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Cerca das 8.25 chovia – como aconteceu durante toda a noite - e estavam no PR, devidamente recolhidos da chuva no TT laranja do RG, três TSF aos quais vieram a juntar-se num ápice mais dois o que já perfazia cinco. Número satisfatório, se tivermos em consideração o factor de desmobilização que era a chuva, mas muito distante dos vinte e seis da semana passada quando o sol raiava.

Eram pouco mais de 8.30 quando o nosso Director passou para desejar a todos um bom passeio o que veio a constituir um excelente augúrio do que se passou ao longo de toda a manhã até às 12.45.

Antes da partida acabou por chegar o NC, convidado especial de RF, e ainda um sétimo elemento que apareceu e pediu para se juntar ao grupo.

Como o tempo não estava de feição para trilhos duros ficou decidido aceitar a sugestão de AL e rumar para os lados de MOUR(at)OS.

Saímos pelo POLIS e subimos o famoso single de Santa Clara após o que rumámos à Mata de Parceiros e passámos junto ao cemitério numa descida que se ia revelando problemática para AL que, a dada altura e porque a velocidade em descida fosse superior à aderência e capacidade dos pneus (e habilidade) decidiu escolher o poiso e… poisar depressa.

O fotógrafo vinha lá mas desarmado. Continuámos em ritmo muito cuidadoso e alguns elementos do grupo saíram do trilho completamente “lavrado” pelos praticantes de Moto-quatro usando uma espécie de “by-pass” a considerar noutras incursões futuras.

Percorremos alguns caminho de dificuldade razoável, tanto a descer quanto a subir, e desembocámos num “single” junto à moradia de JC (não confundir com Jesus Cristo) que se baldou ao passeio dominical por imposições de ordem familiar que o obrigaram a confeccionar umas boas iguarias no forno a lenha e a fazer pão. Lá voltaríamos mais tarde…

Dali, subimos num caminho completamente relvado, onde não podíamos saber muito bem onde podia surgir buraco e queda, atravessámos a Mata de novo, passámos pelo Picheleiro/Vale Frade e o último elemento que se tinha juntado a nós foi a vítima escolhida pelo tradicional furo de Domingo. Escusado será dizer que o AF tomou a liderança das operações e ultrapassámos o obstáculo. Retomámos o percurso num trilho durinho onde decorria um passeio organizado pelos Melgas de Amor e onde passaram uma porrada de prós por nós. Alguns ou tinham daquilo que tomou o americano que venceu sete vezes o tour ou acessório eléctrico nas bicicletas. Chegámos aos Mour(at)os e parámos em casa de AL para tomar café e algo mais.

Até aí AF só resmungava que todos os caminhos eram já conhecidos e que AL não estava a mostrar nada de novo. Fizemos sete quilómetros de seguida – estes sim desconhecidos de AF o que nem dá para acreditar! - até voltarmos a descer à casa de JC e fizemos um segundo reforço que o tempo não estava para brincadeiras. Bebemos uma pequena quantidade de néctar de Amarante bem fresquinho acompanhado de salpicão e pão do JC. Dali saímos com tal peito em direcção ao trilho de Santa Clara, no sentido descendente, que todos passaram a enlameada coisa com galhardia. Ouviam-se vozes no grupo que diziam qualquer coisa parecida com “o néctar de Amarante sobe num instante” e coisas assim mas não entendemos ainda porquê… Talvez JC (aqui, sim, Jesus Cristo) possa esclarecer-nos se quiser.

Quando estávamos a chegar ao fim, perante a ausência do relator principal que foi um dos vinte de domingo passado que hoje não pôde vir, determinou e mandou publicar AF que seria outro hoje o redactor que logo garantiu ir pugnar por algo com algum jeito. Não está certo que isso tenha sido garantido mas o nosso relator não vai faltar assim tantas vezes. Tenham paciência, pelo menos desta vez…

Alípio Lopes

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publicado às 18:44

Magusto TSF!!!

por Trilhos Sem Fim, em 23.11.12

O Magusto é uma festa popular que varias consoante as tradições regionais.

Grupos de amigos juntam-se à volta de uma fogueira onde se assam castanhas para depois comer. Bebe-se jeropiga, água-pé ou vinho novo. Já desinibidos os amigos fazem brincadeiras, por vezes estúpidas, como enfarruscarem-se com as cinzas. Podem também fazer que cantam.

