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Trilhos Sem Fim no passeio solidário da Batalha

por Trilhos Sem Fim, em 18.12.16

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publicado às 20:50

Trilhos Sem Fim e a Volta do fio dental

por Trilhos Sem Fim, em 11.12.16

No dia 8/12/16 alguém classificava a minha volta pelo litoral como a VOLTA DO FIO DENTAL, numa clara alusão à Praia... isso seria se fossemos um grupo predominantemente feminino e não é o caso. E agora, ironia das ironias, fomos também à Praia que é uma  volta onde nunca nos cansamos demasiadamente mas onde também nunca descansamos...

Bem que tentei furtar-me a escrever mas debalde... o escrivão do dia oito devia tornar-se escrivão crónico mas não aceita e foge com o rabo da seringa sempre que pode. Não está certo. Para mais quando alude ao desalento que consiste em escrever ou para surdos ou para leitores apáticos que nem um ponto se dignam escrever em comentário.  Mas, atenção!, não fui eu que disse...

Se a memória não me atraiçoa éramos dez à saída do PR em direcção a um percurso que é enganador como o raio que o parta ou a senhora que o pariu! Não subimos muito mas também nunca descemos e se a velocidade máxima quando trepamos a Maunça chega a roçar os sessenta aqui não passa muito dos trinta.

Saímos pela Polis em direcção à Ponte das Mestras (terá existido ali alguma escola ?) e antes de chegarmos à Ponte da Cabreira já o RL e o HM traquinavam a chafurdar nas muitas poças de água. A manhã não foi outonal antes primaveril mas o senhor Trump acha que aquecimento global, o degelo e a poluição são uma invenção táctica dos chineses...

Dali em diante foi sempre a dar-lhe (e a conversar em duas ou três frentes) até ao balão da EST. Tivemos workshop de como funciona um dique inteligente (com autómato) e insuflável para a gestão dos fluxos de água de rega dos campos do lis. Isto é a nossa vertente cultural... que nunca abandonamos mas, ainda aqui, na parte cultural, percebemos todos como se designava o amontoado de terras longitudinal com o rio (MOTA - Aterro ou dique à borda de um rio, destinado a impedir inundações. = AMOTA, MARACHÃO

"mota", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/mota [consultado em 11-12-2016]).

Chegados à Vieira levávamos pouco mais de sessenta metros de acumulado . Com tantas poças de água o percurso foi até aí mais engelhado na horizontal que na vertical! Mas depois do café na CUBANA é que foram elas. Para quem julgava quero Pinhal  Leiria nacional era tudo Iisinho desenganou-se a acabámos na mínima da avózinha.

Saídos do ponto mais alto ( posto de vigia florestal) acelerámos por uma estrada com bastantes vestígios de cascalho com alcatrão. Quando eram onze e trinta descolaram para regressarem mais cedo aos seus lares dois Ruis, o P e o L e desta raça de nomes só permaneceu o G que teve o privilégio (na companhia de outros sete que não são R) de ainda descobrir um pequeno trilho single em Amor e de ter dado a volta ao cavalo na Gândara dos Olivais, junto à linha, por estar fechado o caminho que o ZC tinha escolhido. Volta que é volta é assim!

Depois foi o costume, sempre a abrir pelo Polis até ao PR mas, antes, sete dos oito, que o escriba atalhou, subiram à Senhora da Encarnação (percurso religioso...) onde o HM teve oportunidade de fazer jus ao nome e evitar fazer companhia a este que escreve e ao outro que recupera no HSA. As melhoras para o PS que tem ali um osso duro de roer... e percebemos - já na CA - que o HM tem dois seguros distintos para ciclistas e o PS tem o melhor! Bom nestas horas de infortúnio, que homem prevenido vale por dois e o seguro morreu de velho mas o PS coadjuvado pelo HM não brincam em serviço! Hoje o PS não terá muitas visitas porque temos o derby dos derbys e nem lhe desejo boa sorte nesse desiderato. 

Para a semana outro escrivão estará de serviço que este militante das causas de ciclistas irá demandar o Natal Solidário da Batalha. E não irá sozinho... pela primeira vez.

Alipio Lopes

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publicado às 18:58

Este feriado, 8 de dezembro, é o dia da padroeira do Reino de Portugal desde 1646. os TSF como bons devotos comemoraram da única maneira que o sabem fazer, circulando.

Esta manhã amena de dezembro permitiu o encontro de alguns Chou-Bikes e outros tantos TSF. Queria-se um passeio relaxante, sem grandes subidas e com horário de chegada agendado para as 12:30.

Caranguejeira é sempre uma boa opção quando o objetivo é pedalar e apreciar as fragâncias da natureza. Para os mais distraídos, que apreciam apenas o efémero e dão importância ao fulgurante odor, passa-lhe ao lado uma carga histórica rica e extensa deste local.

