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Trilhos Sem Fim - Passeio por Terras de D.Dinis

por Trilhos Sem Fim, em 30.09.12

8.30h- Os TSF agrupam no PR. Destino: Campos do Lis, guiados pelo AF.

9.00h -. QS e DA chegam ao local de encontro – nos pilares da ponte da A17, junto à pintura dos corvos do artista mistério.

9,10h- O encontro dá-se, os TSF já trazem  15Km nas pernas, seguimos por “alcatrão” em direção ao parque de merendas de Amor ( diz a lenda que AMOR, deve o nome ao facto do Rei D.Dinis acorrer aquele local em busca de companhia…), em passeio rolante por estradas pouco transitadas.

Está uma manhã esplêndida, o sol brilha e a boa disposição reina. Atingimos o primeiro ponto de passagem, o Parque de Merendas de Amor onde surpreendemos alguns campistas, e encontramos outras pessoas mais madrugadoras que ali acorrem em busca de água...tudo vale, jerricans, garrafões e garrafas.

Seguimos ainda por estrada em direção ao centro de Amor, passando por um marco histórico das noites bem regadas… “O  RAINHO”.  Mais um pouco e no fim da rua do Outeiro, deixamos o alcatrão, finalmente um estradão, uma descida, um single trek e alguma adrenalina, estávamos já na Serra do Porto de Urso  (onde diz a lenda D. Dinis ter sido surpreendido por um urso quando regressava de Amor), paralelos à BA5.  Mais “alcatrão”, mais trilhos em Pinhal e num instante chegamos a Segodim (“Cego vindes de Amor, meu amo” disse a Rainha D.Isabel ao Rei D.Dinis, quando neste local lhe fez uma espera – e assim com o tempo passou a chamar-se a este local Segodim). Cumprida a passagem no Parque de Merendas de Segodim, rumamos ao n.º291da Rua das Claras, onde houve possibilidade de degustar um bolinho e café. Passava pouco das 10h da manhã.

Retemperadas as forças o melhor estava ainda para vir, um single trek e rumamos beira rio, fizemos a conquista ao Castelo de Monte Real (Monte Real deve o seu nome aos paços reais, do tempo de D. Dinis que se situavam no cimo de um monte, onde à anos idos foram erguidas umas muralhas, junto à capela da Rainha Santa Isabel, para lembrar a obra de outrora). Rumamos para mais umas passagens, pequenos desvios que nos levariam até às Termas (parque de merendas), não sem antes nos despedirmos do Dany e Cris, que tinham compromissos pasteleiros. 

Chegados às Termas confrontamos a real descida que termina num salto, tão conhecida dos TSF (mais uns que outros…), não sem antes o D. (nome código Osama) prestar uma “homenagem” ao HM, que faz 1 ano teve um incidente naquele local. Recuperados do susto e visionadas as imagens da Câmara seguimos direção à Carreira. Rumamos pelos Campos do Lis, passamos os campos de arroz, e num instante estávamos no parque de merendas da Carreira.

Faltava agora só mais um parque de merendas, o da Ortigosa. Pedalamos com convicção, espreitamos o parque, os cavalos, e tínhamos de passar pela pista de modelismo, que ao domingo de manhã está em plena atividade. Assim foi, chegados ao local apreciamos as “vistas” e as “curvas”… julgo que também havia carros!...

O tempo urgia, tínhamos que seguir viagem, não sem antes fazer uma descida, que nos colocaria no caminho rumo a casa.

Que bela manhã de BTT!

Bem hajam aos TSF!

DArmindo

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publicado às 17:34

Fotos de família e passeio calminho - a reunião

por Trilhos Sem Fim, em 23.09.12

“UMA FOTOGRAFIA É UMA FRASE NA HISTÓRIA, CONTADA SEM PALAVRAS.” (Desc)

A família Trilhos Sem Fim marca a reentré em mais uma época de BTT com uma reunião na sede do grupo para contar uma parte da sua história.

