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ROTA VICENTINA - rota das Aldeias Históricas

por Trilhos Sem Fim, em 14.06.15

Note: For the Canadian couple we meet in Aljezur, and later at Carrapateira, please read the last sentence in English.

 

Domingo - 07.06.2015

 

Pelas 5.30h era recolhido o ultimo trilheiro de Leiria, com destino a Setúbal, mais concretamente ao cais do ferry com destino a Tróia.  Cláudio e seu pai, o Sr. Helder – nosso motorista, já haviam recolhido Artur e agora David.

Aquela hora, sem trânsito, a viagem feita pela nacional (para poupar classe 2) até à portagem de Aveiras foi muito rápida. Valeu mais este patrocínio da empresa EST, que com o empréstimo da carrinha tornou possível mais esta expedição, com o transporte de ida, quer no de volta.

 

Já na margem sul do Tejo, recolhemos o último trilheiro, Carlos a última “aquisição” e o nosso enfermeiro de serviço. A equipa de 4 efetivamente era muito versátil e polivalente na área de atuação/formação e trabalho, em comum apenas a roda 26’’ e o gosto pelo pedal.

  • Artur Fernandes – mecânico e repórter fotográfico – treck susp. Total, suporte com alforges;
  • Cláudio Costa – foi o navegador e quem preparou o percurso – trek susp. Total e atrelado Qeridoo;
  • David Armindo – logística de dormidas e repórter - KTM rígida e atrelado Extrawhell;
  • Carlos Rola – enfermeiro de serviço que se revelou pessoa de contactos ao longo do percurso – rockrider rígida, com suportes e alforges;

 

Pelas 8.10h estávamos junto ao Cais de Setúbal – Doca do Comércio. Tínhamos 20min para preparação das bikes e degustar generosos pedaços de bolo gentilmente feito pela mãe do Carlos. Que excelente peq. almoço temperador, para ganho de forças para o inicio do nosso percurso.

Pelas 8.30h já com o bilhete de grupo tirado embarcamos no ferry rumo a Tróia. A viagem curta foi muito agradável, feita pela fresca da névoa. Esta opção poupou o custo e tempo de deslocação do veiculo mais para sul. Revelou-se uma boa opção.

 

Com mais alguns veículos e ciclistas desembarcamos, na agradável Tróia, para sobre estrada iniciarmos a nossa jornada. Grande parte da primeira parte do percurso foi feita neste piso. Tendo em conta que a Rota Vicentina, propriamente dita só tem início em Santiago do Cacém, no nosso 2º dia, local onde pernoitaríamos neste primeiro dia.

Todo o percurso foi marcado pela grande distância entre os aglomerados populacionais. Só abandonaríamos o percurso de estrada, quando na localidade da Comporta, ingressamos nos campos de arroz. Antes ainda tivemos oportunidade de realizar uma cache, onde nos cruzamos com uma biker, com quem tivemos oportunidade de tirar uma foto e divulgar o grupo e blog.

 

Passamos por Carvalhal, prisão de Pinheiro da Cruz, Melides e Vale Figueira.

O almoço foi volante, daquilo que foi trazido de casa e comprado durante a manhã, num local com um grande charco e muita rã…  Foi aqui que cruzamos com outro biker solitário, da Mealhada, que iria fazer a rota ciclável da Costa.

O cruzamento com outros bikers e pessoas a pé na rota, a partir deste ponto foi muito esporádico. Até Santiago da parte da tarde apenas à a registar a passagem por uma única localidade (Santa Cruz).

A geografia foi muito amiga durante este dia, concentrando-se o grosso da altimetria de 865m, ao fim do dia de 75Km na chegada a Santiago. Vislumbramos já paisagens típicas do Alentejo.

 

Este dia foi marcado por uma paisagem bastante diversificada. Ao fim da tarde estávamos junto do Albergue Cova, onde após anunciados no restaurante do piso 0, com o mesmo nome, e um pequeno compasso de espera, pudemos instalar, arrumar as bikes, lavar equipamentos e tomar um duche.