A história da Caranguejeira perde-se nos tempos. Existe prova da presença humana, pelo menos desde o Paleolítico, como o atestam os achados arqueológicos do Vale do Lapedo com mais de 25.000 anos. Só os mouros, por volta do século XII, fizeram com que estas terras ficassem desertas, havendo necessidade de proceder ao seu repovoamento, o que aconteceu com sucesso, atendendo a que a 19 de abril de 2001 foi elevada a vila, a Vila da Caranguejeira.

Continuando o passeio, podemos observar, do alto do Leão, um vale verdejante onde corre a ribeira da Caranguejeira. No meio da mancha verde de pinhal, a perder de vista, que povoa a Serra da Caranguejeira, avistámos a brancura do casario e logo ali o autocarro, sempre estacionado, onde tomámos o aromático café expresso.

Sempre com calma, fomos regressando a Leiria. Vencendo um ou outro declive, chegámos ao planalto. Pelos trilhos, atravessados pelas raízes dos pinheiros, chegámos à Quinta de São Miguel. Ficou o desejo de a atravessar, não fosse o medo do cão e a falta de autorização do proprietário.

Visitámos uns amigos, o Amílcar e esposa, verificámos a qualidade do seu produto e ficámos a saber que é difícil trabalhar enquanto outros se divertem.

Finalmente o Castelo de Leiria. Pela porta dos castelinhos chegámos à sua entrada de armas. Os mais afoitos ultrapassaram-nas e logo se tentaram dirigir à torre de menagem. Tal não é possível! Antigamente, no tempo do Rei D. Dinis, tínhamos que usar as armas, agora são os euros. Podemos conquistar, mas isso tem um preço. Deve ser por isso que está cheio de visitantes leirienses. Pensei que já estava pago. Malditas PPP.

Por fim, soubemos do acidente de um TSF. Fomos à porta do Hospital e desejámos as melhoras rápidas ao companheiro Pedro.

Terminado passeio, ficou a sensação de uma manhã bem passada. Domingo vem já aí.

Rui P

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publicado às 17:24

Trilhos Sem Fim no Cabeço da Andorinha

por Trilhos Sem Fim, em 04.12.16

Mais uma vez os TSF's responderam ao desafio e compareceram no Parque Radical à hora habitual. Formámos um belo grupo, animado e bem numeroso, pois para além dos TSF's mais habituais contámos com a agradável presença dos colegas dos Chou-Bikers e de mais uns companheiros do pedal que por vezes alinham connosco.

 

Ninguém teve medo da chuva e fizemos muito bem, pois dela, nem sinal, apenas algum vento mas nada que nos mandasse abaixo. Desconfio que o São Pedro gosta de BTT pois tem-nos brindado com Sábados e tardes de Domingo chuvosas, mas não as manhãs de Domingo. Que assim continue, que nós merecemos!

 

Arrancámos então 18 BTTistas do PR já um pouco depois da hora habitual, pois apesar de ainda não pedalar, já se conversava e convivia muito. Orientados pelo Amílcar subimos junto ao quartel e daí subindo até perto do Perulhal onde acabaríamos por ser 19. Ora como bem sabemos, orientados por um companheiro dos Chou-Bikers, não era de esperar outra coisa se não subir, e assim foi durante os 4Km da subida da Andorinha, que grande subida interminável aquela! Depois de tal subida foi mais que merecido o café e o sonho que degustámos na pastelaria em São Mamede. Por esta altura já o Amílcar e o Rui Santos tinham rumado a Leiria, e uma vez lá no alto, já com todos nós a pensar em descer e em single tracks, fizémos o trilho do Moleiro, a grande descida seguinte e fomos visitar as nascentes do nosso rio, descendo aquele single track do qual não sei o nome, o que tem um gancho bem apertado à direita e que é bem bom de descer, e com a capa de lama que tinha hoje, foi descido como dizem os brasileiros, "com emoção". 

O resto já se adivinha, foi rumar a Leiria com a ideia bem definida de repor energias comendo tremoços e...

 

Conseguimos assim mais uma vez, aliviar o stress semanal e preparar o corpo e mente para mais uma semana de trabalho, que venha ela, novamente mais pequena para alguns, pois quinta feira voltamos a ter oportunidade de pedalar, de MANHÃ, e talvez se conquiste algum castelo!

 

Boa semana,

 

Cláudio Costa

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publicado às 17:44

Ao domingo pedala-se, faça chuva ou faça sol.

por Trilhos Sem Fim, em 03.12.16

Amanhã parece estar bom tempo para estar com os amigos TSF, ou seja, para andar de bicicleta.

Vamos ter chuva e vento que baste, já não precisamos de levar de casa, porreiro, vamos mais leves :)

 

Seremos prudentes e vamos tentar não cair, e os GPS do grupo que comecem a pensar em percursos sem muita lama nem muito vento! Hehehe.

 

Até amanhã, às 8h35 no PR.

CC

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publicado às 16:32

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Sobre nós

Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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