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Trilhos Sem Fim na rota da Maceira e Parceiros

por Trilhos Sem Fim, em 29.11.15

Dia grande para o btt dos Trilhos Sem Fim. Doze participantes partiram do Parque Radical em direcção à amazónia, na Maceirinha, mas quase que rumaram a Pombal. A atracção era grande, mas a possibilidade de chegarmos até às treze era remota. Para isso seria preciso uns de duas coisas: ou partir mais cedo ou aceitar chegar mais tarde. Não houve consenso e partimos em direcção a um dos dois melhores destinos regionais: a amazónia, claro. Tal  bolo, com a cereja da Senhora da Encarnação no topo, é, de facto, delicioso. Deliciosa foi a manhã e já no seu final comentava o RG que se tivéssemos ficado em casa não teria sido igual. Eu acrescento que não teria sido tão fantástica! E, perdoem-me os sessenta por cento de benfiquistas do universo dos meus amigos , mas não há como ignorar a máxima do adeptos sportinguistas: SÓ EU SEI  PORQUE NÃO FICO EM CASA. Hoje todos perceberam, se é que não sabiam já, que ficar em casa, em manhãs domingueiras como esta, não é de todo a melhor opção.

A manhã começou com uma investigação acerca do proprietário da loja de meias no Maringá, passou pelo café matinal nos bombeiros da Maceira (já uma tradição) e acabou, como vem sendo costume, no sítio do costume...

Durante a manhã concluiu-se também que não havia bodes expiatórios no grupo mas Alipio e José Cardinhos expiatórios. Foi uma certa folga para o primeiro a emergência do segundo. O primeiro já está habituado mas o segundo não gostou muito da brincadeira.

Para terminar, poderá dizer-se que foi uma manhã 1x2x3 ou 3x2x1, consoante os gostos. Falamos, claro, do crescente número de quedas de três dos nossos companheiros. Por ordem crescente tivemos RP com uma, CM com duas e JC com duas e meia, mas que passam a três para que este texto possa ficar mais interessante. A matemática autoriza...

Também ainda por ordem crescente tivemos três tipos de classificações por cada uma das melhores quedas : queda elegante (lateral direita e muito franca) de RP;  queda "abraçante" do CM que acabou abraçado a uma árvore no final da descida da Senhora da Encarnação e, finalmente, a queda "imobilizante" e que foi atestada com a óbvia fotografia e o testemunho deste cronista da treta, do JC no carrossel da Amazónia.

Nota final para o baldas CC que não perdeu a última etapa na CA, mas já vimos desculpas melhores para se ter furtado a pedalar...

Ficou ainda exarado em acta verbal que sim: NO PRÓXIMO DOMINGO IREMOS À CHIQUEDA. POR ISSO, SIGAM O BLOGUE E ORGANIZEM-SE... Em princípio eu irei mas não irei poder dar boleia (de bike) a ninguém. Por boas razões!

 Alípio Lopes

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publicado às 18:36

Trilhos Sem Fim nas Matas de Espite

por Trilhos Sem Fim, em 22.11.15

Hoje a chuva prometia mais do que a que tivemos. Em resumo, poderá dizer-se que foi uma chuvosa manhã, género light... Isso foi muito bom!
Há muito que o Ninho da Águia, na zona de Espite, não via tantos TSF a escorregarem pelos seus carreiritos que são parte dos domínios da nossa amiga Edite que nos presenteou com um opíparo Porto de honra na sua casa onde teve a preciosa ajuda do simpático marido e de ambas as filhas.
Mas o pior, ou melhor, dependendo do ponto de vista , estava para vir. O nosso repórter não podia mostrar tudo num quarto de hora de filme mas teve o sentido de oportunidade para registar alguns dos inúmeros deslizamentos e assentamentos. Houve-os para todos os gostos mas nenhum particularmente danoso. Consequências que poderiam ter deixado marcas não foram nem as pequenas quedas, nem os deslizamentos nem os inusitados abraços a árvores (com animais é bestialidade, mas com árvores ainda não há substantivo adequado...); foi a perda temporária da aliança de casamento do RL que, felizmente, foi recuperada no final da manhã.
Se há duas semanas passámos na localidade ouriense Mulher Morta hoje foi a vez de passarmos noutra localidade parcialmente homônima, Burra Morta. Nomes curiosos que mereciam ser estudados com mais detalhe.
Bem lá no ponto mais alto taivez possa começar a chamar-se o lugar do homem caído, ou do Hélder caído...
Foi manhã de muitos singles e quase todos demasiado técnicos; de ribeiras, todas com água e de muitas pontes e passadiços, algumas algo arriscadas.
A manhã, deverá recordar-se, começou algo atribulada e acabou a modos que atrasada, dado o adiantado da hora, mas ainda houve tempo de um quarteto ter picado o ponto do "road book", paredes meias com o Parque Radical antes do regresso a casa. Para os nossos "morcegos" há mais na próxima quinta-feira e para os outros no domingo.
Sugere o cronista que sejam desde já avançadas propostas para o próximo domingo que não poderão incluir Pia do Urso, "pour cause"...

