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Bidoeira('s) party/partie/festa

por Trilhos Sem Fim, em 23.08.13

Voltamos aos títulos em inglês (e neste caso também com a versao em francês) porque neste mês de agosto pode dar jeito.

O nosso director - e hoje anfitrião nas suas origens - tinha avisado que não haveria tolerância para eventuais atrasos, dado que um grupo de btt da Bidoeira nos haveria de ir esperar antes de ali chegarmos para, juntos, assistirmos a actuação de duas bandas filarmônicas: a da terra e uma outra convidada mas ambas tocaram cada uma a seu tempo e teria sido muito bonito que tivessem tocado em simultâneo.


Dizia atrás que atrasos não seriam tolerados e, em boa verdade, saímos cinco minutos depois das 8.30 que foi o tempo necessário para decidirmos qual o melhor percurso a seguir mas o atraso não foi suficiente para que o nosso amigo Paulo Chá-chá tivesse estado à partida e acabámos por reunir com ele nas traseiras do Morgatões e passamos a ser doze. Este número começa a tornar-se quase uma tradição, tantas são as vezes que o registamos... Já a Santiago foram também doze os que pontuaram!

Na Bidoeira, após o momento cultural que associado aos momentos gastronomicos que vamos registando na nossa história e nas nossas agendas começam a ser de sentido obrigatório, fomos com os nossos amigos locais conhecer uns bons trilhos em pinhal e com farta areia que felizmente não foram recomendados por mim nem tinham nada que ver com os acessos a Amazónia (pode ser que algumas putas não gostem deste apontamento mas felizmente os seus filhos serão indiferentes...).
Ainda antes de partirmos para o reconhecimento dos trilhos daquela freguesia alguém registava que o nosso repórter um destes dias não saia de casa para pedalar sem uma banda filarmônica para o receber...
Após a aprovação dos trilhos da Bidoeira recolhemos ao Solar dos Castanheiros onde fomos presenteados com delicioso bolo e duas qualidades de chá quente que não tinha nada que ver com os xaropes que por vezes nos é dado provar.
No regresso, com o estômago bem aconchegado pelo reforço, atravessamos uma ribeira com água perfumada e ninguém ficou a meio nem correu risco de afogamento.
Chegamos ao ponto de partida muito perto da uma da tarde com quase 47 kms percorridos.
Quinta haverá mais, mas é a noite! E no próximo domingo não me caberá escrever porque temo que o Sporting perca e irei ficar a prender o burro...

 

Alipio Lopes

 

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publicado às 22:55

Artur's (& Ricardo's) birthday

por Trilhos Sem Fim, em 18.08.13

Às oito e trinta, como é habitual, juntaram-se dez trilheiros, no sítio do costume, firmemente dispostos a atacarem as montanhas e as pedras em direcção às terras da Chainça onde o nosso amigo TSF Sérgio El GPS, cumprindo o prometido, nos aguardava cozinhando saborosas chouriças em álcool que logo fizemos desaparecer com pão quente empurradas por uma (¿) cerveja mini fresca.
Ainda as chouriças não estavam prontas quando chegou a Cristina (pasteleira oficial dos Trilhos) que nos surpreendeu com uma autêntica obra de arte no género e que causou um misto de surpresa e de espanto. Ver, para crer, as fotografias. Houve até sugestões para tentarmos despir o bolo para guardar a réplica fiel da camisola dos Trilhos. Isso não era possível e foi por isso que todos puderam confirmar que os dotes da nossa amiga permitem não só fazer bolos espectaculares mas também extremamente deliciosos.


Tudo isto estava previamente combinado para comemoramos o dia em que o nosso repórter completou meio século e não há nada melhor para um dos fundadores dos Trilhos que pedalar em saudável espírito de camaradagem no exacto dia do seu marcante aniversário.
E que espírito! Mas havia mais - e por essas ninguém esperava - o José Cardinhos (temporariamente afastado do BTT) compareceu à hora da saída para cumprimentar e felicitar o Artur e trazer para nos acompanhar o seu filho, José Ricardo, que nasceu neste mesmo dia - há exactamente vinte e nove anos - e a filarmónica do Soutocico que estava perto para animar a festa da terra veio até a nossa mesa no seu passo habitual para tocar a música de parabéns.


Cabe sublinhar também, em abono da verdade, que percebemos que a peculiaridade do nosso amigo repórter não terá nada que ver com a astrologia dado que o filho do nosso amigo Cardinhos é bastante sossegado e calmo, mas não o suficiente para ter passado sem deixar a sua marca e pagar os nossos cafés e pedalar tão bem como o pai.


