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Saímos nove trilheiros do PR para o último grande treino antes da aventura da travessia da GRZ – Grande Rota do Zêzere.

Rumámos às Torrinhas para atacarmos com galhardia o marco geodésico da Maunça saindo daí para mais uma visita aos pastéis com canela da Pia do Urso. Regressamos a um ritmo muito acelerado via Fontes e Reixida e cumprimos etapa da CA com distinção sete dos nove que fomos à partida porque dois companheiros saíram um pouco mais cedo.

Quando passávamos nas imediações de um colégio em Fátima fomos levados a discutir os contratos de associação e pode concluir-se que a maioria defende três coisas: 1) a escola pública de qualidade; 2)a existência do ensino privado alternativo; 3) o direito de todos os pais a escolherem livremente e a pagarem quando optarem pelos colégios privados.

Depois do QPM, da manhã de quinta e de hoje alguns de nós perfizeram, em pouco mais de uma semana mais de 180kms de Btt.

Para quem não vai à GRZ domingo voltamos ao PR para mais uma manhã nos trilhos e fora dos eixos... Foi o que hoje aconteceu ao DA sem consequências.

Alipio Lopes

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publicado às 18:24

Trilhos Sem Fim visitaram o Carril

por Trilhos Sem Fim, em 22.05.16

Se ontem no evento QPM eram treze, hoje á saída eramos meia dúzia… 6 é um número bonito seja a que dia for da semana.
A volta de hoje tinha objectivos diferentes para cada um dos participantes, e se para uns foi uma obrigação levantar e ir ter ao PR, para outro uma purificação do corpo e para outros foi o desporto semanal que nos une.
Saídos do PR em direcção ao teatro JL onde foi tirada a foto da praxe com o companheiro Carlos Vieira – que deu início a mais uma travessia desta vez Leiria – Argentina em biciclete – para em seguida rumarmos direcção Soutocico onde íamos comer o pastel de nata, e onde íamos deixar um TSF que tinha prometido passar a manhã em família… (a manhã não sei se passou mas a tarde posso testemunhar que sim).
Depois do Soutocico foi subir para visitar o Miradouro do Carril  que descemos a todo o gás em direcção ao Lapedo onde podemos visitar “o atelier de pintura” do menino.

Tendo a certeza que a reportagem fotográfica vai ficar boa resta-me dizer que o repórter falhou por duas vezes o melhor local para a filmagem mas vai certamente deliciar muita gente com o verde que a natureza dá, e que fizemos uma visita ao domicílio ao companheiro LC.

Como Quinta-feira é feriado a nocturna vai ser diurna

Boa Semana
Ruy Leitão

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publicado às 19:07

QPM – Quanto “Pior” Melhor

por Trilhos Sem Fim, em 22.05.16

Treze, foi quantos éramos à partida. Após o primeiro teste de resistência, dois companheiros melhor preparados zarparam em dueto e ficamos 11. Ainda antes do almoço aconteceu uma desistência por questões físicas, e o caso não era para menos. Ficamos dez até ao final. Descontado a hora de almoço, que teve mais de 60 minutos,foi uma prova das 8:20 às 20:20.

Após os primeiros doze quilómetros desatamos a trepar e a trepar e só descansamos (?) aos vinte e cinco. Subir muito, e pedra ainda mais. A primeira de três partes da subida levou-nos a um marco geodésico ou delta, como explicou o CM. A segunda levou-nos às antenas de telecomunicações e a terceira e muito sofrida parte permitiunos gozar singles, singles, e ainda mais singles do melhor.

Depois de uma aventura destas em paisagens deslumbrantes e idílicas o que conhecemos perto de casa muda de escala... Se considerarmos que entre os doze e os cinquenta e dois quilómetros praticamente não tivemos contacto com paisagens demasiado humanizadas em quadros naturais de rara beleza e aroma dá para perceber (a quem não foi ou conhece) que fizemos montes de Amazónias, Curvachias, Fontes e Galinheiros tudo de enfiada e com poucas ou nenhumas intermitências.

