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Com as previsões meteorológicas a indicarem 89% de Humidade Relativa e 98% de possibilidades de precipitação, ninguém podia esperar um dia seco e de sol radioso.

Os nove Trilheiros (corajosos?,) para quem muitos dos que iam para a missa de domingo no Alqueidão olhavam espantados julgando tratar-se de gente doida, sabiam disso mesmo quando ontem prepararam os seus despertadores.

Na afinação das conversas sobre o estado do tempo comentou-se que era ideal para o enraizamento do nabo e para o engrossamento do grelo. De facto, não parou nunca de chover nem, tão pouco, se vacilou em momento algum na pressão sobre os pedais. Já a velocidade, especialmente nas subidas daquela região, é outra conversa.

O pequeno pelotão que percorreu com galhardia quase 50 Kms por terras de Alqueidão, Reguengo e Fontes, foi sempre constituído por dois grupos: o dos que raramente marchavam na frente e os que nunca pedalavam atrás. É a vida…

De registar que a composição de ambos os grupos foi sempre invariavelmente a mesma.

Assinalável foi também o facto de não terem acontecido quedas nem qualquer outro tipo de percalço (porque o furo que o NC teve foi solucionado sem que alguns de nós tivéssemos dado por isso).

Na minha qualidade de voluntário forçado à “escrita criativa” sou obrigado a confessar-me assustado com o julgamento dos meus amigos TSF e fico feliz por isto não ir ser submetido ao julgamento público do Facebook onde podia levar com milhares de unlikes…

Não sei se devo mas vou relatar-vos que hoje, após o necessário banho retemperador, subi à minha balança e tive uma reacção parecida com a de Homer Simpson mas por razões diversas: tive o prazer de ler 72,9 e, juro, não consigo recordar-me de tal marca após os meus 25 anos e já cá cantam 54 e só comecei na arte de BTTar perto dos 52.

Porque me sinto incapaz de ser criativo, conforme me foi proposto, vou experimentar ser “apelativo” especialmente para fora dos TSF e para todos aqueles que ou nunca experimentaram ou já esqueceram os benefícios do desporto, e em particular do BTT.

E aqui vai o meu conselho: Se estão obesos, pesados, colesterolizados e perros parem de lamentar-se e, pela vossa saúde, comprem e USEM uma bicicleta; se acham que a montanha não é vosso estilo ou vocação usem as Ecopistas que não foram feitas para outra coisa. Evitem é as estradas enquanto não trocarmos de condutores e/ou mentalidades: há por lá malucos piores que jagunços na arte de bem matarem!

Para terminar (se o Conselho Redactorial assim o permitir) sublinhar que se conclui que ninguém pode nunca (des)cansar sem antes se cansar. O BTT proporciona-nos o melhor e mais repousante descanso. Para isso basta que aceitemos o desafio de superarmo-nos a nós mesmo sempre que os trilhos assim o determinem.

 AL 

 Também em meo Kanal 490904

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publicado às 16:14

O mote do dia 27 de Janeiro era… Pedalar quer chovesse ou fizesse sol ( sorrisos ); assim foi, chegada a hora, 9 trilheiros se predispuseram a efetuar mais uma excelente manhã de BTT, e diga-se que bela manhã;

Cerca das 8h42m e depois de colocar alguma conversa em dia, principalmente com os mais ausentes do país, lá se decidiu qual o percurso a fazer; e o percurso foi… Rota dos Odores e, logo se ouve, “para aí não que deve haver muitas árvores caídas” mas… e como era de manhã, ninguém ligou.

Saíram então do PR em direção á tão já conhecida mata dos Marrazes percorrendo o novo trilho beira rio e comentar o estado do mesmo devido ao mau tempo da semana passada, chegados á mata o tema de conversa foi o mesmo dada as quantidades de arvores caídas ( o Bin Laden bem que avisou)  que … iam cortando o caminho mesmo aos mais afoitos… era cada derrapagem…hehe – faltava-lhe o tal airbag que mais tarde acabou por aparecer…

Chegados aos pinhais das matas dos Milagres o pensamento era comum… como é possível o vento ter atirado ao chão pinheiros da idade dos que atirou!!!??? E a quantidade???? Bem… foram metros e metros em que o BTT era a “pé” e a passagem de obstáculos – vulgo árvores caídas e partidas no chão era uma constante – agora por mais que me custe, compreendo o motivo pelo qual estive sem água e sem luz durante algumas horas…; passados esses obstáculos e depois de sermos obrigados a desviar caminho, chegámos á localidade de Casal da Quinta onde aí degustámos um belo de um bolo de canela oferecido pelo caro colega JC e umas laranjitas do quintal da vizinha… daí e com a barriguita mais aconchegada partimos em direção a Agudim onde…… o show aquático começou…hihi daí aos Machados foi so mais umas quedas e daí ao parque de merendas da Boavista foram mais umas quantas, seguiram em direção às estufas e dali às Quintas do Sirol um ápice…molhado diga-se, pois estes senhores de barba na cara pareciam miúdos a … pular nas poças de água.

