidido descer por trilhos super inclinados que não são para as nossas bikes nem para os nossos esqueletos, descobrimos um óptimo caminho de pinhal para dali sair em direcção a Caldelas, mas esse caminho fica para a próxima, pois hoje descemos com elas à mão e sem cair!
Regressámos a Leiria pelo Lapedo, não sem antes termos parado na fonte dos peregrinos para mudar uma câmara de ar, a minha :(
À chegada a Leiria, fomos agradavelmente surpreendidos pela presença do companheiro Rui G. no seu laranjinha, que nos esperou enquanto fazia fisioterapia ao pé ;-). Põe-te bom, para conheceres mais estes trilhos, que o GPS nos proporcionou. Hoje, nem depois das onze avariou, houve apenas alguns pequenos desvios que foram de reconhecimento, esteve no seu melhor.

O tempo esteve excelente para mais um dia de BTT, e é assim que tem estado sempre, há que aproveitar as oportunidade concedidas pelo São Pedro para conviver e pedalar, por isso, para alguns dos habituais trilheiros que não têm comparecido, deixem-se de desculpas, porque só o Rui G. é que tem dispensa médica.

Podem consultar o trajecto de hoje aqui, já com pequenas correcções.

 

 

 

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publicado às 23:19


Sobre nós

Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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