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Trilhos Sem Fim passeiam no domingo de Páscoa

por Trilhos Sem Fim, em 27.03.16

Pelas 8.30 hora ajustada ao horário de Verão, apenas comparecerem 3 trilheiros  diga-se veteranos TSFs que não quiseram faltar ao compromisso dominical de praticar BTT pelos excelentes trilhos da região. Saimos  na direcção mais  habitual ou seja em direcção ás nascentes do Lis  sem rumo definitivo, porque tínhamos tempo para avaliar  quem pretendia subir muito  ou pouco . Foi o AF que escolheu seguir-mos pelas nascentes até Pé da Serra e depois subir até ao topo da Senhora do Monte.

Estava uma manhã com sol e assim fomos em ritmo calmo conversando e apreciando a natureza. Tal foi a apreciação da natureza que conseguimos parar e ficar a avaliar a capacidade de manobra de um insecto  chamado  abelhão/zangão de dimensões fora do normal  com uma aerodinânima /tecnologia deveras avançada pois conseguia ficar parado a planar fazendo um zumbido tipo helicópetero e de repente descolava a uma velocidade estonteante que nos deixou a reflectir como seria complexa toda aquela mecânica de helices e asas. Como não havia nenhum dos engenheiros TSFs para explicar tal construção continuamos a pedalar até atingir o cimo da Senhora do Monte .E aí chegados mais uns  momentos, não de reflexão, mas de recordação, recordar que foi neste local que alguns dos presentes viveram no século passado momentos de paixão e amor chamados de rapidinhas . Estas recordações abriram o apetite e decidimos ir na busca de pastéis de nata , rumamos a Fátima, através de trilhos do Casal do Meio , mas a dita pastelaria estava fechada.  Na rotunda encontramos  alternativa com amêndoas e pastéis.

Regressamos pela Torre descendo os trilhos paralelos ao IC9 terminando no local habitual pelas 12,15 e ainda fomos refrescar as ideias com uma pretinha que foi oferecida pela gerência  por ser dia de Páscoa .

Cumprimos mais de 50 km e  regressamos a casa com o apetite de devorar  qualquer cabrito ou borrego que caísse na mesa.

Rui Gaspar

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publicado às 22:21

Trilhos Sem Fim o passeio em dia de feriado

por Trilhos Sem Fim, em 26.03.16

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publicado às 23:49

Trilhos Sem Fim riding in the rain

por Trilhos Sem Fim, em 20.03.16

A Chuva que teimou em cair durante a noite, fazia antever uma manhã de BTT bastante molhada, talvez por isso, muitos de nós tenham ficado na cama, mas se o fizeram, decerto se arrependeram!
Os que foram, e fomos 10, podem atestar isso mesmo pois foi uma boa manhã de BTT, todos nós levámos os oleados, mas logo os tirámos, água só a que vinha do chão, que nos permitia chapinhar na lama, e temos de aproveitar, pois diz que a Primavera já aí está.
Antes das 8h35, hora oficial de partida, juntaram-se a nós alguns companheiros já habituais dos Chou-Bikers e outros do “grupo” do Manaia, depois de uma breve troca de ideias foi consensual a decisão de seguir em direcção à Maceira, orientados pelo Rui Berran, seguindo um novo track, que de facto teve algumas variantes dos trilhos já nossos conhecidos. Na Maceira serpenteámos por aqueles trilhos e descidas que apesar de alguma lama, estavam bem cicláveis. O café e um excelente pastel de nata foram numa pastelaria/padaria que merece ser visitada novamente. No regresso a orientação foi da responsabilidade do Manaia, que nos mostrou alguns trilhos novos, sempre com cuidado de avisar que um ou outro… não era para nós descermos, e ainda bem que avisava! Pois nem a pé eram fáceis de fazer!
No regresso e passando em frente à casa do nosso amigo Alípio, não podíamos lá passar sem lhe dizer bom dia, até porque também tínhamos de lavar as transmissões das bikes de tão cheias de areia que estavam, obrigado Alípio pela mangueirada.
O regresso a Leiria foi feito a um ritmo mais rápido, pois desde o início da volta de hoje, que queríamos passar nos Marrazes onde decorriam as provas de XCO, encontrados alguns amigos e tirada uma foto com o logótipo de um dos nossos patrocinadores, rumámos para onde acabamos sempre as voltas de Domingo, o Armando, não sem antes presenciar algumas das actividades desta dinâmica cidade, a Aldeia da Saúde junto aos jardim e a arena do desporto na nova ponte. O resto já se sabe, foi a pretinha do costume a concluir mais uma bela manhã de convívio e de BTT, claro, só para os que não ficaram na cama com medo da chuva.

 

Cláudio Costa

 

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publicado às 19:52

Trilhos Sem fim nas encostas da Maunça

por Trilhos Sem Fim, em 13.03.16

Já passava da hora marcada (8.35h), quando o grupo montou nas suas bicicletas.

 Haveria até então um período de test drive, ao sistema de transmissão, rolloff de uma das bikes.

O grupo de 9 trilheiros, rumou direito às Fontes. Aí foi enveredar por trilhos ascendentes, que nos levaram ao topo da Maunça.

 

O frio matinal nesta altura já tinha dado lugar ao sol quentinho, pelo que a caminho do topo foi-se aliviando a roupa em excesso. Por esta altura uma avaria, obrigou a uma paragem no topo. Troca de um rolete, um reaperto, e seguimos rumo a estradões e singles, que rapidamente pelo entusiasmo fizeram esquecer a dificuldade das subidas anteriores.

