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Trilhos Sem Fim na Mata do Cerejal

por Trilhos Sem Fim, em 30.06.13

Com um calor de ananazes foi uma dúzia de elementos dos Trilhos Sem Fim pedalar e sofrer, mas com muito divertimento, nos trilhos que sete de nos já havíamos feito na nocturna da passada quinta.

Com outros tantos cinquenta quilómetros atravessamos terras de Alcanadas e Alqueidao e estivemos muito perto de conquistar o Castelo de Porto de Mós. Passadas e vencidas que foram as Matas dos Cerejais e dos Galegos houve ainda tempo para disfrutar de outros trilhos e singles tão espectaculares quanto perigosos.

No regresso revimos a matéria dos trilhos do Reguengo para as Fontes e houve um aluno (que recusa identificar-se) que teve negativa no teste que a dita representou. Malhou, claro, mas sem consequências.

Houve mais alguns sobressaltos com um dos nossos convidados numa zona demasiado técnica mas nada de especial.

Porque todos temiam o calor, que veio a confirmar ser um inimigo de peso, houve um episódio digno de registo para memória futura quando A. Lopes teve falta de ar na câmara traseira por duas vezes nos primeiros quilómetros e decidiu, a segunda, abandonar o grupo na zona do Bem te Aviso. Triste, dirigiu-se as bombas ali existentes e após repor o ar percebeu que o pipo não tinha sido bem apertado.

Correu, correu, após o restaurante do Moinho do Mouco a direita e veio a conseguir reunir com o grupo na zona do Celeiro quando nos fizemos a zona de Alcanadas.

No regresso, pelo Alqueidao, com a maioria das reservas líquidas esgotadas e a passagem por duas fontes secas (cuidado senhores autarcas que fonte seca não é fonte....) houve paragem num café da aldeia para abastecimento de água, e alguns despejarem umas minis negras e frescas. Pareceram ginjas!

A ligação das Fontes ao PR foi feita no habitual ritmo vertiginoso e por volta das 12.45 registou-se a chegada.

Facto digno de nota e registo o aplaudido regresso do nosso repórter que na semana passada esteve ausente e hoje nos compesou com um registo de imagens a altura. Costuma dizer-se que não devemos faltar ao trabalho porque alguém pode perceber que somos dispensáveis mas, no nosso caso e no que ao nosso repórter respeita, isso não é bem assim: faz falta sim senhor. E hoje quase nem se fez notar com os seus típicos ralhos.

Em resumo, uma manhã próxima da perfeição e ficou combinado, por sugestão do Rui G, que numa das próximas quartas feiras iremos juntar-nos aos caminhantes que estão a sair todas as semanas com enorme sucesso e  notoriedade da Praça Rodrigues Lobo.

Um bom aquecimento para as nocturnas das quintas!

Alipio Lopes

Também em meo Kanal 490904

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publicado às 20:15

Trilhos Sem Fim - Chiqueda via Aljubarrota

por Trilhos Sem Fim, em 23.06.13

Antes das 8.30h no PR, encontravam-se alguns TSF, já deviamente “higienizados” e com a “pastilha” do pequeno-almoço tomada. Há hora marcada foi tempo de nos pormos em marcha, com a questão das partilhas de carro já devidamente tratada, em direção à rotunda da Movicortes no IC2 – Azoia.

Nesse local aguardavam os restantes companheiros. Assim em filinha, alinhadinhos, respeitando a sinalização e todas as novas regras do código da estrada, seguimos 13, direção a Aljubarrota – Ataija de Cima, onde chegamos pouco depois das 9 horas.

Nesse local aguardava por nós o anfitrião da volta de hoje, Paulo, companheiro destas lides do BTT do Leitão e N. Cardoso.

Preparativos concluídos e guiados por Paulo, fomos conduzidos por caminhos novos para nós até à base da Chiqueda. Daí seguimos em plano ascendente pela Chiqueda até ao Campo da bola e Poço Suão.