Chegados a Leiria por volta do meio dia e 20, com cerca de 40 kms feitos, e cerca de 600 mts de acumulado,  o grupo foi-se desfazendo pelos mais variados motivos, aqueles que chegaram ao PR sabem um dos motivos pelos quais eu gosto de pedalar com os TSF e…preferencialmente com lama… looooool… uma palavra de agradecimento a ela…J

Assim se passou mais uma manhã de BTT na companhia dos TSF’s, e… venha de lá esse GALO…!!!:P

Boa semana 

R Leitão

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publicado às 20:39

O que poderiam os TSF’s fazer, no primeiro Domingo de 2013, para começarem bem o ano?


BTT, claro! E assim foi, hoje foi a abertura oficial da época de 2013, para tal, pouco depois da hora marcada e trocados os cumprimentos de bom ano novo, arrancámos com o objectivo de ir conhecer os novos trilhos de St. Catarina. Dirigimo-nos em direcção à Curvachia, evitando o lamaçal junto ao rio, pela subida das raízes. Passámos ao lado do Soutocico, no estradão até ao Arrabal, e descemos ao Freixial de onde subimos até à Donairia.


O frio da manhã já não se fazia sentir, e o Sol já brilhava, um tempo óptimo para o BTT, mas, apesar da ajuda do São Pedro, os novos trilhos de St. Catarina, escorregadios como estavam, aumentaram a dificuldade técnica, que o diga o TSF que por duas vezes foi ao chão, mas sem consequências! A descida para o estradão dos peregrinos, fez-se por um trilho descoberto pelo JC, bastante técnico, se o quisermos fazer em cima da Bike! Serpenteámos pelo túnel na mata e regressámos subindo, claro. Faltava mostrar o outro trilho a descer, desconhecido dos restantes companheiros, e valia a pena... lá o descemos para contentamento geral.


Chegados novamente ao estradão, e não havendo alternativa, voltámos a subir. Já sabíamos que passar duas vezes no mesmo local faz mal aos ossos, mas hoje ficámos a saber que também faz mal aos dropouts, o RL com o dropout partido restou-lhe subir à mão até ao alcatrão onde o deixámos à espera de “assistência”. Ainda nos esperava o gozo da descida do trilho já nosso conhecido, desta vez sem abalroamento do repórter.


Do Casal dos Ferreiros, fomos matar saudades do trilho dos Cardosos, no Padrão e mais uma vez para evitar a lama da Curvachia, subimos pela traseira da Pedreira até à AE, de onde descemos velozmente no estradão paralelo ao acesso da AE.

Por esta altura já o grupo estava menor, alguns já rumavam às suas casas, restava-nos o regresso ao PR! Não sem antes acabar esta bela manhã de BTT, com a descidazinha da Senhora da Encarnação.


Ora por esta altura já não se esperavam mais quedas nem avarias, mas hoje era dia delas, e o nosso repórter protagonizou ainda uma entrada no PR em grande estilo, deslizando suavemente sobre os paralelos molhados, mais uma vez sem consequências.

 

Foi uma excelente estreia em 2013, voltinha com um pouco de tudo, com cerca de 40Km,  aprox. 900m de acumulado, bom tempo, bons trilhos, boas paisagens, descidas, subidas, quedas, avarias, a ginjinha do costume, conversas, risotas, … Está aberta a época 2013 :-)

 

Cláudio Costa

 

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publicado às 02:51

Faltavam escassos minutos para as 8:30 quando se começou a juntar o grupo que no último domingo do ano de 2012 resolver BTTAR, desta vez pelos trilhos já conhecidos da volta do autocarro, hoje com alguns trilhos novos e diferentes.

Foi assim, eram 8:40 quando 9 trilheiros se disponibilizaram para pedalar em direcção aos Andrinos, e de lá em direcção ás estufas, onde passados 4 Km se lançou a primeira lança... "ah e tal parece um "Popelinas" disse alguém, e, no conforto das gargalhadas lá se continuoou em direcção ao Lapedo, onde se subiu em direcção á santinha ( perto de Apariços) e , continuando a subir rumaram em direcção a acolá por l'álém - disse RG, entenda-se que em direcção a Lagoa da Pedra por uma caminho já percorrido por alguns de nós , mas que já há algum tempo não era feito, e, como tal, tivemos da fazer inversão de marcha desta feita para percorrer trilhos novos que nos levaram ao tão conhecido aviário já conhecido por todos nós... De lá foi descer até ao reforço - obrigado P pelo café e plas cantorias.

