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Trilhos Sem Fim em dia de volta "rolante"

por Trilhos Sem Fim, em 17.09.18

Desta vez fui enganado. Costumo "desviar-me" desta nobre tarefa de relatar as manhãs domingueiras dos Trilheiros.

Fui igualmente enganado porque começaram o dia com o discurso "... ai e tal, venho de férias, não quero subir muito, vamos rolar,...". Daaaahh, e o Pai Natal existe?

O que não fui enganado foi ter uma manhã com a mesma boa disposição e companheirismo que caracteriza os TSF.

 

Mas começando do inicio, a manhã começou com a típica reunião com quem quis ou pôde aparecer no parque radical.

Conversas do costume, à espera de mais um trilheiro, terminaram com a celebre frase: Então??? Conversamos ou pedalamos?

Saimos 7 do PR, com um discurso que me agradava (anjinho...) - "Epá, hoje vamos fazer uma volta rolante..."

 

Iniciamos para o lado das Cortes sem saber ainda bem para onde ir... O caminho foi sendo feito de forma semelhante a tantas outras vezes - conversas nas partes planas, velocidade nas descidas (que parecem poucas) e alguns à espera dos mais atrasados (eu) nas subidas.

Subidas??? Sim, subidas... muitas e looooonngas. A história da volta rolante não era bem como eu tinha imaginado.

Depois de passarmos pelo Piqueiral, e ao fim de muitas pedaladas a subir, deparamo-nos com um quadro espectacular: Estando num ponto alto, os vales que se encontravam à nossa frente estavam cobertos por nebelina, que rodeavam algumas serras. Parecia que estavamos na costa.

 

Chegados a S. Mamede fomos ao reforço para uma pastelaria.

De seguida, e a pedido, fomos ver o tal trilho "novo" do PanAm. Na descida para este ponto de referência, o RP teve um problema raro: Os seus dois pneus (um dele novo, à estreia) perderam ar. Furados, tentou-se dar ar nos dois. O da frente pareceu "aguentar" o ar. O de trás não retinha o ar... tinha um furo grande. Aplicamos com sucesso a técnica do taco para vedar o furo. No entanto, quando fomos encher o pneu deparamos com um corte na zona do aro. Solução? - Colocar uma camara-de-ar. Quando se terminou a intervenção nesta roda, o pneu da frente estava novamente vazio. Voltou-se a encher e assumimos que este tenha ficado bom. Após esta paragem, continuamos a descer...

 

Quando chegamos ao famoso letreiro, a roda da frente da bike do RP não oferecia segurança. RP queria chamar o seu apoio para voltar para casa de carro, mas tentamos uma última solução - Colocar uma câmara-de-ar na roda da frente. Tendo já tudo montado, o nosso expert em rodas e pneus usou o CO2 para encher mais rápido. Mas algo correu mal. O pipo partiu e não ficou a vedar o ar de forma segura. Este contra-tempo reforçou a ideia do RP voltar para casa de "boleia", ficando o grupo reduzido a 6.

Deixando este local, fomos em direcção à Torre percorrendo uma parte do Trail dos Quintais. No entanto, dois companheiros tardavam a chegar à estrada. JC teve uma avaria ainda no local do letreiro. A corrente enrolou-se de tal forma no veio do pedaleiro que não se conseguia desenrolar. Tal só foi possivel quando se desapertou o sistem pedaleiro.

Ainda neste trilho, recordei as técnicas de queda por duas vezes - uma para cada lado, resultando algumas arranhadêlas e esmurradêlas nas pernas e joelhos - Nada de critico.

 

Por fim, e mais tarde que o normal, chegamos ao "centro de reposição de electólitos" onde fechamos mais uma manhã, que teve alguns problemas mecânicos, mas que não correu mal.

Para o próximo domingo haverá mais.

CMax

21080916 furos

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publicado às 13:15

Trilhos Sem Fim: O recomeço 5* da época 2018/19

por Trilhos Sem Fim, em 09.09.18

8.30h, e estavam alinhados os TSF que se encontraram hoje no Parque Radical, para o recomeço na época 2018/2019.

10 trilheiros, animados por pôr o pé no pedal, e fazer as bikes serpentearem pelos trilhos.

Foi muito saudado o regresso de um trilheiro, em boa forma, que nos honrou com a sua vinda, e a sua boa disposição... continuamos a contar contigo Mota!

Tivemos ainda uma estreia na volta de hoje, quem sabe o futuro...

 

Rumamos via Fontes, e após por trilhos o grupo dirigiu-se até à Torre.

