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Trilhos Sem Fim - Pia do Urso no final de 2013

por Trilhos Sem Fim, em 29.12.13

Uma dúvida… as diferenças no GPS entre acumulado de subida e descida…

Hoje coube-me a mim… já que me ofereci, a malta não perdeu a oportunidade de me praxar! E que bela praxe, ou melhor, que belo modo de terminar as voltas domingueiras dos Trilhos sem Fim.

Eramos muitos à partida (se não me falha a memória 11)! Está bem… se calhar não tantos como outros domingos, mas comparando com as duas últimas quintas-feiras… Equipados com Trek só havia um! Bem, cada um na sua!

Arrancamos depois de aplicar a tolerância e eis que alguém se lembra do Hélder… Olhando para a circular de Leiria avistam-se uns ciclistas, mas não era o Hélder, pois não havia algazarra… Pelos vistos o menino estava na caminha!

Destino traçado, Pia do Urso! Boa escolha, para dar cabo das rabanadas, sonhos e pinga a mais da quadra natalícia.

Fizeram-se ao caminho os dez magníficos do dia, pedalando a bom ritmo, mas com as mãos geladas. Eis que alguém se lembra de deixar um presente com faxe para os lados das fontes. Dizem as más línguas que pelo aspeto do traseiro do Rui Gaspar, ou não teve tempo de limpar ou fez em andamento… não se preocupem, pelo aspeto no final do dia todos nós fizemos em andamento!

Para chegar à Pia tem que se subir qualquer coisa… Bem, pelo menos havia alguém cheio de vontade de subir, e nas subidas o Alípio não teve companhia do laranjinha. A subida fez-se a bom ritmo e havia quem quisesse virar à direita na pedreira e continuar a subir, mas o resto da malta logo o colocou no devido lugar - quando começaram as descidas o Alípio teve companhia!

Na Pia do Urso houve lugar para o merecido repouso, com café, pastel de natal, figos e, para não fugir à tradição a bela ginjinha! Eram para ser apenas nove (a Paula e moi recusaram), mas eis que apareceram 10 copos e eu tive que me chegar
à frente (um enorme sacrifício…). O amigo Joaquim teve a gentileza de oferecer a ginjinha e logo houve um brinde a mais pedaladas dos TSF no ano que se avizinha.

            E na Pia surgiu a questão filosófica do dia. O nosso presidente estava intrigado como era possível, na sua voltinha de ontem, tendo iniciado e terminado no mesmo local, que o GPS desse mais metros de descida acumulada que de subida (deveria ser igual). Muitas hipóteses foram colocadas, mas a que mais pareceu reunir consenso foi a de que o GPS também bebeu uma ginjinha (chegado a casa e após breve pesquisa, aquilo que consegui apurar é que tal se deve à forma como cada GPS/software faz a contagem do acumulado, tanto é que ao carregarmos os track para vários software os acumulados não são sempre iguais, bem como o mesmo GPS repetindo a mesma volta também não dá a mesma altimetria).

Deixando o descanso e iniciando o regresso a bom ritmo, lá subimos outra vez. Quando nos preparávamos para iniciar uns tracks mais sinuosos e ao gosto da malta dos trilhos, eis que um cromo mais zeloso pelos calhaus que são sua propriedade, cortou o trilho, levantando um pequeno muro… Eu não sei quem foi, mas o track rapidamente ficou operacional. E daqui para a frente foi sempre a bombar!

O regresso a Leiria fez-se por Santa Catarina da Serra, com uma descida até ao Soutocico pelo Vale Maninho. Foi uma descida sempre a esgalhar, com muita lama e diversão. Quanto aos nove malucos que iam à minha frente eu apenas vislumbrava o Nuno de vez enquanto, mas eu e o Alípio divertimo-nos à brava (finalmente o Homem tem companhia nas descidas).

Quanto à parte final do passeio, parece que eu perdi uma descida ainda melhor, a Senhora da Encarnação, mas como já se fazia tarde tive de me separar do grupo!

Uma coisa é certa, foi um passeio em beleza para nos despedirmos do ano de 2013! 