O objetivo há muito que estava traçado…temos que presentear os nossos patrocinadores com o carinho que merecem oferecendo-lhe uma “frase” da nossa história.

À hora marcada Trilheiros e Trilheiras estavam presentes, todos janotas com equipamentos da nova coleção, para serem fotografados pela equipa BEHINDNATURE,… fotógrafos de renome internacional habituados a fotografar a natureza e os animais no seu habitat natural….

Temos que concordar que são os profissionais ideais para fazer o registo fotográfico deste grupo…li no seu site que estes profissionais da fotografia se consideram privilegiados pelos locais que conhecem nas suas viagens de trabalho e….por desenvolverem ações que a maior parte das pessoas não terá nunca oportunidade ao longo da sua vida de presenciar, de viver,… tenho a certeza que tal como nós, hoje ficaram mais enriquecidos por nos conhecer.

Entre sorrisos escondidos, voltinhas envergonhadas, os flash começaram a disparar…desinibindo o pessoal…pouco a pouco, estávamos cada vez mais parecidos connosco mesmo, amigos unidos, que aproveitam as manhãs de domingo para pôr a conversa em dia, rir, ralhar, praguejar mas principalmente pedalar…

Não faltou um Cake break gentilmente oferecido pelos Bolinhos da Cris, acompanhado por umas tampinhas de ginja !!!

Missão principal concretizada…há que pedalar…. a promessa fazia-se cumprir, uma voltinha suave por trilhos urbanos, porque hoje o grupo estava constituído com elementos com vários níveis de condição física para a prática da modalidade… Houve quem manifestasse que hoje sim, era um passeio à TSF…sem Pias ou Castelos na rota….sem Pombais ou galinheiros!!!

Termino fazendo um especial agradecimento à equipa da Behindnature, aguardamos ansiosamente pelo vosso magnifico trabalho (não se esqueçam das minhas dicas!!!)

…aos patrocinadores dos novos equipamentos…

…ao Rui Gaspar, pela oportunidade de uma manhã diferente…

…ao nosso designer, que se encontra em convalescença…

…a todos os trilheiros que não se acanharam com o tempo que tantas caretas fez…

….aos que por qualquer motivo não puderam estar presentes.

…ah já me esquecia…obrigada a mim pelo bolo delicioso de hoje…e ao Hugo pela ginja deliciosa!!!

 Até domingo

Cris

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publicado às 20:13

Às 8h30, cumprindo o horário de verão dos TSF's, estávamos reunidos no parque radical, onde depois de trocados os habituais cumprimentos, ouvimos o briefing dado pelo Rui Gaspar, que nos convocou para estarmos presentes na próxima semana, dia de fotos aos equipamentos e respectivos patrocínios.
Antes ainda de iniciarmos o nosso passeio, vieram ao nosso encontro, apenas para nos cumprimentar, dois TSF's bem antigos e que não têm aparecido, o Paiva e o cunhado. Como também tínhamos de pedalar, e para comemorar o fim oficial da época balnear, fomos até à Praia da Vieira, seguindo pelas margens do rio Lis até à sua foz, ora pela margem direita ora pela esquerda, à semelhança do que já noutras ocasiões temos feito. O grupo estava mais uma vez numeroso, e apesar das diferenças de andamento, o ritmo da viagem de ida manteve-se constante, cerca de 22km/h.

Chegados à praia da Vieira, entre as fotos de grupo e a passagem pela lota e pelo bairro dos pescadores, por onde serpenteámos entre as estreitas ruelas, ainda ouve tempo para um café com pastel de nata e canela, menu de hoje da maioria dos TSF's, num dos cafés de madeira à beira mar.

Mais uma vez, a diferença do tempo entre Leiria e a praia demorou a atenuar-se, ao passarmos Monte Real, o sol que começava a aquecer, deu lugar ao teimoso nevoeiro matinal da praia. O mar, esse, estava óptimo, e antes ainda de regressarmos, o tempo abriu, e o sol brindou os resistentes veraneantes.