O magusto realiza-se no dia São Martinho. Na Galiza o magusto chama-se magosto.

Aconteceu dia 23 de Novembro na sede oficial.

Os TSF compareceram em massa e vieram acompanhados. 

Menu:

    • Sopa Portuguesa
    • Petiscos
    • Castanhas "Quentinhas e Boas"
    • Sobremesas "as que quiserem trazer"
    • Bebidas:Agua,sumos, cerveja,vinho,jorpiga e chá

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publicado às 21:44

Trilhos Sem Fim - passeio até ao Arrabal e Lapedo

por Trilhos Sem Fim, em 18.11.12

No local do costume, um pouco antes da hora do costume… chegavam alguns trilheiros, os minutos passavam e o grupo ia-se compondo, mais um e mais outro, uns elementos mais antigos, outros mais recentes e eramos já 22… espera… vem lá o CC, somos já 23…


A volta orientava ser, pelo menos em parte, o percurso que alguns TSF tinham realizado na passada quinta-feira à noite. Partimos pela estrada de São Romão e eis que surgem mais dois TSF, somos já 25… que grande grupo.


Abandonamos a estrada e atravessamos a Curvachia, pois tínhamos que começar a lubrificar as bikes com a lama daquele local. Subimos até apanhar a estrada do Arrabal e orientamo-nos pouco depois por estradão para o Soutocico. O dia estava bom para pedalar e o bate papo também, estava tão bom que o grupo nem deu pela falta de dois TSF de peso, que tinham ficado para trás, e que também pedalavam em amena cavaqueira.


Orientamo-nos para a Caranguejeira, e fizemos em sentido ascendente uns valentes planos inclinados. Mas também desfrutamos as descidas. Trilhamos por alguns percursos menos habituais e quando demos conta estávamos no Miradouro. Neste local houve quem recordasse que o grupo tinha ali estado há alguns anos atrás, numa das primeiras voltas dos TSF.


Foi também aqui que registamos o primeiro furo da manhã. Aproveita-se o compasso de espera para comer uma barrita, uma banana, o "cheltox" e estávamos prontos a seguir caminho.


Pedalamos e no Souto de Meio, foi altura de nos despedirmos de 2 TSF. que tinham compromissos e por isso não nos acompanhavam até ao fim. Continuamos e já próximo do Lapedo houve a oportunidade de conhecer um novo trilho, um single trek, que nos foi apresentado pelo A. (obrigado pelo trilho!), mesmo que só tivéssemos dado com ele à 4ª tentativa. De fato este trilho levou-nos ao novo parque de merendas do Lapedo, pelo lado oposto do curso de água, pelo que se torna muito útil conhecer esta “possibilidade” em futuros próximos, promessa do AF. Seguimos rumo a Santa Eufémia, apanhamos trilhos que nos levariam junto das instalações da Brisa, não sem antes resolver um novo furo. Daqui o destino, com uma passagem pelos Pousos foi o PR.


Em suma foi uma manhã, com alguma lama, sol, boa disposição, um acumulado de 800m e extensão superior a 40Km, e acima de tudo ótimo BTT.


Boa semana!


D’Armindo

 

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publicado às 21:44

Trilhos Sem Fim - passeio a 11-11

por Trilhos Sem Fim, em 11.11.12

Chove não chove… são 8:30h e no PR já estão reunidos 16 trilheiros, a dúvida era chove não chove. Face ao cenário que tínhamos optamos por fazer a “Rota do Autocarro”. Assim foi, e cheios de genica avançamos direção aos campos de ténis, para registar aos 00h:00m:10s, ao 0,1Km a primeira queda do dia, naquele que foi o recorde do grupo do menor espaço de tempo decorrido até se registar uma queda. DA pisou o estrado de madeira molhado que dá acesso à ponte dos campos de ténis e, numa fração de segundo, um valente trambolhão. Ui que dor…


Cumprido um compasso de espera, seguimos caminho. Vamos colocando em dia a conversa, partilhando as novidades e pedalando. Após passar a Longra, nas costas da Caranguejeira e em direção à Memória, resolvemos fazer uma investida num novo caminho, que deixou de o ser passados alguns metros… Ainda não eram 11horas e não tínhamos “El GPS” e estávamos já perdidos, de bicicleta na mão a subir um morro em pinhal. Após alguns minutos reencontramos caminho e prosseguimos.