David Silva

Passeio visto do Heli dos TSF . AQUI

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publicado às 21:28

Trilhos Sem Fim - preparar o Natal, festejando

por Trilhos Sem Fim, em 22.12.13

Dezasseis eramos os trilheiros que se concentraram à hora aprazada no Parque Radical. Antes da saída houve lugar à apresentação e demonstração da bicicleta desdobrável do David que, ao arrumá-la, por infelicidade deixou cair a pedaleira de plástico rígido no chão que, logo ali, ficou irremediavelmente partida. Parecia que assim era “decretada” a sina deste dia capicua do mês doze do ano treze. Não é por nada, mas, pelo sim pelo não, há muita gente que não gosta destas coisas de trezes. De facto, não podemos considerar que tenha sido ano de grande sorte e muitos de nós estão desertos para o verem pelas costas e longe!

Rumámos em direcção à Barreira e deambulámos trilhos abaixo, trilhos acima, pelas encostas escorregadias entre o Reguengo e as Fontes até percorrermos quarenta quilómetros e novecentos metros de acumulado.

Ainda dez quilómetros não haviam sido percorridos quando o Fernando, o nosso único repórter de serviço, teve que retirar por ter ficado com o cepo da transmissão completamente inoperacional. Abandonou o grupo em direcção a casa na companhia doutro companheiro dado que trilheiros ajuizados não se deslocam sozinhos mas em grupo. Passámos a ser catorze.

A meio da manhã o Leonel, que raramente usa mochila, exibiu o que levava às costas: um Bolo Rainha e uma garrafa de Favaios para comemorarmos num muro apropriado para o efeito o 37º aniversário da esposa, e nossa companheira, Paula Pita que, para além de ser a única mulher do grupo no activo é também um dos mais jovens elementos: pouco mais de metade da idade do menos jovem dos trilheiros!!!

Mas havia mais na nossa agenda matinal. O Paulo Chá-Chá, o nosso homem do single-speed, tirou o dia para limpar (melhor dizendo: começar a limpar!) um hectare de terreno na paradisíaca zona da Mata da Curvachia e ontem, via Face-book, tinha convidado o grupo a visitá-lo e degustar castanhas assadas e uma bela jeropiga. Cumprimos este saboroso compromisso e continuámos, subindo e descendo com pedras ressaltos e sobressaltos em direcção ao Parque Radical.

Mas, como até ao lavar dos cestos usamos dizer ser vindima e porque a sina do dia 13 ainda estava no ar, vieram ainda mais três percalços: primeiro foi o atravessamento de alguns dos caminhos no regresso que foram autenticamente lavrados e deixados cheios de rama cuidadosamente desarrumada pelos lenhadores que fizeram desbaste florestal recente e se estiveram, como é habitual, nas tintas para os outros (isto é uma pérola do património comportamental tuga…); de seguida numa daquelas vertiginosas descidas com muito vibroplate o Cláudio, que descia veloz atrás do Cardinhos, chegou a duvidar que o que via pudesse ser da qualidade ou da quantidade da jeropiga e não era porque de facto a roda traseira da bicicleta do Cardinhos bamboleava desgovernadamente devido ao estoiro de um dos componentes do quadro (a escora). De novo um companheiro a circular a pé em direcção à estrada mais próxima para aguardar por familiar que o veio recolher. E passámos a ser TREZE!!! (Veja-se o raio da coincidência. Será por isso que há quem diga que não acredita em bruxas mas lá que as há, há!) E ainda não tinha terminado por aqui a nossa saga pois o Rui Leitão chegou atrasado ao destino por ter tido problema grave no desviador.

Mas o aziago número treze não tem que significar somente probabilidade de azar mas pode também ser sinónimo de sorte. É esse o caso da chave do Totobola e foi também esse o nosso hoje, pois, para além dos muitos azares materiais, que não são de modo nenhum despiciendos, tivemos a sorte de não termos tido nenhum azar ao nível das quedas, se considerarmos que o espalhanço do Gonçalo Cordeiro no início do Trilho do Rio Seco não contou...

Finalmente, e porque esta crónica esteve para nem sequer ser escrita por determinação superior do nosso director que o sentenciou durante a primeira parte da manhã - devido à muito reduzida participação da maioria dos companheiros trilheiros no nosso blogue em torno dos textos, das fotos e dos filmes -, pode também ser, pelo menos temporariamente, a última se essa participação continuar a não ocorrer. Esperemos bem que não por diversas razões: porque se julga que este trabalho é muito importante para memória futura e particularmente porque ninguém gosta de trabalhar para o boneco (escrever, fotografar e filmar é trabalhar!). Eu não gosto! E ainda para mais quando alguns dizem que é fácil debitar (c****) lérias… E não é!

