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Trilhos Sem Fim e a benção das bikes

por Trilhos Sem Fim, em 26.02.17

Benção das bicicletas com o famoso pastel.

 

Onze trilheiros ou, melhor, dez trilheiros e um novo recruta (MS) saíram do PR em direcção a Fátima, quando batiam as 8:36, seguindo sempre o ZC e as setas azuis que assinalam o caminho para peregrinos.

Ainda antes de chegarmos ao destino o PCC deixou-nos para poder cumprir deveres profissionais. No regresso trepámos à Maunça, descemos o curto trilho das antenas e rumámos ao trilho do moleiro.

Um dos temas abordado durante a assembleia matinal foi a ausência por duas semanas seguidas dos tradicionais e inúteis textos mas também a do nosso director que anda a acumular muitas faltas de comparência.

Durante a semana foi-se discutindo o destino e foi-se sabendo que ia ocorrer o regresso de três ferrugentos e dois pesos pesados. Comportarem-se os três com galhardia sendo que o regressado cronista ficou a saber ao fim de 58 anos de que cor e dor  são feitas as cãibras. Foi só um susto e após alguns exercícios que incluíram esparramento numa vinha algures perto das Fontes tendo evitado o single que desce à nascente e reunido com o pelotão na ponte das Fontes.

Dali até à capela da CA foi um tiro durante o qual, é pela enesima vez, recordámos a competência profissional da vendedora de sandes de leitão que só nãos nos convenceu a entrar porque cumprimos sempre os objectivos e esses incluíam o pastel de nata especial com uma cruz na base que nem se nota quando comemos.

Despedimo-nos com a promessa de regresso do MS logo e sempre que possa e com dinheiro trocado para cumprir o artigo décimo terceiro dos estatutos.

Parece que o MS tem ido mais vezes ao nosso blogue que alguns trilheiros fundadores.

Agora já só falta vir comentar... aguardamos.

 

Alípio Lopes

20170226 benção das bicicletas

Também em meo Kanal 490904

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publicado às 18:31

Trilhos Sem Fim foram a Fátima

por Trilhos Sem Fim, em 25.09.16

À hora habitual, e depois de reunido o grupo, logo se decidiu e por unanimidade o destino da volta de hoje. Por sugestão do Rui Leitão arrancámos em direcção a Fátima, para irmos cumprimentar a família Leitão, que tão bem nos tem tratado.

 

Sob a orientação do Leonel subimos a Curvachia em direcção a Famalicão, com o propósito de nos mostrar novos trilhos para os lados da Chainça. Chegámos ao campo de Famalicão e para espanto nosso, verificámos que já retiraram o carro abandonado do meio do eucaliptal. Sempre julguei que jamais dali sairia, mas afinal ainda há proprietários zelosos, o do eucaliptal, não me refiro ao do carro!

 

Já no vale entre a encosta dos Mourões e da Sra. Do Monte, passámos sem nos arranharmos, aquele que era um caminho a ceder à invasão das silvas e arbustos, está agora “alargado” pelas máquinas dos lenhadores. A pedra molhada ao chegar ao Vale Maninho, fez lembrar que o verão já lá vai, os TSF’s já quase todos vestiam mangas compridas e o oleado no bolso começa a fazer sentido. Também por já não ser verão, o grupo está mais composto, mesmo com as ausências de habituais companheiros.

 

O Leonel mais uma vez não falhou e mostrou-nos os tais trilhos novos, que merecem sem dúvida ser visitados com mais frequência, mais um excelente trabalho do grupo “Bicipingas” que os abriram.

 

Já em Fátima, que hoje estava “invadida” por motos, por ser dia de bênção dos capacetes, cumprimos a tradição do pastel de nata e tivemos o prazer de cumprimentar a família do nosso colega RL. Após um pequeno incidente, que nos reteve um pouco em Fátima, regressámos a Leiria também pelo Vale Maninho abaixo, com a habitual velocidade própria de quem não tem muito juízo, mas aos domingos de manhã, todos nós deixamos sair a criança que há em nós!