Com baso no conselho do primo do Artur e após confrontados com locais fechados, e uma caminhada, acabamos por parar no restaurante Arco.

 

Com um atendimento mesmo à nossa medida, tomamos uma óptima refeição retemperadora, que acabou por coincidir numa mesa próxima de uma equipa que trabalhava numa produção televisiva “Jardins Proibidos”. Tivemos oportunidade de ver alguns actores/actrizes, e de tirar uma foto com a simpática actriz Maria do Céu Guerra.

De uma forma subtil… à saída do restaurante, “herdamos” um conjunto de garrafas de água e sumos para o dia seguinte. A hora de dormida foi atrasada pelos “bons vivans” que permaneceram ruidosamente no restaurante Cova até às 4h a.m.

 

Segunda-feira 08.06.2015

Neste dia combinamos acordar cedo, aproveitar a manhã do dia que se avizinhava muito quente, como fora o anterior. Pelas 5.30h, estávamos de pé. O nosso objectivo era começar a pedalar pelas 6.30h, e assim foi.

O extenso dia foi marcado pelo serrote, no sobe e desce constante ao longo dos 100Km da etapa e dos mais de 2000m D+.

 

Saindo da residencial, trincamos coisas que ainda tínhamos connosco para o peq. almoço, e subimos ao topo da vila ao encontro da placa que marcava o inicio da Rota Vicentina. Fotos da praxe tiradas com o nascer do dia, rumamos através das lindas paisagens serranas e alentejanas. Quem diz que o Alentejo é uma vasta planície, está efectivamente enganado, junto à costa há um aglomerado de elevações, que propiciam uma diversidade de paisagens, que alternam entre zonas desprovidas de sombra e vales com água e sombra abundante. O percurso tem extensas zonas divertidas de fazer, em que o balanço das descidas, nos levava a subir com pouco esforço.

 

Passamos por diversos montes, isolados e extensas áreas isoladas. Passamos pelas pequenas localidades de Loureiro e Convento e ao Km40 pelo Cercal.

O percurso encontra-se sempre bem marcado. De notar o desvio feito ao Km 48, para visitar as cascatas Rocha de Água de D’Alto. Comentávamos que dada a altura da mesma (estimamos os 50m), nunca acreditaríamos que se situava no Alentejo. Locais de beleza singular.

 

Antes de almoço, após o Km 50, surgiu a derradeira prova de esforço, com temperaturas acima dos 40ºC. Só foi possível percorrer esses quilómetros, arrastando as bikes monte acima a pé.

Já passavam largos minutos das 14h quando atingimos São Luis, onde almoçamos no Snack-Bar o Pinguim. O óptimo serviço e comida, permitiram que recuperássemos para enfrentar o calor da tarde.

Fizemos da tarde a continuação da manhã e o ritmo foi quebrado ao km 75, com um desvio até à praia fluvial de Pego das Pias. Que bem soube refrescar naquela represa de água fresca!

 

Já depois de Odemira dado o avançado da hora, fizemos um pequeno desvio até S. Teotónio, local onde pernoitamos. Valeu os conhecimentos do Carlos que nos conseguiu uma casinha de uma pessoa conhecida, encurtando assim o percurso que tínhamos inicialmente previsto ser até Odeceixe. O desgaste do dia já se fazia sentir no andamento do grupo. Agradecemos desde já o acolhimento e a atenção para com o grupo. Na chegada à casa, na Rua Nova do Encalhe tínhamos já um reforço alimentar e pequeno-almoço para o dia seguinte.

Depois de instalados e de banho tomado foi hora de encontro com o amigos Nuno Gonçalo e companheira Lara, acabando o grupo por jantar num local ali perto. A noite foi animada e valeu pelo convívio, rematado já na casa com uma garrafinha do Hugo B. aberta no “caso de emergência”.

