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20181209

Também em MEO Kanal 490904

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publicado às 19:14

Trilhos Sem Fim com ida a Fátima e raid na Maunça

por Trilhos Sem Fim, em 02.12.18
Em fim de semana marcado pelo termo "Assalto", dez Trilheiros compareceram à hora marcada, para também eles realizarem o assalto a um dos pontos referência do "nosso quintal": A Maúnça.
Ainda que verificada a ausência do Cartógrafo Oficial, a orientação foi igualmente ascendente, por um lado para evitar terrenos mais pesados, por outro para não desvirtuar a dinâmica de subida destes convívios dominicais.
Assim nos encaminhámos animadamente para as Fontes do Lis, onde contemplámos a limpidez da água que já tem alguma abundância, sendo que ainda nos é possível atravessar a nascente. Daqui seguimos pelo caminho de escorregadia pedra até nos encaminharmos em direção à Serra. Neste encalce, fizemos uma paragem técnica para afinar a agulha da bússola, ficando decidido o local a "assaltar". 
Completada a subida até à Maúnça, decidimos que a reposição de açúcares e cafeína seria no delicioso Pastel de Fátima, isto enquanto degustávamos uma edição muito limitada de um divinal néctar, cortesia do RL. Completa a reposição, o nosso aguadeiro de licorosas, teve que regressar, devido a compromissos familiares. 

Sinopse

Trilheiros: 10
Destino: Duplo Assalto à Maúnça, com pastel de Fátima
Distância percorrida: 52km
Subida acumulada: 870m
Aproximações ao solo: 0

Assaltos a pontos elevados: 2
Paragens para degustação de licorosas caseiras: 1 
Precipitação: Nem uma gota!
Nível de prazer, amizade e companheirismo: +++++

Em Fátima, aproveitámos para degustar outra delícia local, o espetacular e rápido sigletrack que temos feito sempre que nos deslocamos a estas paragens.Já de regresso a Leiria e como a ciência e a alta Engenharia também são uma presença assídua nos debates domingueiros, voluntariámo-nos para efetuar uma abordagem  à compatibilidade de carregamentos elétricos rápidos aplicados às bicicletas. Mais tarde sairá o relatório do nosso batalhão de Engenharia.
Como todo o assaltante regressa sempre ao "local do crime", o regresso foi igualmente feito via Maúnça, onde descemos o inclinado estradão, para de seguida nos encaminharmos para a Torre, onde descemos novamente para as Fontes do Lis, via Trilho do Cotovelo, que embora escorregadio, estava, mais uma vez, bastante divertido. Foi unânime que se a vegetação deste trilho fosse limpa, o mesmo seria manifestamente mais impactante (e amedrontador) no que toca à sua descida.
À reposição de electrólitos, hoje apenas compareceu metade do contingente que estava presente à saída.
Nuno G Santos
 

20181202 fatima

Também em MEO Kanal 490904

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publicado às 21:37

A convocatória para a manhã dominical havia sido feita pelo mais recente membro da mais popular rede social do Mundo ocidental (é verdade, o nosso Rogério já tem conta de Facebook). À convocatória tinham respondido alguns elementos, e havia sido vaticinado que não haveria tolerância para atrasos. Antes da hora lá estavam perfilados todos os que positivamente responderam, contudo do convocador, nem sinal! Fez-se um pequeno compasso de espera e deu-se início a mais um convívio velocipédico. 
A manhã embora escura, estava vaticinado que apenas ocorreriam alguns aguaceiros já próximo da hora de almoço, e assim o destino sugerido pelo LG foi a Fórnea, que alguns acharam ambicioso, contudo lá nos pusemos ao caminho com aquele anfiteatro de calcário e aquela cascata na mente. Todos os percursos escolhidos levaram-nos até ao Alqueidão da Serra, onde aproveitámos para dar um pouco de descanso ao RG, que hoje tomou os comprimidos e tenha menos potência no motor, assim como para a degustação de um doce e potente néctar trazido pelo RL. 
Como haviam compromissos familiares a cumprir, aqui, redefinimos agulhas quanto ao destino e em jeito de voto unânime, se decidiu a Pia do Urso como local de reposição de energia. Repasto servido pelo nosso repórter, que junta a função de Garçon ao seu vasto currículo de tarefas neste grupo. Alguns elementos, mesmo advertidos para a temperatura do pastel de nata, insistiram em queimar a língua!

