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Não há memória de haver ajuntamento de tanta gente disponível para pedalar e enfrentar as dificuldades inerentes a quem desafia a Maunça. Saímos mais de uma vintena do Parque Radical um pouco depois das oito e trinta. Havia que pôr a conversa em dia e inesperadamente juntaram-se velhos companheiros com novos aspirantes a trilheiros e, até, convidados. Um grupo assim partia-se frequentemente pois os ritmos eram muito diversos e tal era óbvio e natural. Já quando se tratou de “serrar presunto” havia muito mais homogeneidade e hoje aconteceu uma daquelas iniciativas de que só a nossa amiga Cristina Fernandes é capaz. No topo do nosso mundo, com uma paisagem incomparável e um vento desconfortável, às onze horas, conforme combinado, surgiu a Cristina á boleia do Rui Gaspar (que tem a bicicleta em processo de troca e não pedalou) com um delicioso bolo que confecionou enquanto percorremos os trilhos, hoje tremendamente escorregadios da Curvachia, Vale Maninho ate à Maunça. Já tinham ocorrido pequenos percalços, incluindo os furos da praxe, mas enquanto esperávamos pela Cristina e pelo Rui o Belmiro aproveitou para ajustar e partir o drop-out da bike que estava a estrear. Não foi possível reparar a avaria e aproveitou-se a boleia do laranjinha do Rui para resolver o problema, mas o Belmiro acabou por regressar a pedalar na bike do Dani, que regressou mais cedo ao Parque Radical. Ainda durante a pequena paragem houve um pequeno e espontâneo work-shop sobre plantas aromáticas da serra. Ao passarmos pelas Fontes houve pequeno recreio com vários de nós a repetir uma descida que outros não arriscaram sequer fazer. Um bom exemplo da elevada heterogeneidade do grupo. Também houve tentativas diversas em fazer a subida mas a humidade e piso escorregadio não permitiram que obtivessem sucesso. Chegámos mais cedo do que e habitual e houve quem tivesse ido ainda subir o morro da Senhora da Encarnação, para percorrerem o magnífico trilho descendente. Prá semana haverá mais; se não chover pode ser mau para os nabos mas será agradável para nós...
Alipio C. Lopes
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