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Trilhos Sem Fim na Curvachia e Maunça

por Trilhos Sem Fim, em 26.11.17

Pelos nossos trilhos os Trilhos Sem Fim rolaram, com vontade e genica grande coragem mostraram, apesar das subidas duras, das curvas manhosas e caminhos fechados, grande satisfação levaram....porque foi neste quintal que eles se criaram!!!

Em jeito de contradição, começámos rumo a Ourém, mas como a ginjinha era longe demais para alguém, e os pastéis de nata com cheiro a Belém são mais fáceis de encontrar perto da casa de quem?....Pois é! Todos concordámos então, que por cá os caminhos são fantásticos e não havia necessidade de tão longe rumar para o stresssss aliviar.

Uma manhã bem passada, com conversa bem regrada e boa companhia...era o que se previa! 

Boas pedaladas 😆

 

Leonel

20171126 maunça

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publicado às 18:42

O tempo escuro, o frio e a ameaça de chuva que pairava no horizonte não foram suficientes, como nunca o são, para inviabilizar mais um passeio de domingo. De modo a evitar a lama, guiados pelo Cardinhos, optámos por uma variante para entrar na nossa mata da Curvachia.

Já na clareira, apreciámos o chão atapetado com as folhas do último outono, mas com alguns rebentos verdes a aparecer aqui e acolá. Os carvalhos, ainda despidos, deixavam entrar alguma luz, que fazia brilhar o tapete acastanhado.

Perto de um dos fornos de cal alguém indagou sobre o passado do local, referindo que aqui existiu uma quinta fértil. Logo me veio à memória uma lenda alusiva a este sitio histórico. Diz-se que o "Arrabal (Hrbal) é arrabalde, não de Leiria, mas da citânia de Qôrbatxia, local de poder e força, um centro de decisão.

Perto do local que visitámos, haverá uma muralha com cerca de 8 km  que circunda todo o Monte da Curvachia. Segundo o código de Hammurabi, os topónimos de Soutocico (Sut Syk) quer dizer, a sede/assento de bodo, Famalicão (Gamali Kan), aquele que outorga as normas, Vidigal (Berit g'al), o pagamento da promessa, Touria parece ser Tarrio (Tar), reunião de parentes e Martinela (Mhrthn 'l) o pagamento do dote de noivado. O local que visitámos, debaixo da abóbada de carvalhos, é talvez o mais importante. É o sitio onde se terá localizado a citânia e é conhecido por Prazo (Perazzu), ou seja convocação de acordos/contratos"1 

Depois da Qôrbatxia, subimos até Santa Catarina da Serra, vencendo uma encosta atrás da outra. Hoje pareceu-nos mais difícil, talvez por nos ter sido tirada uma hora de sono. É que entrámos na hora de verão.

Com tempo escuro, frio, ameaça de chuva e mesmo com menos horas de sono, não deixámos de ir. Porque é que alguns não apareceram e me obrigaram a escrever este texto? Vamos ter que reunir o corpo redatorial!

Após a reparação em tempo record, quase formula 1, da minha bike, sobrou-nos algum tempo, que gastámos numa visita à cidade.

Foi com grande emoção que encontrámos a charanga da GNR a comemorar os 100 anos da sua corporação e a anunciar os festejos dos 10 anos dos Trilhos Sem Fim. EL-GPS não se poupa a esforços para nos agradar.

Para continuar em beleza fomos descer a encosta do monte da Sra. da Encarnação. Bom, como sempre.

Enquanto uns ainda foram à sala de chá do Armando, outros reuniram-se mais cedo com as famílias. Mas que rica manhã!

Até Domingo.

Rui P

 

1 Adaptado Arrabal, Terra de Santa Margarida - Quatro séculos de história, edição da Junta de Freguesia do Arrabal

 

Visita a Sta Catarina da Serra com passagem na Curvachia

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publicado às 17:32

Texto: Claudia Costa outra vez!

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publicado às 19:18

Trilhos Sem Fim o regresso dos repatriados cansados!

por Trilhos Sem Fim, em 26.04.15

Foi-me atribuída a tarefa de fazer a crónica da nossa manhã de BTT, o que não é difícil, pois escrever sobre ter estado com amigos e fazer o que muito gostamos, que é andar por aí a chapinhar na lama, a subir e a descer montes, é fácil! Hoje foi dia de reencontrar alguns destes amigos dos TSF’s, eu estive fora 1 mês e o Pedro Santos 3 meses, e regressámos ambos esta semana da nossa estada em terras longínquas, e, como não podia deixar de ser, no primeiro Domingo depois do regresso, e depois de já termos matado as saudades da família, segue-se o BTT. Fomos 7 à partida, mas 8 à chegada, e arrancámos do PR à hora habitual em direcção às Fontes, pedalando e conversando, havendo oportunidade para se falar das experiências de Angola e Vietname. Como é já tradição do nosso grupo, sempre que alguém regressa um pouco menos treinado, é sempre presenteado com uma volta suave, como a de hoje, que aos 11Km, já tínhamos mais de 400m de acumulado. Das Fontes subimos até à Senhora do Monte pela subida de Pedra, e pelo single track dos Costaneiras, o qual muito gostamos de descer, mas que hoje, subimos… a pedra molhada aumentou a dificuldade, mas também o gozo. Chegados à Torre reunimos com o Rui P., respeitámos a hora da banana no largo da Torre, e voltámos para trás para subir aquela parede em alcatrão, sim essa mesmo, aquela que quando a descemos nos parece impossível de subir! Mas subimo-la, afinal este era o dia de presentear os tais regressados com uma volta suave! Estava na hora de mudar o azimute, e apontar para o regresso a Leiria, de St. Catarina, onde reagrupámos, sim, porque o Ricardo andava já à nossa procura, descemos o Vale Maninho, espectáculo…, os equipamentos já mostravam termos descido o Vale Maninho, e os rostos dos 8 trilheiros espelhavam a alegria da traquinice típica dos petizes! Havia ainda um percurso a fazer que também muito satisfaz esta malta, subir da Tosel até quase à casa no alto da Curvachia, e daí descer sempre em bom ritmo até ao Vidigal, mas não sem antes tomarmos o cafezinho na esplanada da Pastelaria Beira Lago, patrocinado pelo anfitrião da terra. E se como eu referi erámos 8 à chegada, 9 passámos a ser, pois o amigo Cardinhos, não pedalando por estar lesionado, aguardava por nós para nos fazer companhia no último compromisso social desta manhã. Sempre sobre a ameaça de chuva, conseguimos chegar ao PR sem nos molharmos, no entanto o são Pedro não pode aguentar mais, e o pecado da gula, pagámo-lo com uma valente chuvada à saída do Armando.

