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Mais um Domingo, mais um dia para betetar e mais um Castelo para conquistar, hoje foi novamente o belo castelo de Porto de Mós.

Às 8h30, hora prevista, depois dos cumprimentos e do primeiro momento de convívio, o pelotão, hoje com 17 trilheiros, arrancou em direcção à Guimarota com o objectivo de visitar o Castelo de Porto de Mós. Tivemos a presença de alguns trilheiros menos assíduos, esperemos que não tenham medo da chuva e continuem a aparecer.

A chuva, apesar da constante ameaça, só se fez notar mais tarde, já a meio do caminho, obrigando a vestir os impermeáveis, mas hoje, quando comparado com a passada quarta-feira, nem chegou a molhar, foram só uns pingos para tornar o piso mais técnico. Na viagem até ao Castelo, pelo Alqueidão da Serra, fomos pedalando e pondo a conversa em dia, seguindo aliás os estatutos dos TSF's. Falou-se de Santiago de Compostela e da urgência em organizar a peregrinação, entre outros temas. Subimos mas também fizemos excelente descidas, algumas delas a proporcionarem rápidas descidas, ao contrário das subidas que nunca são rápidas.

Chegados ao Castelo, para além de quebrámos a tranquilidade do lugar, tivemos a sorte de lá encontrar o José Hermano de Saraiva, que nos deu uma lição de história, no entanto, ficámos com dúvidas se a matéria estaria correcta!!!

Bebido o cafezinho, gentileza de um de nós, pusemo-nos a caminho de Leiria, tendo um TSF por motivos de agenda, optado pelo regresso por estrada, enquanto os outros foram brindados com bons single tracks no regresso, alguns deles julgo terem feito parte da maratona do centro.

A lama e as pedras escorregadias foram um desafio constante, dois de nós, experimentaram a rigidez do chão, quer dizer, a um deles, faltou-lhe foi o chão, deixou a bicicleta cá em cima e foi lá abaixo à procura dele. Essa queda aparentemente não teve consequências físicas, já a outra, poderá incomodar.

Percorridos 44Km, chegámos a Leiria cedo, ainda antes das 12h30, com mais uma boa manhã de BTT e convívio, um dos melhores "medicamentos" para enfrentar mais uma semana de trabalho.

 Cláudio Costa

 

Também em meo Kanal 490904 

 

 

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publicado às 17:39

Peregrinação a Santiago de Compostela

por Trilhos Sem Fim, em 26.04.12

O grupo Trilhos Sem Fim está a organizar a sua peregrinação anual a Santiago de Compostela. De forma a que tudo possa ser planeado sem situações inesperadas, abrimos as inscrições até 30 de Abril.

O passeio irá decorrer de 7 a 10 de Junho de 2012.

Integrar a família TSF é um pré-requesito!

Conta-nos das tuas intenções.

A organização TSF propõe fazer o caminho português interior.

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publicado às 06:50

Castelo de Ourém a 25 de Abril de 2012

por Trilhos Sem Fim, em 25.04.12

Conforme planeado e depois uma participada discussão decidimos conquistar o castelo de Ourém, custasse o que custasse. Iniciada a marcha às 8:30, sempre com a companhia da chuva, uma vez mais intensa, outras dando umas curtas tréguas, fomos conquistando o caminho.

Depois da Tosel tomámos o trilho que nos leva à Maunça. Um problema técnico provocou uma baixa na equipa. Maldito selim, que já é a 2ª vez que nos rouba o Paulo S.

Subimos até à Chainça e por estrada atingimos a escola da Loureira. Depois, sempre a descer, descansámos as pernas e regozijámo-nos com a vertigem da descida.

Decidimos tomar o castelo pelo lado sul. A subida íngreme foi vencida e entrámos em grande estilo pelo paço dos condes de Ourém. A reconquista foi consolidada com a visita ao Paço dos Condes e com uma fotos no Terreiro de Santiago.

Ourém! Porquê?

Tinha que haver uma explicação. Como sempre, as mulheres a mudar a cabeça aos homens! Foi uma Fátima!

