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Trilho da Maceirinha - 4 de Maio de 2008

por Trilhos Sem Fim, em 04.05.08
Neste domingo de Maio, dia da mãe, partimos bem cedo de Leiria com destino à Maceira. Era um grupo de 10 amigos, bem-dispostos e preparados para algumas horas de contacto com a natureza, em cima da sua bicicleta.
O percurso foi óptimo, com boas descidas e subidas suaves, que nos possibilitou a passagem por alguns ribeiros, ainda com água das últimas chuvas.
Neste Domingo encontrámos uma placa com a inscrição “NESTA CASA NASCEU AOS 12 DE NOVEMBRO DE 1855 AQUELE QUE VEIO A SER O GRANDE PORTUGUÊS MOUSINHO DE ALBUQUERQUE, HERÓICO MILITAR INSIGNE ESPÍRITO”. Ficámos perplexos, pensámos estar enganados. A tal placa devia ter sido colocada ali por engano. Curiosos, identificámos com facilidade aquilo que terá sido uma capela. Mesmo ao lado a casa da quinta, uma casa de grande dimensão, com uma arquitectura diferente daquela que se observa nas moradias antigas do local. Só podia ter pertencido a gente abastada. Na verdade, a casa pertenceu a Luís da Silva Mouzinho de Albuquerque, que nasceu em Lisboa a 16 de Junho de 1792. Foi militar, engenheiro, poeta, cientista e político português que se distinguiu nas lutas liberais e nos conflitos que marcaram a sociedade portuguesa na primeira metade do século XIX. Foi ministro do Reino durante a Regência liberal e por diversas vezes ministro e deputado durante a monarquia constitucional. Entre outras funções, exerceu os cargos de provedor da Casa da Moeda, capitão-general, governador da Madeira e inspector-geral das obras públicas. Foi pai de José Diogo Mascarenhas Mouzinho de Albuquerque e avô de Joaquim Augusto Mouzinho de Albuquerque. Este último foi o militar e administrador colonial, membro da Academia das Ciências de Lisboa, que todos nós conhecemos como Mouzinho de Albuquerque.
Joaquim Augusto Mouzinho de Albuquerque, nasceu a 12 de Novembro de 1855 na Quinta da Várzea, concelho da Batalha, tal como estava escrito naquela placa. A casa está em ruína. Será que aquela casa e a quinta não tinham valor para a nossa memória colectiva? (Veja AQUI as fotos da casa)
Finalmente chegámos à Maceira e deliciamo-nos com o single track que tínhamos em mente. Valeu o esforço.
Rui
 

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publicado às 21:48


6 comentários

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De Ricardo Martins a 04.05.2008 às 23:42

Algumas elações:

Subir custa, muito ou pouco mas custa.
Tomar café é sempre bom!
O nosso património continua a ruir.
Poucos gostam de água ...mas lama já gostam!
O "Mantorras" já está em cicatrização

Os passeios estão cada vez melhores e com trilhos cada vez mais espectaculares.

RM
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De Sérgio Ferreira a 05.05.2008 às 09:20

Sem Duvida que bela manhã...
Além do excelente convivio do contacto com a natureza e do prazer que dá andar de bike , este grupo está a enriquecer a sua cultura, como foi Hoje .
Este grupo trilhos sem fim é imparável e incomparável .
Estou feliz por fazer parte deste grupo.
Amigos vamos pensar no próximo .
Boa semana
Aquele abraço.

Sérgio Ferreira
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De Graza a 05.05.2008 às 12:11

Gostei de ver que há elementos que têm a preocupação de evitar a contaminação da ribeira com o “pé de atleta”.
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De Toni a 05.05.2008 às 17:05

No proximo dia 11 de maio vai realizar-se um passeio nas figueiras milagues 8.30 partida as 9.30
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De luis a 05.05.2008 às 17:16

Já começa a ser comum dizer isto, mas o que se pode fazer , "foi simplesmente espectacular ", só tenho pena, mas mesmo muita, muita,muita ... pena de quem não foi..
Já agora como viram o Mantorras já joga.
Até à próxima .
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De Rui a 05.05.2008 às 19:37

O Mantorras apesar de coxo joga bem, ... quando joga!
No próximo domingo é que não vou . . .

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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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