As marcações com fita, assim como algumas setas no chão, permaneciam no local, desde há 15 dias em que ali foi organizado um percurso, e que serviram também para nossa orientação, pois em grande parte da volta fomos seguindo estas referências.

As nossas rodas percorreram terreno típico da região, com muita pedra, sobe e desce, muito em singletracks… como se diz… foi tirar a barriga de misérias neste aspeto, em suma Muito divertido e Muito bom!

De notar pequenas passagens onde a falta de “higienização” por parte de quem realizou cortes de madeira, pois ficaram no chão resíduos perigosos para os BTTistas.

A “pastilha” do lanche matinal foi sendo feita ao critério de cada um, pois o ritmo foi sempre elevado, e não tínhamos o nosso repórter de imagem para fazermos as pausas habituais, e mesmo com algumas passagens feitas à mão, pouco depois das 12 horas estávamos junto aos veículos, com 28km realizados, para deixar 2 TSF.

Como ainda era cedo, optamos por fazer mais uns singletraks que iam de quando em quando alternando com estradões, pelo que valeu mesmo a pena fazer mais esses 5 km.

Chiiii…queda houve 2. Sendo que uma delas de tão divertida nem devia contar para a estatística. A outra … ui que dor! Logo no início da volta. Após uma análise técnica no local percebeu que a origem estaria na falta de ar na suspensão, que levou ao biker a não conseguir evitar a brusca paragem por falta de recuperação da mesma. Duas quedas anteriores atestam em situações algo similares este fato.

Resta agradecer ao Paulo, nosso anfitrião, a volta e deixar o convite para que se junte a nós um destes domingos, em Leiria, no PR pelas 8.30h.

Boa semana!

D’Armindo

 

Vista aérea do trilho AQUI

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publicado às 19:12

Trilhos Sem Fim - trilhos da Maceirinha

por Trilhos Sem Fim, em 16.06.13

Após Santiago e para não nos desabituarmos do que foi a travessia dos frondosos bosques de Sanabria nada melhor que uma visita à famosa “amazónia” na Maceirinha e trilhos adjacentes da Pocariça.

Saíram seis trilheiros do Parque Radical à hora oficial por pinhal em direção da Mourã/Azóia e atravessarmos o Vale do Horto para chegarmos à Costa onde decorria uma prova de automobilismo.

Paragem no bar da Associação para o café matinal. Antes da frondosa amazónia, pudemos admirar uma lápide num cruzeiro que servia nos finais do século XIX para que os homens dali se penitenciassem dos seus desvarios amorosos e escapadelas sexuais. Como são diferentes as épocas e os costumes... E variável o peso das consciências.

Regresso em bom ritmo em direção a Alcogulhe, Pernelhas e Mata dos Parceiros onde fizemos três conhecidos trilhos que incluíram a subida em pedra paralela a Autoestrada com alguns companheiros com falta de apetite particularmente para a subida...

Tomámos o caminho em direcção ao trilho de Santa Clara com passagem em casa do companheiro Cardinhos que está lesionado e viu ali mesmo como com um computador ou telefone esperto se pode beneficiar de consulta grátis e prescrição logo ali impressa.

Este e um grupo fantástico e muito completo com enfermeiros e médicos mas também com doentes.

Boa descida do trilho de Santa Clara em direção ao Polis e ao parque radical.

Regresso a casa para almoço antes da das treze horas e a tempo de deixar as famílias mais sossegadas.

Não terminar sem antes referir que o Nuno C esteve em representação dos Trilhos Sem Fim na Maratona das Fontes e o Diogo e o Pedro Santos elevaram bem alto o nome dos Trilhos no Raid de Minde.

Quinta feira haverá nocturna e domingo mais, como de costume.

Alipio Lopes

Também em meo Kanal 490904

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publicado às 21:13

Às 5 horas da matina do primeiro dia estávamos todos a rolar, estrada fora, em direção ao largo da Sé de Viseu.

