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Castelo de Pombal: A Conquista pelos Trilhos Sem Fim

por Trilhos Sem Fim, em 06.11.16

A convocatória para uma partida antecipada tinha sido divulgada tanto to nosso blogue quanto na nossa página do facebook.

Às 8:00, e não às 8:35 como habitualmente, estávamos preparados para a partida em direcção ao norte do nosso distrito. Mas havia ainda que esperar pelo casal maravilha que não terá conseguido convencer os seus rebentos que tinham que içar mais cedo para rumarem ao porto seguro da casa dos avós. Então foram seis (RG, RL, RM, AF, AL e JC) os que partiram do PR na expectativa de que por volta da zona das Colmeias pudéssemos ser oito (com a PP e o LC) para arrancarmos a toda a pressa para o ataque a um dos mais bonitos castelos da nossa região e que terá feito parte das linhas de defesa do Mondego e das fortificações dos Templários. https://www.jornaldeleiria.pt/noticia/pombal-reconquistou-hoje-o-castelo-para-os-proximos-40-anos-2211

Desta feita não pudemos contar, como numa das últimas expedições, com a preciosa presença do nosso director RP (que sempre nos enriquece com a sua sabedoria e capacidade de pesquisa sobre dados históricos) e do PS enfermeiro (também para nos falar de história ao jeito do falecido José Hermano Saraiva…). Já no interior do castelo fomos recebidos de forma principesca pela funcionária/anfitriã de serviço que, certamente como nos prometeu, irá passar a ser nossa seguidora no blogue e no facebook porque, logo ali, o nosso mestre-de-cerimónias (RG) fez questão que ela abrisse o nosso blogue para melhor nos identificar sem enganar-se. O JC foi o último a debandar por ter ficado a conversar um pouco e ter lamentado que, perante equipamento tão bem cuidado, não houvesse um pagamento simbólico que fosse. Ouviu como resposta que a CMP decidiu que se os melhoramentos haviam sido integralmente suportados com outras verbas que não as municipais seria justo que à população não fosse pedido pagamento algum. Sugeriu o JC que assim o local seria muito mais frequentado. Que não! Pesem até as iniciativas culturais e um bar com uma vista fabulosa e muito recomendável. Uma pena, diremos nós. Porque um castelo - como é aquele e tantos outros da nossa região – não é um simples e complexo amontoado de pedras. Basta irmos com tempo para percebermos e respiramos uma atmosfera que nos transporta a uma tempo que não tão distante quanto possa parecer foi dos nossos tri-tri-avós mas poderia ter sido o nosso. Visitar um castelo é visitar um sítio carregado de emoções e recordações onde até almas e corpos há sob os nossos pés. Uma pena que não haja possibilidade de conciliar a existência de um mega shopping no local para que pudesse ser mais visitado. Ou talvez levar lá o Tony Carreira ou qualquer um dos seus sonoros rebentos… O Quim Barreiros talvez também não fosse má ideia

Quis a solícita, simpática e competente anfitriã que visionássemos um filme de doze minutos primeiro ou um de cinco depois, dado que negámos a primeira possibilidade. Nem uma nem outra se consumaram – com muita pena nossa! – por manifesta falta de tempo para chegarmos a casa a horas decentes. Ainda havia que poisar na CA porque setenta quilómetros são setenta quilómetros e quando não temos muito acumulado é o rolamento e a falta de descidas que nos provoca cansaço e não pouco! Perfizemos uma média muito jeitosa de 16 quilómetros por hora. Esta última etapa não foi cumprida pelo RG, que ainda tinha que ir almoçar à Bouça nem pelo RM que lhe fez companhia naquela pequena subida até ao Casal de Matos.

Quinta teremos nova oportunidade para o aquecimento da semana e no próximo domingo haveremos de ir a um qualquer outro castelo. Como fomos no dia 1 de Novembro ao de Ourém, e agora ao de Pombal, proponho que no próximo domingo visitemos o não menos vetusto Castelo de Leiria!

À hora da “matiné” fomos degustar castanhas para a sede e assistir ao jogo do Glorioso com o FêCêPê. A coisa esteve tremida mas terminou com enorme alegria.

No intervalo do jogo abordou-se a necessidade de prepararmos as comemorações do décimo aniversário dos Trilhos Sem Fim e a emissão de Polos (ou algo semelhante) de boa qualidade para quando nos deslocamos ou vamos a cerimónias especiais. O AF logo berrou que tinham que ter nome para que toda a gente soubesse quem é que escreve estas coisas e não larga o travão…

Foi ali, mesmo ali (como diria então o JHS ou poderia dizer o PS), que alguém descobriu um novo verbo para a Língua Portuguesa – que não pode ser só o JJ a reinventá-la! -. O ARTURAR! É caso para dizer: ARTUREM-NO VOCÊS!!!

