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Trilhos Sem Fim pela Serra, mas descendo na PanAM

por Trilhos Sem Fim, em 17.03.19

8:30h, grupo reunido, máquinas afinadas, ar nos pneus, confere e mais uma partida para a aventura.

Mais 67 centésimos e o Sr. Mota já não nos apanhava, right on time.. 9 atletas de alto rendimento preparadíssimos.

Azimute apontado para a Pia do Urso, passagem por Famalicão para aquecer os músculos.

Estradões acima e já dava para perceber as características do terreno, pedra, mais pedra e a muito apreciada pedra, perfeito!

Tempo para conhecer, da pior maneira, o "salta pocinhas" (revenge my friend, revenge).

Seguindo pelo Single track da Lagoa, passagem pelo Vale Maninho e, entretanto, abandonava-se a ideia inicial de ir à Pia do Urso, devido ao timming disponível, nova trajetória rapidamente planeada, direção São Mamede, sempre a subir (quem sobe tem de descer e as descidas ficavam prometidas para mais tarde).

Cafezinho e o merecido Pastel de Nata, o melhor daquela rua, dizem.. é altura de avançar e se prepararmos para descer, passagem pelo conhecido outdoor da Pan Am, meia dúzia de fotografias e voilá, um single divinal, bastante técnico, daqueles que nos recordam porque é que andamos de bicicleta... simplesmente espetacular, direção ao parque eólico, Torre, seguimos em frente para mais uns singles de sonho sempre com uma paisagem espetacular, característica da zona.

Chegada aos single das Fontes, descida radical, perfeita para aproveitar todo o curso das suspensões, travar o mínimo para não gastar pastilhas, estão caríssimas... confesso que em alguns drops não tive total controlo sobre a minha querida, basicamente, ela escolheu por onde quis passar.

Como a nascente do Rio Lis está seca fomos a todo o gás direto à cervejaria da praxe para repor os tão famosos eletrólitos, é uma obrigação, mas têm de ser repostos, certo?!?!

Manhã muito bem passada, com paisagens e trilhos espetaculares, companhia TOP.

Foi um prazer, obrigado pelo convívio.

Jorge Xavier

 

Trilhos Sem Fim na Serra e Trilho PanAm

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publicado às 18:14

Trilhos Sem Fim e a válvula fechada

por Trilhos Sem Fim, em 10.03.19

Numa manhã de bom tempo, a animação no PR estava garantida pela presença de vários e numerosos grupos que ali se concentram para os seus treinos e passeios domingueiros. Cremos estar perante um sinal evidente de que a prática desportiva velocipédica veio para ficar e que está ainda em fase de expansão.

À hora marcada, o "Sim" foi confirmado por 7 Trilheiros, que com a ausência dos principais cartógrafos, entregaram a tarefa de guia ao Dep. de Engenharia e assim o CC resolveu abrir as hostilidades e encaminhar-nos para o "seu quintal".

Sinopse

Trilheiros: 7
Destino: Fátima
Distância percorrida: 46km
Subida acumulada: 915m

Aproximações ao solo: 0

Momentos de degustação de destiladas: 1 

Furos: 3

Nível de prazer, amizade e companheirismo: +++++

Seguimos em direção ascendente até à Curvachia, para fazer o trilho dos Mourões até ao Arrabal e Soutocico - Primeira paragem técnica - Furo do CC, com o detalhe da colocação de CO2 com a válvula fechada. Esta malta das Engenharias está sempre muito adiantada nos processos... ou não! 

Aqui enveredámos pela opção de realizar um sortido de espetaculares trilhos, que nos levaram até ao Vale Maninho. Mais um momento de concílio para avaliar o destino, onde foi votado Chaínça. Aqui registávamos já a interessante marca de 610m D+ em 18km e vários momentos de fuga aos nossos "salta pocinhas" habituais, HM e RL. Foi também tempo de avaliação de dimensão e tonalidade de bananas.

Momento de nova avaliação, agora do local de repasto e a escolha recaiu pelos Pastéis de Fátima. Depois de várias juras de vingança de alguns colegas molhados pelas poças, esta serviu-se em forma de café especial, "servido" pelo amigo João dos Pastéis de Fátima, que aumentou o ritmo cardíaco do HM.

Depois de tanta subida, havia que desfrutar na viagem de regresso. O primeiro destino escolhido foi o trilho do Moleiro, no qual já não estavam presentes o CM e o RP que por motivos pessoais tinham que regressar mais cedo (foi pena porque à hora combinada estávamos despachados), seguiu-se o trilho de pedra em direção às Fontes e depois o trilho que desemboca na nascente do Lis. Como ainda era cedo foi deliberado fazer o trilho da Sra. da Encarnação, contudo o furo no pneu traseiro do CC volta a reabrir (quem tem um pai tem tudo - Apenas os presentes entenderão!) e o RM apresentava também já pouco ar no pneu traseiro, tendo cancelado a intenção de fazer mais uma descida.