 

Terça-feira 09.06.2015

 

Optamos novamente neste dia por acordar cedo, para evitar o calor. Assim sendo preparados e de pequeno-almoço tomado, fechamos a porta da linda casinha onde pernoitamos. Teríamos desde Odeceixe, 18Km de serrote, pacífico, concentrando-se as picadas ao quilómetro20, 30 e alguns caroços até aos 55. Acrescia à altimetria e extensão deste dia, os quilómetros que tínhamos encurtado no dia anterior.

Neste dia estivemos mais próximo do mar. Seguimos então até Odeceixe.

 

Em Odeceixe foi altura de nos dirigirmos à Residencial Firmino. Tínhamos pago por antecedência 46€, que correspondia a 50% da dormida. Uns dias antes apercebemo-nos que o esforço físico desse dia iria ser exigente, o que aconselhava a encurtar a etapa inicialmente prevista. Desde a 6ª feira anterior que não foi conseguido contato telefónico com a residencial. Dois dias após o envio de um e-mail, recebemos na véspera informação daquela parte que perderíamos o dinheiro, sem possibilidade sequer de podermos receber reforço alimentar à passagem. Uma atenção que o grupo teria ficado muito grato. Neste caso passamos pelo local para levantar o recibo, manifestando o descontentamento perante a situação. A receção à observação não foi das melhores, e os argumentos usados completamente descabidos, sendo que ficamos com clara convicção que em rota futura a realizar aquele local é riscado do mapa para pernoitar. Pareceu-nos que o tipo de atitude é constante, o que não ajuda ao Marketing do local, afastando este tipo de turistas, e que poderia interessar potenciar.

Passamos Rogil, depois de percorrermos 8Km ao lado de um canal de rega, e de tomarmos um belo sumo de laranja no museu da batata, local agradável e com gente simpática, onde tirámos também umas fotografias, daí fomos ao topo de Aljezur. Foi neste ultimo local que nos cruzamos com um casal de turistas Canadianos. Muito simpáticos, tivemos com eles uma larga conversa em inglês, sobre a região, o país, donde tinham vindo e sobre nós e qual era o nosso objectivo. Foi muito interessante e divertido.

 

De seguida atravessamos extensa extensão isolada, aproximando-nos do mar. Apesar do isolamento ainda apareceram umas caches para serem feitas. A partir daí foi descer, descer e descer até ao Mar. Impressionante a qualidade das descidas, ao longo da rota e das rigueiras para serem transpostas, muito técnico e divertido de fazer.

Descemos um talude imenso, literalmente a pique e com material solto de piso, até à praia isolada. Muito bom!

O pior foi a subida que se seguiu. A pique, a pique e a pique… feita a pé no auge do calor. A hora de almoço aproximava-se e estávamos longe de tudo. Devagar, devagarinho lá atingimos o pico. Cruzamo-nos com uma patrulha de jipe da GNR, que nos orientou de forma a chegarmos o mais rapidamente possível à Carrapateira, onde poderíamos almoçar. Ainda assim foi extenso o caminho até aquela vila. Piso rolante, ondulando entre colinas e muito rápido.

Chegados a Carrapateira, eis que passam por nós de carro o casal canadiano, apitando. No topo da subida aguardavam por nós com 2 cervejas muito frescas, que tinham para si. Aquela oferta foi divinal. Muito obrigado! Depois das 14h entravamos num pequeno restaurante para almoçar, tempo que se estendeu um pouco mais do que inicialmente prevíamos. À saída na esplanada um grupo de pessoas do porto motivou mais uma paragem, e prova de bebidas. Outro óptimo momento, com devida divulgação do blog TSF.

 

Saímos finalmente em subida após as 16h, e mias uns metros encontramos um casal suíço, que pelo 4º ano passavam férias em Portugal e que já dominavam a língua de Camões. Outro óptimo momento, com direito a fotos e tudo.

