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Rota dos 6 Castelos

por Trilhos Sem Fim, em 29.10.12

Eram 6,30 o sol ainda não tinha aparecido, mas 6  trilheiros, tantos quantos os castelos a “conquistar” já estavam na sede dos TSFs prontos a partir para mais uma aventura de BTT .

Chegados a Tomar,já o sol aparecia e prometia não trazer chuva, carros arrumados  no parque de campismo, as bikes carregadas num camião e os ciclistas num autocarro para uma viagem pela A23 até perto da vila de Belver.

Eram 10,30 iniciamos a 1ª etapa que nos levaria até Tancos. Mas que etapa, trilhos técnicos, junto ás margens do Tejo com lindas paisagens para fazer fotos, linhas de água, que proporcionam cambalhotas e fotos exclusivas ao companheiro Leonel.

O castelo de Belver na margem do Tejo é de visita obrigatória, mas o cozido á portuguesa no café de Mouriscas não é de recusar.

As quintas agrícolas e caminhos rurais que atravessamos antes de Alferrarede aqueceram as pernas para a subida ao castelo de Abrantes, mas que subida! Mas valeu o esforço. Visita obrigatória, mesmo para quem não vai de BTT.

Saímos de Abrantes rolando através de caminhos por cima ou por baixo da A23 passando por Constância, conferindo a reunião do Zêzere com o Tejo, cumprimentamos o nosso poeta Luis de Camões e chegamos ao polígono de Tancos.

Dormimos num “hotel” ( bons balneários com água quentinha) onde cada um escolheu o quarto que quis, pois o Pavilhão tinha largura de paredes suficiente para cada um encostar o saco cama. Deitamo-nos , mas não dormimos, porque há sempre ciclistas que abusam do “tunning” e tem sempre o escape livre, toda a noite se ouvem pedaleiras a roncar .

2ª Etapa , partida 8,15 h , sair do perímetro militar e pedalar junto a linha de comboio por trilhos  até ao castelo de Almourol, fotos da praxe e alguém reclama ser hora de tomar um café.

Ainda não há cafés abertos, pedalamos até Vila Nova da Barquinha por uns trilhos junto ao Tejo chamados Trilhos da Lampreia, e descobrimos que os Bombeiros tem um bar e já tem café e pastéis de nata, a nossa trilheira até canela pediu para o pastelinho.

Deixamos as margens do Tejo e apontamos os GPSs para o castelo Torres Novas, neste percurso percorremos um trilho que nos recordou a mítica “curvachia” mesmo fotocópia, com a vegetação típica da mata atlântica. Os TSFs tem que voltar lá.

Atalaia, Entroncamento, bordejando a A23, aqui uma avaria num sapato, obriga a uma paragem  ( em BTT não é só a corrente e os furos que fazem parar )  chegamos ao Castelo de Torres Novas eram 10,30 h, já não conseguíamos cumprir o desejo de se encontrar com os companheiros que saíram de Leiria para o Castelo de Ourém, ainda faltavam 30 Km para chegar a Ourém. As nossas desculpas companheiros. Valeu a intenção.

Atravessamos um pouco da Serra Aire e Candeeiros procurando dinossauros na zona das pedreiras e chegamos ao castelo de Ourém ás 13,15 h , por um novo caminho. Esgotamos todo o stock do café, acabou a carne o pão o esparguete, valeram os ovos estrelados e as cervejinhas rematando com uma ginjinha.

Estavam “conquistados” 5 castelos faltavam 35 km para Tomar.  Com o estômago aconchegado com as proteínas dos ovinhos fizemo-nos aos caminhos dos templários até Tomar, bons trilhos com umas subidas puxaditas mas que depois também davam gozo descer. Pelas 17,00 horas avistamos o aqueduto, mas ainda demoramos quase 1 hora a chegar  ao Castelo passando por uns trilhos que qualquer bttista  gosta.

Resumo, 2 dias sempre com sol, percorridos 170km, quase 3000 metros de subidas acumulados, mais 6 castelos “conquistados” , 2 dias de convívio entre fans de BTT, e mais uma página para o “livro” dos Trilhos Sem Fim .  Parabéns á ZONA 55 pela excelente organização e disponibilidade.

Links a visitar para conhecer melhor o evento.

 

Site da organização ZONA 55:

 http://rotadoscastelosbtt.blogspot.pt/

Forum com opiniões de participantes:

http://www.forumbtt.net/showthread.php?46920-ROTA-DOS-CASTELOS-Clube-de-BTT-Zona-55

Site do fotografo oficial com todas fotos:

http://www.abtfoto.com/new/index.php?pagina=detalhes&id=11039

Rui Gaspar

 

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publicado às 13:29

A informação que tinha sido passada, indicava a hora de encontro no PR pelas 8:20h, no entanto o grupo de trilheiros só ficou composto pelas 8.30h. Eramos 9.

O grupo estava hoje mais reduzido pois parte dos TSF que habitualmente comparece no PR ao domingo, participou na prova da rota dos castelos. Esta prova decorreu sábado e domingo, 27 e 28 de Outubro respetivamente.

