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Trilhos Sem Fim - os melhores trilhos do quintal

por Trilhos Sem Fim, em 31.12.19

Coube-me a mim, fazer a última crónica do ano de 2019, nas quais relatamos as nossas voltinhas matinais. O que é uma honra, pois este não é um grupo qualquer de BTT, é o que tem os melhores BTTistas, os mais bem dispostos, os mais alegres, e talvez os que comem, bebem e falam mais 😊 . É assim que gostamos de ser e é com agrado que vemos que novos companheiros se chegam a nós e assim vamos enriquecendo o nosso grupo, para além do gosto comum do BTT e da comunhão com a natureza, é também esta pluralidade de personalidades, de profissões, de interesses, a par com a tradição do blog, das crónicas, da reportagem fotográfica e do filme e a presença assídua das publicações nas redes sociais que acredito serem os ingredientes para que este grupo se vá mantendo coeso e unido e que seja quase certamente o grupo mais duradouro cá do nosso burgo. Segundo o calendário de 2019 entre Domingos e Feriados em dias úteis e nocturnas de 5ªfeira, estimo que os TSF’s andaram a desfrutar deste nosso quintal, e de outros, pelo menos 113 vezes neste ano. Em 2019 alguns de nós fizeram também o caminho do litoral do Porto até Santiago de Compostela, o casal Paula P. e Leonel fizeram a TransPyr, e outro grupo, no qual me incluo fez a espectacular travessia da Escócia, experiências óptimas que ficam gravadas na memória dos que participam e na inveja dos que não foram. Este grupo é já mais que um simples grupo de BTT, faz parte da família de cada um de nós, pois estando alguns de nós já na segunda década deste grupo, aliás, no 2º século, o ir ao BTT com os amigos dos Trilhos ao Domingo de manhã é tão ou mais sagrado que ir à missa, dou o exemplo dos meus dois filhos mais novos que desde que nasceram me vêem a ir TSFar aos domingos de manhã, o que é também um excelente exemplo de desporto, pior será quando me pedirem dinheiro para as bikes...

Feita esta resenha e antes que alguns comecem a chorar de comoção, vamos à voltinha de hoje, e que foi um espectáculo, já tinha saudades de ser guiado pelo Cardinhos, e tenho pena dos que não foram. Levou-nos monte acima por alguns trilhos novos, fomos beber o café à Chainça, oferta do Artur Gomes, bem haja e que continue a fazer-nos companhia. Tirámos a fotografia de grupo na Maunça e descemos pelo single logo ali à saída do marco geodésico, percorremos depois aquele single no topo da Sra do Monte com vista para o vale e para a Maunça, depois o trilho do campo de tiro, no qual o Cardinhos perdeu a carteira mas que logo se recuperou, e em que a Paula J. desceu tudo em cima da bike, e que satisfeita ela estava pelo seu feito. Sei que ainda antes dos 15km, já o GPS registava cerca de 500m de acumulado, os excessos do Natal estavam a ser queimados e estava-se por isso a arranjar espaço para logo à noite, ou aliás para antes ainda, pois graças a duas, das tais famílias TSF, degustámos não só um bolo desta época, mas também uma dúzia de cornucópias de Alcobaça, tudo acompanhado por um licor e também pelas pretas habituais, obrigado Paula e Vitor, Rui Passadouro e Felícia e também ao Armando pelas pretinhas. Um espectáculo de manhã, e é por tudo isto que em 2020 cá estaremos para continuar…

Abraço a todos e Bom ano de 2020, sempre com muita pedalada, e sem quedas. E que nunca falte a bateria aos sapos 😉

Cláudio Costa

 

publicado às 16:49

Trilhos Sem Fim no Leão, Longra e Cavadinhas

por Trilhos Sem Fim, em 29.12.19

Para alguns seria a última do ano e o nosso Cartógrafo Oficial caprichou e fez trabalho de véspera, dando duas opções de trajeto para a "missa" dominical. O RL foi peremptório e incisivo e escolheu (só ele sabia porquê) a opção que rumava mais a Norte.

O dia estava fantástico e 9 Trilheiros (dos quais, 4 sapos) quiseram usufruir do mesmo. 

Já tínhamos encetado a marcha, quando um telefone anunciou a chegada do casal PP e LC, pelo qual aguardámos um pouco.

O início do trajeto teria alguma familiaridade com a, nossa velha conhecida, volta do autocarro mas com a atualização para versão sapo, ou seja, caprichando nas subidas. Estes aparelhos com pedais têm tido a influência positiva de conferir mais aceleramento às voltas e minimizar os tempos de descanso (para mal de alguns desafortunados que ainda não se renderam aos pecaminosos encantos destas máquinas) e assim celeremente chegámos ao Lapedo, galgando todas as subidas que nos iam aparecendo pela frente.

Seguindo pelo Leão e dando a volta pelo Feijão e Casal do Monte, lá parámos no Autocarro Bar para o já ansiado reforço, cortesia do AJ, que estava em dívida pelo seu aniversário recente.

De volta ao Lapedo, seguimos agora em direção ao Andrinos, fazendo uma pequena paragem para um registo de imagem de uma figura fálica com que a natureza brinda os que passam, e onde se começou a falar na vistoria de um determinado muro, que ficava situado nos Marinheiros.