 

Lugar para 2 quedas, a primeira envolvendo 2 trilheiros antes da hora da banana e posteriormente uma após já no regresso a Leiria. Incidentes são acasos inesperados e neste caso foram-no de tal forma, que lembra o quanto pequenas distracções rapidamente nos surpreendem. Felizmente sem consequências graves.

O café foi tomado no grupo ACDR, em Casal de São Mamede.

 

Passagem por diversas Polja, o que suscitou dúvida sobre a sua origem.

“Polje (pl. polja) é uma depressão fechada ou aberta (no caso de se conseguir comprovar que já foi fechada) no carso, com dimensões consideráveis e vertentes com um declive acentuado e abruptas, com o fundo geralmente plano e coberto de terra rossaaluviões. A bacia de recepção tem uma drenagem endorreica e centrípeta. Podem permanecer secos, ser atravessados por um curso de água ou serem inundados permanente ou temporariamente. Com a subida do nível freático podem ser alimentados por exsurgências ou por ponors, que podem funcionar como sumidouros quando este volta a baixar. Por vezes têm hums, que são uma forma de relevo rochoso abrupto, isolado e disperso no interior dos poljes.”

 

Regresso a Leiria em bom ritmo, com o prazer proporcionado pelo óptimo dia.

Já próximo da cidade de Colipo, a necessidade de cumprir horários levou ao avanço de alguns elementos, sendo que terá sido assegurado a passagem de remate pelo local do Armando.

 

Fomos brindados com uma óptima manhã, do tipo que já tínhamos saudades!

Na próxima 5ª feira há nocturna e domingo, repete-se a dose…

 

Boa semana!

Até lá!

D’Armindo

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publicado às 19:03

Trilhos Sem Fim peregrinaram a Fátima

por Trilhos Sem Fim, em 06.03.16

DEFINIÇÃO DE RELATO

 http://www.priberam.pt/dlpo/Conjugar/relatar

 DEFINIÇÃO DE CRÓNICA

A crónica difere da notícia, e da reportagem porque, embora utilizando o jornal,  a revista, ou blogues como meio de comunicação, não tem por finalidade principal informar o destinatário, mas reflectir sobre o acontecido. Desta finalidade resulta que, neste tipo de texto, podemos ler a visão subjectiva do cronista sobre o universo narrado. Assim, o foco narrativo situa-se quase invariavelmente na 1ª pessoa.

Poeta do quotidiano, como alguém chamou ao cronista dos nossos dias, apresenta um discurso que se move entre a reportagem e a literatura, entre o oral e o literário, entre a narração impessoal dos acontecimentos e a força da imaginação. Diálogo e monólogo; diálogo com o leitor, monólogo com o sujeito da enunciação. A subjectividade percorre todo o discurso.

A crónica não morre depressa, como acontece com a notícia, mas morre, e aqui se afasta irremediavelmente do texto literário, embora se vista, por vezes, das suas roupagens, como a metáfora, a ambiguidade, a antítese, a conotação, etc.

A sua estrutura assemelha-se à de um conto, apresentando uma introdução, um desenvolvimento e uma conclusão.

 Tal como aqui disse, recuso-me a continuar a fazer crónicas que não sejam suficientemente glosadas e, comprovadamente, lidas. Ler e glosar uma crónica significa comentá-la. E, comentários, no sentido mais lato e democrático do termo, sem nenhuma espécie de necessidade de aplauso ou bajulação. Já disse que não é isso que quem escreve por gosto exige e deseja. Como se subentende pela explanação supra citada uma crónica contém emoções mas um relato não. Uma acta, muito menos... Crónica oferecemos a quem gostamos mas relatos são para todos, incluídas as prostiputas!

Assim, passado e lido (?) este intróito proponho-me fazer um relato austero, e não ainda uma acta,  para que não possa ser acusado de ter responsabilidade na interrupção de narrativas domingueiras de que não há memória  desde há oito anos. Aos dez irá haver festa?

 

Assim:

Às oito e trinta, apresentaram-se no PR nove trilheiros, sendo sete deles adeptos do clube de bairro que agora lidera o nosso campeonato, um lagarto discreto e outro que só não foi linchado porque não havia ali fogueira alguma. A primeira das três vitórias lagartas por ocasião da ida a Vinhais estava-lhes atravessada no goto. Já estão aliviados...  Saíram em direcção a Fátima na mira de um famoso pastel em forma de coração e, ali, reuniram com o décimo elemento e posaram para a photo (en français) posto o que houve lugar a foto individual para o uso que a cada um aprouver, disse ele, o fotógrafo...

A direcção escolhida foi a mais enlameado que conhecem: subida da Curvachia até à Tosel. Da Tosel derivaram para a esquerda e fecharam o anel, ao regresso, de novo pela Tosel mas com atravessamento do super-escorregadio Vale-Maninho. Para manterem o ritmo razoável de escalada subiram daí até ao alto da Curvachia que desceram em ritmo vertiginoso e saltitante até terminarem, como habitualmente, na CA. Quarta-feira haverá evento extraordinário na baixa de Leiria. Os interessados deverão contactar a direcção para mais informações. Pese embora tratar-se de relato, e não de crónica, abre-se uma excepção para registar o regresso de HM, o anúncio de que o CG vai voltar às nocturnas, a ausência de JC e uma avaria antes da ordem do dia do nosso companheiro CM  (que não lê nem  crónicas  nem  relatos) e agora já não fura mas precisa de mudar elos à corrente mesmo antes de se escarranchar na sua montada com rodas...

 Alipio Lopes

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publicado às 17:05


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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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