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Trilhos Sem Fim vão passear na serra

por Trilhos Sem Fim, em 04.07.16

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publicado às 11:40

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publicado às 20:07

As médias de participantes continuam a recuperar. Hoje fomos treze e ninguém vacilou perante o número. Todos acreditam mais na perícia própria e no treino que nos ditames de quaisquer destinos deterministas e pouco racionais. Prova disso mesmo é que há dias em que o número é diferente e há sobressaltos e hoje foi das manhãs mais tranquilas de Btt que poderíamos pedir.

É daqueles dias em que não ficou muito para dizer, para além de termos escapado à chuva que chegou a ameaçar.

Ainda assim, depois de mais de 40 kms e 800 metros de acumulado, cabe referir o seguinte: 

  1. Fazer provas extremas de mais de 160kms deve fazer muito bem, que o nosso director está fino como um alho, particularmente a subir, depois da esfrega que levou em Serpa no passado fim de semana;
  2. Que finalmente, apareceu alguém credível (mas ainda não ratificado...) para substituir o FC na função de segundo homem PRESS (sem direito a braçadeira!);
  3. Que A --------ICE e, quiçá melhor, a filha da p----, não tem limites na nossa região. O trilho que chega ao entroncamento que dá para o Reguengo (à direita) e para o Celeiro e Reixida (à esquerda) foi adornado com enormes calhaus que não permitem passagem normal. É uma pena que certas pessoas, invejosas da felicidade de terceiros, façam este tipo de coisas como se fossem donos do mundo e se sete palmos de terra não fossem suficientes para acabarem com as suas histórias de vida tristes, lamentáveis e infelizes. De facto, acabamos a ter pena de mentes tão fracas.

Chegámos à última etapa mais cedo do que é habitual. Esperamos pela nova jornada de quinta, para quem pode, ou de domingo sem faltas! A GRZ está à porta!!

Alipio Lopes

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publicado às 21:14

Volta do Panamá à chuva

por Trilhos Sem Fim, em 10.04.16

Os TSF andam a perder qualidades e desfasados da realidade. Na era PP não houve ninguém a aflorar o tema... Terá sido por temor? Isso não se sabe, mas que eles andam aí, andam. Não se falou de PP, mas discutiu-se o tema SLB/BM e os coelhos que não chegam porque têm sofrido do síndrome de morte súbita...

Às oito e trinta, quando já estávamos sete, houve o inevitável “puxão de orelhas” pela ausência aos últimos treinos deste que ousa escrever quando não tem outro remédio... Desta vez, fui apanhado por não ter ido ao blogue deixar comentários. Evitei esse tipo de visitas para aliviar a minha dor pela ausência involuntária. Deverá esclarecer-se, contudo, que se essa penalização fosse razoável haveriam alguns de escrever durante um ano quando arriscarem regressar. Deixo a quem por aqui passar o desafio de identificarem a quem quero referir-me.

Perante a enorme indecisão àcerca do destino arriscamos a sair do PR com chuva. Não foi o caso e apanha-mo-la bem chovida lá para os lados das Fontes onde nos abrigámos num belo alpendre de restaurante, apesar de alguns teimosos preconizarem que não deveríamos ter parado.

A paragem foi curta mas surgiram duas correntes, uma que pugnava pelo regresso a Leiria e outra, mais forte, que impunha que se assim fosse iria juntar-se a outro grupo e ainda simulou uma chamada telefónica. Ganhou. Convenceu-nos e acabámos a gozar um resto de manhã muito aceitável e quase muito interessante.

O grupo, composto por dois miúdos na quinta, três na sexta e dois na sétima décadas de vida trepou nos cândidos caminhos de areia grossa, escorregadia e vibrante dali até ao alto da Senhora do Monte onde adiante e à esquerda continuámos a malhar na mesma areia pelo trilho da “figueira” do nosso director que primou pela ausência por ter ido tirar um curso de alentejano a Serpa, durante 167 kms! Arre porra...

Chegámos relativamente cedo ao café do Arrabal onde degustámos um magnífico pastel com café e provámos, “for free”, filhoses negras de alfarroba que recomendamos vivamente.

Como era cedo decidiu-se rumar dali aos Cardosos, dos Cardosos à Brisa e da Brisa à CA. Nos entrementes, quando o RG descarregava uma bisnaga vitamínica, foi-lhe perguntado se o produto era vendido pelo Futre. Ficámos imediatamente a saber que um companheiro, que exigiu anonimato, tem para venda um pack por encetar que não será do Futre mas do CR7 e vale ainda mais porque o referido estimulante para a tosse  foi comprado a uma amiga dos TSF! Não resistiu à vendedora e comprou-o sem necessidade. É a vida... 

Alipio C. Lopes

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publicado às 21:27

Trilhos Sem fim nas encostas da Maunça

por Trilhos Sem Fim, em 13.03.16

Já passava da hora marcada (8.35h), quando o grupo montou nas suas bicicletas.

 Haveria até então um período de test drive, ao sistema de transmissão, rolloff de uma das bikes.

O grupo de 9 trilheiros, rumou direito às Fontes. Aí foi enveredar por trilhos ascendentes, que nos levaram ao topo da Maunça.

 

O frio matinal nesta altura já tinha dado lugar ao sol quentinho, pelo que a caminho do topo foi-se aliviando a roupa em excesso. Por esta altura uma avaria, obrigou a uma paragem no topo. Troca de um rolete, um reaperto, e seguimos rumo a estradões e singles, que rapidamente pelo entusiasmo fizeram esquecer a dificuldade das subidas anteriores.

 

Lugar para 2 quedas, a primeira envolvendo 2 trilheiros antes da hora da banana e posteriormente uma após já no regresso a Leiria. Incidentes são acasos inesperados e neste caso foram-no de tal forma, que lembra o quanto pequenas distracções rapidamente nos surpreendem. Felizmente sem consequências graves.

O café foi tomado no grupo ACDR, em Casal de São Mamede.

 

Passagem por diversas Polja, o que suscitou dúvida sobre a sua origem.

“Polje (pl. polja) é uma depressão fechada ou aberta (no caso de se conseguir comprovar que já foi fechada) no carso, com dimensões consideráveis e vertentes com um declive acentuado e abruptas, com o fundo geralmente plano e coberto de terra rossaaluviões. A bacia de recepção tem uma drenagem endorreica e centrípeta. Podem permanecer secos, ser atravessados por um curso de água ou serem inundados permanente ou temporariamente. Com a subida do nível freático podem ser alimentados por exsurgências ou por ponors, que podem funcionar como sumidouros quando este volta a baixar. Por vezes têm hums, que são uma forma de relevo rochoso abrupto, isolado e disperso no interior dos poljes.”

 

Regresso a Leiria em bom ritmo, com o prazer proporcionado pelo óptimo dia.

Já próximo da cidade de Colipo, a necessidade de cumprir horários levou ao avanço de alguns elementos, sendo que terá sido assegurado a passagem de remate pelo local do Armando.

 

Fomos brindados com uma óptima manhã, do tipo que já tínhamos saudades!

Na próxima 5ª feira há nocturna e domingo, repete-se a dose…

 

Boa semana!

Até lá!

D’Armindo

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publicado às 19:03


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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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