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COVID-19 - Fique em casa

por Trilhos Sem Fim, em 01.04.20

A COVID19 foi considerada pandemia internacional pela OMS, obrigando à adoção de medidas para conter a sua expansão. Os Trilhos Sem Fim, por respeito pela comunidade e por questões de ética e moral, ficam em casa. Siga o nosso conselho e vigie o seu estado de saúde. Na dúvida ligue SNS24 - 808242424

RP

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publicado às 09:01

Longínquo vai o tempo, em que este grupo fazia as suas voltinhas de 30km e com 200D+ e chegávamos ao final tão satisfeitos e tão ou mais cansados que nos dias de hoje. Agora e porque privilegiamos sempre a serra, os singles tracks e as descidas com pedra mais técnicas em detrimento dos largos e pouco sinuosos estradões, hoje foi o dia de relembrar velhos caminhos. Arrancámos no PR 13 trilheiros e bem orientados pelo Armindo, que nos levou até as suas terras, Monte Real, e não deixámos de acompanhar o nosso rio, não a montante na sua nascente mas ao longo das suas margens. Ainda antes de sairmos do Polis, foi necessário acabar de reparar a fuga de ar da minha montada, reparação rápida e eficiente e seguimos sempre a fugir das poças e do Hélder. Para alguns de nós, foi até a primeira vez que passaram por aqueles caminhos e carreiritos entre os casarios de Monte Real, e que visitaram as ruínas do Paço de Monte Real – Castelo de Monte Real –  “que embora não fosse uma obra com primárias intenções de defesa bélica, o mesmo assumiu uma importância de relevo bastante interessante na nossa História, visto ser o aposento que permitia a D. Dinis, o Lavrador (ou o Poeta) acompanhar de perto a implementação do Pinhal de Leiria e simultaneamente para que a Rainha pudesse usufruir das milagrosas águas que nasciam naquele local”. Verifico pelo excelente acervo que é este nosso blog, que a última vez que lá tínhamos ido foi em Julho de 2018, data em que foram visitar este escrivão à Praia da Vieira, como está registado nesta crónica e da qual retirei o texto acima (https://trilhosemfim.blogs.sapo.pt/trilhos-sem-fim-foram-apreciar-a-beira-229473). Não deixem também de ler uma outra nossa crónica (https://trilhosemfim.blogs.sapo.pt/86759.html), também por ocasião de uma volta organizada e patrocinada pelo D'Armindo.

Ainda antes do café e do pastel de nata, o HM revisitou um local histórico para ele, mas hoje saiu daqueles lados com um ar muito mais satisfeito!

Não deixou de ser uma volta gira, com bom tempo, na qual ainda esticámos as pernas num ou noutro sprint, mas a opinião do grupo é unânime, já não é aquele tipo de volta que nos motiva mais e nos desafia mais. Revisitámos alguns locais e trilhos que há muito não visitávamos, e combinámos daqui a uns 8 anos voltar a fazer o mesmo. Passados estes anos do voo do Hélder, até sentimos algum desconforto em como ele conseguiu aleijar-se ali, quando comparado como o que arriscamos todos os domingos nas nossas serras, éramos mais inexperientes e menos treinados, quanto ao juízo…, abstenho-me de comentar a evolução que teremos tido!

Como todas as manhãs convivemos e falamos da actualidade, e sendo o tema da actualidade o Covid-19, também nós, preocupados e previdentes que somos, começámos hoje a implementar o nosso plano de contingência. Pois é, esta maldita maleita já nos está a afectar, e de que maneira, para evitar a partilha de “gargalo” suspendemos temporariamente a habitual hidratação a cargo do alquimista RL, cada um bebe água e apenas água e da que trouxe de casa, se bem que os néctares dele, poderiam ser considerados desinfectantes! Atenção, que a hidratação final na CA, continua até maior evolução da pandemia. Não se pode cortar tudo, pelo menos para já!

Há a registar o abandono mais cedo de 2 de nós, por compromissos que os obrigavam a estar em Leiria pelas 12h00, e que o HM já no regresso a Leiria e talvez por tanto saltar, teve problemas de falta de ar na sua roda dianteira. Note-se que ficámos também a saber que ele sabe nadar, pelo que se ele um dia destes cair, sem querer, em uma qualquer poça de água tipo lagoa, saberá desenrascar-se, não achas Carlos?