Saímos de Leiria, com o objetivo de ir ao encontro dos TSF que participavam na Rota dos Castelos, sendo a nossa meta o castelo de Ourém. 

Seguimos por estrada, em subida, fazendo algumas incursões em trilhos no percurso que habitualmente fazemos para Ourém e que nos levaria a Santa Catarina da Serra e à estrada de Fátima. Houve nessa altura oportunidade de rolar em descida longa, tomando o trilho ao lado da escola. Foi a oportunidade de desforra, contrariando aquilo que tinha sido a generalidade do percurso até ali. O andamento que se foi naturalmente impondo era elevado.

Pelas 10.30h estávamos na subida ingreme, junto ao castelo de Ourém. Nessa altura, após algumas tentativas não concretizadas, AF conseguiu finalmente contato telefónico com os TSF que participavam na rota dos castelos. Ficamos então a saber que não conseguiríamos encontra-los, pois estavam ainda em Torres Novas a tratar de um pequeno problema técnico.

Não houve hoje a habitual “ginginha”, pois QS presenteou-nos com um “Xeltox” caseiro.

O regresso teria que ser rápido, pois havia TSF’s que tinham compromissos de almoço familiar. O que não foi difícil, pois a geografia ajudava, o cheiro a “ferodo” pairava no ar, fizemos parte do percurso que tínhamos levado na ida, uma boa extensão de estrada com média que rondou os 40 Km/h, a subida até à estrada de Fátima, e por fim foi feita uma variante no Freixial, por estradões em zona de pinhal. Tivemos ainda tempo, na saída de Ourém, para substituir uma câmara de ar.

Num instante estávamos na zona industrial dos Pousos, deixávamos o Sr. Roda 29 em casa, e fizemos o trilho junto a sua casa.

Os TSF mais recentes estiveram à altura e não se negaram perante as picadas.

Pelas 12.50h estávamos no PR com um pouco mais de 56Km cumpridos.

Que bela manhã de BTT! Que histórias terão os TSF’s da rota dos Castelos, para contar?

Boa semana!

DArmindo

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publicado às 18:58

Rota dos Odores com variante pela Brisa

por Trilhos Sem Fim, em 21.10.12

Passava pouco das 8:30h e no PR, já se encontravam 22 trilheiros, equipados a rigor para mais uma aventura domingueira.
Corrijo 20 trilheiros pois PS e um companheiro tinham rota traçada para Mira de Aire.
Corrijo 18 trilheiros +2 trilheiras. Percurso: Rota dos Odores.

Assim foi, pelas 9:45h já rolava o grupo atravessando a cidade ao longo das margens do Rio Lis, a caminho do Bairro das Almoinhas, para de seguida nos dirigirmos aos caminhos da Mata dos Marrazes, abandonado assim o asfalto. Coeso o grupo daí seguiu com destino às Chãs e Milagres com passagem pelo parque de merendas, pelos caminhos tão conhecidos dos TSF, mas que vamos sempre redescobrindo.

A chuva que nos foi dando tréguas ameaçou por diversas vezes durante a manhã, obrigando por diversas vezes ao ritual de vestir/despir o impermeável, mas nada demais.

Pedalamos, em direção a Agodim – Machados, algumas subidas e com descidas sempre aproveitadas para desfrutar da velocidade. Algumas passagens com uso de alguma técnica e já estávamos próximo do Parque de Merendas da Boa Vista – Fonte do Oleiro – espaço que mostra o empenho de zelo por parte da Junta de Freguesia, desde a sua abertura, pena é os sucessivos furtos de mesas que aí tem acontecido e que a Junta vai continuando a repor na medida possível.

Eis que aí chegados, nos deparamos com a TSF “La Cristina Patissiere”, que acompanhada pelos seus 2herdeiros, vieram fazer uma surpresa ao grupo. Havia argumento para uma paragem mais demorada naquele local, para degustar um “gateaux” muito exclusivo, acompanhado de um licor de café e ginginha. Que bem que soube! Parabéns e Obrigado!

Retemperadas as forças seguimos, pelo caminho usual. Chegados a estrada de Santa Eufémia, pelas 11:30h, ao invés de virar a direita como habitualmente, como estávamos com tempo, optamos por virar à esquerda. Íamos fazer o desvio que passa pelas instalações da Brisa. Assim foi, já era 12h e fomos deixando alguns trilheiros, à medida que estavam mais próximos de casa.

Chegados às Olhalvas fomos sendo conduzidos pelo AF para N. Sr.a da Encarnação… objetivo: Fazer o trilho de descida que aí existe. “Foi a cereja no topo do bolo” – que maravilha e que boa forma de rematar a manhã.

Para a semana há TSF’s a fazer a Rota dos Castelos. O que nos esperará aos restantes?

DArmindo

 

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publicado às 21:00

Trilhos Sem Fim - até à Pia do Urso ao domingo

por Trilhos Sem Fim, em 14.10.12

Mais um domingo, 8.30h no PR. Somos um grupo de 20 trilheiros. Objetivo, fazer o caminho da Pia do Urso, pelo trilho 6, que na semana anterior tinha por força da opinião da democracia sofrido um desvio na zona das Brancas – Batalha.