Os apóstolos foram doze e nós, os Trilheiros, também. Não tínhamos guia mas gozávamos do privilégio de ter um duo de apoio fantástico e impagável.

Tal como os apóstolos atravessaram os mares da Palestina também nós fomos obrigados algumas vezes a socorrermo-nos das pedras designadas de poldras para atravessar largos e paradisíacos cursos de água.

A chegada a Viseu aconteceu, conforme previsto, cerca das 7.00 horas com um pequeno-almoço oferecido pela Casa da Prisca a solicitação do Trilheiro Rui L e foi servido pela sua família que se deslocou de Trancoso ao nosso encontro. Ele havia de tudo: desde enchidos de elevada qualidade a bom pão e bolas devidamente regados com café, sumos e capucino!! As sobras, saborosas sobras, foram acondicionadas pelo nosso staff e foram sendo consumidas quase até ao final da aventura. Bem hajam os responsáveis da Casa da Prisca.

Antes da partida de Viseu, após as 8.00, ainda houve tempo para algumas fotografias da praxe e para trocarmos algumas palavras com um pequeno grupo de bbtistas que dali saíam para fazerem o mesmo percurso mas em completa autonomia com mochilas de respeito às costas e que pesariam cerca de dez quilos! É obra. Se a coisa não se revelou fácil com apoio, imagine-se só fazer a peregrinação em autonomia.

Às duas horas almoço em Castro Daire no Restaurante Terminal, propriedade de um colega que leva o btt muito a sério, com grande animação e saída às três.

As primeiras quedas ocorreram logo da parte da manhã e foram protagonizadas pelo Rogério M, primeiro e pelo Alípio L, depois. Apesar dos sustos não passou disso mesmo. Por ocasião da segunda queda encontrámos os primeiros peregrinos pedestres, um jovem casal.

Na parte da tarde, deste primeiro e atribulado dia, estoirou o pneu dianteiro do David A que logrou largar a bicicleta com elegância destreza e desatou a correr para a frente, deixando a burra para trás. Caminhou com a companheira de aventura à mão, e durante cerca de um quilómetro, até a uma estação de serviço onde o Artur F, mais uma vez, demonstrou tudo o que sabe de pneus. Antes disso duas garrafas de CO2 foram usadas mas sem resultado.

O caminho estava mal marcado, ou algo confuso, na saída de Viseu (o que é de estranhar nesta terra com tantos pergaminhos na informação rodoviária) e geralmente bem marcado até Castro Daire. Antes de chegarmos a Penude, onde pernoitamos, foram inúmeras as indicações erradas e as confusões geradas entre estas e as novas tecnologias dos gps que, em boa verdade, nos deram proveitosa ajuda pese embora a renitência de alguns em aceitarem ser conduzidos por estas coisas.

Depois de Mões, quando faltavam cerca de 15 kms para chegarmos, e porque a dureza da aventura se revelava muito elevada, Artur forneceu bisnaga milagrosa de magnésio a um atleta que estava a sofrer de cãibras e que passados não mais e dez minutos estava fresco que nem uma alface...

Jantar no salão da junta de freguesia de Penude abrilhantado por um “acordeonista” pimba chamado JBC e acompanhado por um tal Samsung que foram contratados pelo Rui G talvez oferta de uma dos nossos patrocinadores sargentos - porque foi isso o que decretou o Cardinhos farto de só ouvir falar em oficiais para aqui e para ali e nunca de sargentos aqui ou acolá.

Neste albergue extremamente espartano tivemos a companhia de um grupo de ciclistas de Gaia e dormiu-se em chão de primeira, com colchões de ginásio de segunda e o inevitável saco cama que nos transfigura a todos em chouriços dorminhocos.

Artur F esfarrapou uma perna a atravessar o tal leito largo de um rio sem ponte mas com umas pedras altas de metro separadas entre si, para passagem das águas, entre trinta a cinquenta centímetros e designadas popularmente como poldras.