 Bom Natal para toda a família dos Trilhos Sem Fim e respectivas famílias (activos, inactivos, reactivos, interactivos e comatosos). E para os rabugentos também!

Está lançado o repto. Aguardam-se as reacções via MUITOS comentários…

Alipio Lopes

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publicado às 20:34

Ah pois é!...

9 Indivíduos avistados pelos lados do PR, pelas 8.30h, com montada habitual ou nova e ainda outro numa emprestada.

Outros participaram com as suas montadas, numa iniciativa que decorreu na Batalha, com os melhores fins!... Outros folgaram.

Aguardados os 10 min. da praxe, pois havia a dica deixada no blog, que haveria mais duas comparências, seguimos via trilhos para a Azoia… sem as comparências!

Animados sim, pois o mote era mostrar trilhos novos, feitos na passada semana, pelo que passado o Vale do Horto, seguimos para a Maceira.

O grupo um pouco mais pequeno que o habitual, rumamos sempre a bom ritmo, sobretudo nas descidas alucinantes.

Bom, muito bom mesmo! Com menos paragens que o habitual, com algumas subidas, boas descidas, e passagens técnicas do melhor, e muito de singletrack.

Pode não ter sido dos percursos mais extensos, pois foram registados 43Km, mas foram feitos com muita diversão, tanta que nem houve a oficial “hora da banana”!

Está provado, mais uma vez, que passar pela 2ª vez em determinados locais não corre bem, pois foi numa 2ª passagem pelo extenso novo singletrack, antes da “amazónia” que registamos os dois percalços da manhã – um furo, com direito a 2 camaras de ar e simultaneamente o animado derrube do Rogério, pelo Artur… Felizmente sem consequências de maior para o Rogério, mas tão animado que a partir de então, deixamos de encostar nas paragens… à direita!

O regresso a Leiria feito por variante em trilhos que nos levariam à Ponte das Mestras, e consequentemente à beira rio Lis, com o sentimento que valeu mesmo a pena levantar cedo da cama para pedalar, como as imagens e vídeo atestam, chegamos ao PR pelas 12.30h com cerca de 770mD+.

Aguardam-se notícias dos companheiros da Batalha!

Boa semana pré Natal! Para a semana há mais…

D’Armindo.

 

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publicado às 20:56

Trilhos do Manaia - Os Trilhos Sem Fim estiveram Lá

por Trilhos Sem Fim, em 08.12.13

Como combinado pelas 8.15h os primeiros trilheiros (TSF) encontravam-se no Vale Gracioso, no estacionamento frente ao armazém fechado, junto das bombas de combustível da GALP, no IC2 e próximo das instalações da BIKEZONE-Leiria.

A temperatura era baixa, e quem conhece o frio de Leiria sabe que -3ºC, nesta zona se fazem por vezes sentir mais que noutros locais.

Rumamos os escassos metros até à Bikezone para cumprimentar o anfitrião, e fizemos o compasso de espera até às 9:08h (hora a que foi dada a informação de marcha), cumprimentando os conhecidos que iam chegando e aproveitando o tempo para 2 dedos de conversa.

O sol já brilhava e ia aquecendo, visto que a velocidade de circulação era baixa e nem as subidas iniciais foram o suficiente para que ficássemos termicamente mais confortáveis… as mãos, ai as mãos…

Houve contratempos habituais deste tipo de passeios, nomeadamente fragmentação do grupo o que levou por arrasto a desvios momentâneos, dos que vinham mais atrás e perdiam o trilho. Por momentos apercebemos que os trilhos do Manaia não eram totalmente do seu conhecimento, mas tudo se resolveu. Os trilhos esses foram muito bem escolhidos e do agrado geral, sabendo que fazer passar uma centena de BTTistas em singletrack’s leva a compassos de espera.

Houve pequenas passagens que foram novidade para os TSF e que ficaram registadas. Teremos sem dúvida que repetir brevemente o percurso, com a ligação ao Parque Radical, porto de partida oficial dos TSF.