Havia vários trilhos devidamente identificados com o nome mas só recordamos o de quatro: Superfresco, Cascatas, Javali e ARCO DA VELHA (que foram quase todos!).

A primeira parte, até antes do almoço aos 52, foi bonita e dura pra burro mas a que se seguiu ao repasto, na zona de Fungalvaz, recomenda uma nova visita em dia a combinar. Se antes tínhamos tido quadros de belos e aromáticos no das Cascatas tivemos beleza envolta em magnífica sonoridade do chilrear de pássaros e mourejar de água límpida da ribeira. Um de nós aproveitou para despir e mergulhar e foi por essas e outras que demorámos um pouco mais que tantos prós que por nós passaram sem dar cavaco a outra coisa que não fossem as suas próprias máquinas e os seus desempenhos pessoais. Atitudes ambas respeitáveis atrevemo-nos a defender a nossa que ainda incluíu a visita de cariz religioso ao topo do castelo de Ourém, sempre devidamente montados. Todos! Desnecessário será dizer que passou a haver ali mais uma garrafa de ginja vazia.

De Ourém para Fatima os trilhos QPM indicaram-nos caminhos que não são habituais nas nossas idas para aquelas bandas mas são igualmente interessantes, senão melhores.

Não podia terminar esta croniqueta sem lembrar que uma ausência nos permitiu ouvir mais e melhor a natureza e uma presença nos providenciou, aqui e ali, música erudita desde Quim Barreiros a Marco Paulo, sem esquecer a do Variações que fala da relação conflituosa entre o corpo que sofre e a cabeça que não tem juízo. Os nossos corpos ontem sofreram bué!...

Alipio Lopes

2016-05-21 16.06.49 

 

 

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publicado às 11:32

Trilhos Sem Fim na Rota dos Odores

por Trilhos Sem Fim, em 15.05.16

Este foi o dia do Caga Lérias. Mal cheguei ao PR ouvi, antes de estacionar, que por castigo iria escrever a crónica. Está bem de ver que de castigo se trata... Não há como fugir. Só faltando Para não fugir muito à regra, a maioria dos nove que compareceram às oito e trinta no PR era esmagadoramente. Estão confiantes e já nem questionam ou admitem qualquer espécie de sobressalto. Tanto assim foi que poucos foram os que abordaram o assunto e somente o fizeram para desancarem o pintas que esteve à frente do seu futebol durante quatro anos dos últimos cinco. Na altura era bestial e quase percebia de cultura e belas artes e hoje é uma besta labrega que só fala bem quando está calado. A vida dá muitas voltas...

Como dois dos nove queriam chegar cedo não rumámos para a serra mas, tão pouco o fizemos para o mar... Optámos pelo meio termo e atravessámos a Mata dos Marrazes em direcção à Rota dos Odores, com passagem no Casal da Quinta, Memória, Santa Eufémia, Boavista e Quintas do Sirol. A partir daí regressaram dois ao PR e os restantes sete iam passar na zona do cemitério de Leiria para se certificarem se aos domingos, tal como em algumas quintas à noite, ali ainda se produz mel humano...

Houve um baptismo com uma Scott 27,50 que para além de servir para pedalar só lhe falta mesmo falar! Aprovada a máquina no seu harmonioso e funcional equipamento!

Houve direito a paragem num cruzamento algures na zona do Casal da Quinta onde o AF forneceu miolo de noz e o RM os seus famosos figos secos que foram servidos pelo AF que instruía assim o RM: eu abro e tu metes... Abriram e meteram e todos comeram!