Sinopse

Trilheiros: 10
Destino: Fórnea, que afinal foi Pia do Urso
Distância percorrida: 55km
Subida acumulada: 1050m
Aproximações ao solo: 0

Faltas importantes, com direito a coima: 1
Garagens visitadas para degustação de licorosas: 1 
Precipitação: Sim (apenas na parte final da manhã)
Nível de prazer, amizade e companheirismo: ++++

O regresso fez-se a bom ritmo e já com os tradicionais 1000m D+ no horizonte, lá fomos palmilhando mais umas subidas, para apurar a forma e fazer ouvir o silêncio, que quando o sentido é ascendente, os diálogos diminuem. Nos segmentos mais rolantes, e como é apanágio nesta altura do ano, temos o nosso "salta pocinhas oficial", que vais presenteando os mais desprevenidos com salpicos.
Na Torre, fizemos um pequeno desvio, para uma visita à garagem do amigo Manuel dos CB, que nos apresentou a sua colheita licorosa.
À reposição de electrólitos, não faltou o nosso Rogério, que como coima suportou, voluntariamente, todas as expensas.
Estamos a entrar no último mês do nosso primeiro centenário e depois de termos sido noticiados nos média locais fomos também destacados na Fundação Histórica da Pan Am. Pese embora muito se fale e se escreva, nada consegue descrever na perfeição o que sentimos e partilhamos nestas manhãs de Domingo.
 
Nuno G Santos

20181125 pia do urso

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publicado às 18:26

Trilhos Sem Fim na montanha

por Trilhos Sem Fim, em 18.11.18

Para os TSF’s, Domingo para ser Domingo, a manhã tem de ser a praticar BTT, já assim é desde há 10 anos, como aliás está lavrado em artigo publicado no Região de Leiria desta semana. Assim como também está escrito, que, faça chuva ou faça sol lá nos encontramos no PR às 8:30, e assim foi hoje, a ameaça da chuva intensa que ouvimos cair de noite não amedrontou os sete de nós que cumpriram a tradição. E foi bom, foi bom porque desfrutámos de uma bela manhã sem chuva, fizemos o que nos apraz fazer aos domingos de manhã, que é muito mais que pedalar, é o estar com amigos e conversar sobre os temas da semana e outros, aliviar o stress e praticar desporto. E hoje fizemo-lo guiados pelo Amílcar, escolheu tão bem as subidas, que comentámos inclusive que devia ter a cartilha encomendada pelo Cardinhos, mas não fizemos os 1000m D+ habituais, pois havia que chegar cedo, três de nós tinham compromissos familiares e à partida logo se decidiu que o regresso seria mais cedo que o habitual. Subimos até à Barreira com o azimute já definido para o Reguengo do Fétal, foi lá que bebemos o cafezinho da manhã, outro ritual cumprido assiduamente. A chuva forte da noite, nem por isso nos estragou os caminhos, os terrenos ainda permeáveis, absorvem a água e ainda não há lama, para os que gostam de chapinhar os outros, e sabemos que temos desses! Ainda não chegou essa época. Percorremos trilhos já conhecidos, e outros menos, ou pelo menos para mim, novos a estrear. No regresso, revisitámos a nascente do Lis, e para lá chegarmos ouve quem fizesse os single tracks de pedras molhadas e perigosas como se estivessem secas, coisas para os mais novos! Os impermeáveis só foram vestidos a meio da manhã, aquando da ameaça de chuva, a qual não se viria a concretizar. Terminámos a nossa gratificante manhã por volta do meio-dia, e secos, para não irmos também secos por dento, fomos cumprir outro ritual dominical, ali na chegada ao PR :)

Estamos assim prontos para mais uma semana de trabalho, esperançados para que não chova na próxima 5ªfeira à noite, pois finalmente, e felizmente, também já ganhámos algum bom senso e nocturnas com chuva também já é abusar! Reflectindo um pouco, este amadurecimento poderá ter eventualmente a ver com o centenário!

 

Cláudio Costa

 

20181118

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publicado às 16:36

 O semanário Região de Leiria dedicou um artigo ao Grupo Trilhos Sem Fim.

TSF.jpg

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publicado às 09:23


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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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