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Pia do Urso, com regresso pela Barrenta... e mais!

por Trilhos Sem Fim, em 22.11.20

A Volta dos 7!

Talvez mediante a intenção de não sermos um grupo demasiado grande, outros grupos que se formaram com saída de outros locais, ou talvez outras razões que não sendo partilhadas ficam na hipótese, mas que levaram a que na hora de saída, no PR fossemos apenas 7 trilheiros!

Sem volta nem ideia fechada na hora do arranque, a volta de hoje foi-se fazendo!

Dirigimos em bom ritmo, até às Fontes. Daí já em estradões e trilhos, num ápice estávamos na Torre… e daí um ápice, até à Pia do Urso, onde cedo pelas 10:30h, já tomávamos o nosso café e pastel de nata, com 700m D+ já cumpridos.

Não sabíamos nessa altura que a parte “maior” da aventura, estava ainda por cumprir.

Zonas mais sombrias, com pedra molhada, teimavam em fazer escorregar as rodas menos “vestidas” de borracha cardada.

Na saída da Pia orientamos para trilhos menos usuais, em subida, que nos levaram a apreciar a melhor vista do topo da serra. Sem grandes paragens, o encadeamento de trilhos e estradões sucedeu-se até à Barrenta. Passavam já das 12h, e estávamos ainda longe de Leiria.

Em bom ritmo após uma foto com os “bonecos”, rumamos a cidade de Colipo, via Alqueidão da Serra e Reixida. Nesse percurso, já após as 12:30h, um Senhor FURO, num dos pneus virgem da nova bike elétrica, obrigaram a uma longa paragem. Uma cavilha imensa, no meio de um trilho…

Várias abordagens foram tentadas, mas uma câmara de ar, é uma câmara de ar... Pelas 13h retomávamos a marcha com mais de 30min até ao nosso destino.

Em bom ritmo a chegada a Leiria foi pelas 14h, com 63km e 1100m D+, que remataram uma ótima manhã, com um bonito sol Outonal, de bom pedal, boa camaradagem e conversa.

Aguardamos já com expectativa a próxima aventura :)!

A todos, votos de Boa Semana!

Abreijos

D’Armindo

Pia do Urso com regresso pela Barrenta... e mais!

publicado às 16:00

Ida a São Mamede e visita ao Carvalho do Reguengo

por Trilhos Sem Fim, em 15.11.20

Eram 8:30 e mais uns minutos, quando partimos. Foi dado tempo, aos chegados em cima da hora de partida… Isto de levantar cedo ao domingo, para BTTar… tem que se lhes diga.

Á saída fomos percebendo que eramos muitos, o que tem sido uma tendência nas últimas semanas, bateu hoje o record (20). De forma consciente a conversa generalizada era dividir o grupo, indo de encontro aquilo que são as recomendações atuais, em termos de pandemia. Tal aconteceu após uma veemente recomendação dada por um dos parceiros, que acatada, proporcionou a paragem para que se efetivasse a redução de efetivos.

O registo de andamento esteve muito ajustado, sem desfasamentos nem esperas, e em bom ritmo, o que nos proporcionou mais de 51km e 1175 D+ numa manhã em que a chuva não nos visitou. Um percurso circular, sem repetição de trilhos.

Após visita às Eólicas no topo de serra, foi feita tangente a Fátima e dirigimos para São Mamede, onde se confirmou a boa opção, na pretensão de tomar ali o café e bolinho da manhã, em local com menor afluência garantindo e assim garantindo distanciamento.

Foi após o café que num trilho com bastantes ramos e galhos, que de quando em vez se enrolavam na roda ou desviador de aluguem. O Máximo concretizou um novo Máximo, um galho que se enliçou na roda traseira, abriu o espigão e soltou-lhe a roda traseira, valeu a pronta paragem, o que evitou felizmente, consequências de maior.

Desta feita, era preciso pensar no regresso à cidade do Lis, pelo que a opção foi orientar para o Reguengo do Fetal, onde podemos de passagem visitar o famoso carvalho, de enorme porte… e idade.

Esticando as pernas e dando velocidade ao pedal, no último troço que nos levaria a Leiria, chegamos a boa velocidade.

Com boa companhia e espírito animado, caracterizaram esta que foi uma ótima manhã de BTT!

Partimos na expectativa da próxima oportunidade de pedalar no nosso quintal. :)

Boa semana!

D'Armindo

Sao Mamede By Trilhos Sem Fim

publicado às 17:09

Trilhos Sem Fim desfrutando das manhãs chuvosas

por Trilhos Sem Fim, em 08.11.20

Qualquer altura do ano é boa para o BTT, e esta também, como provámos hoje. Estamos em tempo de aproveitar o que de melhor estas manhãs molhadas nos proporcionam, ainda sem aquele frio do inverno – por enquanto – por isso à que aproveitar, ficar na cama, não é opção! Mesmo quando ao acordar se ouve a chuva lá fora a cair, este grupo de amigos não se demove e à hora de saída lá estavam reunidos 11 trilheiros.

Encaminhámo-nos para as Fontes, onde constatámos que as exsurgências do nosso rio Liz, ainda não estão com a pujança que gostamos de ver, teremos de esperar mais umas semanas para que os algares e os rios subterrâneos desta nossa serra se encham de água e a façam brotar. Orientados pelo Artur fomos até ao Reguengo do Fétal onde bebemos o cafezinho na esplanada, ao ar livre, há que aproveitar o bom tempo 😊! Mas a coberto de telha e num óptimo balcão para estes lides, não sei se esta recente obra terá sido pensada para este efeito, mas muito nos apraz usá-la, e certamente agradará também ao proprietário do café, ver os seus clientes todos ensopados, mas cá fora!

