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Trilhos Sem Fim visitam a nascente do Rio Lena

por Trilhos Sem Fim, em 25.03.18

Com uma convocatória especial, pautada por nuances gastronómicas, à chamada de hoje compareceram apenas 7 trilheiros e 3 convidados especiais, pelo que o discurso de persuasão de véspera não surtiu o efeito desejado em alguns elementos que tardam em nos presentear com a sua companhia, quer em forma de regresso, quer de forma mais regular.

Sinopse

Trilheiros: 7
Convidados Especiais: 3
Destino: Nascente do Rio Lena
Distância percorrida: 45km
Subida acumulada: 755m
Aproximações ao solo: 0
Faxes enviados: 1 (sem confirmação oficial)
Riachos atravessados: 1
Quantidade de chuva: 0 mm
Empenos fortes: 1
Nível de destilação de excessos da véspera: ++++
Nível de beleza natural contemplada: +++++
Nível de amizade e companheirismo: +++++

Como vem sendo apanágio, o destino é definido "in loco" à hora da partida e hoje a opção sugerida e aceite foi a visita às nascentes do Rio Lena e do Rio Alcaide.

Hoje, o Cartógrafo Oficial resolveu recordar os seus tempos de instrução militar e guiou-nos com exigência e mestria até Alcanadas e daí até Alqueidão da Serra e Porto de Mós, onde matámos saudades de alguma pedra, que nesta fase já se encontra mais transitável, no trilho da Cova da Pedreira. Daqui rumámos ao nosso destino definido.

No encalce da primeira nascente a visitar, fomos brindados por um caminho sempre com o Rio Lena à nossa esquerda, onde pudemos usufruir do maravilhoso e quase que terapêutico som da água corrente. Chegados junto à nascente, percorremos um pequeno trilho a pé, que nos permitiu contemplar o fabuloso brotar de água, que resultava de uma suave erupção, que dava aso ao cenário sonoro anteriormente percecionado. Vivemos hoje uma das mais belas fotografias visuais das nossas experiências BTTistas.

Saídos da primeira nascente, era hora de visitar a segunda, a nascente do Rio Alcaide. Num cenário não menos belo, chegámos através de um carreiro repleto de saborosas fontes de Vitamina C. Aqui o caudal era mais fluído e ruidoso. à atenção de alguns elementos (ou de um, em particular), consta que aqui se encontra uma Cache.

Avaliada a cronologia, foi verificado que havia tempo para um café, que hoje, excecionalmente não nos foi servido com a simpatia a que os elementos da tribo velocipédica está habituada. A nossa solidariedade para com as meninas que não estavam a ter um dos seus melhores dias. O nosso conselho foi unânime: Comprem uma bicicleta que terão muito mais momento de alegria nas manhãs domingueiras!

Com a condicionante da hora de chegada, o regresso foi pautado por uma etapa asfáltica e rolante mas nem por isso menos exigente, dado o forte vento que se fazia sentir. Esta situação fracionou o grupo em duas partes, fruto de um diferencial rítmico. Os trilhos foram retomados junto à Mourã, em direção ao Quartel, de onde descemos o trilho até à Guimarota.

A reunificação do grupo deu-se no local habitual de reposição de electrólitos.

Nuno Gonçalo Santos

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publicado às 22:45

Trilhos Sem Fim na Fórnea

por Trilhos Sem Fim, em 18.03.18

A convocatória prometia o regresso da acalmia climatérica às manhãs domingueiras e responderam positivamente 10 trilheiros que partiram em direção à Fórnea, para uma visita ao mais recente "local de culto" da nossa região.

A partida deu-se precisamente à hora marcada (8h35) e após algum (pequeno) debate sobre a fidedignidade das fontes de previsão climatérica sobre se iríamos ser brindados com chuva ou não, resolvemos adotar um método tradicional e olhámos para o céu... Verificámos que estava a chover!

Como a viagem era longa e ascendente e o terreno ainda se encontra em condições escorregadias, as opções de caminho a seguir foram privilegiando a segurança, pelo que a percorremos maioritariamente estradões. Assim o fizemos até ao Reguengo do Fetal e depois até ao Heliporto de Alcaria, de onde rumámos até ao último segmento, na Fórnea.

Chegados ao nosso destino, e em simultâneo à contemplação da beleza natural daquele idílico local, verificámos a (prevista) romaria que recebe nesta altura, pelo que foi apelidada da Nova Fátima (para os religiosos) ou da Nova Pia do Urso (para os BTTistas). Aqui também ouvimos o testemunho de um seguidor atento do nosso Blog, que nos felicitou e que indicou que as nossas reportagens de imagem o inspiram para a definição de destinos, semana após semana. É gratificante receber estes feedbacks! À saída encontrámos também o nosso Casal TSF, com quem ainda trocámos breves "dedos de conversa".