Partilharam-se opiniões de interesse geral, como a participação no fim-de-semana 22 e 23 de setembro nas "Ruínas e Castelos", a celebração do "Centenário" dos TSF, etc.. intercalando com as intervenções rasgadas de bom humor. Tão bom :).

 

Da Torre, os fantásticos trilhos, conduziram-nos até São Mamede, onde fizemos a pausa para um café, acompanhado das fantásticas "linguas de gato" com que o mota nos presenteou.

 

Seguiu-se o percurso até ao mural da PANAM, extenso e fantástico singletrack, que nos levaria de volta a localidade da Torre, já em trajetória de regresso.

Manhã fantástica para a prática de BTT, que nos deu tempo ainda para fazer o regresso através de variantes em trilho, ao invés do percurso mais perto maioritáriamente por estrada.

 

Já com muitos sobre os 40km, e quase 900m D+, a volta foi rematada no Armando, com um brinde e mais 2 dedos de conversa.

Que manhã fantástica!

Em contagem decrescente... até a próxima 5ª feira e/ou domingo!

D'Armindo

 

20180909 PanAm

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publicado às 20:02

Centenário dos Trilhos Sem Fim

por Trilhos Sem Fim, em 30.08.18

Vamos, finalmente, comemorar o 1º Centenário (10 anos que pareceram 100) dos Trilhos Sem Fim, no dia 14 de outrubro.

Inscrições, ou manifestações de interesse no facebook dos TSF (https://www.facebook.com/groups/tsfleiria/).

Espero por ti

33228627506_202b46f2de_o.jpg

 

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publicado às 11:42

Trilhos Sem Fim foram ver o mar

por Trilhos Sem Fim, em 29.07.18

O destino da volta de hoje havia tido tratamento de bastidores, qual intervenção Maçónica. Aproveitando o facto de alguns colegas se encontrarem "a banhos" nas nossas praias, a ideia seria optar por uma jornada mais rolante até à Praia da Vieira, premiando também alguns dos colegas, em menor patamar forma, pelos trabalhos forçados que lhes têm sido imprimidos nas últimas incursões, contudo esta última premissa ficou apenas pelas boas intenções porque não compareceu nenhum, pese embora tenham sido registadas algumas juras de maior regularidade! 

Assim, à hora marcada, 8 Trilheiros atravessaram a cidade rumo às margens do nosso Rio Lis. Nesta incursão encontrámos o casal VA e PJ que haviam decidido outro destino para a volta de hoje, contudo acederam facilmente ao convite e juntaram-se a nós.

O ritmo fruía em patamares de velocidade que não registamos normalmente e paralelamente fruía também a animada conversa, que em jornadas mais ascendentes, por vezes falta o fôlego para a verbalizar.

Como forma de quebrar este ritmo rolante, fomos visitar as ruínas do Paço de Monte Real (Castelo de Monte Real), que embora não fosse uma obra com primárias intenções de defesa bélica, o mesmo assumiu uma importância de relevo bastante interessante na nossa História, visto ser o aposento que permitia a D. Dinis, o Lavrador (ou o Poeta) acompanhar de perto a implementação do Pinhal de Leiria e simultâneamente para que a Rainha pudesse usufruir das milagrosas águas que nasciam naquele local.

Após algumas advertências para algumas características do relevo da descida, de forma a evitar dissabores, encaminhá-mo-nos em direção à pista de pesca, onde contemplámos a quantidade de seguidores deste desporto, assim como o quantidade de artefactos de que se fazem munir para o usufruto do seu passatempo. Com o Lis à nossa esquerda, seguimos até à foz, (hoje sem explicação técnica do Rubber Dam) onde nos encontrámos com o Trilheiro CC que, estado a banhos em família, não deixou de nos convidar para um café e um delicioso pastel de nata.

Como a monotonia não faz parte da nossa essência, o caminho de regresso foi efetuado pelo interior da malograda mata, cujo cenário muito nos entristece e comove, tal o desolador quadro de ausência de verde, que deu lugar ao angustiante preto. Foi precisamente esta triste imagem que contemplámos desde o posto de vigia de incêndios, que infelizmente de nada serviu, cenário este que fez com que a nossa paragem fosse efémera naquele local e que retomássemos a marcha de regresso, que mesmo a etapa sendo rolante, era igualmente longa e havia horários a cumprir.

Sem demoras encaminhá-mo-nos em direção à Barosa, fazendo alguns troços em asfalto, até atravessarmos novamente a cidade e terminar a volta com a merecida reposição de eletrólitos na CA.

Nuno Santos

 

20180718 praia da vieira

Também em meo Kanal 490904  

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publicado às 20:46

Trilhos Sem Fim na Curvachia

por Trilhos Sem Fim, em 22.07.18

20180722 curvachia

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publicado às 22:53


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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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