Até 5ªfeira à nocturna para quem vier, têm sido boas nocturnas, apareçam…

Cláudio Costa

 

TSF em volta rolante até Monte Real, para desenjoar da pedra, sem Corona!

publicado às 15:40

Trilhos Sem Fim, BTT até Pia do Urso

por Trilhos Sem Fim, em 01.03.20

“AVENTURAS E DESVENTURAS DUMA CHUVOSA MANHÃ DE DOMINGO”

Hoje, o dia apresentou-se chuvoso e como tal, a nata da chuva trouxe à superfície os melhores dos destemidos.

Devidamente equipados para os desafios que o dia nos propunha, apresentaram-se no PR, os RP, RM, RS, RF, HM, PJ, VA e o Eduardo; aqui, tem que se fazer justiça e incluir neste grupo de destemidos, o intrépido RL pese embora debilitado por tremendas maleitas, nos brindou com a sua presença à partida desta jornada.

As primeiras pedaladas faziam gemer as ainda preguiçosas transmissões e chega-se a nós o benvindo forasteiro Élio Simões. Estando o grupo composto, decidiu-se rumar em direcção à Pia do Urso subindo pela já conhecida pedreira do Reguengo.

Borrifos daqui, saltinhos nas poças dali, aqui o relator resolve tomar a dianteira e afastar-se a tempo de colher as melhores imagens de tão ilustres destemidos. Sem que nada o fizesse prever eis que, de trás dum colossal muro de pedra, salta um elemento do perigoso grupo “CORONA VIRUS” armado de perigosa arma “PAU” que logo arremessa à roda dianteira da minha montada provocando uma reacção directa de aproximação ao solo com as beiças e protuberância nasal a servir de “airbag”; tenho a dizer que tendo sido tão lesto a esfumar-se escapou assim de morte horrível ás mãos deste destemido.

Este ataque traiçoeiro, pelo desgaste que provocou nas hostes, abriu-nos o apetite que logo teve que ser mitigado com uns pastelinhos de nata e respectivo cafezinho naquele bucólico recanto que tão bem conhecemos da Pia do Urso.

Reposta a vontade de avançar, partimos assim para o regresso a casa mas, o nosso estimado RM lá entendeu que a coisa estava a marchar pacata demais, até porque houve quem tivesse sido tentado a ignorar a curva ao fundo da descida dos moinhos e vai daí, resolveu acrescentar um apêndice deveras esquisito ao seu sapato. Então não é que o estribo da sua montada, mudou de posição do eixo pedaleiro para o pézinho do nosso RM. Aperto daqui, pedrada dali e a coisa não estava pelos ajustes. Valeu um certo papelinho descartável duma barra energética para resolver a questão.

A satisfação foi tão grande que, o povo desceu o vale maninho todo a fazer aquele jogo fixe que é “VAMOS VER QUEM CHEGA MAIS CAGÁDO A CASA” e a vitória, pertenceu ao HM que se veio sempre a fazer à fotografia com o resultado que já todos puderam apurar nos respectivos apontamentos fotográficos partilhados nas redes sociais.

Claro que a festa estava a correr bem demais. Vai daí, o papelinho cedeu e o estribo da montada do RM, veio a levar porrada até à CA por mau comportamento e desobediência ao dono.

Na CA, a festa, foi a do costume só com a pequena diferença que o espaço ficou com um tom mais para o acastanhado; vá-se lá saber porquê.

Por agora, aqui termino. Foi um dia extremamente cansativo. Um gajo, tem que escrever, um gajo tem que filmar, um gajo tem que se mandar ao chão para haver assunto.

Estou cansado e todo dorido.

Boa semana para todos e até ao próximo Domingo.

Vitor Alves

BTT Trilhos Sem Fim na Pia do Urso

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publicado às 19:33

BTT Trilhos Sem Fim em dia de aniversário, na serra

por Trilhos Sem Fim, em 23.02.20

Já hoje é terça-feira,
E eu sem a crónica de Domingo escrever,
É lamentável isto acontecer,
Mas não foi por me esquecer.

Nesta época de Carnaval,
Por causa dos passeios familiares,
Esta crónica foi-se adiando,
Mas para evitar outros ralhares,
A mesma se está agora lavrando.

Sendo assim aqui relembro,
que no último Domingo,
muitos de nós compareceram,
e partindo do local habitual,
fomos subindo até ao Arrabal.

Já lá, na Beira Lago nos surpreendemos,
e para surpresa da Paulinha,
os parabéns lhe cantámos,
pois o seu extremoso esposo, assim tinha planeado.

