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Trilhos Sem Fim vão à anta: A volta dos 18...

por Trilhos Sem Fim, em 26.01.20

Pelas 8h e 18 minutos… chegam os primeiros ao local de encontro, o PR.

Chegada a hora da partida eramos 18 trilheiros….

Tão empolgados, e motivados pelo magnifico dia de sol, pegamos nas montadas e seguimos, pedalando de forma ritmada… tão ritmada que deixamos para trás dois TSF, que ultimavam preparativos de partida, após revisão técnica da máquina do nosso diretor!

A manhã fresca, deixou desta forma de o ser rapidamente. O aquecimento começou cedo, com umas subidas, nesta manhã em que a altimetria superou os 1100m D+, . (Volta Cardinhos… :)Estás perdoado!!)

Com 14km feitos, estávamos no Reguengo do Fetal… onde pedimos 18 pasteis de nata, tendo esgotado o stock qua havia nos 14.

Com o reforço desta paragem subimos, e não mais paramos até à visita à Anta em Alqueidão da Serra. Que manhã bonita, a beleza da paisagem, dos trilhos, parabéns Amilcar pelo percurso escolhido!!

Após a Anta, com passagem pela pedreira abandonada, vislumbramos uns antigos moinhos de vento, que partilham o espaço com as modernas eólicas no topo da serra.

Aquilo que foi "top" até ali, após não foi menos bom, descidas longas, velocidade… num ápice estávamos na Torre... a que se seguiu as Fontes... e após as 12.30h cumpria-se o ritual, na Cervejaria Armando, já em Leiria!

Que excelente manhã! 53 km de pura diversão :)…

Quantos dias faltam para o próximoDomingo? … 7, e para 5ªfeira, 4 :).

Até lá!! Boa Semana.

D'Armindo

 

Trilhos Sem Fim na anta, por caminhos dificeis

publicado às 15:40

Depois da tempestade, vem a Bonança!

Com um sábado brindado com chuva, que molhou alguns Trilheiros que "BTTaram", fruto de não poderem comparecer no Domingo, a manhã dominical era, como se previa soalheira e deixava adivinhar umas horas bem passadas.

Era sabido que iríamos receber alguns convidados e como é nosso apanágio na sua receção, a encomenda do traçado seria claramente ascendente. Na ausência do nosso Cartógrafo Oficial, o que é já o Segundo Cartógrafo, assumiu o compromisso de visitarmos alguns pontos com uma vista interessante para os vales.

Desta feita o nosso Tyre Expert não vinha artilhado de sapo, o que permitiu concluir numa amostragem de dois domingos seguidos, o uso de um sapo faz ralhar menos!

Segundo contagem, éramos 22 Trilheiros à saída e o primeiro destino já se via lá no alto, o Cabeço da Maúnça. Seguimos em direção às Fontes, onde encetámos a captação de imagem, hoje repartida por 3 repórteres, o habitual com o método tradicional e dois com action cam, uma a filmar para a frente, outra para trás. É certo que o editor tem mais trabalho mas a qualidade e o resultado final justificam-no! 

Encetámos então a primeira arrancada ascendente em direção às Torrinhas e daqui até ao alto da Maúnça. Lá no alto, soprava uma brisa, e os convidados seriam os primeiros a chegar (esta forma de praxar novatos sai mais "cara" aos dois regressados do pelotão de Engenharia que aos principais visados, que apresentaram uma forma espetacular) e à medida que iam chegando Trilheiros, o RL ia fazendo séries a subir o último troço e acompanhar o "pelotão que estava a chegar (cada maluco com a sua mania).

Recompostos deste primeiro ato ascendente, o nosso Segundo Cartógrafo brindou-nos com outra picada de nível semelhante. Nesta, o nosso cavaleiro das séries teve uma avaria, que o forçou a rumar a casa antes do desejado.

Alcançado este novo topo, foi tempo de encontrar uns carreiros que nos levariam até à pedreira do Reguengo do Fetal, de onde desceríamos para o nosso Coffee Break, onde encontrámos o casal PP e LC. O RB, como recém aniversariante fez questão de patrocinar o café.

Recompostos e com ainda alguns metros ascendentes para complementar os 4 dígitos que haviam sido falados nas vésperas, rumámos ao Perulhal e depois Rio Seco, vindo sair às Portelas, onde nos encaminhámos até à reposição de eletrólitos, patrocinada pela LM, outra aniversariante da semana, que por este motivo ficou isenta de redigir a crónica.

De enaltecer a aderência destas primeiras voltas de 2020, esperemos que seja para continuar. Um agradecimento aos convidados, que passaram com distinção no ascendente teste de estreia. E uma palavra aos regressados, para que este ano a presença seja mais assídua, de forma a minimizar o sofrimento.