Quem saboreou o reforço, no regresso pelas 12:30h às instalações da Bikezone, disse que estava bom! Efetivamente após os cerca de 33Km e 700m D+ realizados e o ar fresquinho que se sentiu, terá sido reconfortante.

A BIKEZONE (Paulo Manaia, Ricardo Portela e demais colaboradores) está de Parabéns!

Domingo há mais para alguns, para outros antes na 5ª feira… (ou será na 4ºfeira com direito a pão com chouriço?!)

Boa semana!

D’Armindo

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publicado às 21:29

Trilho da Bezerra com visita ao Elias

por Trilhos Sem Fim, em 01.12.13

Depois de uma acesa discussão nas redes sociais sobre o destino deste Domingo, que é único, Dia da Restauração, decidimos visitar a Bezerra. Lugar serrano, cheio de história, perto de Porto de Mós.

Como sempre, tudo planeado: partida, reforços e chegada, sobretudo a chegada…

Iniciámos a jornada rumo à Ecovia da Bezerra, antiga linha de caminho de ferro, “O Ramal do Lena” ou o que resta dele. O comboio já circulou por estas bandas, vindo da Martingança onde entroncava na Linha do Oeste, passando pela Batalha, Porto de Mós, até ao lugar da Bezerra, de onde transportava o carvão explorado nas minas que ali existiram, juntamente com o das Barrojeiras (Alcanadas). Era o Caminho de Ferro Mineiro do Lena.

Para além de efetuar o transporte de carvão, das minas da Bezerra e Barrojeiras (Alcanadas) e de outras mercadorias, foi também muito importante para o comércio, indústria e agricultura da área. O comboio transportava passageiros, que faziam o transbordo na Martingança para a Linha do Oeste, em direção a Lisboa.

O caminho-de-ferro circulou por aqui, até aos finais da década de 40, deixando de fazer parte da rede ferroviária nacional no ano de 1950.

Seguindo o trilho do caminho-de-ferro em direção à Bezerra, fizemos a nossa primeira paragem junto do túnel, na Serra da Pevide, para aí podermos contemplar a extraordinária vista, sobre a área circundante, e dar tempo ao repórter para escolher o melhor ângulo. Ultrapassado o túnel, estendia-se à nossa esquerda o imenso vale, cavado entre as serras. Lá ao fundo o verde contrastava com o branco, a lembrar as baixas temperaturas deste dia frio, mas soalheiro, de dezembro. São cerca de 10 km a desfilarem, ao nosso lado, as belas paisagens da montanha austera, com o castelo romântico a espreitar lá no fundo.

No fim da pista, o encontro com a personagem mítica que no faz regressar à Bezerra sussurrando palavras como cabana, encontro de amigos, tainadas, escapadelas, fugas. Palavras envoltas no mistério da cabana do Elias. O próprio Elias. No cima da curta escada que nos ergue à casa do dito, lá estava a figura. O Elias em pessoa.

Sem mais demoras, motivados pela curiosidade de conhecer a pessoa, já que a fama vai longe, confraternizámos.

Depois de uma visita de cortesia ao pequeno palacete e da imprescindível degustação dos néctares, fomos caminho além.

Deliciámo-nos com os primeiros carreiros a descer. Subitamente, no topo, o Sítio do Elias. A frondosa mata de carvalhos protege esta preciosidade que me recorda as histórias de infância. Lembram-se da Anita no Bosque? Rui L, estou a pensar no livro…

Reiniciámos a descida. Agora sim, diziam. Vale a pena subir para depois sentir a adrenalina das descidas. E as pedras nas canelas! Diziam outros.

Mais vale nas canelas que no desviador, as canelas curam e o desviador custa 150 €! Exclamou o AL. AL, isso é feio.

Tão boa foi a descida, que resolvemos voltar a subir para novamente descer, com mais velocidade e ainda mais adrenalina.

Alguém prudente recorda, cuidado que duas vezes pelo mesmo local pode fazer mal aos ossos. Pois é, mas desta vez correu tudo bem, até o repórter ficou com um humor do melhor que já se viu, ou melhor, que já se sonhou!

Belo passeio com a beleza agreste da serra e uma paisagem difícil de esquecer. Curto mas adrenalinentoso (adrenalina+gostoso)!

Até domingo, num trilho qualquer.

Rui P

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publicado às 17:54


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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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