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Serpa - os Trilhos Sem Fim ousaram passear

por Trilhos Sem Fim, em 17.04.12

O nosso grupo BTT "Trilhos Sem Fim" teve uma representação na maratona Serpa 80 e no Serpa 160. Independentemente da classificação, que foi acima da média, o que mais relevância teve foi o impor as camisolas no meio da multidão. Como diz o companheiro RG, "são as Jersey's mais bonitas! ehehehe..." Só tenho pena de levar a minha escondida, mas assim não a sujei toda...

Percorremos trilhos de dificuldade baixa, em condições normais. Desta vez tivemos dois adversários de peso: o vento e a chuva. Não fosse isso e a história teria sido muito diferente. Atendendo à provecta idade dos representantes, quase todos bem acima dos 50, parece-me que o desempenho foi excelente.

Estivemos em Serpa com sol, no ano 2011, e com chuva em 2012. Serpa está arrumada. Que venha outro desafio!

Rui 

publicado às 21:00

Neste fim de semana os Trilhos Sem Fim repartiram-se por 2 actividades, uns, mais corajosos, foram à maratona de Serpa no Sábado, outros, os do Domingo, juntaram-se à causa da Maria e foram até Venda da Cruz, em Pombal.

 

Duas vontades nos levaram até aquela localidade, a vontade de participar para ajudar a angariar fundos para o tratamento da Maria e conhecer novos percursos.

Em boa hora decidimos participar, pois conhecemos trilhos espectaculares, num percurso bem organizado, com um bom reforço e outras particulariedades não muito habituais em passeios, como estar um membro da organização em cada travessia de estrada, sempre com água disponível. A opinião dos TSF’s que participaram, foi unânime, a organização deste grupo de jovens está de parabéns, e havemos certamente de voltar para fazer este belo percurso e outros que venham a organizar.

 

O percurso, segundo o cartaz, era de dificuldade média e com cerca de 35Km, a parte dos quilómetros estava correcta, a da dificuldade é que foi sub-avaliada, eu diria difícil e bastante técnica, em especial com o terreno nas condições de hoje.

O destino foi a serra do Sicó, subimos até aos geradores eólicos, e a partir daí fomos brindados com excelentes trilhos, alguns deles a lembrar a Curvachia, mas em ponto muito maior. Passámos por trilhos para todos os gostos, a descer, a subir, mais técnicos, mais rolantes, tipo tuneis, com pedras, sem pedras, tapados ou em plena encosta da serra, motivos mais que suficientes para justificar a ida a Pombal.

Para provar a excelente organização deste grupo, os trilhos em plena serra, estavam arranjados, cavados e ladeados por pedras em jeito de muro, e qual não foi o meu espanto quando a descer um deles, em plena serra, longe de tudo, encontrámos uma pessoa com uma enchada a consertar o trilho após a nossa passagem!

 

Tivemos o azar de perder a bateria da máquina fotográfica, e a sorte de alguém a achar, o que no meio daquela serra é praticamente impossível. O pneu do Rui L. teimou em dar problemas mas do nosso grupo ninguém se aleijou, o mesmo não poderão dizer outros BTTistas. Chegámos à associação já cerca das 13h30, muito cansados mas satisfeitos.

Não acabámos cedo, não foi fácil, levámos um “empeno” considerável, ajudámos a Maria, e ficámos com um track excelente, para lá irmos um dia destes mostrar ao restantes companheiros TSF's que hoje não poderam participar.

Apenas uma nota menos positiva para a marcação do percurso, que apesar de ter muitas marcações não se revelaram eficientes, pois enganámo-nos algumas vezes, problema resolvido, pela observação do percurso no GPS, pois a organização transferiu-nos o track no inicio do passeio.

 

 

Para mais informações sobre a causa da Maria e como pode ajudar veja o grupo no facebook

 

Também em meo Kanal 490904

 

 

 Podem consultar o percurso no GPSies ou directamente com smartphone lendo o QRCode

QR Code  

 

 

Cláudio Costa

publicado às 00:39

Trilhos Sem Fim - pedalar no feriado da Páscoa!

por Trilhos Sem Fim, em 06.04.12

Sem relator tenho que descrever o que se passou nesta manhã.