Para quem não entender que tenhamos despendido tanto tempo para perfazer 80 kms com um acumulado superior a 2400 metros deve referir-se que foram localizadas, identificadas e marcadas mais de um quarteirão de “geocaches” pelo inevitável Cláudio C que fez as delícias de Artur F e Cardinhos e deixou pelos cabelos os nossos jovens trepadores e, também, por termos percorrido alguns pequenos trilhos errados por preguiça dos Gps que tinham o sistema de aviso de desvio de rota inoperacional.

Dormiu-se bem, e choveu muito durante a noite...

Ao segundo dia, alvorada às seis e trinta da manhã. Seis elementos de outro grupo da Maia que dividia o espaço connosco, e se deitaram mais tarde, acordaram antes do tempo mas de facto, quando entraram e já dormia a maioria de nós ninguém deu por eles. Também é verdade que eram menos… Se acontecer lerem este relato apresentamos-lhes as nossas desculpas.

Tempo húmido, quase chuvoso, à saída mas que veio a melhorar gradualmente sem que tivesse ocorrido molha. O vento frio fez-se sentir várias vezes e particularmente nos inúmeros pontos mais altos que foram sendo sucessivamente vencidos com maior ou menor dificuldade.

De Penude até ao Peso da Régua foi sempre a descer e com cada uma que obrigava a recuar francamente o traseiro e a gastar calços de travão com força. Ocorreram descidas e subidas de escadarias, por vezes de forma contínua, sempre com as meninas às costas.

Nas descidas para o Peso da Régua usufruímos de um louco “single track” que terminou numa ribeira que corre para o rio Varosa e que desagua, mais abaixo, no afamado e deslumbrante Douro; depois dessa descida tempo para uma fotografia sobre uma vetusta ponte semicircular e em bom estado de conservação, outrora passagem de comboio da linha do Tâmega(?).

Durante todo o dia pedalamos deslumbrados com a beleza das paisagens do Alto Douro Vinhateiro que também tem nas suas entranhas mais profundas, hortas, feijoais e batatais magníficos e verdejantes.

Do Peso da Régua para Santa Marta, Lamego (Bom e animado almoço no centro da cidade), Vila Real e albergue em Parada de Aguiar foi um constante e desgastante sobe e desce em que tanto subidas quanto descidas eram-no sempre, na verdadeira aceção das palavras, dignas desses mesmos nomes. Mesmo quando tinham que ser vencidas a penates foram esgotantes. Se ontem fomos obrigados a saltitar, bicicleta em ombros, por cima de uma larga extensão de poldras, hoje houve que fazer várias vezes equilibrismo em paredes altas de xisto e granito que chegaram a causar alguma vertigem a alguns dos mais suscetíveis. E assim foram vencidos mais de 2000 metros de acumulado.

Tanto hoje quanto ontem, como inicialmente referido, houve várias correções de rota e manifestas incompatibilidades entre algumas indicações físicas e os tracks de que dispúnhamos e foram colhidos em blogues. Também os conflitos entre a emoção do nosso foto-repórter e a razão do nosso engenheiro de sistemas acerca da utilização de Gps foram em tudo semelhantes aos do primeiro dia.

Ainda houve tempo para, já no final da etapa, na ecopista em Vilarinho de Samardão, vermos o início de um Fogo e o incendiário a sair do local que nos era visível mas inacessível. Informamos bombeiros de Vila Pouca de Aguiar que dispensaram a nossa informação de coordenas de Gps porque... ainda não usam. E conseguimos, mais adiante, intercetar o incendiário mas pouco pudemos fazer perante a sua recusa em aceitar reconhecer o óbvio. Como tínhamos um objetivo longínquo seguimos viagem.

Visitámos o único café da aldeia devidamente acompanhados da gaita do Rui G nas mãos do Artur F que foi um enorme sucesso e causou grande reboliço. Jogámos matraquilhos entre nós e com os poucos jovens da aldeia.

