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Trilhos Sem Fim - revisitar Amazónia (Maceira)

por Trilhos Sem Fim, em 30.08.15

DE CONIFERAS E OUTRAS CONICES
Hoje foi dia de mais um regresso, neste caso o deste "massacrado" cronista: mal me viram de volta trataram de lixar-me de imediato!
Foi bom o regresso, após seis meses de ausência forçada. Foi bom voltar a sentir aquele saudável espírito de camaradagem e de solidariedade. Quando regressei ao Parque Radical não esperava, sinceramente, acompanhar os meus amigos trilheiros que, uma vez mais demonstraram porque somos, de facto diferentes.
Foi uma bonita manhã mas, para ser perfeita, não deveríamos ter contactado visualmente com a tal conífera (liquidamber) que me levou a soltar um elogio à imponência da dita e a ouvir a temível sentença: irás escrever a crónica! Ainda protestei mas valeu-me de pouco...
Saímos do PR com o intuito de demandar a Amazónia e acabar nos novos trilhos de Santa Clara. Já íamos perto da amazónia quando o nosso Director telefonou a combinar o ponto de encontro. Ainda chegou a tempo de ter que usar a sua sapiência para avaliar um colega do Juncal que se atravessou nos trilhos da amazónia e precisava de algum alento para levantar-se, qual Lázaro! Levantou-se... Dirigimo-nos aos novos caminhos de Santa Clara e apanhamos tremenda desilusão: há muito trabalho para ser feito. Quanto a nós fomos levados por tão maus caminhos que quase precisávamos de uma grua para subirmos com as nossas meninas...
Já não voltamos para fazer o trilho clássico e regressámos ao PR com passagem pelo Armando para marcação do ponto. Nessa paragem, que serviu para comemorar o recente aniversário do Artur, aplicaram-me mais uma conífera e disseram que tenho que substituir o Zé na rota dos castelos porque já saberei como é e teremos o dia todo para fazer aquilo... Estou lixado com esta coisa das coníferas...

Alipio C. Lopes

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publicado às 19:04

Trilhos Sem Fim na Amazónia da Maceira

por Trilhos Sem Fim, em 11.05.14
A onze, do mês mariano, as oito e trinta e seis, saíram doze do PR onde só regressaram cerca das doze e trinta.
Foi dia de Amazonia, Maceirinha e Santa Clara e, como e apanagio deste grupo maravilha, houve café (nos bombeiros voluntários da Maceira), local onde foi efectuado o carregamento de um "queijo" de cálcio negro de cerca de um quilo no equipamento de transporte que o Artur estreou para levar a Santiago de Compostela e cujas imagens de descarga no destino podem ser vistas no filme oficial do nosso blogue.
Durante quase todo o percurso tratou o Artur de bradar aos céus por o Rogerio por não cuidar de preparar a peregrinação em autonomia a Santiago no próximo mês e nem sequer carregar "queijos" de cálcio na mochila.
Houve quedas sem consequências - graças aos deuses do btt -, do Helder Trambolheiro (desculpem, Malheiro) e do paraquedista-mor José Cardinhos.
Foram abordados os estatutos, cuja publicação continua adiada, e, também, a encomenda dos novos equipamentos. Ficou determinado que, no futuro, quem pedalar mais que uma vez sem os mesmos na nossa companhia terá que submeter-se a uma penalização pecuniaria a definir mas nunca inferior a um euro.
Na próxima nocturna de quinta e também! no próximo domingo iremos poder desfrutar de bolo de aniversário, que esta gente também envelhece. Mas muito, muito,  mais devagar...
Alipio Lopes
Também em meo Kanal 490904

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publicado às 15:57

TSF, uns foram à Chanfana outros à Maceira

por Trilhos Sem Fim, em 28.04.13

PASSEIO À MACEIRINHA

Compromissos, são compromissos, e como os TSF’s têm o compromisso consigo mesmos de não desperdiçar uma boa manhã de BTT, lá se reuniram 5 trilheiros no PR à hora combinada. 

O grupo de hoje estava mais reduzido, pois muitos de nós foram comer chanfana, quero dizer… pedalar na rota da chanfana. Nós, os que ficámos por terras de D. Dinis contámos com a companhia de dois companheiros que têm andado ausentes, mas… como foi dito que não havia despensas, apareceram, o Paulo, ainda com a single-speed e pernas que cheguem para ela e o Pedro S.. 