O regresso foi feito a dois ritmos, se o espirito do grupo é manter-se unido à partida e à chegada, é também verdade que "amigo não empata amigo", os mais treinados regressaram a Leiria sem mais demoras, enquanto alguns, e em solidariedade a um colega recem-regressado, vieram devagar, procurando caches que teimavam em não aparecer. Ouve ainda oportunidade para uma explicação técnica do açude das Salgadas, um Rubber Dam sobre o qual poderão ler mais aqui, na página da cache associada, assim como nos inteirámos dos pormenores e técnicas da pesca, aproveitando a presença de um grande número de pescadores, que hoje competiam entre si na pista de pesca de Monte Real. Apreciámos o "arsenal" dos pescadores e conversámos com um deles, o Sr. José Vidal, que nos inteirou de alguns pormenores, ficámos também a saber que as canas de pesca não são muito mais baratas que as nossas bikes! Repórter em acção e mais uma vez faltaram os já tão falados cartões de divulgação do blog.

Já era tarde e era imperativo o regresso rápido a Leiria, o que aconteceu, mas não rápido assim :)

Mais uma bela manhã de BTT, e um passeio rolante para variar dos single-tracks, conversas postas em dia, convívio, bocas, risotas, o habitual. Mais dever cumprido, assim o exige a nossa "religião"!

 Cláudio Costa

 

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publicado às 00:53

Passeio às Eólicas - o regresso dos ferrugentos

Hoje dia 9 de Setembro, o grupo distribui-se por 2 passeios. Alguns dos trilheiros mais antigos no grupo e que têm andado arredados do BTT, por muitas e variadas desculpas, quero dizer…, motivos mais que justificados, responderam à chamada e compareceram hoje no local e hora combinada. Também não foi bem assim, porque ainda tivemos de ir levantar um, e esperar por outro!

Na reunião do grupo, hoje sim, com praticamente todos devidamente equipados à TSF’s, uns com os novos equipamentos, outros ainda com os “velhos”, o primeiro tema de conversa foi a apreciação da nossa nova indumentária. Às 8h45, arrancámos tendo como destino a casa do nosso El GPS dorminhoco, para lhe darmos oportunidade de orientar novamente a navegação. Seguimos pela estrada da Barreira, onde se juntou a nós o outro adormecido. Como já eram 9h30 e ainda nem 10Km tínhamos andado, encaminhamo-nos em direcção ao Alqueidão da Serra, subindo em direcção ao parque eólico do Chão Falcão. Ainda não eram 11h, mas logo ali surgiram algumas hesitações na escolha do trilho a seguir. Valeu a pena subir até ao miradouro junto às eólicas, onde desfrutámos a excelente vista, e finalmente, uma descida a sério, até ao inicio do single track já conhecido de alguns. Aí, aproveitámos a pausa proporcionada pelas cãibras do El GPS, para comer-mos alguma fruta da época. Depois da recuperação possível do nosso colega, seguimos pelo estradão que já temos feito algumas vezes de noite, até às piscinas do Reguengo. Daí até Leiria, e tendo em conta os mais ferrugentos do grupo, optámos excepcionalmente pela regresso em estrada, pela Amoreira, em direcção às Cortes, onde observámos os preparativos para a corrida de jangadas. Para quebrar o elevado ritmo de andamento de hoje, tivemos ainda direito a um furo e a um suporte de selim partido!

Alguma informação sobre o parque eólico:

O parque eólico Chão Falcão é composto por 3 partes, o Chão Falcão I, II e III, os parques por onde passámos hoje, o Chão Falcão I e II, têm respectivamente 15 e 11 aerogeradores com uma potência unitária de 2,3MW, instalados a 80 m de altura.
Na totalidade estes dois parques têm uma potência total de 34,5MW e 25,3MW respectivamente. Algumas curiosidades sobre os aerogeradores da Nordex instalados nesses parques; o peso da Nacelle (sala eléctrica no topo da torre) é de 97ton, o peso do Rotor (conjunto das pás) é de 52ton e tem 90m de diâmetro, a torre com 80m de altura pesa 179ton. Para mais informações poderão consultar aqui.

