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CHIQUEDA OUTRA VEZ

Há muito que não reuníamos um grupo tão grande e tão bem disposto, com uma rara excepção , talvez devido a eventual problema de azia. É a vida.

Juntaram-se a nós alguns companheiros dos Chou-bikers que puderam confirmar ao vivo e a cores que somos únicos na arte da orientação tantas foram as correcções à rota. Finalmente, o nosso inimigo fidagal dos gps rendeu-se e propôs – sabe-se lá com que desgosto – que fosse o CC a orientar os percursos.

Tivemos oportunidade de visitar uma pedreira, daquelas que esventram a natureza e a deixam agonizante para sempre apesar das bonitas e ineficazes leis que obrigam à reposição do coberto vegetal. Mas também não é só isso que não é para cumprir e bom exemplo é o das fundações que ameaçam impunemente afundar-nos ainda mais. O AF saltou para cima dum enorme bloco fendido e perfurado e explicou como funciona a extracção da pedra.

Registámos com tristeza que foi efémero o esforço do RG para produzir as braçadeiras do nosso repórter e esperto de pneus.

Não foram muitos os quilómetros mas foram muito bons e tecnicamente muito exigentes e os últimos três de single foram brutais.

Tomámos café no lugar de Cadoiço, parente  masculino da Cadoiça que é uma corruptela de cadência, segundo o AF.

Importa registar os quase 55 anos de diferença entre o nosso mais jovem recruta e o mais antigo valor humano do nosso grupo. Dois excelentes exemplos de espírito e capacidade trilheira. Falamos, é claro, do Francisco Malheiro e do Rogério Monteiro ambos bons exemplos de boa  disposição e espírito de grupo. O FM  deixou que fosse somente o pai, Hélder, a malhar e mandou também um malho para bem fazer jus ao nome de família. Tudo em modo suave, claro. Que os seguros são para ter mas não para usar.

Termino já porque para ser lido por poucos e comentado por cinco não vale a pena fazer nem mais nem melhor.

Sigam o blogue ou o face porque quarta-feira é feriado e dia de pedalar mais.

 Alípio Lopes

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publicado às 22:54

Trilhos Sem Fim - passear na Chiqueda a 13/5/2012

por Trilhos Sem Fim, em 13.05.12

Afastada a chuva decidimos visitar o santuário natural da Chiqueda, perto de Alcobaça. Rigorosamente à hora combinada, éramos 14 a sair do nosso local de encontro, o parque radical de S. Romão.

Já na Chiqueda, deixámos as viaturas junto à pequena represa da ribeira do Mogo. Enquanto nos preparávamos para o passeio escutámos o coaxar das rãs. Alguém lamentou ouvir cada vez menos este som da natureza. Parece que a rã está em extinção. Pelo leito da ribeira acima, embrenhámo-nos no bosque. Todos os sentidos apurados para distinguir os aromas e ouvir o chilrear dos pássaros, sempre embrenhados na exuberância verde da natureza.

Fomos serpenteando carreiro acima, ao longo da ribeira do Mogo, até ao campo de futebol, imaginando como seria o regresso, a descer. Continuamos a subir, sempre com a ideia de voltar, aproveitando as descidas.

Após o reforço, agora sem a típica bolacha, seguimos o repórter, que nos levou ao "drop" perdido na mata. Vencido o desnível e com os níveis de adrenalina repostos regressámos.

Junto ao ribeiro, "voámos" trilho abaixo em direção à represa. Descemos os 3 Km que nos levaram até à povoação. Tal era o prazer de desfrutar a frenética velocidade por entre a vereda, que nem demos pelo Poço Suão, reserva preciosa da água que abastece Alcobaça.

Que manhã bem passada!

Rui 

Também em meo Kanal 490904 

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publicado às 21:03

Chiqueda, fomos lá a 27/9/2009

por Trilhos Sem Fim, em 23.09.09

Finalmente vamos revisitámos os trilhos de Chiqueda em Alcobaça.

O passeio tem a extensão de aproximada 35km , com trilhos rápidos e vertiginosos.
Um passeio cheio de adrenalina e emoção. Passámos na pequena mata bem cerrada, onde a penetração dos raios solares encontra alguma dificuldade e onde corre a ribeira do Mogo . Chiqueda de Baixo é o nome da localidade onde nasce a ribeira de Mogo e onde se iniciou o nosso passeio. Coordenadas: 39°32'12"N   8°56'47"W
O grupo Trilho Sem Fim de Leiria, já se passeou nestes trilhos por inúmeras vezes, mas a sensação continua a ser esplêndida. Aquele trilho mais técnico com a pequena rampa é uma delícia. Delicia, a grande delicia é mesmo a descida ao longo da ribeira. Vamos lá voltar!
Para o companheiro Filipe, as melhoras. No domingo haverá mais.

Rui

 

Para quem gosta da Chiqueda, aconselho uma vista de olhos pelos nossos passeios anteriores:

http://trilhosemfim.blogs.sapo.pt/27042.html

http://trilhosemfim.blogs.sapo.pt/5615.html

http://trilhosemfim.blogs.sapo.pt/4695.html

 

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publicado às 19:53


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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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