Começa a manifestar-se uma avaria na bike do David, um desviador mal montado na loja, levou à perca de mais uma hora. Estava a ficar tarde e estávamos longe do destino, Vila do Bispo. Após improvisada uma reparação, seguimos a bom ritmo e eis que começa a chover… depois de um dia em que tínhamos apanhado tanto sol e calor. Apanhamos estrada dado o adiantado da hora e apreciávamos o efeito da queda da chuva na estrada quente, o vapor de água que até custava respirar e o bom cheiro de terra molhada.

 

Ao fim da tardinha chegávamos as instalações dos bombeiros voluntários de Vila do Bispo, onde pernoitaríamos. Mediante o espaço disponibilizado, lá ajeitamos locais onde pudéssemos abrir os sacos-cama, tomamos banho e fomos jantar a um local recomendado (e muito bem recomendado), a “Taberna do Careca”. Óptimo jantar, mais uma vez valeu os conhecimentos do Carlos!

Após jantar, um momento de convívio com um casal e filho conhecidos do Carlos. Mais um bom momento. Após xixi e saco-cama.

 

Quarta-feira 10.06.2015

 

Levantamos cedo e procuramos logo lugar aberto na vila para tomar o pequeno-almoço. Acabamos no café da noite anterior, com leitinho e torradas.

De “rabo” durido lá seguimos sobre os selins, rumo ao cabo de São Vicente. Valeu a paisagem e grande parte do percurso que foi feito junto às escarpas, serpenteando a costa.

 

Chegados ao Cabo, atingimos o Km 0 da nossa rota. Lá estava o Sr. Helder Costa pelas 9.30h, já com mais de uma hora de sono feita, após o caminho pela nacional entre Leiria e o Cabo de São Vicente. Bem haja! Com coragem ainda nos levaria de volta até Leiria.

Tiradas as fotos da praxe e carregado o carro com os trailers e alforges, seguimos agora muito leves e rápidos,  apenas com as bikes até ao forte de Sagres.

 

Como o amigo Carlos tinha 2 turnos de trabalho a ter inicio durante a tarde desse dia, seguimos directos para Lisboa. Chegamos já tarde, e só depois de nos despedirmos do Carlos investimos no almoço já depois das 14.30h, no “Panças” junto à Buraca.

Antes do fim de tarde, estávamos em Leiria! Como bons TSF, comentávamos na viagem de regresso qual seriam os contornos da próxima aventura. Venha Ela!

 

 

During this long ride of mountain biking, despite the good friendship between us, and the beautiful landscapes we crossed by, we had the pleasure to meet new and friendly people, not only Portugueses, but also a Canadian couple and Swiss, for whom I'm writing this sentence in English. Thank you all, for your good mood and sympathy, it was a pleasure to meet you all on our way, for the Canadian couple a special thanks for the two cold beers on the top of the climb, and for the Swiss couple, thanks for your joy, and congratulations, once again, on knowing speak Portuguese. For the Portugueses, in particular those ones who with we toast at Carrapateira, thanks guys, it was a good moment.

 


150610-082334

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publicado às 22:27


17 comentários

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De Cláudio Costa a 14.06.2015 às 23:44

Boa crónica David, bom relato do primeiro dia, continua inspirado para reportares toda a nossa aventura, obrigado.


Quanto à menina Piedade, a geocacher com quem nos cruzamos, deixo aqui copia do log da cache que ela fez no site do geocaching, foi pena não sabermos que ela fazia anos, tínhamos logo ali começado a gastar a ginga. Já lhe enviei as fotos.