Em resumo, chegámos cedo como previsto, pois muitos tinham compromissos para a tarde, contentes com uma excelente volta de BTT, eu, e certamente o Pedro Santos, duplamente satisfeitos pois já algum tempo não tínhamos destas manhãs, e estas manhãs de Domingo são sempre um bom começo de semana.

Até 5ªfeira.

Cláudio Costa

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publicado às 17:48

Trilhos Sem Fim: revisitar velhos trilhos

por Trilhos Sem Fim, em 15.02.15

Tal como planeado, este domingo compareceram no parque radical uma dúzia de trilheiros, entre os quais alguns que há muito têm o "monstro do BTT" adormecido, refiro, porque merecem, o Grazina, o Máximo, o Hélder e o Artur, e ainda tivemos a presença de um novo companheiro,  o João. Mas esse, ainda mais temeroso que os outros "enferrujados" nada dizia, pálido estava, e, só apareceu no início, a meio da volta no bonito bosque de carvalhos da Curvachia, e na reunião final no Armando.

Como acordado, a volta de hoje, seria soft, não daquelas ditas, higiénicas, pois hoje houve lama da boa, que chegue para matar saudades, mas calminha, para, de uma vez por todas, convencer os mais ausentes que somos o mesmo grupo de sempre, com os mesmos princípios, pois acho que ninguém se sentiu deixado para trás! Se bem que deu vontade… iam lá uns quantos langões, mas só a subir, porque a descer continuam como sempre foram!

E se a volta era para ser nos moldes de antigamente, assim foi o trajecto, arrancámos de Leiria em direcção aos Pousos, pelos caminhos que ladeiam a auto-estrada, fizemos o single track dos Cardosos, onde o Artur recordou o trambolhão que deu há uns anos. Subimos ao miradouro de Caldelas, onde, como antigamente, se bebeu um néctar “limpa correntes”. Daí fomos pelo Vale da Ribeira das Chitas, e quase todos nós tivemos o prazer de atravessar a ribeira, salvo um canário que com medo de molhar os pés, saltitou pelas rochas. O problema não eram os pés, mas sim as meias, daquelas boas, tão boas, que não se podem molhar, diz quem as vende ;-)

Sempre em alegre cavaqueira e recordando velhas histórias, subimos até ao galinheiro, afinal havia que presentear o Hélder com esta mítica descida. O piso, como previsto estava perigoso, o Armindo que o diga, pois deixou-se cair, mas parece que a outros foi o tecto baixo que incomodou, julgo que lá ficaram bocados de 2 ou 3 capacetes, enfim, gajos altos… Até os corvos se riram, dizia o João, quero dizer, o Rui Leitão.

 

No prazo, sim no prazo, para quem não sabe a que me refiro, estudem o tema neste post antigo, deste blog que mais parece uma enciclopédia, foi tirada a foto de grupo.

Antes que alguns dos tais “monstros do BTT adormecidos” morresse de cansaço, rumámos calmamente em direcção ao PR, aliás ao Armando, afinal havia que gastar o resto do tempo, as esposas apenas nos esperavam por volta das 13h, e pedalar estava fora de questão! Brindámos a um futuro TSF que por aí vem, e a outras coisas também.

 

Para completar a crónica de hoje, que já vai longa, em contrapartida os Km que foram poucos, deixo um trecho descritivo da Mata da Curvachia, extraído de uma acta de reunião da CML de 2/2008, “…da Mata da Curvachia, que constitui um dos locais de maior valor do concelho, dado traduzir séculos de evolução natural e equilibrada dos ecossistemas naturais e ser uma relíquia em termos fitossociológicos de toda a zona centro dada a presença de uma formação climáxica de Quercus faginea, espécie de excelência da zona centro do país e literalmente dizimada ao longo dos tempos...”.

 

Pegando nas palavras do cronista da semana passada, este nosso quintal é um espectáculo…

 

Até amanhã, que é dia feriado para alguns… pode ser que alguém ande de BTT…

 

PS: Onde estão os outros TSF "adormecidos"? Apareceram, que o ritmo não mata ninguém, nem refiro nomes, pois são tantos que corro o risco de me esquecer de alguns :-)

 

Cláudio Costa

P2150079

 

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publicado às 18:14


Sobre nós

Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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