Com bolo, vinho do porto e o cafezinho nos reconfortámos,
desejámos-lhe muitos e bons aniversários,
se possível na nossa companhia,
pois é de partilhas como esta,
que este belo grupo desde há uma década alinha.

Por ser Entrudo,
e à boleia do Rui Leitão,
veio um ciclista sisudo,
cumprindo-se assim a tradição.

Três de nós a Leiria regressaram,
tendo os restantes as estufas subindo,
mas já lá em cima, pelas 11h eles se enganaram,
mas com o Artur a orientar, lá fomos indo.

Havia quer regressar,
Pois o meio-dia estava a chegar,
Descemos pelas pedras sem nos magoar,
E na nascente do Lis, o outro Artur fomos encontrar,
Para com ele uma foto tirar.

No Armando o balanço fizemos,
Tendo concluindo que mais uma bela manhã de BTT tivemos.

Na terça-feira que é hoje, haveria nova volta,
mas eu não pude comparecer
já ao telefone uns “posts” me chegaram,
e que muito me invejaram.
Mas só depois desta crónica escrever,
Esses posts vou ler.

Desculpem a demora e esta forma de escrever,
talvez nenhuma regra respeitem,
mas um domingo sem crónica é que não pode haver
e certamente irão gostar de a ler.

Cláudio Costa

 

BTT Leiria ate arrabal 

publicado às 19:09

Trilhos Sem Fim e a visita ao quintal

por Trilhos Sem Fim, em 16.02.20

Após 7 dias de espera, e de muitas mensagens trocadas, um após outro, os rapazolas vão chegando ao tradicional ponto de encontro. É domingo de BTT. Chega o Artur, depois o Rui e o outro Rui e o Rogério, o Graza e logo de seguida o Máximo com o filho, o Amílcar e o David e o outro Rui, o Nuno, o Carlos e o Ricardo. Quando estávamos já a lamentar a falta de um ou outro que, por motivos inadiáveis, não pode comparecer, eis que o grupo ficou mais engraçado com a chegada da Liliana.

Eram 8 horas e 30 minutos, hora da partida, com a ansiedade da primeira pedalada a turvar o melhor discernimento. Nisto, uns para sul e outros para norte, e aquilo que parecia ser um contratempo rapidamente se transformou num reencontro de verdadeiros amigos, já que o espírito de equipa está vincado profundamente na personalidade de cada trilheiro. Nestas lides de bttar, depois da partilha de tantas viagens, da visita de locais inesquecíveis, da superação de imensos desafios, e da construção de uma enorme cumplicidade, torna-se mais que evidente que, para os trilheiros, a elasticidade da paciência não tem limites. Que belo grupo!

Depois foi pedalar serenamente, descendo até à Cova da Moura, para logo subir, paralelamente à grande estrada, até à zona industrial dos Pousos. Lá no alto, e com muitas palavras trocadas, já que os problemas da semana têm que ser partilhados, iniciámos a descida pelo trilho que há muito não visitávamos, até à Martinela. Sem parar de conversar, deixámos os carreiritos da Martinela e nisto, já que o tempo parece que voa, estávamos no café bem nosso conhecido no Arrabal. Com a ajuda imprescindível do Artur, bem conhecido nesse café já que a proprietária logo o identificou pelo nome, foi-nos servido a maravilhosa e desejada bica e a deliciosa filhós.

Alguns regressaram mais cedo a casa, já que os compromissos familiares são sempre prioritários, mas o trilho do galinheiro está sempre presente nas mentes, independente do local onde nos encontremos. Tinha que ser hoje, e foi, não sem antes descer o típico trilho da curva fechada, no Arrabal, que desta vez levou o repórter de imagem para o interior do quintal, depois de lá ter levado muitos de nós, em outras ocasiões. Maldita curva.

Galinheiro, galinheiro e galinheiro! Adrenalina no máximo, tentando equilibrar a bike por entre as pedras, passando uma curva atrás da outra, sem nunca mergulhar no frondoso silvado. Que maravilha!

Terminámos em grande descendo o trilho do Rogério para logo repousar e afogar a sede no local habitual. Terminámos como começamos cumprindo a tradição do ponto de partida e de chegada.

Alegrem-se que para a semana haverá mais.

Rui Passadouro

 

Trilhos Sem Fim e a visita ao quintal

publicado às 18:28


Sobre nós

Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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