Retemperados, depois do café quente e pastel de nata, já com as luvas espremidas e as botas despejadas, subimos a pedreira aproveitando uma aberta, fomos pondo a conversa em dia, discutindo os assuntos da actualidade. Descemos da Perulheira em direcção ao Arrabal já com o espírito de petiz a apoderar-se novamente deste grupo de amigos, o Vale Maninho deveria estar óptimo para chapinhar na lama, e estava mesmo. Por esta altura, com tanta poça de lama a ser atravessada velozmente, já os salta-pocinhas tinham percebido, que hoje, era difícil incomodarem alguém. Atravessámos o Arrabal e quase que aceitavam o convite deste escrivão, mas tínhamos o compromisso do costume à chegada e ninguém queria arrefecer.

Como não queríamos correr o risco de cair no agora escorregadio trilho do galinheiro, a malta foi cair para a Curvachia, na descida da Curvachia o grupo separou-se um pouco e consta que dois se deitaram-se juntinhos lá atrás, e no grupo da frente outro andou a calcar o lamacento e escorregadio chão, esperemos que sem consequências de maior! Terminámos no local habitual, cá fora na esplanada, com cerca de 45km percorridos, enlameados mas felizes, e como alguém disse... "nestes dias de chuva a malta ainda se diverte mais!"

Cláudio Costa

Lama e Chuva By Trilhos Sem Fim

publicado às 17:00

Às 8h30 arrancavam 15 Trilheiros com o objetivo claro de respeitar as medidas restritivas de permanência concelhia e plenamente conscientes das mais elementares cautelas de  distanciamento.

A estes 15 que encetavam a jornada, se juntou a PP e posteriormente o RL.O Cartógrafo Oficial tinha programado uma voltinha ascendente, que começou com uma subida até à Barreira e posteriormente até às Torrinhas, aqui começavam a aparecer as primeiras poças da manhã, e como diz um determinado Trilheiro, se há poças no caminho, é para se saltar nelas... E saltou!

Neste entremeio já começámos a ver a antena da Maúnça... E o próximo destino estava traçado... Subir até lá. E subimos, oh se subimos! Sendo que aqui e ali se ouvia abundantemente a expressão "mete na avózinha", que surpreendentemente deixava um continuado sorriso em dois trilheiros (recém bi-avós).

A manhã estava a aproximar-se do meio e começou a ser projetado o repasto. Havia, no grupo uma mochila suspeita de conter bom material... E tinha! O Diretor, vinha munido do Bolinho, que foi integralmente degustado na Chaínça.

Já consolados, estava na hora do encetar da descida e o nosso Cartógrafo brindou-nos com um rápido e divertido trilho que desembocou no Vale Maninho, o qual acabámos de trilhar à velocidade habitual.

Reagrupamento feito e o próximo trilho decidido. Galinheiro! esta foi das últimas oportunidades de fazer este trilho em segurança, visto que começa a ficar escorregadio, se bem que como diz o mesmo Trilheiro acima citado, as rodas só escorregam nas pedras se lhe tocarem!A saída da Curvachia hoje fez-se por um par de carreiros diferente, onde viemos sair ao Vidigal. 

Uma excelente manhã, com 41km e cumprindo os 4 dígitos de ascendente acumulado.

Em jeito de nota de rodapé, este relator a chegar a casa pôde presenciar um pai, acompanhado pelo seu rebento, de muito tenra idade, munido da sua roda 20, a descer alegremente o trilho da Sra. da Encarnação. O futuro está garantido!


Nuno Gonçalo Santos

 

Subir as serras e descer o galinheiro By Trilhos Sem Fim

publicado às 19:59

O cartão ou papelão é um tipo de papel embora mais grosso e resistente, geralmente utilizado na fabricação de caixas, podendo ser liso ou enrugado. É produzido a partir dos papéis compostos das fibras da celulose, podendo ser virgens ou reciclados.

Por este motivo o papelão e seus produtos são frequentemente alvo de processos de reciclagem e reprocessamento na indústria de produção de papelão.

O tipo mais comum de papelão é o papelão ondulado, composto de três camadas. Tomando como exemplo uma caixa de papelão, teremos: i) a camada mais externa, que tem função de proteção e revestimento; ii) a camada intermediária, também conhecida como "enchimento", que é a mais volumosa, geralmente composta de um papel grosso disposto de forma ondulada; iii) finalmente, temos a camada mais interna, com função de revestimento da mesma forma que a primeira camada, porém com menor espessura.

O papelão ondulado foi criado em Inglaterra em 1856 e usado como revestimento para cartolas altas, mas não foi patenteado inicialmente. Em 20 de dezembro de 1871 a patente foi emitida para Albert Jones de Nova York para papelão ondulado de um lado.

O cartão em contacto com a água perde a rigidez, amolece e transforma-se numa pasta. Ainda bem que as bikes que hoje nos levaram à Anta do Alqueidão da Serra não eram de cartão!

Rui Passadouro

Anta do Alqueidão em dia de chuva By Trilhos Sem Fim

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publicado às 17:31


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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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