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Rota do odores e dos bons sabores By Trilhos Sem Fim

por Trilhos Sem Fim, em 10.10.21
Volta da Ribeira das Carpalhosas Abortada por excesso de Furos
Mantendo o ritual das manhãs de domingo, encontram-se no local habitual no Parque Radical  15 verdadeiros aficcionados de pedaladas, sempre que possivel por maus caminhos. 
Estava planeado ir fazer uma volta pelos novos trilhos das Ribeira da Carpalhosas , percorrendo parte da rota dos odores  até Bidoeira de Cima e aí pegar a dita rota . Mas  quis a má sorte  que  um furo num sapo se tornasse um caso de estudo. Pois foram necessárias 3 camaras de ar e 3 litros de CO2 para conseguir colocar a e-bike em condições de andar. Este precalço consumiu o tempo que estava destinado a volta, obrigando a abortar o plano inicial.
Mas TSF com experiência tem sempre uma alternativa. Assim após um belo café acompanhado com o bolo que estava reservado para o aniversário de uma senhora de quase 100 anos , cortesia do companheiro RP, médico no Solar do Castanheiro, decidimos continuar na rota dos odores e assim  conseguir chegar a Leiria pelas 12,30h, com tempo para reposição de eletrólitos no café Las Vegas , onde reencontramos alguns TSFs que tem andado tresmalhados por causa da pandemia.
Aproveito para lembrar os companheiros TSFs que este sábado vai haver uma noturna organizada pelos amigos CHOUBIKES da Torre onde devemos comparecer . 
A volta da Ribeira das Carpalhosas será novamente agendada. 
Rui Gaspar
Rota do odores e dos bons sabores By Trilhos Sem Fim

publicado às 17:13

Inicio da época da poças By Trilhos Sem Fim

por Trilhos Sem Fim, em 03.10.21

Uma dúzia de Trilheiros reuniu-se por volta das 8h30 da matina no sítio do costume, desta vez para celebrar (pelo menos um celebrou) a tão aguardada (pelo menos um aguardava ansiosamente) Época das Poças (é favor por maiúsculas no que maiúsculas merece).

Dizia um dos incautos que até tinha chegado mais cedo, impedindo assim o tal de ansioso pela abertura da Épocas das Poças, de, como é da praxe, retirar a Sparus Aurata - https://pt.wikipedia.org/wiki/Sparus_aurata - de cima do carro tal incauto Trilheiro.

A importância da ocasião e o espírito BTTista de São Pedro fizeram com que a chuva caísse impiedosamente antes das 8 horas e não mais voltasse durante a volta. Garantia-se assim que nenhum Trilheiro se molharia de cima para baixo, o que claro está, não impediria que se molhassem de baixo para cima (Oh Yeahhhh!!!!).

Curioso que talvez com receio de se molharem de baixo para cima, hoje os sapos eram apenas dois. Estranho!

Guiados pelo Sapo Amilcar, rumamos às Fontes, com direito a que o Máximo batesse uma chapas dos TSF a descer o Trilho do Poste (não sefi o nome, chamo-lhe assim. É aquele nas Fontes, quando acabamos de subir e viramos à direita) e daí pedalámos até à primeira poça que presenteou um ou mais TSF. Maravilha 

Sempre a pedalar em amena conversa, aproveitando poça aqui e poça ali para se fazer o que tinha de ser feito, lá chegamos ao Reguengo do Fétal onde, pela primeira vez desde o início da pandemia, entrámos sem máscara no café.

Aqui neste Grupo, meus caros, amigo não empata amigo, da mesma forma que Café e Pastel de Nata não empatam Cerveja e Queijo. Houve até quem acumulasse, não obstante outro(s) ainda, que - quais Cheffs de Culinária em modo Nouvelle Cuisine - se deleitaram degustando um combinado de banana queijo ou de queijo banana, consoante a perspetiva.

Claro está que com o Amilcar em modo sapo a comandar as tropas, não há volta sem rampinha nem rampinha que não seja seguida de outra rampinha maior ainda. Desta vez seguiu-se a rampinha da Andorinha. A propósito desta e apenas para relembar os traumatizados pela rampinha que gramaram, subir a Andorinha quer dizer acumular mais 260mts de desnível positivo assim de seguida. Cabrões dos Sapos!