 

Para a manhã acabar em beleza, regressámos pela mata da Curvachia, da qual nunca nos cansamos de serpentear pelos seus trilhos, mas não sem antes subirmos ao galinheiro, sim, subirmos, porque para o descer há que o subir, mas vale bem a pena :)

 

Cumpriu-se mais uma boa manhã de Convívio e de BTT, com quase 50Km e sem percalços. Ao contrário do habitual hoje ninguém forou, há pois, está bem, o C. Máximo não foi hoje!

Boa semana e até 5ªfeira.

Cláudio Costa

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publicado às 17:26

Trilhos Sem Fim peregrinaram a Fátima

por Trilhos Sem Fim, em 06.03.16

DEFINIÇÃO DE RELATO

 http://www.priberam.pt/dlpo/Conjugar/relatar

 DEFINIÇÃO DE CRÓNICA

A crónica difere da notícia, e da reportagem porque, embora utilizando o jornal,  a revista, ou blogues como meio de comunicação, não tem por finalidade principal informar o destinatário, mas reflectir sobre o acontecido. Desta finalidade resulta que, neste tipo de texto, podemos ler a visão subjectiva do cronista sobre o universo narrado. Assim, o foco narrativo situa-se quase invariavelmente na 1ª pessoa.

Poeta do quotidiano, como alguém chamou ao cronista dos nossos dias, apresenta um discurso que se move entre a reportagem e a literatura, entre o oral e o literário, entre a narração impessoal dos acontecimentos e a força da imaginação. Diálogo e monólogo; diálogo com o leitor, monólogo com o sujeito da enunciação. A subjectividade percorre todo o discurso.

A crónica não morre depressa, como acontece com a notícia, mas morre, e aqui se afasta irremediavelmente do texto literário, embora se vista, por vezes, das suas roupagens, como a metáfora, a ambiguidade, a antítese, a conotação, etc.

A sua estrutura assemelha-se à de um conto, apresentando uma introdução, um desenvolvimento e uma conclusão.

 Tal como aqui disse, recuso-me a continuar a fazer crónicas que não sejam suficientemente glosadas e, comprovadamente, lidas. Ler e glosar uma crónica significa comentá-la. E, comentários, no sentido mais lato e democrático do termo, sem nenhuma espécie de necessidade de aplauso ou bajulação. Já disse que não é isso que quem escreve por gosto exige e deseja. Como se subentende pela explanação supra citada uma crónica contém emoções mas um relato não. Uma acta, muito menos... Crónica oferecemos a quem gostamos mas relatos são para todos, incluídas as prostiputas!

Assim, passado e lido (?) este intróito proponho-me fazer um relato austero, e não ainda uma acta,  para que não possa ser acusado de ter responsabilidade na interrupção de narrativas domingueiras de que não há memória  desde há oito anos. Aos dez irá haver festa?

 

Assim:

Às oito e trinta, apresentaram-se no PR nove trilheiros, sendo sete deles adeptos do clube de bairro que agora lidera o nosso campeonato, um lagarto discreto e outro que só não foi linchado porque não havia ali fogueira alguma. A primeira das três vitórias lagartas por ocasião da ida a Vinhais estava-lhes atravessada no goto. Já estão aliviados...  Saíram em direcção a Fátima na mira de um famoso pastel em forma de coração e, ali, reuniram com o décimo elemento e posaram para a photo (en français) posto o que houve lugar a foto individual para o uso que a cada um aprouver, disse ele, o fotógrafo...

A direcção escolhida foi a mais enlameado que conhecem: subida da Curvachia até à Tosel. Da Tosel derivaram para a esquerda e fecharam o anel, ao regresso, de novo pela Tosel mas com atravessamento do super-escorregadio Vale-Maninho. Para manterem o ritmo razoável de escalada subiram daí até ao alto da Curvachia que desceram em ritmo vertiginoso e saltitante até terminarem, como habitualmente, na CA. Quarta-feira haverá evento extraordinário na baixa de Leiria. Os interessados deverão contactar a direcção para mais informações. Pese embora tratar-se de relato, e não de crónica, abre-se uma excepção para registar o regresso de HM, o anúncio de que o CG vai voltar às nocturnas, a ausência de JC e uma avaria antes da ordem do dia do nosso companheiro CM  (que não lê nem  crónicas  nem  relatos) e agora já não fura mas precisa de mudar elos à corrente mesmo antes de se escarranchar na sua montada com rodas...

