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CHIQUEDA OUTRA VEZ

Há muito que não reuníamos um grupo tão grande e tão bem disposto, com uma rara excepção , talvez devido a eventual problema de azia. É a vida.

Juntaram-se a nós alguns companheiros dos Chou-bikers que puderam confirmar ao vivo e a cores que somos únicos na arte da orientação tantas foram as correcções à rota. Finalmente, o nosso inimigo fidagal dos gps rendeu-se e propôs – sabe-se lá com que desgosto – que fosse o CC a orientar os percursos.

Tivemos oportunidade de visitar uma pedreira, daquelas que esventram a natureza e a deixam agonizante para sempre apesar das bonitas e ineficazes leis que obrigam à reposição do coberto vegetal. Mas também não é só isso que não é para cumprir e bom exemplo é o das fundações que ameaçam impunemente afundar-nos ainda mais. O AF saltou para cima dum enorme bloco fendido e perfurado e explicou como funciona a extracção da pedra.

Registámos com tristeza que foi efémero o esforço do RG para produzir as braçadeiras do nosso repórter e esperto de pneus.

Não foram muitos os quilómetros mas foram muito bons e tecnicamente muito exigentes e os últimos três de single foram brutais.

Tomámos café no lugar de Cadoiço, parente  masculino da Cadoiça que é uma corruptela de cadência, segundo o AF.

Importa registar os quase 55 anos de diferença entre o nosso mais jovem recruta e o mais antigo valor humano do nosso grupo. Dois excelentes exemplos de espírito e capacidade trilheira. Falamos, é claro, do Francisco Malheiro e do Rogério Monteiro ambos bons exemplos de boa  disposição e espírito de grupo. O FM  deixou que fosse somente o pai, Hélder, a malhar e mandou também um malho para bem fazer jus ao nome de família. Tudo em modo suave, claro. Que os seguros são para ter mas não para usar.

Termino já porque para ser lido por poucos e comentado por cinco não vale a pena fazer nem mais nem melhor.

Sigam o blogue ou o face porque quarta-feira é feriado e dia de pedalar mais.

 Alípio Lopes

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publicado às 22:54

Trilhos Sem Fim foram a Fátima

por Trilhos Sem Fim, em 25.09.16

À hora habitual, e depois de reunido o grupo, logo se decidiu e por unanimidade o destino da volta de hoje. Por sugestão do Rui Leitão arrancámos em direcção a Fátima, para irmos cumprimentar a família Leitão, que tão bem nos tem tratado.

 

Sob a orientação do Leonel subimos a Curvachia em direcção a Famalicão, com o propósito de nos mostrar novos trilhos para os lados da Chainça. Chegámos ao campo de Famalicão e para espanto nosso, verificámos que já retiraram o carro abandonado do meio do eucaliptal. Sempre julguei que jamais dali sairia, mas afinal ainda há proprietários zelosos, o do eucaliptal, não me refiro ao do carro!

 

Já no vale entre a encosta dos Mourões e da Sra. Do Monte, passámos sem nos arranharmos, aquele que era um caminho a ceder à invasão das silvas e arbustos, está agora “alargado” pelas máquinas dos lenhadores. A pedra molhada ao chegar ao Vale Maninho, fez lembrar que o verão já lá vai, os TSF’s já quase todos vestiam mangas compridas e o oleado no bolso começa a fazer sentido. Também por já não ser verão, o grupo está mais composto, mesmo com as ausências de habituais companheiros.

 

O Leonel mais uma vez não falhou e mostrou-nos os tais trilhos novos, que merecem sem dúvida ser visitados com mais frequência, mais um excelente trabalho do grupo “Bicipingas” que os abriram.

 

Já em Fátima, que hoje estava “invadida” por motos, por ser dia de bênção dos capacetes, cumprimos a tradição do pastel de nata e tivemos o prazer de cumprimentar a família do nosso colega RL. Após um pequeno incidente, que nos reteve um pouco em Fátima, regressámos a Leiria também pelo Vale Maninho abaixo, com a habitual velocidade própria de quem não tem muito juízo, mas aos domingos de manhã, todos nós deixamos sair a criança que há em nós!

 

Para a manhã acabar em beleza, regressámos pela mata da Curvachia, da qual nunca nos cansamos de serpentear pelos seus trilhos, mas não sem antes subirmos ao galinheiro, sim, subirmos, porque para o descer há que o subir, mas vale bem a pena :)

 

Cumpriu-se mais uma boa manhã de Convívio e de BTT, com quase 50Km e sem percalços. Ao contrário do habitual hoje ninguém forou, há pois, está bem, o C. Máximo não foi hoje!

Boa semana e até 5ªfeira.