Pelas 01h:30m:00s ao 16Km, pelas 10 horas, registamos nova queda, desta vez é M. um novo trilheiro, mas as consequências foram mais graves, tanto que M. não consegue apoiar o pé no chão. As pedras molhadas foram a origem da queda. Tínhamos que ir até um local onde pudesse chegar o socorro e assim com entreajuda chegamos ao Bar do Autocarro. M. ficou à espera que um outro colega que estava no grupo fosse até Leiria apanhar o carro para o ir posteriormente buscar. Os restantes com o reforço tomado seguiram viagem.


A moral não esmoreceu e a boa disposição reinou, o grupo estava coeso e assim se manteve até ao fim. Cumprida a volta ainda havia tempo. Decidimos ir até à Mata dos Marrazes, fazer um percurso mais técnico. Pelas 03h:30m:00s registamos um furo à porta da Mata. Feitas as reparações necessárias, disfrutamos da mata e dos trilhos, o sol atravessava os pinheiros e tornou o cenário muito agradável. LC e PP, propuseram um novo trilho recém-descoberto. E que trilho, Obrigado pela partilha! Valeu mesmo apena?.


Foi aí que registamos mais uma queda, desta vez documentada em vídeo, aos 04h:08m:00s do nosso percurso, mas desta vez sem consequências de maior. Fomos deixando gradualmente elementos junto às suas casas à medida que nos fomos aproximando do PR, onde chegamos pelas 13h05m, com cerca de 48Km.


Que bela manhã de BTT … e não choveu.


Boa semana!


D’Armindo

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publicado às 19:23

PASSEIO DO BOLINHO

 

O céu estava cinzento, ameaçava chover, ainda assim 16 corajosos compareceram pelas 8.30h no PR.

A proposta hoje era de fazer o percurso, que alguns TSF tinham feito na última 5ª feira à noite, direção ao Alqueidão.

Já na estrada de S. Romão, em ritmo de passeio, formaram-se logo os pequenos grupos habituais de conversa, trocam-se umas impressões e experiências, a que se junta a deste e a daquele, e é também isto que o domingo de manhã tem de bom.

Saímos de estrada, porque isto não é só “paleio”, e começamos a subir, num caminho que habitualmente fazemos a descer.

Alternando entre estrada e caminhos num ápice chegamos ao Alqueidão, agora o rumo era Reguengo do Fetal. O cinzento que ameaçava com uns pingos, foi dando tréguas, e havia que aproveitar a “genica” que o grupo levava. Chegamos ao Reguengo pelas 10.30h quando, alguém cujo nome não vou referenciar, sob pena de haver represálias de algum BTTtista participante sobre a pessoa em causa… visto que é diretor desta organização… oops!, sugeriu na subida à pedreira, que fizéssemos uma subida que existia por ali à direita…”num caminho por detrás daquela casa amarela”. Muito bem ninguém se negou, não sem antes de acordo com a sugestão de uns TSF mais experientes, que se fizesse ali uma pausa para um reforço… que bem que soube. Houve vitamina B (B de bolinho), patrocinado pelo RG, como lembrança da data que se comemorou no último 1 de novembro feriado. Não deu no entanto para acompanhar com nenhum “Xeltox”, visto que os aguadeiros oficiais não compareceram hoje… RL, HB e QS, voltem pois estão perdoados!

Pausa feita, tínhamos que pôr o pé no pedal. Subimos, subimos, subimos…e subimos e quase que esgotávamos ali o acumulado dos 900m de hoje… chegados aos aerogeradores um momento de pausa, retemperamos forças e soube bem sentir mais aquele obstáculo ultrapassado.

Corte à direita… uma descida fantástica, tivemos tempo para reparar uma avaria técnica colocando uma câmara de ar, onde outrora havia tubeless e estávamos na pedreira do Reguengo, onde houve a oportunidade de presenciar um momento de muito “savoir-faire” do HM, na descida até ao Reguengo. Quando tudo apontava para um encontro imediato com uma carrinha de grandes dimensões, tal como um coelho, e 2 saltos permitiram umas mudanças de trajetória e evitaram o pior.

Houve ainda tempo para uma passagem pela nascente do Rio Lis, e rumamos para o PR onde chegamos pelas 12:30h, com quase 50km.

Em suma uma ótima manhã de BTT, …sem chuva.

Boa semana!

D’Armindo

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publicado às 19:53


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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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