De regresso, o nosso Cartógrafo Oficial tomou as rédeas, e de forma a evitar passar no mesmo local, logo nos indicou um belo single track ascendente, que pela força da chuva dos últimos dias acabámos por ter que fazer com as bicicletas à mão, contudo ficou pré agendada uma visita ao mesmo mas no sentido descendente, quando o tempo estiver plenamente seco.

À chegada a Porto de Mós registámos aproximação ao solo do dia, pela mão do amigo CM, contudo o piso da queda era em Gel e a mesma não teve consequências. 

Seguimos então até ao Alqueidão da Serra para o reforço da manhã e daqui em direção às Fontes, onde encontrámos o hoje faltoso CC, acompanhado por 67% dos seus herdeiros, pelo que a falta está plenamente justificada!

Já no local de reposição de electrólitos, enquanto resumíamos a qualidade da manhã, recebemos novamente o Casal TSF (LC e PP),que também veio efetuar a sua reposição, e ouvimos a confissão do amigo RG que hoje não enviou faxes mas que teve uma secreta aproximação ao solo, elevando a contagem para duas.

Em relação ao momento cultural da manhã, voltámos à centenária oliveira e após algumas pesquisas em fontes de informação secundária, foi verificado que um grau de precisão elevado carece de um método invasivo que consiste na recolha de uma amostra (através de um furo transversal) para efetuar a contagem do número de anéis. A observação/medição do diâmetro (ou perímetro) do tronco é um método falível, visto o crescimento do mesmo estar condicionado por muitos fatores, como as condições do solo, a fertilização, a abundância de água, a presença de incêndios em algum dos estágios da sua vida, entre outros. Iremos continuar a investigar a possibilidade de existência de métodos observatórios ou não invasivos.

 

Resumo da manhã:

Trilheiros: 10
Destino: Fórnea
Distância percorrida: 55km
Subida acumulada: 922m
Aproximações ao solo: 2
Faxes enviados: 0
Quantidade de lama: ++
Quantidade de chuva: Substancialmente mais que o previsto e que o anunciado
Nível de amizade e companheirismo: +++++
Nível de libertação de stress: +++++
Nível de prazer: +++++

 Nuno Gonçalo Santos

20180318 Fórnea

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publicado às 20:03

Podíamos ter ficado na cama esta manhã, mas não era a mesma coisa!

Depois de uma noite bem dormida no aconchego dos lençóis, a ouvir a tormenta lá fora, o bom senso aconselharia a continuar aninhado por lá, mas ouve um grupo de destemidos mais ousados que ao verem uns raios de sol, deixaram-se de desculpas e lá foram eles conviver e pedalar por esses trilhos fora. É certo que às 8h40 o Pinheiro Manso no PR que nos servia de abrigo tornou-se permeável e pequeno, pois juntaram-se a nós os quatro, três companheiros dos Chou-Bikers, uns cujas bikes também não são de cartão e por isso mesmo com chuva cumprem o ritual. Ainda nos fomos abrigar uns minutos no túnel mas a chuva não abrandava e já que ali estávamos urgia fazer-mo-nos ao caminho. Mas se o pensamento transversal a todos do grupo era “mas que ideia esta de vir pedalar com este tempo” também todos tínhamos a convicção de que seria uma boa amanhã de BTT, afinal é sempre! Sabíamos que os que em casa se acobardaram e faltaram, haveriam de se arrepender quando o Sol brilhasse. E assim foi, é certo que tivemos de o merecer e por isso esperar por ele, e também tivemos de levar com algum granizo antes, valeu-nos uma pequena oliveira que ainda nos aparou algumas pedritas... Mas, ele veio, e com ele, o levantar de cabeça e a contemplação da natureza, de tal modo que o Rui G. se apercebeu duma oliveira centenária, mesmo ali ao lado do caminho que tantas vezes percorremos, foi então que se proporcionou mais um bom momento da manhã, havia que medir o perímetro da oliveira, para daí deduzir o diâmetro e talvez a idade, vejam o vídeo para saberem o diâmetro e façam as contas sabendo que raio=perímetro/(2*PI). Mas repondo a ordem cronológica da manhã, há que registar que já tínhamos bebido o café e feito o reforço no Reguengo do Fétal, já tínhamos visitado o Buraco Roto que hoje foi bonito de se ver, com água abundante que fazia daquela cascata a Niágara cá do burgo. Mas ainda a manhã ia a meio, fomos por isso confirmar que aos 99m de altitude, no lugar das Fontes, brotava água com força nas exsurgências do nosso Liz, acompanhámos essas águas até aos açudes do Arrabalde, onde avistámos dezenas de Land Rovers naquele que foi o encontro de festejo dos 70 anos daquela marca em Portugal. Foi surpresa, em particular para o dono do Laranjinha, pois por desconhecimento não pode marcar presença com o seu tão notável veículo e de assinalável cor exclusiva, confirmado hoje, Laranjinha só conhecemos aquele! Mas ainda bem que ele não sabia pois assim gozámos nós da companhia dele. Enquanto víamos o campeonato europeu de lançamento ali ao lado e discutíamos a influência da força do vento na bola, eis que nos encontrámos com um dos tais que hoje pelas 8h40 pensou "ainda bem que não fui" mas que às 10h00 já se tinha arrependido, confirmado pelo próprio, o Rui Leitão, que diz que teve uma desculpa, para além da chuva, acreditamos!