Cláudio Costa

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publicado às 17:26

Trilhos Sem Fim foram à Pia do Urso, outra vez!

por Trilhos Sem Fim, em 11.09.16

Texto: Carlos Máximo em grande produção literária. Resultados dentro de breves momentos...Clicar para ver fotos

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publicado às 17:05

As médias de participantes continuam a recuperar. Hoje fomos treze e ninguém vacilou perante o número. Todos acreditam mais na perícia própria e no treino que nos ditames de quaisquer destinos deterministas e pouco racionais. Prova disso mesmo é que há dias em que o número é diferente e há sobressaltos e hoje foi das manhãs mais tranquilas de Btt que poderíamos pedir.

É daqueles dias em que não ficou muito para dizer, para além de termos escapado à chuva que chegou a ameaçar.

Ainda assim, depois de mais de 40 kms e 800 metros de acumulado, cabe referir o seguinte: 

  1. Fazer provas extremas de mais de 160kms deve fazer muito bem, que o nosso director está fino como um alho, particularmente a subir, depois da esfrega que levou em Serpa no passado fim de semana;
  2. Que finalmente, apareceu alguém credível (mas ainda não ratificado...) para substituir o FC na função de segundo homem PRESS (sem direito a braçadeira!);
  3. Que A --------ICE e, quiçá melhor, a filha da p----, não tem limites na nossa região. O trilho que chega ao entroncamento que dá para o Reguengo (à direita) e para o Celeiro e Reixida (à esquerda) foi adornado com enormes calhaus que não permitem passagem normal. É uma pena que certas pessoas, invejosas da felicidade de terceiros, façam este tipo de coisas como se fossem donos do mundo e se sete palmos de terra não fossem suficientes para acabarem com as suas histórias de vida tristes, lamentáveis e infelizes. De facto, acabamos a ter pena de mentes tão fracas.

Chegámos à última etapa mais cedo do que é habitual. Esperamos pela nova jornada de quinta, para quem pode, ou de domingo sem faltas! A GRZ está à porta!!

Alipio Lopes

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publicado às 21:14

Volta do Panamá à chuva

por Trilhos Sem Fim, em 10.04.16

Os TSF andam a perder qualidades e desfasados da realidade. Na era PP não houve ninguém a aflorar o tema... Terá sido por temor? Isso não se sabe, mas que eles andam aí, andam. Não se falou de PP, mas discutiu-se o tema SLB/BM e os coelhos que não chegam porque têm sofrido do síndrome de morte súbita...

Às oito e trinta, quando já estávamos sete, houve o inevitável “puxão de orelhas” pela ausência aos últimos treinos deste que ousa escrever quando não tem outro remédio... Desta vez, fui apanhado por não ter ido ao blogue deixar comentários. Evitei esse tipo de visitas para aliviar a minha dor pela ausência involuntária. Deverá esclarecer-se, contudo, que se essa penalização fosse razoável haveriam alguns de escrever durante um ano quando arriscarem regressar. Deixo a quem por aqui passar o desafio de identificarem a quem quero referir-me.

Perante a enorme indecisão àcerca do destino arriscamos a sair do PR com chuva. Não foi o caso e apanha-mo-la bem chovida lá para os lados das Fontes onde nos abrigámos num belo alpendre de restaurante, apesar de alguns teimosos preconizarem que não deveríamos ter parado.

A paragem foi curta mas surgiram duas correntes, uma que pugnava pelo regresso a Leiria e outra, mais forte, que impunha que se assim fosse iria juntar-se a outro grupo e ainda simulou uma chamada telefónica. Ganhou. Convenceu-nos e acabámos a gozar um resto de manhã muito aceitável e quase muito interessante.

O grupo, composto por dois miúdos na quinta, três na sexta e dois na sétima décadas de vida trepou nos cândidos caminhos de areia grossa, escorregadia e vibrante dali até ao alto da Senhora do Monte onde adiante e à esquerda continuámos a malhar na mesma areia pelo trilho da “figueira” do nosso director que primou pela ausência por ter ido tirar um curso de alentejano a Serpa, durante 167 kms! Arre porra...

Chegámos relativamente cedo ao café do Arrabal onde degustámos um magnífico pastel com café e provámos, “for free”, filhoses negras de alfarroba que recomendamos vivamente.

Como era cedo decidiu-se rumar dali aos Cardosos, dos Cardosos à Brisa e da Brisa à CA. Nos entrementes, quando o RG descarregava uma bisnaga vitamínica, foi-lhe perguntado se o produto era vendido pelo Futre. Ficámos imediatamente a saber que um companheiro, que exigiu anonimato, tem para venda um pack por encetar que não será do Futre mas do CR7 e vale ainda mais porque o referido estimulante para a tosse  foi comprado a uma amiga dos TSF! Não resistiu à vendedora e comprou-o sem necessidade. É a vida... 

Alipio C. Lopes

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publicado às 21:27


Sobre nós

Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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