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Rota da Castanha Vinhais

por Trilhos Sem Fim, em 27.10.13

Quatro Trilheiros rumaram a Vinhais ao início da tarde de sábado. No caminho fizeram uma paragem no café e restaurante O Terminal em Castro De Aire. Chegaram a Rebordelo cerca das 19.00 horas, fizeram o check-in na residencial e iniciaram a procura de castanhas para poderem satisfazer as muitas encomendas que traziam. Quando chegaram a um café, onde foi lhes foi recomendado que fossem, depararam-se com um alguidar de miúdos de um dos sete javalis que tinham sido abatidos nesse mesmo dia numa montaria e um enorme e delicioso pão que logo tiveram que partilhar com os convivas que, não conhecendo de lado algum três dos quatro trilheiros, fizeram enorme festa por poderem ter entre si o nosso repórter e o Turito deles. A partir daí, e até a despedida, era um corropio de gente fosse de Rebordelo (terra do avô do Turito); fosse de Ervedosa onde nasceu o Turito; fosse de Vinhais onde o Turito frequentou o ensino secundário e tem amigos que vão do mais simples dos vinhenses que sempre se manifestaram amistosos para com o Turito até ao presidente do município de Vinhais; fosse de ciclistas que provinham de diversas cidades trasmontanas, como Chaves ou Braganca, e, particularmente de Torre de Dona Chama onde reside a mãe do Turito. Este nosso companheiro e realmente muito querido e popular na região de Vinhais. Já o conhecimento da geografia local e fantástico e foi sempre durante o magnífico passeio por caminhos ladeados por carvalhos e castanheiros um extraordinário guia neste inesquecível e repetivel passeio de btt. Dá para perceber porque tem tanto orgulho das suas origens e tanto as divulga entre nos. Um bem-haja ao Turito pelo inesquecível fim de semana que nos proporcionou. A meia-maratona com 35 kms e mais de 900 metros de acumulado não foi pêra doce dado que o percurso evoluiu a altitudes entre os 600 e 900 metros de altitude onde a rarefaccao do ar em relação ao nosso hábitat era evidente e desvantajosa o que amiúde nos obrigou a esforço maior para a superacao de alguns obstáculos. Os caminhos firmes e macios, quase isentos de pedra e sem qualquer vestígio de areia, oferecem uma excelente regularidade e proporcionaram enorme gozo particularmente nas prolongadas e fascinantes descidas. Já a subir, e a acrescer a altitude média elevada, o piso assemelhava-se a cola e segurava os pneus mais cardados ou não permitia subidas eficazes aos que apresentavam maior desgaste pois entravam em deslizamento... Lembraram-se todos os trilheiros de alguns companheiros que haveriam de gostar muito de poderem ter feito as tais descidas... Todo o traçado estava muito bem sinalizado e só lhe faltam uns singles para apimentar a sua excelente qualidade. Regressámos a casa carregados de castanhas de primeira qualidade, apanhadas propositadamente para nos (graças ao Turito, claro!), do melhor vinho de Rebordelo e de inigualaveis alheiras! Para terminar, deve referir-se que o jantar de sábado foi a saborosissima posta mirandesa a um preço que e melhor não referir. Para o ano há (pode haver) mais. Quinta há treino nocturno e a Rota dos Castelos virá no próximo fim de semana!!

Com os melhores cumprimentos.

Alipio C. Lopes

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publicado às 23:49

Trilhos Sem Fim a caminho da Pia do Urso

por Trilhos Sem Fim, em 27.10.13

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publicado às 20:42

Trilhos Sem Fim com PéDencaixe nos Campos do Lis

por Trilhos Sem Fim, em 20.10.13

Antes da hora marcada das 8.30h juntavam-se as “almas” no PR. Algumas mais regulares por aquelas paragens e outras menos, mas todos prontos para rumar em direção ao Estádio de Leiria, onde estava programado pelas 9.00h a saída do passeio preparado pelo grupo do NEL – Pédencaixe.

Seguimos por isso beira rio em andamento descontraído, e quando chegamos ao estádio já se fazia sentir a azafama dos bttistas que aí se concentravam para a saída. Foi próximo desse local onde se registou a primeira queda do dia, felizmente sem consequências de maior, mas que serviu para relembrar todos, do quanto é perigoso o pisar de madeira molhada.

Na saída conjunta próximo das 9.30h, seguimos direção aos campos do Lis, tendo sempre o rio, em sentido jusante, como companheiro do lado. Em Amor tomamos direção diferente daquela que os TSF usualmente fazem para aquelas bandas e fomos orientando para a Ortigosa, por alguns caminhos novos para parte de nós TSF.

Paramos antes das 11horas no Parque de merendas da Lagoa – Ortigosa, para o reforço. Cumprido o convívio, deixamos o grupo 18 elementos, para fazermos um pouco de bicicleta a um ritmo mais nosso. Havia também quem tivesse horários de chegada a Leiria pelo que o regresso não podia ser muito “desviado” para que fosse mais célere.

Na saída da Ortigosa, fizemos uma passagem pela Pedreira próximo de Souto da Carpalhosa, orientando-nos para Moita da Roda, onde por força do chegar mais cedo, assumimos rolar em estrada alguns quilómetros.

Próximo dos Milagres, um companheiro com mais pressa deixou-nos e entramos novamente em terra, rumando por trilhos e caminhos até à Mata dos Marrazes.

A registar o batismo forçado  em lama dos sapatos (brancos) de encaixe do HM, que como alguém dizia até feriam a vista de tão reluzentes. Quase que o não conseguíamos… À chegada ao PR dizem que ainda houve quem se distraísse com a "paisagem" e se tenha deitado bruscamente!