Segundo a lenda, a vila de Ourém deve o seu nome a uma história de amor: durante a Reconquista, um cruzado espanhol, Gonçalo Hermingues, capturou a filha do poderoso senhor muçulmano de Alcácer do Sal. Esta cativa de grande formosura chamava-se Fátima, como a filha de Maomé.

Gonçalo Hermingues e a sua cativa rapidamente se apaixonaram um pelo outro e Fátima converteu-se ao catolicismo. A moura cativa foi baptizada com o nome de Oureana, daí a etimologia do nome da cidade de Ourém.

Esta Fátima morreu cedo, o seu marido, o tal cruzado espanhol, tornou-se monge na abadia de Alcobaça. Com a criação de um priorado nas redondezas de Alcobaça foi enviado para lá o monge, antigo cruzado, que deu a esse priorado o nome de Fátima. Sim, Fátima herdou o seu nome de uma muçulmana, filho do senhor muçulmano de Alcácer do Sal!

Como sempre, resolvemos degustar uma ginjinha, uma gentileza do jj!

Regressámos pelo mesmo percurso da ida. Na Loureira optámos pelo Vale Maior. Sempre com a companhia da chuva, chegámos aos Pousos às 12:30, com cerca de 65 Km percorridos e com a roupa molhada até às partes intimas!

Que passeio bom!

Domingo vem já aí!

Rui

 

 

 

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publicado às 20:15

Ori BTT - Os Trilhos Sem Fim também foram.

por Trilhos Sem Fim, em 24.04.12

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publicado às 22:03

Trilhos Sem Fim: Pia do Urso, outra vez!

por Trilhos Sem Fim, em 22.04.12

Nesta manhã de primavera envergonhada, saímos do local habitual às 9:00 horas, com a intenção de rapidamente chegar à Pia do Urso. Após um pequeno espaço de espera por alguns dos trilheiros continuámos a nossa missão. Tentámos chegar o mais rápido possível à Pia, para ter mais tempo para "curtir" o regresso.

Passámos as Cortes, descemos o Casal do Branco e após as Fontes voltámos ao trilhos no campo.

Subimos por estrada até ao cume do monte no Reguengo Fétal... De vem este nome, Reguengo do Fétal?

"Reguengo significa "Terra do Rei". (...) A Freguesia do Reguengo do Fetal (Reguengo da Magueixa até 1910) foi criada no ano de 1512 pelo Prior-Mor de Santa Cruz de Coimbra, com jurisdição sobre Leiria. (...) Até 1820, o rei, os conventos, as obras religiosas e as famílias nobres tinham certos direitos sobre as povoações, no que diz respeito a impostos e ao aproveitamento de infra-estruturas. Em 1820, com a Revolução Liberal, tudo mudou. Quanto ao nome Fetal, é muito mais recente, datando apenas do séc. XX. Anteriormente esta terra chamou-se Reguengo da Magueixa e mais tarde apenas Reguengo. Fetal foi a forma de distinguir esta freguesia de centenas de outras com o mesmo nome, e também para homenagear Nª Srª do Fetal, que desde o séc. XVIII tem em Reguengo uma ermida da sua invocação.
O povoamento desta freguesia é muito antigo, provavelmente da época romana. A este facto não será decerto alheia a proximidade da antiga cidade de Collippo.
Em 1527, Reguengo do Fetal tinha apenas 80 habitante. Segundo informação recolhida junto da Autarquia, em 1998 a população rondava os 3000 moradores. Nos censos de 2011 foram contados 2 169 habitantes" Fonte: Junta de freguesia de Reguengo do Fétal

Nisto chegámos à Pia do Urso. Saboreámos o reforço alimentar e admirámos a paisagem. Regressámos novamente pelo Reguengo, agora a descer.

Aproveitamos as descidas e poupámo-nos nas subidas. Visitámos as Fontes do Lis e durante o regresso fizemos planos para próximo feriado! Percorremos cerca de 55 Km à média de 16,4 km/h.

Até ao 25 de Abril!

Rui

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publicado às 22:12

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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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