Em resumo, cumpriram-se os 4 dígitos de acumulado, (quase) não se apanhou lama e percorreram-se 45km.

Nuno Gonçalo Santos

 

Trilhos Sem Fim e seus convidados, subindo

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publicado às 18:40

Trilhos Sem Fim em redor do Reguengo e as quedas

por Trilhos Sem Fim, em 12.01.20

A “Vaca que Ri”… o(s) “Sapo(s) que Ralha(m)”…

Na hora habitual perfilavam no PR, entre Sapos e Girinos, 11 BTTistas!

O frio fazia sentir-se, ainda mais forte que das ultimas vezes!!...

Hoje tínhamos mais uma (E)bike, em relação ao usual, ainda que em teste… 4 ao todo!

Como se tratava de um teste… e estava frio, a opção foi fazer subidas… um rol de sobe e desce, que aos 16km contávamos já com 500m D+.

Rodamos, subimos e descemos em torno do Reguengo do Fetal, onde tomamos o café da manhã!

A partir dessa hora deixamos de ser 11 e 9 ficamos J. O desgaste do percurso até então e compromissos de horário reduziram o grupo.

Mantendo e aprimorando o registo até então, mais subidas, mais singletrack’s, e orientávamos de regresso a Leiria, antes as 12h. Foi já nesse trajeto que uma queda envolveu um girino e um sapo. Mazelas para o Girino, que teima em magoar recorrentemente o mesmo joelho, e em adição dores na mão (sabemos agora não ser nada de maior que o descanso e gelo não melhorem… ainda bem.). Foi nesta altura que um Sapo Sapiente proferiu uma máxima, a ser acautelada nestas andanças, que todos de imediato acataram como regra futura… Em descidas (técnicas), todos respeitam a sua posição, e distâncias de segurança…

Contas feitas o grupo reduziu mais 2 elementos, no regresso a casa, acautelando poupar quem estava já magoado.

Uma ótima manhã, de sol de inverno, fantástica para a prática de BTT!

Boa semana, 5ª feira à noite e no próximo domingo há mais.

D’Armindo

Trilhos Sem Fim em redor do Reguengo e as quedas

 

publicado às 18:27

Trilhos Sem Fim na Pia do Urso, a 1ª vez em 2020

por Trilhos Sem Fim, em 05.01.20

Ao primeiro Domingo do Ano e com um raiar soalheiro mas especialmente frio (chegámos aos -2 ºC nas Fontes), compareceram 14 Trilheiros para desfrutar da manhã.

Entre muitos habituais, são cada vez mais os Bttistas que se juntam a nós e que temos especial gosto em receber e integrar e a contar com a sua presença repetidamente, Domingo após Domingo.

Sugeriu-se como destino a Pia do Urso, que o nosso Tyre Expert recusou... mas que acabou mesmo por ser o destino a tomar. 

O traçado de ida foi o que habitualmente é percorrido (Fontes | Alcaidaria | Reguengo do Fetal | São Mamede | Pia do Urso), contudo, a presença de dois sapos faz com que o ritmo seja num trote mais certinho e fluído (situação clamada pelos presentes, como forma de combater o frio), e com menos paragens e a chegada foi alcançada a horas. 

No Bar da Pia, o CC, que não trazia barra (aquelas que nunca come) sentiu necessidade de reforçar a sua dose de pasteis de nata, para os restantes elementos o Tyre Expert tratou de todo o processo logístico, desde a encomenda, à entrega, negociação de preços, recebimentos e pagamentos. Um serviço de qualidade e eficácia assinalável!

Para o regresso, que é sempre a parte mais engraçada do processo, que inclui a descida da Serra, começou a arquitetar-se um percurso via Alqueidão da Serra, vontade que teve que ser abortada, fruto de termos recebido a informação que a passagem não seria possível, visto estar a decorrer uma batida ao Javali, e assim rumámos em direção ao trilho do invejoso, permitindo aos nossos (vários) captadores de imagem, recordarem as descidas nos dois estradões seguintes. 

Chegados à Moita do Martinho, para apanhar o trilho dos peregrinos, e após pequena paragem para reagrupar, o CC engrenou o pedaleiro com tal força que fez saltar a corrente, o que motivou um rodopio de 180º e uma queda com algum aparato e possivelmente umas nódoas negras. Verificado de que não passou do mesmo aparato e que estava tudo bem, prosseguimos, em bom passo, nos saborosos trilhos que nos levariam até à Torre, tendo aproveitado este percurso para ir circundando as lagoas com que nos íamos cruzando.