"Sendo hoje um dia especial (sou bebé!!) e por raramente ter um tempo de qualidade só para mim, hoje peguei na bicla, atravessei o Sado... de ferry (claro!!) e a ideia era ir a pedalar até à Torre, Comporta, ir a um passeio a cavalo que já tinha marcado e, no regresso, encher o mapa de sorrisos na península.
Ora assim que saí do barco, apareceu-me logo uma no GPS! Pronto, já não escapas! 
Uns quilómetros mais à frente, vejo, todas muito bem arrumadinhas umas encostadas às outras, várias bicicletas com alforges, mas nada dos dos ciclistas. Olhei para o GPS e marcava uma cache do lado esquerdo. Ri-me, calculando onde eles estariam. Ou são uns maluquinhos que gostam de ir tirar fotos em tudo o que é marco geodésico ou vão ao mesmo que eu. Subi um pouco com a bicicleta pela mão e lá de cima ouvi-os a brincarem comigo. "olha temos companhia! Não se traz a bicicleta para aqui!" Respondi-lhes no mesmo tom de brincadeira "não, fica lá na berma sozinha". "Vem ver da caixinha, não é?! Até lhe vou tirar uma foto!". E tirou! Será que algumas vez a vou ver? Começamos todos a rir. Entretanto. reconheci-os, tinham vindo no mesmo barco que eu.
Fácil de encontrar, mas a precisar de manutenção. Tal como uma outra que encontrei antes cheia de papelinhos, esta nem espaço tinha no log para fazer o registo.
Eles entretanto, seguiram e eu segui uns minutos depois atrás deles."
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De Piedade Coelho a 15.06.2015 às 10:20

Olá!
Obrigada pelo carinho. :)
Pode ser que os nossos caminhos se voltem a cruzar e então brindaremos ao geocaching, às bikes e ao que mais quisermos! Se não houver ginginha, que seja com o que houver nos bidões.
Boas pedaladas e cachadas!
Até sempre.
Piedade
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De Cláudio Costa a 16.06.2015 às 12:06

Ficamos à sua espera em Leiria, para lhe mostrarmos belos locais para praticar BTT, e com muitas caches para fazer :)


Até um dia.
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De Rogério Monteiro a 15.06.2015 às 14:54

Depois de vêr o filme e as fotos, fiquei ainda com mais "raiva" de não ter podido ir convosco, fica para a próxima.
Vejo que se divertiram, isso é que é importante.
Um abraço e até um dia destes.
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De Nuno Gonçalo Santos a 17.06.2015 às 21:51

Grande Rogério, que gosto em ler as suas palavras. Como vai essa saúde? O regresso aos trilhos está para breve. Já tenho saudades de o ouvir soprar nas subidas.

Grande abraço
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De RuiL a 15.06.2015 às 17:09

Estou maravilhado... isto é... TSF.
Parabéns, tal como o Rogério estou ruido... mas fiquei muito mais rico!!!
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De RuiL a 15.06.2015 às 17:46

Agora que pensei melhor no que o menino Claudio escreveu... posso chegar a seguinte conclusão...
para a menina Piedade os ter reconhecido...vcs devem ter-se portado mesmo mal no barco ... 
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De Rui Gaspar a 15.06.2015 às 22:28

Parabéns companheiros por terem concretizado mais este objectivo , que há algum tempo estava nos planos dos TSFs. Estas fotos comprovam que a Rota Vincentina é um dever a cumprir por qualquer adepto de  BTT. Eu quero fazer estes trilhos. Pela quantidade e qualidade das fotos constacto que o reporter AF não teve muitas subidas e não teve tempo para ralhar, pois encontrou sempre  caras bonitas . Um verdadeiro reporter TSF está sempre atento ao que o rodeia.
PS: Também gosto desta vertente bilingue do blogue .
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De Cláudio Costa a 16.06.2015 às 12:01

Rui, havemos de fazer novamente esta rota mas pelo caminho da costa, mais fácil e igualmente ou ainda mais bonito! Quanto ao parágrafo em Inglês, era imperativo pois a malta que conhecemos o merece e porque certamente virão ao blog e vão gostar de ler alguma coisa que percebam :)
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De José Cardinhos a 16.06.2015 às 23:48