Depois dos 5 minutos de tolerância, para ver se aparecia mais alguém, arrancámos com o objectivo bem definido, Maceira, para matar saudades de serpentear junto ao ribeiro da Maceirinha, e dos trilhos lá perto. Já há muito que não o fazíamos, o trilho está em óptima estado, limpo e sem lama, divinal! 

Mas para lá chegar, e uma vez que hoje não teríamos serras para subir, subimos até ao marco geodésico, por detrás do Office Centre, daí seguimos pelos trilhos já nossos conhecidos, com uma ou outra variante. Na chegada à Maceira, antes dos Bombeiros, subimos o monte de Santo Amaro, de onde podemos apreciar a paisagem junto da capela com o mesmo nome. A descida foi pelo trilho que desce até ao campo de Futebol. 

O café de hoje, foi no bairro da “fábrica” depois de termos falado com o porteiro da CMP com o objectivo de… é surpresa… J, e depois de o Rui P. nos ter ido mostrar uma das duas lagoas artificiais das pedreiras da Maceira. Uma enorme transformação da paisagem, consequência da acção exploradora humana, mas que não deixa de ser bonito de se ver. 

No regresso a Leiria, pelos Parceiros, virámos à esquerda e subimos até Santa Clara para descermos pelo trilho que nos leva até à ponte das mestras, com extremo cuidado para não nos metermos nas rampas que por lá fizeram, que essas não são para nós…

Já em Leiria, perto do PR, ainda nos cruzámos com o DArmindo e com as suas herdeiras.

Quanto a fotos e filmes da jornada de hoje, não há… o repórter foi um dos que foi comer chanfana! 

Até Quarta-feira, dia feriado, em que temos o compromisso de BTTetar.

Cláudio Costa


OS TRILHOS SEM FIM NA ROTA DA CHANFANA 2013

Dupla jornada dos Trilhos Sem Fim nesta semana absolutamente fantástica. Depois da jornada do dia da Liberdade e do Congresso Gastronómico nos Mouratos. 

Pedalou-se hoje em duas frentes: uma na nossa região e outra na pequena mas  exemplar aldeia de Vale do Açor à volta do rio Ceira, com travessia de vinhas, singles tracks em campos de batatas e várias travessias em pontes de madeira e túneis iluminados a gerador  para não falar dos singles que foram recentemente abertos pela mão daquela comunidade que não vivendo para o BTT lhe dedica certamente muito do seu melhor tempo livre. A todos os que contribuíram para a realização do evento cabe-nos apresentar os nossos agradecimentos bttistas.

 A amplitude geográfica dos trilhos foi bastante reduzida – sendo que boa parte dos trilhos podiam ser apreciados de muitas das varandas e miradouros da aldeia -, mas a sua dureza foi acentuada. Nos 30 kms fizeram-se 1035 metros de acumulado e nos 50 kms, salvo erro, um pouco mais de 1400 metros.

Os Trilheiros no início eram oito mas numa evolução táctica ditada pelas naturais e conhecidas circunstâncias evoluiu para uma espécie de 3x3x2: Pedro, Diogo e Luís no primeiro grupo; Cardinhos, Rui G e Rui L no segundo e Alípio e Artur no terceiro grupo e também no único que não percorreu os 50 kms por justificadas razões (não sabemos se os nomes iniciados por A terão alguma coisa que ver com isto…).

Após o banho (de água quentinha!!) veio a chanfana onde passou a haver dois grupos: o de três, que quase estava a fazer a digestão quando chegaram os outros dois grupos, e os restantes cinco que aviaram com galhardia uns bons nacos da deliciosa chanfana regados com vinho e café.

Digno de registo também é a capacidade comunicativa do nosso repórter que abordava todas as voluntárias serviçais como se fossem da sua família ou tivessem nascido próximo de si. Um fenómeno comunicativo que não passou despercebido nunca: desde a chegada e do café matinal até à saída. Ao ponto de alguém que segue o nosso blogue lhe ter perguntado se era ele que passava a vida a ralhar e em particular a puxar por um tal… Alípio (isto não é delírio, foi verdade!!!).