Chegámos ao Parque Radical ao meio-dia e meia e a tempo de não permitirmos que aquecesse uma melancia fresca, oferta deste humilde cronista, que fizemos desaparecer quase completamente. Quase, porque o nosso amigo e aniversariante Artur não gosta e nosso recem cow-boy Endy diz que melancia lhe perturba a bexiga...


Para terminar, e porque isso me foi pedido, deve ficar registado neste relato, para memória futura, que o Cláudio parou para mijar às onze e quarenta e sete. E também fez uma cache enquanto comia amoras negras numa daquelas plantas com bicos que costumam rasgar-nos braços e pernas quando não há ninguém que limpe, de quando em vez, estes magníficos caminhos.
Não sei porquê, dado que sou fraco a ler e a ouvir nas entrelinhas, mas disse-se que não haveria restrições a publicação da notícia desta tão singela quanto magnifica festa para que as putas soubessem. E, direi eu, os seus filhos também...


Alípio Lopes

 

 

 

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publicado às 23:58

Trilhos Sem Fim nos trilhos da Chainça e Curvachia

por Trilhos Sem Fim, em 11.08.13

Nasceu a Beatriz. Filha de dois trilheiros.

Batem leve, levemente, como quem chama por mim, será chuva, será gente, é a gente dos Trilhos certamente, que outros não batem nem pedalam assim! Pediram o texto mais curto de que há memória nos Trilhos. Aqui vai: seis trilheiros, quatro aspirantes, 08.30, parque radical, curvachia, vale maninho, vale maior, um trilho brutal que não retive, furo resolvido pelo companheiro do costume cujo nome e desnecessário indicar, santa catarina, soutocico, toca a subir de novo, e um aspirante tresmalhado, saída pela mata da curvachia, outra vez, alguém ouve gritar e só quando chega ao ponto de encontro na estrada percebe, quando vê chegar alguém desconhecido e com vários apontamentos de carne viva que o grito tinha sido dele, um desconhecido nosso que pratica BTT kamikaze (ou seja sem companhia). Na nocturna de quinta estivemos a sensibilizar um grupo de jovens que não usam capacetes...

40 quilómetros e muita conversa depois chegamos ao ponto de partida ao meio dia e meia e a tempo de ir brindar com uma preta fresca e deliciosa a reveria da Beatriz (a mais jovem TSF) na companhia do seu pai e nosso companheiro. Já fui longo demais. Paciência, fica assim. Mas foi deveras bom. Referia os trilhos, não este texto! As próximas semanas adivinham-se muito preenchidas e animadas: aniversários, sardinhadas, festas de verão, festas anuais, etc. Vai ser um fartote! E não tarda muito e natal...

Com os melhores cumprimentos,

 Alipio C. Lopes

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publicado às 19:37

Trilhos Sem Fim, o passeio pelas Aldeias Históricas

por Trilhos Sem Fim, em 07.08.13

No inicio deste mês de Agosto, os Trilhos Sem Fim estiveram presentes no passeio Aldeias Históricas 2013, com a participação de Nuno Rama, Rui G e Rui P.

Saímos de Leiria no dia 1 com o destino Almeida. Pernoitámos na antiga pousada, com um a vista soberba sobre o horizonte. A vila de Almeida é conhecida pela sua fortaleza, com a forma de estrela de doze pontas. Constitui um dos mais espectaculares exemplares europeus dos sistemas defensivos abaluartados do século XVII.

De manhã, mal o sol nasceu, por volta das 10:00 horas da madrugada, partimos em direção a Meda, via Castelo Rodrigo. Citar estes nomes quase chegava para escrever a crónica, uma vez que se faz referencia a aldeias históricas muito anteriores à fundação de Portugal e de que me habituei a ouvir falar desde muito cedo.

Castelo Rodrigo foi conquistada aos Mouros, em 1170, por D. Afonso Henriques. Voltou a cair nas mãos dos árabes anos mais tarde, quando do seu contra ataque, para ser definitivamente reconquistada por D. Sancho I. que lhe outorgou foral a 11 de Setembro de 1209. Até ao século XIX chamava-se apenas Castelo Rodrigo, em homenagem ao alcaide D. Rodrigo, que defendeu a fortaleza em 1296.

Almoçamos, com alguma dificuldade, por escassez de alimentos, no povoado que se ergueu em volta das muralhas do castelo de D. Rodrigo. A vista era arrebatadora, o ambiente explendido, mas a disponibilidade de alimentos era escassa. A simpatia da jovem que nos serviu, acompanhada de pão e queijo fatiados, quase saciaram a fome dos “peregrinos” das aldeias históricas. De Castelo Rodrigo a Meda fomos apreciando a paisagem. Descemos a encosta da serra até o rio Côa. Sobre a ponte ficamos alguns minutos a apreciar a natureza rude da serra que encaixa no sopé o pequeno rio. A subida... a subida foi longa.