Seguimos em direção às fontes, e o sol brilhava radioso (e alguns de nós deixaram o impermeável no carro, à conta disso…), brilhava, mas deixou de brilhar após 20 minutos… fomos abençoados com uma chuva miudinha, que nos fez companhia durante grande parte do percurso.

Chegados ao início da marcação dos trilhos da Pia do Urso (local do primeiro momento vídeo do dia), houve uma mudança rápida de planos, pois condicionados pela chuva, houve a necessidade de optar por fazer o caminho habitual, via Reguengo do Fetal.

Fresquinhos pedalamos, tão fresquinhos que subimos até à Pedreira do Reguengo de Fetál ainda em cima delas (das bicicletas). O ritmo estava imposto e manteve-se até à Pia do Urso. Passava pouco das 10.30h e já se saboreava o menu biker “bica + nata” no local do costume, com boa disposição e com um atendimento de primeira.

Havia que pensar no regresso… dada a chuva não se podia fazer pelo trilho usual. Iriamos seguir a sugestão do RG e passar no regresso por Santa Catarina da Serra. Rumamos direito à antiga escola primária da Pia do Urso e começamos a rodar sobre caminhos que não eram feitos há muito tempo pelos TSF. Houve no regresso mais momentos de vídeo do AF, percorremos estradões e caminhos, com direito a uma queda propiciada pelas ramadas resultantes dos cortes, que algumas pessoas teimam em deixar ficar nas serventias.

A chuva deu definitivamente lugar ao sol e que deu animo para continuar.

Com os mais destemidos à frente, os mais cansados e sem travões atrás, fizemos em grupo, a descida do RG, o trilho da Donairia e um tratamento de beleza com a lama especial da Curvachia, esta última etapa já sem a companhia do L e RP.

O habitual momento da despedida do grupo no PR, precedia a hora de almoço, com aproximadamente 55Km feitos. Húmidos… mas felizes!

Qual será a aventura da próxima semana?

D’Armindo

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publicado às 22:42

Eram 8.30h e no PR estavam já 12+1 trilheiros ”Os TSF”,  vestidos a rigor com o novo equipamento.  12 + 1 pois Cris tinha já no seu plano ir e voltar a Fátima e não acompanharia o restante grupo. Após proposta de L. o destino estava decidido… Ir até à Pia do Urso pelo trilho 6. Assim os 12 corajosos com convicção pedalaram forte rumo às Fontes, pelos caminhos habituais… com as subidas habituais… mas nada os demovia do seu objetivo.Estradão… e ali estava a placa “trilho 6”, que levaria o grupo até a cidade da Batalha, onde chegaram pelas 10h e onde houve a possibilidade de serpentear na envolvência do imponente mosteiro. O sol refletia na pedra calcária e impelia  a continuar. Guiados ainda por L., pedalou o grupo TSF até às Brancas, e eis que se levanta a dúvida… induzida por RG… a questão foi colocada… Já que estavam tão próximos, porque não fazer uns trilhos que levariam o grupo até à Ecopista da Bezerra? No grupo “democrático” pesou-se Pia do Urso (esquerda) ou Bezerra (direita), Bezerra (direita) ou Pia do Urso (esquerda)? Tínhamos que seguir… e “democraticamente” AF afirmou - Bezerra! …E o grupo seguiu…RG passou a liderar o pelotão, e outro pelotão pela estrada pedalou, e poucos minutos depois estava já os BTTistas em Porto de Mós. Que velocidez!  Aí chegados nem dão tempo ao Dany de trincar a sua maçã, e arrancam novamente. Tal é a força que logo aí uma corrente quebra… um contratempo resolvido em poucos minutos (não fosse os bons mecânicos que há no grupo).

Subidas em caminhos de Serra e algum suor, o calor começa a apertar…

Eis que surge, quase no topo do caminho que o grupo tinha como objetivo, uma cabana, era o Sítio do Elias, que amavelmente dispõe sobre uma paisagem soberba, de um local de descanso com todas as comodidades “possíveis”, assim como um elixir retemperador.  Que bom!

Seguimos viagem, não sem antes tentar uma cache e substituir uma câmara de ar.

Num pulinho estávamos no início da Ecopista… Que bela vista, é proporcionada naquele percurso, era ainda a oportunidade de desforra e assim numa média de 40 km/h, em piso rolante, o grupo deslizou por ai a baixo…com alguns EHHHEEEEEEHHHH oportunamente proferidos pelo meio.

Era tarde, passava já largos minutos das 12h e estavam ainda os 12 em Porto de Mós. Tal como o pelotão da volta a Portugal, pedalaram pelo mesmo caminho de estrada que os levara a Porto de Mós. 12h40m passada a Batalha, ruma o grupo em direção à Golpilheira. Após alguns trilhos e já se avistava a Quinta da Mourã… 13h10m, 70Km cumpridos as vozes dos TSF ecoavam de volta ao PR.

Que bela manhã de BTT!

D’Armindo

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publicado às 17:55


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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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