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TSF - Voltinha pela Curvachia, Maunça e Torre

por Trilhos Sem Fim, em 31.01.16

É no Parque Radical em Leiria, às 8h35 que se inicia o ritual domingueiro para muitos dos TSF’s, e assim foi hoje, mais uma vez. Fomos nove à partida, mas dez à chegada! Arrancámos em direcção à Curvachia e subimos pela subida dos telhos e depois pela subida da areia e depois pela subida quase até à casa, mas depois descemos para a Tosel, e o Grazina sempre no nosso encalço. Diz que tem andado destreinado, mas pelos vistos, isso já é passado, pois hoje nunca se deixou ficar para trás!

Inicialmente o ritmo estava baixo, parece que não apetecia pedalar a ninguém, e só a Paula e o Leonel tinham razões para isso, pois ontem andaram mais de 50Km aos Abutres e claro, cansaram-se… eles não são bichos fáceis de apanhar! De modos que hoje tivemos de puxar por eles :). Aos 8Km fomos cravar um cafezinho ao companheiro do Arrabal, ali na pastelaria Beira Lago, e o café deve ter sido bom, porque ganhámos vontade e vai daí de subir até à Lagoinha e descer pelo single track espectacular até ao Vale Maninho, e volta a subir até à Maunça, de tal modo que ainda antes dos 20Km já tínhamos mais de 600m de acumulado, e o Grazina sempre ali mesmo atrás, a não dar oportunidade para descansarmos. Na Maunça cruzámo-nos com 2 amigas da Paula que sem GPS andavam um pouco à nora.

A descida até à Torre foi feita com gozo mas dando sempre oportunidade ao nosso repórter, que hoje, e para que fique registado em acta, não foi devidamente identificado com as braçadeiras que se impõem, foi-lhe feita a advertência para que esta falha não se repita! Descemos ainda aquele trilho escorregadio após o poste de media tensão no Rio Seco. Já quase na Reixida, e porque ainda era cedo, optámos por fugir do alcatrão virando à esquerda pela encosta, subindo e descendo, aproveitando esta bela manhã de BTT, nem muito frio, nem chuva, apenas alguma lama para dar mais gozo e claro, acabámos no Armando, com a companhia do décimo elemento de hoje, o dorminhoco do Rogério, que se deixou adormecer e perdeu esta bela manhã de BTT.

E assim se cumpriu mais um ritual domingueiro em boa companhia e a fazer o que gostamos, com praticamente 40Km de satisfação e 800mD+. 5ªfeira à noite à mais, mas desta vez num registo diferente, com partida e chegada na Curvachia!!!!

 

Cláudio Costa

 

20160131 - TSF

 

 

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publicado às 19:53

Trilhos Sem Fim e o Passeio da Boa Vista

por Trilhos Sem Fim, em 24.01.16

A pedido do nosso colega Claudio C, onze TSF’s decidiram participar no passeio da Boa Vista, organizado pelos Fuleiros da Muchela. Eram oitos horas, começaram a chegar os elementos TSF’s, junto ao campo de futebol da Boavista. Com medo de tirar os casacos lá se foi preparando os dorsais e as respetivas máquinas.

Chegada a hora da partida, prestou-se um minuto de silêncio em memória ao Tiago Peixoto Valério, vítima de atropelamento na noite de quarta-feira, ocorrido em Loureira, freguesia de Santa Catarina da Serra.

Às nove e qualquer coisa, lá partimos em direção a Agodim com pequenas subidas para começar aquecer. Sobe aqui, desce ali, sobe desce, sobe à mão, atalha-se ali (para alguns) e nos cruzamentos, lá estava o nosso fotógrafo Artur a registar os momentos para posteridade.

Algures para os lados do Feijão, uma pequena paragem para o reforço e dois minutos de conversa. Repostas as energias, partiu-se em direção a Lagoa da Pedra ….. Palmeira …. Longra ….. Fonte do Oleiro com subidas e subidas decidas e alguns trilhos técnicos.

Chegado ao destino com 38Km e mais de 1000m de acumulado, tínhamos o almoço preparado pela organização. Uns mais adiantados e outros nem por isso, almoçamos um caldo verde ou sopa da pedra, consoante o gosto de cada um, e uma BIFANA (sendo a Boa Vista terra do leitão). A organização ofereceu uma variedade de bolos calóricos para reposição dos níveis de açúcar.

E assim se passou mais um dia de BTT em boa companhia.