Alipio Lopes
XXII. XI. MMXV

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publicado às 17:48

Trilhos Sem Fim: Pia do Urso outra vez

por Trilhos Sem Fim, em 15.11.15

Já muito perto da hora de saída (8.30h) chegaram os trilheiros de hoje. Sem atrasos à hora usual estavam lá todos, a encaixar os sapatos nos pedais.

Enquanto se fez compasso de espera, falava-se de dores nas costas, ciáticas, bicicletas, e à hora combinada estávamos a sair. Hoje contamos com um companheiro novo, que se juntou a nós – Vitor Alves – para aproveitar os trilhos. Benvindo!

 

Apesar da fresquidão matinal, o dia rapidamente pôs-se em condições para um excelente dia de BTT. Muito sol continua a permitir o uso de manga curta e calção

Seguimos via Fontes, no entanto antes de chegar ao Reguengo do Fetal, fizemos desvio, encontrando a subida à pedreira já ameia ladeira. Seguiu-se posteriormente a subida às antenas (sim – aquela subida a pique, à direita, a seguir à pedreira).

 

Alguns singles, estradões em pinhal e antes das 11horas chegávamos à Pia do Urso (destino escolhido pois no passado ano foi destino neste mesmo fim-de-semana). Antes no entanto houve separação de 2 elementos do grupo que optaram por fazer chegada via estradão alternativo.

Na Pia, foi momento de descanso, banana, café e pastel de nata. Para o nosso director foi também momento de colocar em dia a “leitura”, recorrendo para o efeito a revistas que por ali se encontravam… algo que pontualmente aproveita para fazer naquele local… com partilha da “informação” comentada com os demais.

 

A saída daquele local foi via trilho dos moinhos, encaminhando-nos em direcção à Chainça, junto da auto-estrada. Foi nesse local que 2 elementos por necessidade de estarem mais cedo em Leiria se separaram do restante grupo, seguindo via Vale Maninho a bom ritmo.

Os demais seguiram igualmente a bom ritmo junto ao IC9, e posteriormente para Torrinhas, rumo a Leiria, rematando a volta no Armando, para reposição de electrlitos.

 

Em suma, dia de bom BTT, em dia de Sol, camaradagem e boa conversa – mais resumidamente em registo TSF!

5ª feira há notura pelas 20h, domingo da próxima semana mais BTT pelas 8.30h!

Boa semana!

D'Armindo

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publicado às 18:00

Amanhã vamos à Pia, já assim foi o ano passado!

por Trilhos Sem Fim, em 14.11.15

Como decidido amanhã vamos onde fomos o ano passado na mesma data, por isso é dia de pastel de nata e de ginginha na Pia, e quem não for, faz figura de Urso, o tal, o do lugar da Pia :)

 

CC

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publicado às 18:32

A última vez foi em 2014, já lá vai mais de um ano. Coincidência das coincidências, nessa ocasião, foi marcada a nossa presença em torno de uma deliciosa e inofensiva garrafa de ginja do castelo... e hoje também.
À ida, trepámos pelo Vale Maninho em piso muito escorregadio e acabámos por desembocar na Chainça, não sem antes treparmos pela famosa subida - que depois da manhã de chuva e de arrumação da lenha do Cláudio- é agora, depois de devidamente lavrada pela enxurrada, muito mais divertida para a prática do btt.
À saída do Parque Radical, cerca das 8.30, houve tempo para sete trilheiros (AL, CC, RL, JC, RM, AF, HM) lamentarmos que o nosso amigo RG não pudesse ter-nos acompanhado dado que queria muito ter podido . Serviço é serviço, conhaque é conhaque! No caso, serviço é serviço, ginja é ginja. Hoje ao RG não lhe saíu nem a fava nem a ginja: saiu-lhe SERVIÇO. É a vida...
À saída, mais propriamente na subida da Curvachia, o HM ainda anunciou a desistência porque a corrente da sua máquina insistia em não permitir passagem das mudanças. O AF mandou-o subir até perto da cada do pai do CC e num ápice resolveu o problema! Será caso para dizer que quem tem o AF não pode baldar-se de ânimo leve.
Mais lérias, menos lérias, chegámos ao "chateaux", pedimos a garrafita, batemos umas chapas que eram para serem proibidas porque há quem viva mais ou menos perturbado por certas bocas, mas, após rápida discussão, cumprimos o desiderato que agora pode ser verificado nas fotos publicadas.
Ao regresso, com passagem pela localidade Mulher Morta, tivemos de lidar com uma aborrecida fuga de "slime" de uma das rodas do JC e após duas ou três sessões de bombagem lideradas pelo HM, a última das quais na Melroeira (onde estava a ser preparado um almoço de chicharo e onde pedimos reforço de água).
Abalámos a toda a brida em direcção ao Arrabal, vida Vale Grande, onde deixámos o Cláudio, e rumámos pelo estradão para o Soutico donde descemos a cerca de 50 quilómetros horários direitinhos ao último ponto de controlo antes da chegada ao Parque Radical, quando eram quase 13.00. Terminada que foi a última etapa regressámos às nossas famílias para gozarmos uma magnífica tarde de verão de S. Martinho, mas muito mais quente que há alguns anos... A manhã foi quase escaldante e só um de sete usava calças.
Na próxima semana talvez passemos pelo castelo de Leiria.

Alípio Lopes
VIII-XI-MMXV

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publicado às 20:53

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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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