Jantámos no recomendável albergue de Parada de Aguiar que tem excelentes condições de acomodação para dez pessoas e possibilidade de albergar os nossos catorze elementos com o recurso aos colchões/colchonetes sob os sacos cama.

À meia-noite já só o escrivão estava acordado e a alvorada haveria de ser às sete da manhã. Foi dia de 90 kms e 1100 metros de acumulado.

Ao terceiro dia pequeno-almoço no café Celidoce, passagem por Melgaço e Vidago e almoço em Chaves. Após almoço ainda houve piso rolante até Verin (terra de água e vinho, o que torna muito suspeito o vinho).

Muito suave a primeira parte, paga com elevados juros na segunda. Foram sete quilómetros permanentemente a subir. Até os craques ficaram queixosos e moídos. Chegada à hora habitual ao excelente albergue de Trasmiras.

Jantar no albergue com sobremesa de um balde de cinco litros de pipocas acompanhadas por delicioso licor caseiro da autoria do companheiro Hugo B.

A propósito de albergues é bom sublinhar-se que têm vindo a subir de nível desde o primeiro dia. De facto o albergue de Penude e tão simples e espartano que se tornava fácil que os próximos viessem a ser melhores, e assim foi.

No final desta etapa e em jeito de compensação pela dureza da subida já referida fruímos de um magnífico single track que fez as delícias de todos.

 

Quarto dia: Alucinante. Julgava que iria ter pouco que relatar e eis senão quando, por artes do demo, imprecisões de Gps e indicações confusas não fizemos os quilómetros previstos mas 114 kms. Foi muito de qualquer modo, e tanto que somente dois ou três dos doze elementos do grupo tinham algum dia superado essa marca (pese embora muitos terem estado próximos disso).

A travessia do bosque de Sanábria foi alucinante em singles muito velozes e subida de paredes muito complicadas e com vários quilómetros a trepar de forma ininterrupta.

Não há muito mais a registar porque as quedas que ocorreram foram extremamente suaves e nem são dignas de nota tendo algumas até feito rir os seus protagonistas, como foi o caso do Cardinhos.

Não me ocorrem os nomes de todas as localidades que atravessamos mas em todas fomos acarinhados e recebidos com simpatia inusitada e desde há muito reconhecidas às gentes desta região de Espanha.

Passámos por localidades e pontes romanas de grande beleza sendo digna de registo pela sua grandiosidade a mega ponte de pedra em Orense.

Quinto dia, já ninguém quer saber de nada nem sequer de dores do traseiro. Tempo para encontrarmos um grupo familiar de cinco ciclistas portugueses emigrantes na África do Sul que tinham partido de Chaves em bicicletas alugadas e que foram sendo nossa companhia durante algum tempo e nossos convidados, melhor!! , convidados do Artur F que com todos comunica com facilidade reconhecida a beneficiarem do apoio do nosso staff e em conversarem um pouco à volta das nossas carrinhas, beberem refrescos e comerem fruta.

Posteriormente, e já a um tiro de Santiago de Compostela viemos encontrar um casal de peregrinos pedestres conhecidos dos Trilhos Sem Fim (ambos enfermeiros no HSA em Leiria) quando procedíamos à recolha de um carimbo num albergue de passagem.

Também antes de chegarmos ao nosso ansiado destino passámos por um grupo de cavaleiros de Bragança com quem inevitavelmente o nosso companheiro Artur F haveria de trocar impressões dado serem seus filhos da terra. Tinha ficado prometido cavalgarmos em Santiago mas nunca mais lhes pusemos a vista em cima.

Os 383 quilómetros e cerca de 8000 metros de acumulado previstos acabaram em 427 quilómetros e 9270 metros de acumulado em cinco dias.