Claudio Costa

 

Trilhos Sem Fim no passeio Lisboa Antiga

Alguns trilheiros com mais coragem fizeram madrugada e ás 7.00 H já estavam a caminho da capital para participar na 14ª Lisboa Antiga Bike Magazine.

O parque verde de Monsanto o pulmão da capital estava preparado para receber os aficionados dos pedais, retiradas as 5 bikes do “laranginha “ e colocados os respectivos dorsais iniciamos o passeio descendo do alto de Monsanto até ao Tejo, como é bonito o Tejo visto de cima de uma bike, percorremos a margem do Tejo até ao cais do Sodré, afinal não há só comboios e linhas de eléctrico junto ao cais.

Na praça do comércio olhamos o castelo de S.jorge e ganhamos folgo para a sua conquista (não fossem os TSFs os “conquistadores” dos castelos da zona centro).

Percurso bonito com os eléctricos parados a deixar passar os cerca de 300 fans das biclas e os aplausos dos turistas a pensar que Lisboa estava  rendida ao meio de transporte que não polui, no castelo a sempre bonita e única vista de Lisboa  e um já merecido reforço de bttista .

Saída do castelo em direcção ao Marquês de Pombal , experimentamos uma nova sensação, andar na rotunda e na maior avenida da capital de bike.

Passagem no patrocinador “SKODA” e mais um reforço.

O parque de Monsanto aproxima-se e deixamos o asfalto e entramos em trilhos de terra pouco técnicos, mas bem ao gosto dos TSFs., foram só cerca de 10 km de trilhos, mas valeram a pena.

Estavam  cumpridos  quase 30 Km e terminado o passeio, mas eram 12.00 horas, os TSFs só param depois das 12,30h , fomos procurar as ditas “geocaches” , mas além das caches encontramos mais uma série de trilhos dentro do parque Monsanto que nos entusiasmou de tal forma, que senão fosse a ajuda do Garmin não conseguíamos sair de dentro do parque.

É um passeio a repetir para o qual estão convidadas as nossas TSFas porque  é um percurso fácil e onde a presença feminina teve expressão e animou as vistas.

Rui Gaspar

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publicado às 19:37

O dia era especial. Iniciava-se a época BTT 2012 e ninguém quis faltar, mas ... alguns faltaram.

Como previsto saímos às 8:30, mas, também como previsto, alterámos a rota. Com o regresso de um TSF ausente há algumas semanas, resolvemos fazer um percurso mais simples e rolante. Optámos pela Rota dos Odores. E se os odores, hoje, estavam fortes...

Lentamente (isto é para causar alguma inveja) fomos deslizando, languidamente, estrada fora. Subimos até à Mata de Marrazes e descemos o carreiro das raízes. Depois descemos para as Chãs e logo de seguida para o parque de merendas da Mata de Milagres, depois de deixar o Kartódromo. Entretanto fomos esperando pelos mais atrasados e aproveitámos as sombras para descansar do esforço.

Descemos até ao Casal da Quinta e posteriormente para Agodim, onde avistámos as laranjeiras do TSF Mota, que hoje se baldou.

Sempre a descer, aproveitámos as escadas que nos levam do campo de futebol de Machados para o parque de merendas. Apesar de tanta descida, hoje o pessoal não conversou muito. Parece-me que estavam mais interessados na adrenalina das descidas.

Paralelos à autoestrada descemos até aos campos de Santa Eufêmea, onde voltámos a apreciar o percurso, à sombra do canavial.

Às 11:30 estávamos em Leiria. O tempo sobrava. Descemos ao longo do rio e fomos conhecer o novo troço pedonal que termina depois da ponte Europa, no meios dos campos. No regresso subimos, finalmente subimos, junto à encosta do castelo e descemos pela encosta até ao centro histórico da nossa cidade.

Conforme previsto chegámos ao parque radical às 12:30. Estava cumprido mais um sonho de menino. As brincadeiras de bike, numas férias de verão.

Até Domingo

Rui

 

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publicado às 18:49


Sobre nós

Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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