E pronto, acabámos onde todos sabem, a comer tremoço e com mais uma boa manhã, para a semana há mais... Divirtam-se e sejam ousados, a chuva molha BTTista, mas não constipa!

 

Cláudio Costa

 

20180311 buraco roto

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publicado às 22:41

Contra todas as expetativas criadas nos últimos dias, na noite de sábado, o Diretor publicou a boa nova (qual Messias) que a manhã domingueira iria permitir BTTar sem a presença da chuva. Apressadamente, alguns elementos mais atentos confirmaram a sua presença. E não falharam!

Hoje, já guiados pelo Cartógrafo Oficial, 8 cavaleiros velocipédicos arrancaram do PR, sendo que havia apenas duas premissas para o destino, passar nas Fontes e ir visitar o Buraco Roto.

Assim, seguimos em direção às Fontes, onde, finalmente, houve a possibilidade de molhar o pézinho na nascente do nosso Rio Lis.
A partir daqui, o Cartógrafo assumiu as rédeas e decidiu erradicar toda a réstia de frio que pudesse subsistir em algum dos Trilheiros, com uma íngreme escalada até à Maúnça, onde ao fim de 14km já registávamos 550m de desnível positivo acumulado. Mas como foi sendo dito durante a manhã, a subida é dura mas a vista é bonita!

Chegados à Maúnça, era altura de ir ao encontro do local de "Coffee Break", que havia sido decidido ser em S. Mamede.

Já recompostos da dureza das subidas, seguimos para o segundo destino definido, o Buraco Roto. Era também altura de sermos recompensados, em descidas, pelo que já tínhamos subido. Neste sentido, ficou "falado em ata" (que para uma manhã trilheira tem o mesmo valor que escrito) que iria ser realizado o segmento "Covão da Carvalha - Trilhos Sem Fim", num trilho bastante agradável e divertido que havíamos acabado de fazer.

Se a Nascente do Rio Liz apresentava um aprazível caudal de água, no Buraco Roto nem sinal dela. O que tornou a visita mais efémera, apressando o regresso com vista a fugir à mesma água mas que se previa que caísse abundantemente dos céus, junto à hora de almoço.

Como havia tempo, foi unanimemente decidido fazer a descida do Perulhal, que sabíamos que estava escorregadia mas que se faria com tranquilidade dada a mestria e qualidade técnica dos intervenientes. Contudo, este sentimento não foi suficiente para o cenário barrento com o qual nos deparámos, o que levou a uma aproximação ao solo (sem consequências físicas) do nosso Diretor e algumas "quase aproximações" de outros elementos (quase na sua totalidade).

A parte final consistiu no tradicional rolar até à CA, onde hoje, além da reposição dos eletrólitos, fomos também presenteados com um excelente bolinho, trazido pelo GC, que hoje teve a particularidade de ter feito a volta sem os sapatos de encaixe.

Aos que tiveram medo da chuva e não acreditaram no repto lançado pelo Diretor, apenas dizemos que não sabem o que perderam!

Resumo da manhã:

Trilheiros: 8
Destino: S. Mamede
Distância percorrida: 45km
Subida acumulada: 721m
Aproximações ao solo: 1
Quase aproximações ao solo: Várias
Faxes enviados: 0
Quantidade de lama: ++
Quantidade de chuva: 0
Nível de amizade e companheirismo: +++++
Nível de libertação de stress: +++++
Nível de prazer: +++++

 

Nuno Gonçalo Santos

20180304 maunça

Também em meo Kanal 490904  

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publicado às 20:39


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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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