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Trilhos Sem Fim NA ROTA DUMA PASCOA FELIZ

por Trilhos Sem Fim, em 19.04.19

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publicado às 22:34

Trilhos Sem Fim e as flores de Porto de Mós

por Trilhos Sem Fim, em 14.04.19

As previsões meteorológicas não eram consensuais, umas app anunciavam chuva, outras apenas tempo nublado, fosse como fosse, como se diz neste grupo, as bikes não são feitas de cartão, e com base nesta premissa 11 Trilheiros marcaram presença para o arranque de mais um Domingo de convívio velocipédico.

 
À saída decidiu-se que como tinha chovido durante toda a semana e de forma a evitar pedra molhada, o melhor seria ir visitar o Castelo de Porto de Mós e a sua singular arquitetura, construído em 1385 e que garantiu o albergue às tropas que se bateram na Batalha de Aljubarrota. Nestes dias, nesta Vila havia também lugar a um colorido de um trabalhoso e manufaturado tapete de flores, que mereciam a nossa atenção.
 
Encaminhámo-nos então em direção à Barreira e de seguida para os Andreus e daqui para a frente entregámos o aconselhamento de itinerário ao LC, que é sempre uma ideia aventureira e que nos levou a percorrer lúbricos e empedrados carreiros, que embora com as devidas cautelas, íamos fazendo com um sorriso no rosto, brindados com total ausência de precipitação.
 
Nisto de caminhos escolhidos pelo LC temos sempre um aporte de desafio, e o primeiro foi a passagem entre duas árvores que obrigavam a um zigue-zague com o guiador. Liderando pelo exemplo, o nosso Cartógrafo de hoje, passou com distinção, contudo os seguintes optaram por uma passagem mais cautelosa... Contudo, o nosso Diretor entendeu que estavam reunidas todas as condições para uma passagem em segurança e sem percalços... Não foi bem assim. Ficou registado em vídeo!
 

Sinopse

Trilheiros: 11Destino: Porto de Mós
Distância percorrida: 49km
Subida acumulada: 940m
Castelos visitados: 1

Aproximações ao solo:3 (com ligueiras escoriações)
Trilheiros Perdidos: 1
Momentos de degustação de licorosas caseiras: 1
Nível de prazer, amizade e companheirismo: +++++

 
Neste seguimento e antes da descida para Porto de Mós, verificámos que faltava o RM. Voluntariosamente o Cartógrafo do dia, a PP e o LG saíram no seu encalce. Após esta saída e enquanto degustávamos a tradicional Licorosa, o RL vaticinou "Hummm, a PP foi com aqueles dois... então vai cair" e a profecia concretizou-se na famosa palete que em tempos outro Trilheiro também lá deixou a sua Figueira.
 
Seguiu-se a visita ao Castelo, onde constatámos que a "necessidade" de anunciar obra feita leva ao cometimento de atos incompreensíveis como a furação de paredes da cidadela para a colocação de placas. Daqui descemos até à Vila, onde contemplámos a florida alfombra e selámos o reencontro com o Trilheiro que estava em falta. Recompostos pelo reforço, encetámos o caminho de regresso, agora com menos 4 elementos, que devido a compromissos familiares optaram por efetuar um caminho mais célere para não arriscar atrasos.
 
Os restantes decidiram continuar com lote de bons carreiros que haviam vindo a fazer, regressando pelos trilhos do Alqueidão da Serra. Como não há duas sem três, a terceira desmontagem pela parte da frente da bicicleta ficou guardada para o nosso repórter... Passagem que também ficou registada.
 
O restante regresso foi feito via Amoreira, num passo mais rolante, que permitiu "engrossar a média" e abrir o apetite para a reposição de eletrólitos. De referir, que a chegada pontualizou-se às 12h30!
 
Nuno Gonçalo Santos

 

Trilhos Sem Fim e as flores de Porto de Mós

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publicado às 18:27

Apesar da meteorologia prever um domingo invernoso, e depois de uma noite de chuva e do granizo de Sábado, estávamos no parque radical 9 trilheiros determinados em fazer desta manhã de domingo, mais um bom início de semana. Depois dos cumprimentos habituais, os 7 TSF’s e os 2 Chou-Bikers que, como se diz nestes dois grupos de BTT, “não têm bikes de cartão” meteram-se a caminho orientando-se para os lados do Arrabal. Fomos pela parte alta da Curvachia, a mais longe da ribeira para fugir à lama e fomos conversando sobre alguns temas da semana, uns mais trágicos que outros, o que nos fez lembrar que a atitude certa é mesmo aproveitar estas manhãs de domingo sempre que podemos, mesmo arriscando um bocadinho, pois até em casa há acidentes.

Na descida para a Várzea o pneu do carteiro não aguentou a pedalada e rasgou lateralmente, obrigando à montagem de uma câmara de ar. A chuva pouca mas já constante, empurrou-nos para debaixo do telheiro do lagar de azeite onde arrefecemos um bocado enquanto os mecânicos trabalhavam. Reparada a avaria e depois de muita conversa subimos até St. Catarina, onde fomos beber um café e comer uns bolinhos caseiros, digo caseiros, pois o Rui P. trouxe-os de casa, às costas, que bem nos soube esta partilha e que bem lhe fica estas atitudes, pode repetir…

A chuva, intermitente, acompanhou-nos praticamente durante toda a manhã, mas nada das enxurradas que vimos no sábado, começo-me a convencer que São Pedro é BTTista! Atravessámos o túnel do IC9, confirmando 3 coisas, que aí nunca chove, que é sempre de noite, e que é uma travessia perigosa, pois este cronista ia caindo tanto na entrada como na saída! O caminho até à Torre foi bem aproveitado, em especial as descidas. Numa delas o Malheiro ia malhando, fazendo jus ao apelido, tendo de sair apressadamente da sua bicicleta quando numa curva ela quis ir a direito abalroando a bike do repórter.