 Graza

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publicado às 18:52

Trilhos Sem Fim, o passeio à Fórnea

por Trilhos Sem Fim, em 17.01.16

Quando soube que iriamos à Fórnea formou-se um misto de sentimentos: Voltar a ver aquela beleza impar, percorrer aqueles vales mudos mas cheios de sons, cheirar todas as fragrâncias que conseguirmos detectar, mas ao mesmo tempo subir algumas "terríveis" subidas que iriam pôr-nos à prova.
Eram 08 da manhã quando partimos para Porto de Mós, onde iniciaríamos mais um trilho "domingueiro". Começamos por percorrer algum alcatrão até Ribeira de Cima, entrando logo de seguida no trilho pelo vale. Começamos por percorrer esse trilho acompanhando por algum tempo um pequeno ribeiro que corria em sentido contrário - Sortudo: nós a subir e ele a descer :)
Aliado ao ar um pouco gelado que se fazia sentir, tivemos ainda direito a "molhar a meia" quando atravessamos o ribeiro.
Mais alguns quilómetros à frente fomos à procura da nascente do tal ribeiro e da muito falada cascatas.
Já à entrada da Fórnea, encontramos uma tímida cascata que teve alguns visitantes pousando para uma foto de grupo. Aqui, ainda tivemos tempo para voltar a apreciar a beleza de um fenómeno geológico (se quiserem saber mais, procurem no Google), e de alimentar um pouco esse vício de ir à procura de caixinha de plástico. Pois é, não poderia faltar a caça às Caches!
Deixando a Fórnea para trás, seguimos em direcção ao Vale da Canada, passando nas costas de Alvados. A ideia seria subir a serra e voltar à Fórnea pela parte superior da encosta. Assim, chegamos ao que mais temia: uma subida que parecia não ter fim. Quase conseguia ver a cor dos meus pulmões. No entanto, a rapaziada que já tinha chegado lá a cima, gritava para incentivar os mais atrasados. O que eles não sabiam, e fica aqui a confissão, é que durante a subida parei algumas vezes para recuperar o folgo e apreciar a vista magnifica que se prostrava à minha frente.
Chegado lá em cima, foi a "hora da banana" e de mais alguma coisa, como veremos mais adiante.
Já recuperados da "dura" subida, tivemos uma visita, ainda que fugaz, de um grupo de praticantes de Trail.
Terminado a pausa, lá iniciamos o trilho pela encosta. Este "single track" merecia algum respeito, fazendo com que o percorrêssemos com o nível de adrenalina e atenção no máximo. Do lado esquerdo tínhamos a serra, mas do lado direito uma ravina, que não sendo a pique, tinha inclinação suficiente para fazer rebolar alguém que caísse do trilho. Aliás, dois colegas chegaram a "tentar a sorte", para um deles não fosse um ramo de alecrim e poderíamos ter um "caso sério".
Estávamos próximos a chegar à Fórnea, desta vez por cima, quando um colega deu por falta das chaves do carro. A tal "Hora da banana" trouxe-nos uma prenda inesperada: repetir o "single track, mas desta vez a subir (ok… era subida ligeira).
Achadas as chaves, lá fizemos o caminho inverso de volta para os carros.
Foi uma manhã que valeu o esforço...

Carlos Máximo

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publicado às 18:44

Trilhos Sem Fim e Leiria 360º

por Trilhos Sem Fim, em 10.01.16

Éramos oito, às oito e trinta no Parque Radical, absolutamente cientes de que teríamos de transportar equipamentos de protecção contra a chuva. Que ela ameaçava... Mas isso acabou por ser usado durante pouco tempo.

Treta daqui, léria dali, com propostas várias foi a do Rui G que prevaleceu e foi levada até ao fim apesar de algumas propostas posteriores para desvios eles não foram permitidos devido à tenacidade do propositor.

Já fizemos de tudo. Já percorremos distâncias muito superiores; já fizemos acumulados mais elevados; já tínhamos estado em todos os lugares que hoje percorremos mas nunca tínhamos feito a completa circunvalação à cidade de Leiria com passagem em todas as freguesias periféricas e em algumas um pouco para além dessa linha.

Rui P, Rui P, Cláudio C, Rogério M, Carlos M, Carlos G,  Artur F e Alípio L armaram-se em Fernão de Magalhães do pedal e fizeram a primeira circunvalação a Leiria dos TSF. Uma verdadeira mini-maratona de 360 graus no sentido contrário dos ponteiros do relógio, com cerca de 900 metros de acumulado e um pouco mais de 50 quilómetros.

Estávamos algures em Santa Eufémia quando ocorreu o único amuo do nosso companheiro amuado oficial que logo passou e se deveu a uma pequena cisão no grupo.

Não foram registados nem incidentes nem acidentes. E isso foi muito bom.

Em Regueira de Pontes ficámos a saber que no dia 24 iremos participar num evento lá para os lados da Boa-Vista pelo que já não haverá voltinha aos Mouratos que fica, assim, adiada sine-die.

A última etapa na cervejaria Armando foi cumprida mas curta...

Também  mais uma vez e pela última vez, ficou assente que se não houver maior participação de todos os companheiros a comentar estes textos, deixaremos de ter os MEUS textos até porque são sempre incompletos e precisam de ser completados. Porque quem escreve gosta de perceber que é lido e se nem os que participam semanalmente passam no blogue isso é mau; se passam e não dizem nada é, para mim, ainda pior. Se for assim terá que arranjar-se alguém para me substituir nestas ocasiões...

 Alípio Lopes

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publicado às 20:40

BTT e Humidade... ao domingo!

por Trilhos Sem Fim, em 08.01.16

Quem comparecerá no próximo domingo, pelas 8.30h no PR?

Penderá a faixa etária para o lado dos Trintões ou para o lado dos Sexagenários?

Tudo incógnitas a ver respondidas no próximo domingo, Aparece e Confirma por ti.

 

Até lá!

 

bike.jpg

 

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publicado às 13:00

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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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