No final do dia, cansados, empoeirados, mas satisfeitos, passámos o castelo de Marialva e alojámo-nos na quinta de turismo de habitação Calcaterra.

Bem cedo, no dia 3, partimos em direção a Linhares da Beira.

Um dia de trilhos com muitas subidas e uma grande descida. Saliento a grande descida que nos levou a Muxagata, pequena povoação, terra natal de um colega de faculdade. Nem nos meus sonhos mais fantasiosos poderia surgir como destino.

A hora de almoço foi complicada. Não fosse a tendência para o improviso em situações de carência alimentar teríamos passado fome. No café da pequena aldeia não havia alimentos e a mercearia não tinha pão. Valeu o atum com cebola e a boa vontade, acompanhada de estômago vazio, de um dos companheiros que conseguiu encontrar pão fresco.

Fizemos um percurso excelente, com travessia do Mondego num pequeno açude.

Por fim a subida da calçada para o Castelo de Linhares, linda de morrer. Morrer, no verdadeiro sentido da palavra. Subida longa, inclinada, com pedra e degraus... bolas... estou cansado só de recordar.

Linhares à vista, a conquista do castelo e finalmente o repouso junto às muralhas, depois de 160 km trilhados.

Que rico fim-de-semana de btt!

Rui P

 

Track Almeida a Meda (vista aérea)

Track Meda a Linhares (vista aérea)

 

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publicado às 01:22

Trilhos Sem Fim na "Amazónia"

por Trilhos Sem Fim, em 04.08.13

Estamos em Agosto, é mês de férias, e férias para a maioria dos Portugueses significa Praia, ou seja Areia… Por isso mesmo, decidimos ir até à Maceira, matar saudades daquele trilho magnífico junto ao ribeiro, conhecido por Amazónia e serpentear pelos trilhos e descidas perto do Vale da Gunha. E o que tem isto a ver com Areia? Perguntam os trilheiros leitores, já bastante conhecedores do caminho até esse destino, já tanta vez percorrido com esta ou aquela variante! Pois é…, hoje e porque é mês de férias, o nosso amigo Alípio esforçou-se particularmente em arranjar uma variante do trajecto de ida com bastante areia, para dar mais gozo e enquadrarmo-nos assim na época balnear. Claro que nestas coisas de grupos, é sempre difícil agradar a Gregos e a Troianos e as bocas e os ralhetes habituais, que tanto caracterizam os TSF’s começaram muito antes da hora habitual, enfim, ele à BBTistas para tudo, e hoje vejam lá, que até a amuos do nosso repórter tivemos direito! Mas é como diz o Alípio, BTT, quer dizer Bicicleta Todo o Terreno, e a areia está incluída nessa categoria, faz parte meus amigos, e andar aos oitos também…


O percurso continuou sempre com bom tempo, solinho agradável, mas sem ser demais, e continuámos pedalando e pondo a conversa em dia e ainda antes de disfrutar dos singles tracks perto do Vale da Gunha, o grupo dividiu-se em dois, uma corrente partida de um trilheiro convidado meu, deixou para trás alguns companheiros que o ficaram a ajudar, dizem que já foi a segunda vez deixei um convidado para trás, mas também eu convido-os é para andar de bicicleta, não é para avariarem! Além disso, sei que posso contar com o Pedro S. para resolver os problemas.


Depois de termos gozado o sobe e desce do trilho à beira rio, ficou no ar a ideia de para a próxima explorarmos um outro caminho que por ali vimos e que poderá ser interessante.


O regresso a Leiria, fez-se pelo caminho habitual, fazendo a descida de Santa Clara e evitando os saltos mais radicais, hoje com uma variante bastante agradável no final, sugerida pelo Alipio, mas desta vez, sem areia. Como a altimetria ainda estava abaixo dos 700m, alguns de nós ainda fomos descer o single track da Senhora da Encarnação, para acabar a volta dominical com 49Km.


Hoje não tivémos a presença de alguns companheiros habituais, que, segundo ouvimos dizer, estavam a descansar do treino intensivo de ontem lá para os lados de umas aldeias históricas!!!! O Leonel também nos acompanhou na volta de hoje, e conseguiu acabar a volta sem ser chamado de urgência pela Paula, pois o nascimento está iminente, eu já imaginava o bebé a nascer e a primeira imagem que iria ver era pai com o equipamento dos TSF's :-)

 

Boa semana de trabalho e até 5ªf.


Cláudio Costa

 

Também em meo Kanal 490904

 

 

 

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publicado às 21:48


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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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