Ao contrário da tradição, não terminámos a manhã no local habitual, fomos até aos Marrazes ver o aparato do campeonato de XCO, fomos ver as atletas cheias de lama, os atletas a tentar não cair naquela lama e encontrar um ou outro amigo, e foi por lá que acabámos por beber a habitual cervejinha.

Cláudio Costa

Trilhos do Arrabal e Santa Catarina, sem vislumbrar o marco geodésico

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publicado às 19:14

Trilhos Sem Fim na anta

por Trilhos Sem Fim, em 31.03.19

Depois de uma noite complicada, a alteração de horário tem sempre este efeito, 11 Trilheiros apresentaram-se para mais um convívio velocipédico dominical.

Alguns dos Trilheiros mais enferrujados deveriam aproveitar o período de ausência do nosso Cartógrafo Oficial para apurarem a forma de maneira menos agressiva... Mas a presença deles tem sido diminuta.

A decisão estava traçada, que seria uma etapa ascendente e com trilhos divertidos, e que o destino iria ser traçado durante o caminho. O amigo AJ tomou as rédeas e foi encaminhado o destino até à Anta. Aqui, celebrámos esta época Pascal, com degustação partilhada de um bolinho, amêndoas e uma licorosa caseira do fornecedor habitual. Foi também o momento do nosso Tyre Expert avaliar a rede de Fax, e confirmar que havia sinal.
 
Sinopse
Trilheiros: 11
Destino: Anta
Distância percorrida: 45km
Subida acumulada: 816m
Aproximações ao solo:0
Momentos de degustação de licorosas caseiras: 1
Furos: 0
Faxes enviados: 1
Nível de prazer, amizade e companheirismo: +++++
 
O regresso foi feito pelos trilhos da desativada Pedreira do Reguengo do Fetal, a seguir aos quais descemos o estradão, para que o HM recordasse o que, há uns anos, foi o susto da sua vida. Durante este troços fomo-nos cruzando com os bravos atletas que participavam no duríssimo traçado dos Trilhos do Pastor e aos quais transmitimos o nosso incentivo e a nossa força.
 
No restante caminho de regresso, repetimos o caminho de ida. Situação que muito raramente acontece, contudo "o mesmo trilho em sentido inverso é como se fosse um trilho diferente".
 
Salientar ainda o crescente aporte técnico e físico da nossa Trilheira PJ, que se apresenta cada vez mais afoita nas descidas e com uma forma invejável até nas subidas mais exigentes.
 
Nuno Gonçalo Santos
Trilhos Sem Fim na Anta

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publicado às 21:12

O destino deste domingo havia sido "caldeirado" de véspera por dois Trilheiros que foram fazer um reconhecimento prévio. Maceirinha seria o local a fixar no horizonte, para serem explorados os carreirinhos da Amazónia.


Os 10 trilheiros presentes encetaram então a jornada dominical, subindo até ao quartel, onde se dissipou toda a réstia de frio matutina.


Após a passagem pelo Vale do Horto, encetámos o almejado rol de serpenteantes, estreitos e ensombrados caminhos, de onde se destaca o trilho sito no Arneiro da Pereira, com ponto mais alto na Amazónia da Maceirinha, que conta com algumas alterações e melhorias do piso, contudo sempre desafiante e prazeroso. A construção de um muro deu lugar a duas novas e e apertadas curvas, a redução da vegetação junto ao riacho acelera o ritmo cardíaco e amplifica o tranquilizante som da água mas o gozo do trilho... Esse continua presente nos mesmos patamares.


O reforço teve lugar na Maceira, no Café Barroquinha, depois de realizado o trilho que nos leva a descer da igreja até ao campo de futebol. Aqui foram degustado saborosos RL (que neste caso são Rissóis de Leitão).


O regresso foi encaminhado via Parceiros, onde realizámos os rolantes estradões até ao trilho que nos levaria até à Ponte das Mestras, caminho durante o qual foram sendo confidenciados os relatos das várias "barriguinhas cheias" dada a quantidade de bons trilhos cruzados durante a manhã.
Daqui, e a convite do nosso colega Paulo Chá-Chá, subimos a Rua Paulo VI, com vista a repor os eletrólitos no acolhedor Restaurante DUX, onde fomos principescamente recebidos e agraciados com umas divinas batatas para acompanhar a reposição.


Como a descida foi feita por asfalto e dado que havia pouca viabilidade em visitar o Galinheiro, 3 dos Trilheiros foram ainda "tirar a última casquinha", descendo o trilho da Sra. da Encarnação.

Sinopse
Trilheiros: 10

Destino: Amazónia (Maceirinha)
Distância percorrida: 45km
Subida acumulada: 865m
Aproximações ao solo: 1 (CM - Sem consequências)
Momentos de degustação de destiladas caseiras: 1
Furos: 0
Faxes enviados: 0
Nível de prazer, amizade e companheirismo: +++++

Nuno Gonçalo Santos

Trilhos Sem Fim - Amazónia, Dux e Sra Encarnação

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publicado às 21:26


Sobre nós

Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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