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Trilhos Sem Fim às voltas na Chainça

por Trilhos Sem Fim, em 24.11.19

Texto: Claudio em grande produção

 

Trilhos Sem Fim vão a Chainça 

publicado às 17:19

Trilhos Sem Fim na serra em dia de chuva

por Trilhos Sem Fim, em 17.11.19
Trilhos Sem Fim na serra em dia de chuva

publicado às 15:59

Um mensageiro migrado do Reino de Scalabis abriu o papiro e anunciou a sugestão de volta para a manhã seguinte. Gerou-se o burburinho, entre ausências e condicionantes mas o destino seria validado e a mui longínqua cascata da Fórnea seria visitada.

Cinderela Barbuda, uma donzela vinda do Reino da Serra indicara que teria que estar em Terras do Lis às 12 badaladas da manhã.

Para a incursão foram destacados 9 nobres cavaleiros, sendo 3 deles possuidores de denominados Equídeos do Demónio - Montadas com reforço motorizado na hipotenusa do quadro.

A véspera havia sido chuvosa e os dois Salta Pocinhas oficiais (versão atualizada do Bobo da Corte) iam entretendo as hostes com suas trepelias.

A ida, comandada por dois possuidores dos alasões demoníacos, foi marcada por um ritmo elevado, sendo que o Al Alqueidão da Serra não pôde ser o local eleito para o repasto, visto a passagem ter sido demasiado temprana, de tal forma que a chegada ao destino registara-se às 10h20. Aqui, a Cinderela Barbuda teve que regressar a casa, de acordo com o que havia anunciado.

Aquando do regresso, surgiu no caminho, dos agora 8 Cavaleiros, D. Pedro Santos, um Alcaide, agora residente em Mira D'Aire, que esteve em missão nas Áfricas e que nos acompanhou até à entrada da Vila Forte de Porto de Mós, seguindo a galope para junto dos seus mas sem que antes visitássemos o Rio Alcaide e degustássemos alguma da fruta presente naquele local. Hoje foram saborosos e dulcíssimos dióspiros.

Nesta Vila, o grupo aproveitou para o repasto e apresentar algumas das façanhas a um grupo de donzelas presente na Taverna.

No regresso, já em ritmo mais descontraído, o grupo teve oportunidade de percorrer alguns deliciosos carreiros.

A reposição de eletrolitos, desta ascendente jornada de 56km e 1170m D+, foi realizada na Real Taverna Armando, onde o grupo é sempre principescamente recebido.


Nuno Gonçalo Santos

 

Trilhos Sem Fim na Fórnea

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publicado às 17:25

Trilhos Sem Fim na Maunça

por Trilhos Sem Fim, em 03.11.19

Perguntara alguém na véspera: “e se choverem picaretas?”

Ora como é certo e sabido não há nem chuva nem picareta que impeça um TSF de disfrutar duma manhã de btt pelos mais belos trilhos da região. Exceção feita, claro está, aos “meninos”.

À hora marcada partiram do sítio do costume 9 Trilheiros, dois sapos incluídos, rumo à Subida do Canário para ganharmos coragem para o que viria a seguir.

Descida para as Fontes onde atravessámos a Nascente do Liz, sem água, e tirado que estava o azimute, apontámos rumo à Maúnça.

Com o intuito de, com a água projetada, ir tirando a lama das bikes dos companheiros, houve quem tivesse a gentileza de se ir dedicando ao árduo mas muy nobre papel de salta-pocinhas. Não sei quem foi, fui ou fomos, mas parece-me algo digno de registo e até mesmo de louvor.

Tão nobre e delicada era essa empreitada que até o nosso septuagenário RM dedicou algum do seu tempo a aperfeiçoar a técnica de salta-pocinhas. Mais dia, menos dia e ninguém chega a casa com lama na bike.

Um grande bem-haja para os salta-pocinhas.

Ora como nosso companheiro RG não andava de bike há cerca de um mês escolhemos a maneira mais difícil de chegar à Maúnça. Não se podia pedalar com muita força sob pena de cairmos de costas, tal a inclinação.

Lá em cima, à nossa espera estava o Marco. Aquele que todos bem conhecemos, o Geodésico.

Foi à beira deste que degustámos o extraordinário bolinho com que o nosso amigo RP nos presenteou, tendo acompanhado o dito com a sempre maravilhosa poção do nosso amigo RL - também conhecido por “menino”.

Bolinho e poção aviados, era notória a falta que um café nos fazia.

Montados nas belas bikes pedalámos rumo à Chaínça onde o nosso amigo AM nos ofereceu o café que nos encheu de energia para sem descurarmos a árdua tarefa de salta-pocinhas, desatarmos a descer que nem uns tontos para a Perulheira, e daí pedalarmos que nem uns ainda mais tontos para a Torre, e regressarmos em direção à CA onde nos aguardavam umas tais de pretas.

Que bela manhã. Pena não ter lama. Nem poças. Nem saltos. Nem nada!

Helder Malheiro

Trilhos Sem Fim na Maunça

publicado às 21:57


Sobre nós

Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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