Da Andorinha rumámos à Perulheira com umas descidas porreiras, umas Poças simpáticas, uns Trilheiros que reclamavam de se molharem em sentido inverso ao da gravidade (vá-se lá entender), umas pedras para saltar de forma divertida e um pneu trilhado.

Isso mesmo: um pneu trilhado, e logo pelo tipo que, coitado, de forma tão civilizada e cumpridora se limitava a fazer o que a sua bike mandava fazer. Mas que culpa tem o pobre coitado da sua bike lhe dar instruções - por escrito, entenda-se - a dizerem “Salta Pocinhas”?

Ora pois claro está que um tipo educado, se a bike o manda saltar pocinhas só tem mesmo é que saltar pocinhas. Mais nada. Só com muita má fé se poderia pensar coisa diferente!

Reparada a avaria no pneu à custa de dois tacos (não lambões, não eram tacos mexicanos) rumámos pelo estradão com que resolveram estragar aquilo que era um trilho bem divertido, apontando depois ao “Trilho da Palete” com direito a uma esfoladela do nosso especialista em orientação avançada, o tal do “mas isto vai dar à Tosel?”.

Curvachia dentro foi dar ao pedal descendo como se não houvesse amanhã até à estrada que nos guiou, desta vez não rumo ao Armando, mas rumo à Ucraniana que ainda deve estar a pensar como de um pires de tremoços resultaram 4 pires de cascas!!

Ele há cada uma com estes Trilhos Sem Fim.

PS: Propõe o redator que da próxima terça se faça um domingo. O que acham?

HMalheiro

 

Manhã de outono By Trilhos Sem Fim - 2OUT2021

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publicado às 17:55

Grandes Voos

por Trilhos Sem Fim, em 26.09.21

Aproveitando o excelente tempo deste primeiro Domingo de Outono, e em dia de eleições autárquicas, fomos 14 eleitores a arrancar do PR, e que antes de cumprirmos o dever cívico de votar, fomos BBTar para ficarmos bem-dispostos e votarmos bem!

Depois dos cumprimentos e de uma rápida intervenção mecânica na bike do Máximo, rumámos em direcção às Fontes, com o destino traçado pelo nosso GPS de hoje, o David Armindo. A direcção foi novamente para os lados de Porto de Mós, gostámos dos trilhos da semana passada e fomos repetir alguns, com a novidade que para lá chegar o David consegui-nos levar por todas as subidas que se lembrou, boas e inclinadas, aos 22km já tínhamos quase 700d+ e todos satisfeitos pois as desejadas descidas deveriam estar a chegar, e chegaram...! O tempo esteve excelente, depois da brisa fresquinha da manhã, o sol logo brilhou e ao fim de meia-hora de pedalar, já os mais encasacados despiam os seus casacos. Lá em cima decidimos fazer um pequeno desvio para o cafezinho no Alqueidão, uns desceram por estrada, outros foram à massagem na calçada romana, o Eduardo que hoje nos fez companhia, apreciou particularmente na sua rígida. No cafezinho e para vingar a falta da semana passada, houve oportunidade para pastéis de nata, queijos, minis, e sem esquecer o excelente “lava correntes” do Rui Leitão. As descidas e os singles tracks fizeram-se como os gostamos de fazer, e num instantinho já estávamos novamente a rolar estrada fora a caminho da hidratação habitual na CA, onde chegámos pouco depois das 12h30, e com mais de 50km percorridos com cerca de 1100d+, contentes e prontos para mais uma boa semana.

Até 5ªfeira à nocturna.

Cláudio Costa

TSF 2021-09-26

publicado às 18:45

Os TSF foram até à Serra de Porto de Mós!

por Trilhos Sem Fim, em 19.09.21

A animação habitual era trazida por quem ia chegando e contagiando os que já ansiavam no PR, por dar movimento ao pedaleiro das suas bikes!

Alguns elementos da bikezone juntaram-se ao grupo.

Saímos sem líder (GPS humano) muito bem definido, uns minutos (poucos) após a hora habitual das 8.30h.

Foi já na entrada da Curvachia que a ideia de ir até à zona de Porto de Mós, ficou consolidada. Para que a hora de chegada a Leiria não ficasse para muito tarde, foram sendo feitos trilhos, com o objetivo de otimizar o tempo e percurso para lá chegar. Nem por isso essa opção tornou o estradões e singles assumidos menos interessantes.