Alípio Lopes

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publicado às 19:29

Reconquista do Castelo de Pombal

por Trilhos Sem Fim, em 26.05.13

Às 8.30 em ponto saíram de terras D'El Rei D.Dinis treze fidalgos “trilheiros” que teimam na conquista de novos territórios. Decidiram por bem demandar terras dos templários, em Pombal, cujos resquícios do altaneiro castelo ficou rendido ao poderio “bttista” destes nobres fidalgos quando eram onze horas e cinco minutos do dia 26 de Maio do ano da graça de 2013.

Em boa verdade, a conquista não aconteceu cerca das 10.30 porque a borracha das ferraduras da montada do fidalgo David A acusaram, por duas vezes!, uma errada vocação para a procura dos lados mais agrestes de estilhaços afiados de tijolo deixado no real e rústico caminho por um qualquer campónio do popular lugar de Colmeias. Estes dois incidentes não passaram desapercebidos ao nosso Escudeiro-mor AF que, perante os demais, desancou verbalmente o referido fidalgo por armar a sua montada com tais - supostamente fracas - ferraduras.

Importa referir que antes do assalto final ao castelo ainda houve que fazer a travessia a vau do rio Arunca e lidar com a teimosia de algumas bestas o que proporcionou não rara oportunidade para algum refrescamento, quase banho, tanto de cavaleiros quanto de montadas.

Durante a curta presença no castelo houve tempo para a secagem das protecções interiores usadas nos pés destes fidalgos - por se encontrarem completamente ensopadas; para beneficiar de um néctar proveniente de terras de Trancoso trazido no bornal do cavaleiro Rui L e, ainda, de assistir-se a uma aula de história por parte do real e excelso senhor Rui P ao que o Príncipe das imitações Pedro S nos trouxe à memória o recentemente falecido JH Saraiva com uma réplica perfeita de uma das suas mais recentes crónicas do reino. Ficámos ali mesmo a saber que o castelo, outrora mais um dos baluartes militares dos templários, acabou por nunca ter servido para fins bélicos ou da arte da guerra (e talvez por isso hoje a sua rápida rendição) ao que o fidalgo Cláudio C sublinhou vir de antanho a nossa propensão para a construção de obras com duvidosa utilidade, não sendo esse - disse o real senhor - um problema exclusivo de tempos troikanos ou damascenianos...

Durante toda a longa caminhada, de mais de 70quilómetros, o nosso Escudeiro-mor ficou assoberbado em algumas ocasiões - e disso deu nota as hostes em tom decidido e irado - por cavalgarem os mais jovens e fogosos fidalgos soldados de forma tão impetuosa que, amiúde, descuraram a coesão do grupo que ficou partido em mais do que uma ocasião. Tinha o escudeiro-mor do grupo fundados receios e temores de algum assalto inusitado por parte de alguma moirama que por ali dizem abundar, coisa que não veio a suceder pela divina graça de Deus.

Reagiram as tropas, de modo súbito e com elevado humor e espírito de grupo, cavalgando alguns deles abraçados para tranquilidade do nobre cavaleiro e Escudeiro-mor que amainou nos ralhos mas não mais recuperou a sua costumeira alegria e exuberância. Cantou-se também que “trilheiros” unidos jamais serão vencidos, dando com isso razão ao admoestador pela propriedade e cabimento dos seus temores. Chegou até a admitir-se que estaria determinado em prender o burro mas, acredita este humilde escrivão substituto e um criado as ordens da fidalguia “trilheira”, isso não terá passado de uma espécie - infundada e não suficientemente justificada - de intriga de estrebaria.

Em Santa Eufémia três dos mais nobres cavaleiros deixaram o grupo e zarparam por estrada romana, em mui boa condição de conservação e zelo, em direcção aos seus domínios onde as suas excelsas esposas os esperariam ansiosas para o repasto dos seus reais almoços.

Lembrar que os restantes dez continuaram por montes e vales para chegarem a desoras (13.35) não sem antes haver a relatar, para que conste e a pátria” trilheira” o saiba, que a nervosa montada 29" da alta escola real de Alter atribuída ao cavaleiro José C voltou a levantar cascos e a obrigar à sua queda algo aparatosa mas, felizmente e tal como vem sendo habitual, sem consequências dignas de nota.

Alípio L

Real Escrivão substituto

26MAI2013

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publicado às 19:56


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