Alípio Lopes

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publicado às 17:58

Abençoados por uma manhã de sol partimos com a ideia de visitar os trilhos da Maceira. No percurso devíamos aproveitar os carreiritos disponíveis. O primeiro saiu do alto do monte e levou-nos à estrada da Barosa perto da Ponte das Mestras.

Na quinta da Barosa tentámos encontrar uns trilhos novos, há alguns anos trilhados pelas tropas de Massena!!! O nosso GPS tinha essa informação.

Depois de uma pequena incursão no bosque e de algumas indecisões, "decidimos" subir o trilho que há instantes tínhamos descido, não sem antes evocarmos uma história do local, que fiquei de contar neste texto. Aqui vai: No dia 2 de Outubro de 1810 deu-se na Barosa o terrível recontro entre as tropas de Massena e o exército anglo-luso que vindo do Buçaco se dirigia a Lisboa. As forças de Massena foram derrotadas. Dessa época ficou a lenda do Tesouro da Barosa: reza a lenda que na altura das Invasões Francesas teria sido escondido um valiosíssimo tesouro na Quinta do Capitão Artur Lobo de Campos. Muitos anos mais tarde, um criado da confiança da família Lobo, mudaria o cofre que guardava o tesouro para outro local que não chegaria a revelar, pois terá morrido antes de o poder fazer. Na década de 70, do séc. XX, fizeram-se obras de restauro na propriedade e habitação que se supõe ter sido do caseiro, aparecendo diversas lajes levantadas. Debaixo de uma estava um buraco vazio, onde deveria ter estado uma caixa metálica de onde se presume ter sido levantado o referido tesouro por desconhecidos. Quem terá ficado rico?

Nós ficámos ricos porque continuámos o nosso passeio, como o fazemos todos os domingos, desta vez até à Maceira. Percorremos os trilhos da Maceira, fizemos uns saltitos e regressámos inteirinhos.

Até Domingo.

Rui

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publicado às 21:10

Trilhos Sem Fim, o grupo BTT foi à Maceira

por Trilhos Sem Fim, em 27.12.09

Neste último Domingo do ano, o frio e a ameaça de chuva, não foram suficientemente intensos para desmobilizar o grupo BTT "Trilhos Sem Fim".

Agora sem EL GPS, o grupo foi orientado por outros trilheiros que fizeram questão de mostrar com se orienta um grupo de 12 bttistas, sem a menor hesitação!

Em uma ou outra ocasião o antigo cicerone em fase de renovação, El GPS, ainda lançou uns palpites destabilizadores, mas perante a firmeza das directrizes emanadas pela equipa de orientação lá se deixou levar.

Subimos da Guimarota até ao Quartel e logo tivemos o primeiro e único incidente mecânico. Foi tempo de pausa para alguns recordarem os tempos da juventude passados na "tropa", precisamente naquele quartel. As tropelias de alguns, os castigos de outros, o saltar a rede de segurança, as camas à espanhola, mas sobretudo a recordação da irreverência da nossa juventude.

Em direcção à Mourã ainda conseguimos descobrir um pequeno trilho novo. Sempre em ritmo de passeio, com muita conversa pelo meio, subimos os trilhos enlameados dos Parceiros e quando dei por mim, já estava parado num pequeno café da Maceira para tomar o reforço e degustar o chocolate do Rui L. As raparigas, duas desta vez, estiveram sempre com um bom ritmo, quer no pedal, quer na conversa, o que é digno de louvar, porque se se deixassem influenciar pelo rapazes, estariam sempre na conversa! (eu escrevi rapazes, dá ares de mais novo, não é?). Pois!

Finalmente chegámos aos carreiritos do bosque de carvalho na Maceira. Serpenteámos pela mata, descemos e subimos. Até saltámos aquele pequeno, mas muito difícil, degrau. O Cláudio ia saltando, mas como tem responsabilidades lá em casa, jogou pela segurança. Ainda se lembra do ataque ao solo lá para os lados das Cortes e isso protege muito o corpo.

Já satisfeitos resolvemos regressar, mas aproveitando todas as descidas, sobretudo aquelas em novos trilhos.

Terminámos mais um ano de BTT sem acidentes É isso que desejo para o próximo, acompanhado de muita diversão, em segurança.

Até ao próximo ano, ... até domingo!

Rui 

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publicado às 16:50


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