Chegados à cidade impressiona o bulício em todas as direções de peregrinos de todo o género e os passantes que nos estimulam ainda com a saudação de “Bom Camiño” mesmo quando estamos a escassos metros da entrada na Praça da Catedral. Aí chegados foi uma enorme festa com as pessoas que ali se encontravam a aclamar-nos de Campiones!! Fantástico. Um montão de fotografias e as namoradas e esposas de alguns de nós a verem-nos em direto no Google.

Visitámos a Catedral como mandam as regras; obtivemos a compostellana e jantámos no centro histórico.

Ficou a sensação de que ainda falta quase um ano para a próxima aventura!!!!

E já se fala no tradicional caminho litoral com ida até Muxia e Finisterra. Venha ela…

Alipio

 

* * Álbum de fotos actualizadas com todas as fotos * *

 

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publicado às 20:09

Domingo - Volta Rolante até Vieira

por Trilhos Sem Fim, em 02.06.13

Pelas 8.15h encontravam-se no PR, com Artur o David e o Joaquim, que no dia de hoje, deixaram os carros em Casa, e saíram de Monte Real pelas 7.40h em cima delas (as bikes). A opção destes dois TSF, foi tomada tendo por base a ideia, que tinha sido lançada desde o último domingo… Ir até à Praia da Vieira.

Feito um compasso de espera, até poucos minutos após a hora marcada (8.30h), já com alguma conversa em dia, começamos a rolar… um pouco mais à frente cruzamo-nos com outros TSF que rumavam beira rio em sentido oposto (ver fotos). Foi momento de paragem e de convívio matinal.

O local longe de destino, fez por isso que em bom ritmo rumássemos, beira-rio em direção aos campos do Lis. Passamos a ponte de ferro junto ao Matadouro, e tendo sempre o rio como companheiro, num instante estávamos no vale de Pesca em Monte Real. Que grandes canas usam por ali os pescadores, o que levanta a dúvida se o objetivo é apanhar alguma coisa do rio, ou se da margem oposta.

Pudemos apreciar em dois locais os danos causados pelas cheias de Março, em que o caminho foi levado pelo rio, o que levou a uma gincana da nossa parte.

O calor fazia-se sentir na pele e o pó no ar.

Chegados à praia, e no local do costume à beira mar, quando ali vamos, tomamos café e pastéis de nata, aproveitando para contemplar a “paisagem”.  Eis que chega Rogério, junto a nós, com alguns mosquitos no “radiador”. Este camarada adormeceu e saiu pelas 9h de Leiria ao nosso encontro, em bom ritmo. Eramos agora 11.

Pudemos ainda apreciar, já mais junto da lota, a recolha das redes, recheadas com peixe.

Com uma passagem pelo bairro dos pescadores optamos pela ciclovia no regresso à margem do rio Lis. Optamos, em determinado ponto, pela margem oposta que nos tinha levado até à Vieira, e pelas 11 horas estávamos em Monte Real. Era cedo e aqui fez-se uma incursão, via termas, direção à zona da vila por carreiros urbanos, e ainda se fez uma experiencia “picante” por um caminho novo. Ainda sob o efeito das hortigas, chegamos ao castelo, onde se prepara a Feira Medieval que ocorrerá nos próximos dias 8, 9 e 10 de Junho. (http://mercadomedieval.pt/2013/05/31/feira-medieval-em-monte-real-leiria/). Recomenda-se!

Aqui David e Joaquim deixaram o grupo que rumou direção a Leiria. A distância percorrida estima-se que tenha andado pelos 70Km e que a altimetria pelos 400Km, mas sobre isso poderão falar os donos dos GPS’s, a quem se agradece que contribua com essa informação.

Dia 08/06, de madrugada partirá, rumo a Santiago um grupo de 12 TSF, que enveredarão com orgulho a camisola, através dos 400km e 12000m D+ do caminho interior Português, a partir de Viseu. Os restantes poderão acompanhar a aventura.

Boa Semana!

D'Armindo

 

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publicado às 20:18


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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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