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As exsurgências temporárias do Rio Lis

por Trilhos Sem Fim, em 28.12.09

Este final de ano chuvoso proporcionou mais uma vez um belo acontecimento natural na nascente do Rio Lis.

Ao chegar ao lugar de Fontes, o forte caudal do rio fazia adivinhar a presença desse acontecimento que se repete ciclicamente em cada Inverno, quando as condições de pluviosidadde o permi-tem. Lentamente, para apreciar a natureza, fui caminhando em direcçao à nascente, num ritmo calmo de quem aproveita os últimos dias de descanço. Após uma curva à direita, surgiu a nascente. Lá estavam elas, as exsurgências temporárias do Rio Lis. Um belo espectáculo sem dúvida! 

A bela, mas brutal, torrente de água brota, mesmo ali, sob os pés. Alguns minutos, em silêncio, a apreciar esse espectáculo verdadeiramente belo com a convicção de que aquela forte corrente alivia o stress acumulado no final deste ano de trabalho.

Visite as Fontes (Cortes - Leiria) e não perca esta beleza natural.

Rui

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publicado às 23:57

Rota da Água

por Trilhos Sem Fim, em 01.02.09

Depois de uma semana de chuva intensa, esta manhã de Domingo, 1 de Fevereiro de 2009, esteve óptima para pedalar pelos trilhos de que gostamos. Arrependemo-nos logo por não termos feito o passeio em Porto de Mós, mas mais oportunidades virão.

Ultrapassada a hesitação inicial sobre o rumo a tomar, decidimo-nos por uma visita às Fontes do Lis, na expectativa de apreciar a beleza das exsurgências.

Antes de nos dirigirmos à nascente, descemos um pouco ao longo da margem esquerda do Rio Lis e aprecíámos o rodopio das suas águas ao abraçar a Ribeira do Sirol. O Rio recebe a Ribeira e em círculos apertados mistura as águas, ganhando mais força, oferecendo-nos um espectáculo de rara beleza. Lado a lado, descem um pouco e após a ponte dos caniços precipitam-se freneticamente no açude das traseiras do museu da fábrica de papel, dando lugar às pequenas, mas extasiantes cataratas do Lis.

Subimos à Senhora da Encarnação e apreciámos a descida pelo carreiro que serpenteia por entre as árvores do pequeno bosque.

Finalmente tomámos a estrada para a nascente do rio, ansiosos por confirmar a beleza das Fontes do Lis. Optámos por uma passagem pela Curvachia, para ganhar resistência física nas subidas e sentir a adrenalina nas vertiginosas descidas. Parece-me que as subidas eram tão longas, que nas descidas só houve tempo para descansar as pernas.

O caminho agrícola no vale que precede o Pé da Serra estava transformado num verdadeiro rio, as corgas transbordavam. Com o cuidado de quem quer apreciar um trilho na água e não pretende tomar banho, deslizámos até à margem mais elevada e iniciámos a subida para o Pé da Serra. Como é fácil descrever o percurso! Dificil foi subir por entre pedra, troncos e lama, umas vezes em cima da bicicleta e outras com ela à mão.

Parámos alguns minutos com o pretexto de saborear o reforço alimentar, mas a paragem apesar de longa, foi curta para recuperar de tantas subidas.

Finalmente a grande descida pela meia encosta, evitando os buracos e as pedras soltas. A velocidade e a exigência técnica fez com que alguém tivesse um encontro com uma pedra maior e arranjasse um furo que nos ofereceu, espontaneamente mais uns minutos de descanso.

Finalmente a nascente do Rio Lis! A bela, mas brutal, torrente de água que brota, mesmo aqui, por baixo dos nossos pés. Ficámos alguns minutos, em silêncio, a apreciar esse espectáculo verdadeiramente belo.

No regresso a casa ainda tivemos tempo para nos deleitarmos com o “doce” betetista, que é descer dos Pousos para São Romão, encosta abaixo, até à Travessa da Encosta.

Agora o descanso e até ao próximo Domingo.

Rui

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publicado às 21:45


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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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