A manhã fresca proporcionou, ótimas condições para a volta de hoje!

Alguns (poucos) enganos e o PM acabou por assumir maioritariamente a opção de percurso.

Rumamos até às Fontes, e daí até ao Reguengo do Fetal e daí orientamos para a Zona do Alqueidão da Serra, onde os trilhos se tornaram mais interessantes e técnicos, acompanhados de boa pedra. Muito Bom!

Apanhamos um grupo de mais 4 BTTistas a seguir ao Reguengo, que nos acompanharam até ao fim.

A animação e entusiamos deixou passar a hora habitual do café do meio da manhã (não havendo por onde andamos alternativa, dada a apouca oferta), em compensação trilhos novos e outros que tínhamos registo de ter passado apenas uma vez, fez valer muito a pena.

Algumas quedas, mas nenhuma com gravidade ou consequências de maior! E a adicionar à festa uma cavilha que varou um dos pneus de um lado ao outro.

O regresso a Leiria fez-se a bom ritmo, onde chegamos pelas 12.30h com 50km cumpridos e próximo de 900 m D+.

Paragem final no local habitual para reposição de “electrólitos” em estado líquido e “proteína” sólida dos tremoços…

 Tivemos hoje o regresso do Nuno Gonçalo às manhãs de BTT, depois de uma ausência de verão mas que foi bem justificada, mesmo sem atestado médico :), não deixes de vir que fazes cá falta. Na foto de grupo já lá falta o Leitão que teve de nos deixar mais cedo, e no final, já na CA, tivemos a agradável companhia do nosso amigo Rogério, que mesmo de baixa e não podendo pedalar, fez-nos companhia na cervejinha :).

Fica a vontade que a próxima 5ª feira à noite e/ou domingo de manhã chegue rápido!

Boa semana :)

D’Armindo

Visita à Pia By Trilhos Sem Fim

publicado às 15:00

Café na Pia do Urso By Trilhos Sem Fim

por Trilhos Sem Fim, em 12.09.21

Depois de uma semana com algumas ameaças de chuva, fomos hoje presenteados com um bela manhã para a prática do que mais gostamos de fazer aos domingos de manhã, BTT. Fomos 11 trilheiros que pouco depois das 8h30 arrancámos do PR com o objectivo de ir até à Pia do Urso. Uns que já têm vindo e já nem se lembram das férias, outros, como eu, ainda em modo pré-época, que agora já nem pré-época há, é logo tudo atrás do Cardinhos até aos 1000mD+, e vamos todos que parece que vamos a fugir de alguém, ou que vamos atrás do Leitão! :) Já nem se consegue fazer o aquecimento devagarinho... :)

Depois de passarmos pelas Fontes e já calcorreando caminhos de pedras, na subida que nos leva àquela descida que tanto gostamos de descer, mas que hoje verificámos que afinal também dá para subir! A corrente da bicicleta do Nuno não aguentou tanta pujança e partiu-se. Uns minutos e algum engenho e a coisa resolveu-se, prosseguimos o nosso destino, com uma breve paragem numa vinha, apenas para averiguar o estado da mesma, e pelo aspecto estavam boas ;). Uns quilómetros mais à frente, eis senão quando, ainda muito antes da Pia, quase comprávamos um Molotof que se atravessou no nosso caminho, a avaliar pelo aspecto seria delicioso, não fizemos negócio, mas ficámos a saber qual é a casa da pasteleira.

Já na Pia, deixámos a nossa marca, com um autocolante dos TSF numa das janelas, mas logo ali foi feita uma mini-assembleia e decidiu-se mandar produzir autocolantes maiores, adequados a colar em cafés e demais locais que estejam mesmo a pedir um belo autocolante dos TSF’s.


O regresso foi feito já com muita vontade de pedalar, ou então era sede! O ritmo foi alto e o Cardinhos encaminhou-nos por umas belas descidas.


No Armando, que hoje estava “cheio” de BTTistas, a família TSF aumentou, pois ainda confraternizamos com alguns companheiros TSF’s que mesmo não tendo hoje pedalado connosco ali nos aguardavam no local habitual. Nada como ter bons hábitos e costumes, a chamada cultura de grupo 😊
Divirtam-se e até 5ªfeira.

Cláudio Costa

Café na Pia do Urso By Trilhos Sem Fim

publicado às 16:32


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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.


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