Da Torre até às Fontes foram os segmentos onde a nossa falange feminina brilhou, ciclando em trilhos inclinados e com pedra molhada, de forma irrepreensível e que ainda não haviam superado esse desafio até à data de hoje. O nossos parabéns à PJ e à LM pela excelente e notável evolução.

Esta superação e o passo com que a volta foi consumada deixam o desafio ao nosso Cartógrafo de poder acrescentar 5 ou 10km às voltas. A malta já provou que aguenta o desafio.

No Zambujo, cruzámo-nos com o amigo RF, que, a recuperar de uma queda, optou por uma volta mais suave, para testar o corpo e que felizmente já nos poderá acompanhar nas próximas saídas.

Feito o primeiro brinde de 2020, desejamos mais 51 Domingos como este para o Novo Ano.

Nuno Gonçalo Santos

 

Trilhos Sem Fim na Pia do Urso, a 1ª vez em 2020

publicado às 16:07

Trilhos Sem Fim - os melhores trilhos do quintal

por Trilhos Sem Fim, em 31.12.19

Coube-me a mim, fazer a última crónica do ano de 2019, nas quais relatamos as nossas voltinhas matinais. O que é uma honra, pois este não é um grupo qualquer de BTT, é o que tem os melhores BTTistas, os mais bem dispostos, os mais alegres, e talvez os que comem, bebem e falam mais 😊 . É assim que gostamos de ser e é com agrado que vemos que novos companheiros se chegam a nós e assim vamos enriquecendo o nosso grupo, para além do gosto comum do BTT e da comunhão com a natureza, é também esta pluralidade de personalidades, de profissões, de interesses, a par com a tradição do blog, das crónicas, da reportagem fotográfica e do filme e a presença assídua das publicações nas redes sociais que acredito serem os ingredientes para que este grupo se vá mantendo coeso e unido e que seja quase certamente o grupo mais duradouro cá do nosso burgo. Segundo o calendário de 2019 entre Domingos e Feriados em dias úteis e nocturnas de 5ªfeira, estimo que os TSF’s andaram a desfrutar deste nosso quintal, e de outros, pelo menos 113 vezes neste ano. Em 2019 alguns de nós fizeram também o caminho do litoral do Porto até Santiago de Compostela, o casal Paula P. e Leonel fizeram a TransPyr, e outro grupo, no qual me incluo fez a espectacular travessia da Escócia, experiências óptimas que ficam gravadas na memória dos que participam e na inveja dos que não foram. Este grupo é já mais que um simples grupo de BTT, faz parte da família de cada um de nós, pois estando alguns de nós já na segunda década deste grupo, aliás, no 2º século, o ir ao BTT com os amigos dos Trilhos ao Domingo de manhã é tão ou mais sagrado que ir à missa, dou o exemplo dos meus dois filhos mais novos que desde que nasceram me vêem a ir TSFar aos domingos de manhã, o que é também um excelente exemplo de desporto, pior será quando me pedirem dinheiro para as bikes...

Feita esta resenha e antes que alguns comecem a chorar de comoção, vamos à voltinha de hoje, e que foi um espectáculo, já tinha saudades de ser guiado pelo Cardinhos, e tenho pena dos que não foram. Levou-nos monte acima por alguns trilhos novos, fomos beber o café à Chainça, oferta do Artur Gomes, bem haja e que continue a fazer-nos companhia. Tirámos a fotografia de grupo na Maunça e descemos pelo single logo ali à saída do marco geodésico, percorremos depois aquele single no topo da Sra do Monte com vista para o vale e para a Maunça, depois o trilho do campo de tiro, no qual o Cardinhos perdeu a carteira mas que logo se recuperou, e em que a Paula J. desceu tudo em cima da bike, e que satisfeita ela estava pelo seu feito. Sei que ainda antes dos 15km, já o GPS registava cerca de 500m de acumulado, os excessos do Natal estavam a ser queimados e estava-se por isso a arranjar espaço para logo à noite, ou aliás para antes ainda, pois graças a duas, das tais famílias TSF, degustámos não só um bolo desta época, mas também uma dúzia de cornucópias de Alcobaça, tudo acompanhado por um licor e também pelas pretas habituais, obrigado Paula e Vitor, Rui Passadouro e Felícia e também ao Armando pelas pretinhas. Um espectáculo de manhã, e é por tudo isto que em 2020 cá estaremos para continuar…

Abraço a todos e Bom ano de 2020, sempre com muita pedalada, e sem quedas. E que nunca falte a bateria aos sapos 😉

Cláudio Costa

 

publicado às 16:49


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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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