Os meus parabéns pela realização da Rota Vicentina.
Vejo que não conheciam o Alentejo, com tanta admiração sobre a altimetria!!! mas felizmente que ao fazerem estes eventos, dá para conhecerem melhore o nosso Portugal.
Mais um ano, em que não participei no passeio anual dos TSF, e parece que assim vai continuar, a minha neta não deixa de fazer anos, nesta data, e os TSF não vão deixar de programar os seus passeios para mesma data, coincidência.
Terei  que aguentar, e programar os passeios de outra forma.
Boas fotos e filme. 
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De Cláudio Costa a 17.06.2015 às 01:18

Cardinhos, enganas-te! Porque razão os TSF's não poderão deixar de organizar a travessia anual nesta data? Os TSF's somos nós, e se nós não podermos nesta data muda-se! Por mim sugiro em mudar a data deste nosso evento anual, pois a partir de agora, para além de ti, imagino que o Rui Leitão passe a ter festa sempre ao dia 10 de Junho! E não nos podemos permitir ter 2 ausências desta qualidade nas nossas travessias, tu e o Rui L., por isso deixo aqui o desafio de para o ano, adiarmos ou anteciparmos uma semana. A meu ver é apenas uma questão de planeamento, e claro deixa-se de aproveitar o feriado, mas bastando querer, tudo se faz!
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De DArmindo a 17.06.2015 às 11:02

Quem fala assim não é gago, ou então é Vietnamita .


Concordo, basta querer. No entanto as pessoas tem de se definir com a necessária antecedência, para que se possa programar com tempo estas travessias.
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De Cláudio Costa a 17.06.2015 às 20:15

Armindo, continuas bom redactor, obrigado pelo relatos e fica mais um bom registo para quem queira fazer a mesma aventura.
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De Nuno Gonçalo Santos a 17.06.2015 às 22:33

Excelente relato e excelente captura de imagens. Embora não sendo a pedalar, mesmo assim foi um prazer fazer parte desta aventura fabulosa, recheada de grandes histórias.
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De Hugo Brites a 17.06.2015 às 22:40

Mas que bela AVENTURA ! Muitos Parabéns a todos ! Vejo que foi mesmo uma descoberta para todos e que as expectativas não sairam furadas! Pelo que me percebi o Rui G não foi mas a gaita dele esteve presente ! A ginja foi aberta fora de um monento de S.O.S mas foi na oportunidade certa e em boa companhia 
Resta me ficar contente por todos vocês e ficar roído por dentro por as coisas não se terem resolvido de uma outra forma, outras aventuras surgirão ! 
Quanto a datas qual quer uma pode ser, é marcar com tempo e assim o Zé C. e o Rui L não têm desculpa 
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De fernandocaseiro a 17.06.2015 às 23:07

constato com satisfação que desfrutaram de mais uma rica experiencia em btt espero que para o ano tambem possa irt no passeio anual este ano foi muito complicado a nivel do trabalho e de saude 
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De José Ventura a 12.06.2017 às 15:28

Olá, boa tarde.
Antes de mais, os meus parabéns pela concretização da rota e pela partilha da experiência.
Estou a planear realizar a mesma. Após visualizar o vosso vídeo verifico que utilizaram os três meios "mais comuns" para o transporte das bagagens, ou seja os alforges, uma "extrawheel" e o atrelado.
Dado que ainda não possuo nenhum destes acessórios gostaria de, pela vossa experiência, obter alguma informação sobre qual foi escolha mais acertada para a realização desta rota. Tenciono pernoitar em parques de campismo, e como tal terei de ter em conta alguns acessórios extra como por exemplo a tenda.
Estou em dúvida de qual será a melhor opção.


Agradeço desde já a vossa opinião e atenção.


Muito obrigado.

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