Após algumas opiniões discutidas, foi hora de descer e descer bem ... estão todos a descer bem ouvia-se da voz de AF.

Rumaram então em direcção á Boavista percorrendo o recém baptizado trilho do Sérgio onde, e por volta das 11:30 ficámos sem dois trilheiros que tiveram de rumar a Leiria mais cedo, não podendo assim acompanhar o resto do grupo em direcção á mata dos Marrazes.

Foi altura das "FAMEI'S" arrancarem o alcatrão... que belas máquinas, que soar de motor, permitam-me mesmo dizer...que roncar ( só para quem assistiu pois acreditem que não me é possível descrever este momento único); chegados á mata, percorremos o trilho do RL e do LC, mas, desta vez sem quedas ou não fossem as molas que o RG tem na "menina" dele, (isso é que ela se levanta rápido); satisfeitos com o passeio e antes que a ameaça de chuva se concretizasserumaram em direcção a Leiria pelo percurso novo á beira ario, onde, mais 2 trilheiros rumaram directos a casa, tendo o restante grupo como objectivo o PR onde chegaram pelas 12:40, com cerca de 42 km feitos e com 760 mts de acumulado, não sem antes da FAMEL do AF fazer uma valente égua...; foi ainda tempo de discutir os km feitos com o grupo ao longo do ano que agora termina na companhia dos TSF e foram mais de 3000 kms com mais de 20000 calorias gastas (facilmente repostas)...

É assim a vida de um TSF... Ano após ano, mês após mês, domingo após domingo, gargalhada após gargalhada, km após km, pedalada após pedalada, por tudo isto e mais ... somos TSF's.

Desejos de um Próspero Ano de 2013 ... que as nossas pedaladas sirvam para fugir da crise...

Rui Leitão

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publicado às 22:16

Como alguém disse…o céu estava cinzento.. Estava cinzento, mas isso não foi impedimento para que um grupo de TSF’s, pelas 8:30h, se juntasse para participar no passeio solidário promovido por uma loja de bikes da cidade, e cujo mote era que os participantes doassem bens alimentares não perecíveis como forma de inscrição, bens esses que serão distribuídos por uma instituição de solidariedade da região. Todos fizeram a sua doação e houve inclusive quem doasse uma quantidade considerável de meias de alta qualidade. Quem receber estes contributos decerto agradecerá.

Dois dos aguadeiros presentearam os restantes do grupo com “Xeltox” de primeira, para animar e fortalecer os bikers. Isso caiu bem com o bolo rei que a loja ofereceu.

Foi ainda no local da partida que o grupo TSF “encontrou” 2 bananas, mas como só se podia deixar no local do contributo bens alimentares não perecíveis, tivemos de transportar as mesmas, pois é pena estragar comida.

Já passava alguns minutos das 9:00h quando foram dadas as instruções de saída, já sobre a montada fomos sendo conduzidos para as Olhalvas, onde apanhamos o trilho que habitualmente fazemos acima do hospital. Não houve novidades ao longo de toda a volta em termos de trilhos, pois já eram todos do conhecimento da maioria dos TSF. No entanto, a imensa chuva que se fez sentir nos dias anteriores, associado aos inúmeros bikers, tornaram alguns trilhos imensamente lamacentos, sobretudo na parte final do passeio.

O percurso numa fase inicial foi ladeando a autoestrada em plano por norma inclinado ascendente. Assim foi o grupo esteve animado, no entanto dividiu-se em 2, no período de subida. Ocorreram algumas quedas, fruto da lama e da pedra calcária molhada. Como os TSF nunca deixam ninguém para trás, foi próximo do meio percurso que foi feito um compasso de espera e voltamos a reunir.

No Miradouro dos Soutos, estávamos a meio percurso, foi tempo de reforço e de reposição dos “electrolitos”. Foi o tempo necessário de comer bananas… e também algumas barritas.

O regresso envolveu algumas passagens técnicas, o catalogado passeio tinha estas passagens em muito propiciadas pelo excesso de lama, pedra e paus. O regresso rematado pela passagem pela Curvachia, constituiu o toque final no camuflamento das nossas bikes com argila.

O acumulado rondou os 600m e o percurso rondou os 30Km e pelas 12h estávamos no ponto de partida.

A chuva deu tréguas e as condições atmosféricas propiciaram uma ótima manhã de BTT!

Boa semana!

D’Armindo

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publicado às 17:36


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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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