A caminho da reposição de eletrólitos, cruzámo-nos com o casal PP e LC e à nossa espera estava o Cartógrafo Oficial, a recuperar de uma mazela. O regresso estará para breve!

Nuno G Santos

 

Trilhos Sem Fim vão a Fátima

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publicado às 20:25

Trilhos Sem Fim e Fátima aqui tão perto...

por Trilhos Sem Fim, em 03.03.19

Texto?

 

Trilhos Sem Fim e Fátima aqui tão perto...

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publicado às 21:47

A voltinha deste domingo foi diferente, pois foi o primeiro domingo “fora” do nosso quintal, terá sido o primeiro domingo do que esperamos venha a ser um salutar hábito neste grupo. Foi decidido que de dois em dois meses, iremos passar um domingo fora de Leiria, e no passado domingo assim o fizemos. Fomos guiados pelo Sérgio Fino que nos presenteou com um percurso repleto de single-tracks e claro também algumas subidas, afinal tínhamos almoço previsto lá em cima, no Casal dos Ventos e havia que chegar a hora pois o nosso TSF apeado, Alípio, iria estar pontualmente à nossa espera. O destino estava definido desde há umas semanas, pois alguns TSF’s, amigos do Sérgio F. aceitaram um convite do mesmo já com algum tempo e assim se decidiu ir para a Serra de Aire e Candeeiros, com passagem quase certa pela bela Chiqueda. A saída de Leiria às 7h30 permitiu-nos chegar às Pedreiras bem cedo, onde preparámos as nossas montadas e esperámos pelos nossos guias, juntou-se a nós também um amigo do Sérgio, o Bruno, que só nos acompanhou durante a manhã, pois tinha outros compromissos.

 

Começámos virando as costas à serra, atravessando a EN1 pela passagem aérea para Oeste, com os trilhos da Chiqueda já em mente, percorremos vertiginosamente o trilho da Chiqueda e atravessámos a ribeira do Mogo, surpreendidos com este nome, verifico após alguma pesquisa que é o Rio Côa, mas aparece nalguns mapas como ribeiro do Mogo. A partir daqui foi sempre a descer até lá acima, ao Casal do Vale de Ventos, onde chegámos à hora desejada, aos 10 minutos para o meio-dia, onde o amigo Alípio já ocupava uma mesa para o grupo. Repostas as energias e matada a sede, imponha-se irmos fazer a digestão do belo repasto, por isso tivemos logo uma ou outra subidita após o almoço, afinal, as descidas teimavam em não aparecer e quando apareciam, faziam-se num ápice! O costume destas lides do BTT. Para nossa surpresa o amigo Alípio, esperava-nos no Arco da Memória, local já por nós visitado noutros passeios de BTT, e local obrigatório para umas fotos de grupo. Para quem como eu não sabia, transcrevo abaixo a história da origem deste arco, que pelo que vi, não é consensual!

 

Mais uns km percorridos e o nosso guia, o Sérgio insistiu com os mais agastados, para subirmos mais um pouco por um trilho que nos levaria a uma fantástica e inesquecível vista panorâmica, grupo que é grupo vai unido e assim fomos todos até ao Moinho do Picoto, e de facto, vale a pena subir para apreciar a magnifica paisagem que se avista do monte sobre todo o vale, localizado já em Serro Ventoso. Comentámos o quanto o moleiro daquele moinho e os seus clientes terão sofrido para ali se deslocarem, outros tempos, outras vidas mais duras, se bem que chegar ali também não foi fácil para alguns! Mas a visita recomenda-se seja a pé ou de bike.

 

Logo ali decidimos que até às Pedreiras iríamos descer e apanhar a Ecopista da Bezerra, a voltinha estava praticamente terminada e comentámos até que tinha corrido muito bem, sem avarias e sem quedas, e acreditem que até já tinha havido algumas oportunidades para quedas, tais foram as descidas de pedra que já tínhamos feito, mas como sabemos o BTT é imprevisível e quando menos se espera e no piso mais direito há azares, por isso, ao descer a Ecopista e talvez já com a atenção e o espírito mais descontraído o Sérgio e o Cardinhos encostaram-se e caíram aparatosamente, tendo-se ambos magoado, já se passaram uns dias, e sei que estão a recuperar mas que doeu, doeu e quase uma semana depois sei que ainda dói! Mas pena temos de ter é dos que em casa ficam, e não dos que se aventuram, são ossos do ofício!

 

 

Informação sobre o Arco da Memória:

" Na encosta sudoeste do Cabeço Gordo, praticamente coincidente com os limites administrativos que separam os concelhos de Porto de Mós e de Alcobaça, o Arco da Memória terá sido construído, provavelmente, em finais do séc. XVI ou inícios do séc. XVII, tendo sido restaurado em 1830, por ordem de D. Miguel, tal como indica uma das suas inscrições.

