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Trilhos Sem Fim e o filho regressado

por Trilhos Sem Fim, em 17.12.17

No dia em que regressei depois duma tormenta, com sensivelmente três meses, não era fácil escapar desta tarefa de arrazoar. CG, CM, RM, RG, RP, DA e o convidado LUÍS testemunharam o meu regresso e gramaram com uma manhã de BTT que não podia ser dura e não podia rumar para SE. Optámos pela volta do autocarro mas ao contrário e com alguns troços indicados pelo RM que nos proporcionaram uma agradável pista juncada de eucaliptos adultos com a respectiva rama, mas a subir. A manhã estava tão fresca quanto pode permitir temperaturas senão negativas a rondar o zero. Café em Santa Eufémia e refresco final na CA. Na ausência de vários companheiros na volta da Batalha, coube ao CM fazer de rabujento. E até raminhos gelados temos no filme. O momento cultural mais marcante andou à volta dos fungos, vulgo cogumelos. Percebemos que quando se fala neles há quem valorize tanto a vida e o medo de envenenamento que, tendo-os consumido na infância e juventude deixou de os comer “pour cause"… Abordámos com mais detalhe os míscaros e os frades ou tricholoma equestre e macrolopieta procera com um primo tão semelhante mas venenoso que até o nome partilha mas com a designação variante venenata. Percebemos que o míscaro é dos cogumelos ditos comestíveis um dos que tem asterisco que diz que deve comer-se com moderação e não continuadamente pois podem produzir sintomas aproximados de intoxicação e provocar problemas musculares. Como havia quem temesse que, ao escrever, quisesse contar tim-tim por tim-tim o processo da minha “licenciatura" em Coimbra avisaram-me que não seriam aceites 30 páginas de texto. A páginas tantas, ainda me iam censurar ou cortar onde menos queria pelo que escrevendo tudo o que me apetece direi para rematar que os meus amigos foram extremamente pacientes a esperarem por mim mas não estou seguro que me queiram aturar muitas vezes mais no futuro próximo… Ficarei contente com umas voltas de autocarro, aqui e ali, para poder continuar a ter as quotas em dia, equipar com o mais sexy e másculo equipamento que conheço e poder continuar a fazer parte das Assembleias Gerais. Bem hajam amigos e companheiros dos Trilhos Sem Fim, porque graças a vocês percebi hoje que também não irá ser esta última contrariedade a fazer com que deixe este vício bom das bikes. Nem que seja com rodinhas voltaremos a andar. Se não for sempre, às vezes. Hoje tive direito a acompanhamento médico privado e pro bono... Alípio Lopes

20171217

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publicado às 20:09


3 comentários

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De Rogério Monteiro a 18.12.2017 às 11:22

Parabens Alipio pela tua lição sobre os fungos, foi muito elucidativa.
Ainda bem que o "bichinho" pelas pedaladas em trilhos a descobrir que não têm fim, continua na tua mente, pois és um companheiro que fazes muita falta no convívio dos trilheiros .É que, faltando tu para quem é que vai sobrar o " larga o travão "? para mim.
Um abraço
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De DArmindo a 18.12.2017 às 15:47

Foi de facto uma ótima manhã! Nem o frio afugentou a vontade de dar ao pedal.

Para mim 2 dias consecutivos a pedar cedo, com estas temperaturas, à que gostar :) ou então ser maluco! Opto pela primeira :))!


Grato pelo companheirismo, valeu mesmo a pena!


p.s.> Estou curioso pelo registo de imagem, do repórter de imagem substituto.
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De Rui Gaspar a 18.12.2017 às 23:04

Foi bom festejar o regresso do AL . Afinal esteve no defeso mas não criou fungos . Está melhor que antes só precisa ser distraido para não ir sempre a pensar que pode  cair .Nada melhor que  falar com ele sobre cogumelos. O CM substituiu o reporter de imagem com galhardia. 

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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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