 Alipio Lopes

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publicado às 17:05

VOLTA DOS PASTÉIS DE NATA DE FÁTIMA

por Trilhos Sem Fim, em 01.03.15

Catorzemontadas zarparam doParqueRadical pouco depois dasoitoetrinta para só regressarem próximodastreze com quarentaecincoquilómetros no bucho queincluíramosinevitáveis amuos, ralhos, reconciliacoes, explicações, desencontrosereencontros. Nosentretantos tivemos lamaepedra em abundância com a nota óptima de ausênciadequedas, furos ou outras ocorrênciasdanosas.
Em Fátima houvelugar HÁ degustaçãodepastéis de nata em forma de coração e de tamanhogigantesco.
AVIA no grupo uma nova companheiraquepertence ao grupoBTTralhos, dos lados da serra do Sico, que passou naprovadachávena que parece que cai (mas não cai!), recusou uma proposta de transferência no final da época para os TrilhosSemFim e, simpáticacomooraio, nem sequer enjeitouapretadoArmando. Nosentrementes foi brindada com uma visita de estudo só praela as nascentesdonossorioLis.
O Cláudio, queveiodecasa apedalar foi obrigadoavoltar desde o PR para o Arrabal para poder cumpriratradição da chegada e nãoroeracorda...
Continuaram as ausências de peso de peregrinos, trabalhadoresdefim-de-semana e, imaginem!, ferrugentosecalões... No próximodomingo, senãofaltarninguém haveremosdeser dezasseteadezanove! Desafiopara oscomentários: identificar todos os subliminarmente visados nesteúltimoparágrafo. Também há dois erros paraodevido efeitopropositados e assinaladosamaiúsculas.
Como há quem deteste textos longos e, ou, com muitas palavras, decidi inventar para reduzir o seu número e espevitar a atenção de quem isso houver de ler! Para mais os alemães também fazem coisas parecidas ao nível da escrita e estão na moda... E, se não for assim, o nosso PM e o nosso Segundo que o digam!

Alipio Lopes

P3010001.JPG

 

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publicado às 20:07

Trilhos Sem Fim - Visitar Fátima e descer a Maunça

por Trilhos Sem Fim, em 19.10.14

Hoje éramos um grupo bem composto. Se não fosse a ausência forçada de alguns dos mais assíduos teríamos ultrapassado uma dúzia; assim, éramos nove.

Pouco depois de termos abandonado o ponto mais alto do nosso percurso tínhamos percorrido 20 kms e um acumulado de 550 metros, bastante próximo da média do que espera alguns de nos no próximo fim-de-semana em Manteigas. Dali fomos para Fátima para reforçarmos com os famosos pastéis de nata.

O regresso foi feito em trilhos muito técnicos e deslizantes em direção ao Soutocico com saída pela Curvachia. Conclusão, 48 kms e 900 metros de acumulado com uma média superior a dezasseis kms/h.

Depois, ou ainda durante, os referidos trilhos técnicos, em sentido descendente, um de nós (que não terão dificuldade em identificar) dizia numa das curtas paragens de reunião que vivia uma sensação dupla de contentamento e tristeza: contente por ter percorrido todo o difícil troço com sucesso, mas triste por não conseguir ver o espigão de nenhuma das bikes do grupo durante quase todo o trilho...

No alto da Maunça, junto ao marco geodésico, houve oportunidade para conhecemos o sabor dos néctares do Hugo B e as qualidades e propriedades das maçãs do Rui G - descritas pelo próprio - que ainda teve tempo de antena para um curto work-shop sobre sumo de dióspiros, muito apreciado por todos mas particularmente pelo nosso diretor que confessou gostar muito dessa fruta. Não confundir com fruta...

Alípio Lopes

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publicado às 18:53


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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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