O arco, de volta perfeita, não apresenta decorações, tendo apenas duas inscrições, sendo uma em latim quase imperceptível, devido à erosão do calcário, mas que foi registada em 1758 e que teria sido composta por Frei Bernardo de Brito, no princípio do séc. XVII a mando do Abade do Mosteiro de Alcobaça. Segundo a tradição, que a História desmente, o monumento fora construído pelos frades da Ordem de Cister, para a marcação dos terrenos dos coutos doados por D. Afonso Henriques. Porém, a sua construção deriva da intenção de documentar, materialmente, o voto de D. Afonso Henriques, inventado pelos cronistas alcobacenses."

 

Foi um domingo de BTT com muito bons trilhos, bom almoço, boa companhia e só não foi perfeito porque houve aquela queda no final e ao chegar a Leiria, ainda houve um outro azar com uma viatura, mas sem qualquer consequência física. Um muito obrigado ao companheiro Sérgio Fino que nos orientou e abdicou de um dia em família para andar com os TSF’s.

 

Cláudio Costa

 

Trilhos Sem Fim na Chiqueda com passagem na Bezerra com muita pedra - Parte 1

Trilhos Sem Fim na Chiqueda com passagem na Bezerra com muita pedra - Parte 2

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publicado às 21:00

Trilhos Sem Fim com companhia nova

por Trilhos Sem Fim, em 17.02.19
Numa manhã que se avizinhava cheia de aventura e no local habitual lá estavam os BTTistas dos "Trilhos Sem Fim" desta vez  à espera... de uma BTTista que havia prometido estar presente para responder ao convite desafiador do @RuiGaspar, mas afinal apareceu a bater o dente de frio e sem barriga que na noite anterior tinha-a deixado por volta 1h da manhã no WC lá de casa. :D
Pois bem feitas as apresentações estava na hora de seguir caminho que a malta precisa é de aquecer e poucos minutos depois rumamos 9 BTTistas em direcção a Alqueidão da Serra sem haver necessidade de contra-argumentar pois a malta é unida e a sugestão foi bem aceite.  
Os primeiros kilómetros foram para ligar o motor e começar a preparar as máquinas para a adrenalina que havia de chegar com uma subidita aqui outra acolá. Chegamos à Barreira, à frente passámos pelo lado de cima da Batalha e a partir deste ponto entrámos numa zona espectacular onde a natureza priviligia estes aventureiros BTTistas com a beleza de um vale onde a harmonia flora e fauna convida ao pedal. Mesmo com algumas subidas e com o pessoal a reclamar, sem pressas, a união faz a força.
Estavam percorridos cerca de 24km e eis que a malta já pedia o reforço do café e do pastel nata. Um café "Aberto" e pertinho, era o que se pretendia ali mesmo em Alqueidão da Serra. Assim foi e durante uns minutinhos houve sem bicicletas um convívio suficiente para restabelecer as energias, mas diga-se de passagem que estes desportistas têm pedalada para dar e vender. :)
Como o prometido é devido chegou a hora de soltar a adrenalina e dora a vante é so descer (dizem eles), mas nunca antes do reporter de serviço Artur se colocar à caça do melhor "Spot". Entre Alqueidão e Porto Mós há por lá trilhos fantásticos que a malta dos Trilhos Sem Fim curte à brava, Como dizem alguns, é nestes momentos que voltamos a ser crianças e a vida rejuvenesce. Nunca avançar sem perder membros foi a máxima aplicada quando a estriante indecisa ficou à deriva no mapa, mas curiosamente feliz pela manhã fantástica de descoberta de novos trilhos.
Descidas e mais descidas, conjugadas com singles tracks e matas fechadas com cheiro a amazónia, momentos a curtir para os quais valeu a pena subir e chegar até aqui, sempre a pedalar em bom ritmo com boa disposição. Como diz a BTTista é malta que gosta de acelarar a descer e lá diz o Rogério  "larga o travão" que isso de roda 29' tudo passa, mas a julgar por outros exemplos alguém foi aos sucalcos cavar um pouco de bike em punho, ao invés de enchada na mão.  
Com a chegada à Reixida e tendo os trilhos terminado, estávamos agora no caminho de regresso. A verdade é que quando se chega às Cortes já cheira a cerveja preta e tudo muda! Chegou a hora dos sprints e últimos cartuchos para acabar este fantástico passeio em grande. Porque a malta precisa de recuperar para a semana de trabalho que amanhã se inicia, conclui-se o trajecto com a chegada ao local de partida (ou uns metros mais ao lado), é na cervejaria que se faz em união a projecção dos próximos desafios.
 

Liliana Matos

#TrilhosSemFim, #PuroBTT, #BoaDisposicao
Trilhos Sem Fim com companhia nova, sempre a subir

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publicado às 21:25


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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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