Parecia que a chuva não nos ia deixar pedalar depois de uma noite com abundante precipitação. Mas mesmo que ela aparecesse não nos iria demover de fazemos mais uma volta orientada por Srº GPS, volta essa que já estava na cabeça dele há uns dias antes. Depois de um pequeno problema mecânico na bicicleta do GPS começámos a pedalar por caminhos menos utilizados, para assim recordar outros tempos. Estavam em bom estado pois não são tão frequentados. Para quem conhece, foi atravessar a curvachia a meio... Depois para satisfazer vontades fomos descer o galinheiro. Uma delícia para a grande maioria, mesmo com o terreno um pouco escorregadio. Rumámos até à Martinela para, por dentro daquela vegetação, subir… subir… até sermos parados pela chuva. Aproveitámos para degustar a bolacha, que já se torna um hábito... Era hora do reforço- Reposta a energia, logo descemos para voltar a subir passando pelo sítio do repasto. Por descargo de consciência, podíamos ter deixado algum lixo. Assim ficou verificado que não só pedalamos como preservamos a natureza. Nova orientação para descida proposta pelo GPS que correu relativamente bem, não fosse uma pequena aproximação aos pinheiros pelo nosso novo amigo de pedaladas Armando. Continuámos até ao Arrabal. Com a manhã quase passada apontámos para o regresso, feito quase sempre a descer. Bom, mesmo bom. Tivemos ainda tempo para beber uma ginja na casa da nossa amiga Cristina e ver os bolos que faz. De seguida e a convite do Rui Gaspar mais um carreiro novo, mesmo ali tão perto, terminado com aquela descida do Rogério...

Da minha parte desejo a todos uma boa Pascoa cheia de amêndoas.

Artur Fernandes

Também em meo Kanal 490904 

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publicado às 23:19

Trilhos Sem Fim - convivio de Páscoa!

por Trilhos Sem Fim, em 04.04.12

publicado às 13:11

Passavam alguns minutos das 8:30 quando partimos em formação cerrada em direcção a norte, com vista à reconquista do Castelo  de Pombal. À saída aproveitámos um trilho novo junto à ribeira do Sirol, perto da ponte dos Pousos, descoberto pelo GPS de 1 de Abril, Rui G.  Atravessámos a Quinta dos Maristas por uma passagem estreita. Passámos em frente à capela de Santa Eufemea e pelo estradão que corre junto à A1, chegámos ao parque de merendas da Boa Vista.

Por entre pinhais chegámos à Igreja Velha, terra natal do GPS de 1 de Abril, Rui G. Saciámo-nos com a água fresca e fizemos uma foto de "família" junto à casa dos progenitores do GPS do dia.

Fomos pedalando ao longo da ribeira e eis que fomos surpreendidos com o aparecimento de um parque de merendas e outras actividades gerido pela  Associação da Igreja Velha, o Troncão Parque. São cinco mil metros quadrados de verde (entrecortado por um ribeiro) e um conjunto de equipamentos que permitem um dia bem passado. Para lá das mesas e bancos , há a churrasqueira, os sanitários, um bar e os apreciados divertimentos ao estilo parque infantil. Uma das diferenças que marcam o Troncão Parque é mesmo a existência de equipamentos que cativam também os adolescentes – e até os adultos, que também ali podem fazer exercício. Os afamados campeonatos de petamca já constam dos calendários internacionais. Aconselho a visita!

Continuámos ao longo da ribeira que atrevessámos num vau. Chegados a Pombal percorremos a nova ciclovia, que corre paralela a uma pista da peões e outra para viaturas.

Atingido o castelo de Pombal fizemos uma pequena pausa para socializar. Ficámos a imaginar o que teria sucedido neste lugar. Qual teria sido a sua história?

A edificação do Castelo  de Pombal terá acontecido na  época da Reconquista cristã, no século XII, durante o reinado de D. Afonso Henriques. Obedece às mesmas linhas arquitectónicas características dos templários, presentes não só no Castelo de Almourol, mas também nos de Idanha, Monsanto, Tomar e Zêzere, seus contemporâneos. A função deste conjunto era a de prover a defesa e o povoamento destas terras, ao sul do rio Mondego, confiadas à Ordem dos Templários. Foi Gualdim Pais que outorgou Carta de Foral a Pombal, em 1174.

Este castelo nunca esteve directamente envolvido em campanhas maiores. Apenas  terá estado em alerta quando da contra-ofensiva muçulmana que, em 1171, atacou Santarém. e a de 1190, que atacou Tomar e arrasou Leiria.

Pombal e seu castelo foram o palco das pazes entre o soberano e seu filho D. Afonso, celebradas na Igreja de São Martinho (1323).

No início do século XV a alcaidaria-mor da vila e seu castelo foi doada por D. João I ao conde de Castelo Melhor, em cuja família se conservou até 1834.

No início do século XIX, à época da Guerra Peninsular, foi vítima do saque e do incêndio da povoação, infligido pelas tropas de Napoleão, sob o comando do general André Massena, que regressavam, derrotadas, das Linhas de Torres (1811).

Foi classificado como Monumento Nacional, por Decreto publicado em 23 de Junho de 1910.

Presentemente está em fase de revitalização.

O tempo estava mais que ultrapassado. Tive que fazer um regresso mais rápido por compromissos familiares, com a companhia do Paulo S.

Os restantes companheiros continuaram a apreciar a bela paisagem do regresso. Não fossem as malditas cãibras do GPS (o verdadeiro) e o dia tinha sido óptimo, enriquecido com um novo elemento, o Armando S.

A conquista felou-nos a percorrer 70 km!

Boa semana de trabalho.

Rui

Também em meo Kanal 490904

 

publicado às 20:32

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Sobre nós

Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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