No casal da Quinta, parámos para foto de família onde percebemos claramente quão mal é tratada a nossa língua pátria. Uma simples e pequena lápide de mármore contém três erros de palmatória ( SACRESTIA,OFERCEU E Á QUANDO SERIA À) De seguida parámos no CRCDCQ (Centro Recreativo, Cultural e Desportivo do Casal da Quinta), julgamos que é assim mas se não for será parecido. Essa agremiação, ao serviço do desporto e da cultura, viu esgotados os pasteis de nata que tinha à venda num ápice e ficámos a saber que ontem aconteceu uma festa (de despedida de solteiro) que cumpre o regulamento no que respeita à cultura... De tal forma se cultivaram que hoje não se via vivalma e o esgotamento dos pasteis não irá ser problemático. Durante o café o RG defendeu que as Finanças deveriam devolver o dinheiro sujo trazido pelo russo da direcção da UDL, por ser sujo e. Ao líder ser tolerado.

Para terminar o RG perguntou acerca de uma planta que encontrámos em zona húmida e designou de (EN) rabaça. E assim se passaram 40 quilómetros numa manhã de domingo que só por não ter tido chuva já foi do melhor. Quinta feira às oito há nocturna no PR e no próximo sábado haverá numerosa representação em Fátima sendo que no domingo também haveremos (alguns...) de pedalar.

Alipio Lopes

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publicado às 18:55

Perante a promissora convocatória de ontem, os TSF responderam mais uma vez à chamada, e pouco depois da hora habitual arrancaram 12 trilheiros ansiosos por mais uma bela manhã de BTT. E foi isso mesmo que tivemos! As fortes chuvas de ontem, deram tréguas durante toda a manhã, e hoje mal nos molhámos, nem a prometida lama.

A dúzia de hoje saiu do Parque Radical em direcção às Fontes, e a forte corrente do Liz antevia que valeria a pena ir visitar as suas exsurgências, que brotavam água como só nos dias imediatamente a seguir às chuvas se consegue testemunhar.

O destino da volta não estava ainda traçado, pelo menos este repórter não tinha ainda registo disso, mas fomo-nos encaminhando para o lado da Torre. Alguns temiam aquela subida de há umas semanas, mas o GPS de hoje, o Rui Gaspar poupou-nos desse desafio e fomos subindo mais suavemente até à Pedrulheira. A primeira paragem para o café não nos agradou, não havia pastel de nata pelo que fomos à já nossa conhecida pastelaria em são Mamede, junto à igreja. Nesta altura já tínhamos passado junto ao colégio, onde ainda eram visíveis os sinais da manifestação da sexta-feira. Como habitualmente nestas manhãs, não nos limitamos apenas a pedalar mas também a opinar e a discutir temos da actualidade, desde o financiamento dos colégios ao novo túnel do Marão e sua inauguração, eu lembrei-me de comentar alguns temas da minha última visita a uma feira no estrangeiro, onde também tive oportunidade de ver a tecnologia ao serviço do BTT, desde  bikes com motores, no quadro ou na roda, a bikes sem cassete, com “gearbox” mas à frente, quero dizer, no meio, e transmissão por correia e em vez corrente, e foi por esta altura que me me foi atribuída esta tarefa de escrivão, e com o compromisso de lavrar em crónica estes temas.

No regresso descemos pela pedreira até ao Reguengo do Fétal, onde já nos cruzámos com as marcações que julgamos ser da maratona do centro, no próximo domingo! Passámos pelo Rio Seco onde fizemos uma pequena reparação no caminho e fomos molhar os pezinhos na Ribeira da Várzea em Vale do Freixo. Era cedo e a descontracção era tanta que no regresso já a chegar às Fontes, o ritmo era lento, e nem o Rui P. tinha ainda “fugido”, o Carlos Máximo, ao contrário de toda a manhã, ia na frente e não lá atrás, e nem o Artur se ouvia! Também não havia pressa, afinal o Armando estava fechado.

Durante a manhã houve ainda oportunidade para o J. Cardinhos nos mostrar mais uns caminhos novos, anda a trabalhar bem este rapaz! E houve quem dissesse que hoje fomos muitos porque vinham à espera do prometido na convocatória, talvez, mas o Leitão negou-se! Teve receio!

 

Boa semana e se querem crónicas pequenas, escolham outro redactor!

 

Cláudio Costa

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publicado às 21:03

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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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