Chegamos pelas 12.40h ao PR, com aproximadamente 45Km, sendo que parte do grupo foi acabar o percurso no Armandos’Bar.

Obrigado aos Pédencaixe pelo percurso escolhido e pela iniciativa. Estão de Parabéns!

Boa semana com os sem pedaladas!

D’Armindo

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publicado às 21:01

Trilhos Sem Fim - Alqueidão da Serra serenamente!

por Trilhos Sem Fim, em 13.10.13

Religião Single Speed a caminho de Alqueidão da Serra

Em dia de peregrinação e como acontece religiosamente reuniram-se 12 trilheiros “com” fim de ir à missa dos calhaus e terra. Atrasados 10 minutos e com medo das represálias do padre seguimos viagem. Sorte a do Pedro Santos já vir com o jersey vestido se espera-se a camisola do Cáudio Costa ia sofrer um pouco com o frio que se fazia sentir. Tempo nublado, alguma humidade, piso seco estavam criadas as condições para uma manhã bem passada, não o ideal para curar a constipação do repórter. Rodas apontadas a Alqueidão da Serra seguiu-se por alcatrão para aquecer as pernas. Esperavam-nos trilhos de terra batida, de cascalho, de pedra, com folhagem, uns mais rápidos outros mais técnicos, fantástico para quem no último ano só tem sentido o cheiro da terra a correr. Em jeito de confissão eu e o Joaquim Santos partilhámos a mesma opinião, que se lixe a corrida! Nada se compara ao gozo de andar de BTT. Acontece que pelo caminho o desviador traseiro do Rui Gaspar resolve pedir a reforma antecipada, não deve estar a par das últimas notícias, colocam-se zip ties e temos mais uma single speed no grupo. Desengane-se quem pensou que o Rui seria um peso na volta, acontece que o single speed é mágico! E lá ia, penitenciando-se pelas subidas a marcar o passo ao pelotão. Espera-se que na próxima vez apareça com uma sucata qualquer, sem suspensão e sem mudanças, que para bem dos seus ossos e articulações não aconselho. Sem termos ido rezar mas decerto com a proteção da Madonna del Ghisallo chegámos ao parque radical.

Balanço: Energias a 100%, 2 quedas em jeito de cumprir uma promessa e um convertido à religião single speed.

Paulo Chá-Chá

 

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publicado às 17:04

TSF's no percurso do Raid de Minde 2013

por Trilhos Sem Fim, em 07.10.13

Este, foi mais um Domingo em que a os TSF's se repartiram por dois grupos, uns optaram por não perder o “castelo de vista”, mas perderam pois andaram a descobrir novos trilhos, para os outros 8 que foram para o parque natural da serra de Aire e Candeeiros, virem a conhecer um dia destes.


Depois de durante a semana se ter planeado uma ida a Tábua, 8 de nós, acabaram por ir até à pedra, percorrendo o trilho do Raid de Minde 2013. Foi uma excelente opção, o tempo foi do melhor para este tipo de percurso, nem muito calor, nem pedras molhadas. O percurso para além da paisagem serrana que não nos cansamos de contemplar, proporcionou-nos excelentes tracks, alguns bastante técnicos, estradões, caminhos ladeados por sobreiros cujas sombras aproveitámos, e bonitas paisagens fluviais. Foi surpresa, pois estávamos à espera de pedra, muita pedra, mas que na realidade só a tivemos na parte final do percurso.


Já com cerca de metade dos Kms percorridos, começámos a subir após a passagem pela nascente dos Olhos de Água do Alviela. De referir que esta nascente é uma das mais importantes do nosso país, chegando a debitar uns impressionantes 17 mil litros por segundo, ou seja, 1,5 milhões de metros cúbicos de água por dia (pico de cheia). Desde 1880 até bem próximo da actualidade, a nascente do Alviela foi e é uma das principais fontes de abastecimento de água à cidade de Lisboa (através do Aqueduto do Alviela), e ainda hoje “abre portas” a um dos maiores reservatórios de água doce do país. Hoje cruzámo-nos várias vezes, e andamos mesmo por cima desta magnifica obra de engenharia hidráulica, que em 1880 enriqueceu o abastecimento de água à capital, na altura o aqueduto do Alviela terminava na Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos, para mais informações podem ler aqui e aqui.


A nascente do rio Alviela situa-se na transição entre o Maciço Calcário Estremenho e a Bacia Terciária do Baixo Tejo. A sua bacia de alimentação estende-se ao longo de cerca de 180 km2, onde a água percorre verdadeiros labirintos subterrâneos até chegar à nascente.


Recomendo vivamente, um passeio em família a este local e uma passagem pelo Centro Ciência Viva do Alviela – CARSOSCÓPIO para compreender a importância da nascente do Alviela e sua envolvente natural. Para motivar a criançada o Carsoscópio tem diversas maquetes, um simulador, circuito de TV directamente para grutas onde se podem ver os morcegos, etc.

 

Resumindo, fizemos quase 50Km, encontrámos 3 caches, não houve avarias (só ameaços de um cêpo) nem furos, e dizem que houve 2 quedas, eu digo que foram 3, pois o Fernando conseguiu cair 2 vezes na mesma queda, depois de ter caído numa poça de água que tentava evitar, e já prostrado no chão, eis que desapareceu repentinamente da estrada… lá para baixo, mas sem consequências…


Boa semana de trabalho e até 5ªfeira.

 

Cláudio Costa

 

 

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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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