Com esse trabalho concretizado, voltámos a subir em direção aos Marrazes, passando pela pista de XCO (num troço que sabemos, de fonte segura, fazer mal à clavícula), e rumando agora a outro edificado, a nova destilaria do RL, motivo da opção Norte dos trajetos disponibilizados, (já sem a presença de alguns elementos que, por compromissos familiares, não puderam comparecer), que como manda a tradição, regista sempre uma visita nesta data. A nova destilaria é mais espaçosa mas também mais exigente para quem a pretende visitar.

O regresso ao ponto de partida foi feito através do Polis, onde se foram distribuindo os vários elementos, à medida que passávamos pelas respetivas zonas de residência.

Aqui há a registar a aproximação ao solo do dia, da PP, que para evitar a colisão com outro ciclista acabou por desmontar da bicicleta mais rápido do que seria de esperar. à partida não se registaram quaisquer consequências físicas (sendo que a semana velocipédica já estava a ser programada).

Com tudo isto, concluímos  mais uma jornada com 51km e 900m D+.

Sendo esta a última crónica de 2019, desejamos votos de um excelente 2020 a todos que pedalam connosco e a todos os que seguem as nossas aventuras.

Nuno Gonçalo Santos

 

Trilhos Sem Fim no Leão, Longra e Cavadinhas

publicado às 22:06

Boas Festas pelos Trilhos Sem Fim

por Trilhos Sem Fim, em 24.12.19

Votos de Boas Festas para todos, com imagens do presépio de Reguengo do Fétal

Boas Festas pelos Trilhos Sem Fim

publicado às 15:23

Trilhos Sem Fim nas nascentes do rio Lis

por Trilhos Sem Fim, em 22.12.19

A “PATRULHA SAPO VISITA A FROGLAND”

Um girino pode escapar por entre os pingos da chuva durante algum tempo, mas não eternamente. Dito isto, o banho hoje calhou-me a mim.

Vai daí! Não perguntem o tamanho do “Cardume” porque hoje, os “Batráquios” e a “Saparia” toda, vieram a banhos. Cheirava a água barrenta lá para os lados das Fontes.

À hora marcada, rumou o “Cardume” na dita direção e ao chegarmos, eramos tantos que, até os patos saltaram do rio para nos ceder prioridade, não fosse o “Sapal” ficar congestionado.

Com tamanha confusão, ala que se faz tarde e toca a rumar por trilhos mais lamacentos e alagados em água na direção da Torre.

Nestes entremeios, falava-se sobre as bárbaras invasões às tocas do CC e NG, que, coitados, não tiveram outro remédio senão dar guarida a tamanhos e temíveis invasores que atacam pela calada da noite; não fosse haver represálias.

Chegados à Torre, a subida acentuada pôs a nu a lesão que me apoquentou a barbatana posterior e me impediu de saltitar convenientemente de poça em poça. Nesta altura, começámos a notar tamanha e perigosa desidratação que logo o RL fez questão de remediar, distribuindo proteica e calentosa bebida hidratante e energética que nos ajudou a subir até ao parque eólico.

Nesta altura, estava a faltar um bocadinho de pedra para animar a chegada ao Buraco Roto. Que diversão do “Cardume” na “Frogland”. Até houve um “Girino” RL que se pôs às avessas com a ajuda do RG, a espreitar por baixo do passadiço.

Daí ao presépio do Reguengo na igreja matriz, foi um pulinho com a continuação da diversão. Uns ficaram na rua a aprender técnica escutista e outros foram pôr 0.50€ no presépio e, que espanto; aquilo, tornou-se num manancial de movimento e luz pelo que se aconselha a visita.

Após abastecimento de açucares, toca a rumar para a CA onde terminámos com um enorme brinde à amizade e alegria.

Boas Festas e Feliz Natal para todos vocês e respetivas famílias.

Vitor Alves

 

P.S.        Fizemos isto com tanta pressa que, fomos embora da CA sem provar o bolinho rei que a PJ levou com votos de boas festas para todos nós. Não importa, fica para a próxima e até já há quem sugira a congelação do dito cujo. Só que na próxima não vai ser este porque, este está muito bom.

 

Trilhos Sem Fim 

publicado às 21:09

Trilhos Sem Fim na Rota dos Bons Sabores

por Trilhos Sem Fim, em 15.12.19

A convocatória de véspera antevia o revisitar de um trajeto que já não trilhávamos há algum tempo - A Rota dos Odores - cujo convite prometia a adição de sabores.

Às 8h30 estavam presentes 6 trilheiros, sendo que metade deles eram E-Trilheiros, registando-se um "empate" (ainda) estranho em tipologia de bicicleta. Sendo que surge ao fundo do PR o CC em sinalização de urgência, visto que já vinha atrasado e que era o próprio que pretendia um regresso mais cedo a fim de degustar um saboroso e estaladiço bacorinho que o iria esperar.

Encetámos a jornada atravessando o Polis (pobre em lycra a esta hora) até à pista de XCO dos Marrazes, com o intuito de atravessar um pouco da mata. Antes da chegada às Chãs, depois de descer dos Marrazes, apanhámos uma zona com alguma densidade de lama barrenta. O primeiro a passar foi o Diretor, que com mestria, inteligência e graciosidade passou montado (apoiado na vedação). Alguns, menos afoites, passaram a pé e outros passaram montados... Asneira! Entre bicicletas que pareciam ter pneus Onza (era barro claro), a transmissão do CC levou um integral tratamento de spa, que só uma mangueira privada, mais adiante, ajudou a remover.

Resolvida a questão, avançámos em direção à Bidoeira de Cima, onde nos esperava um saboroso e rico banquete, no Solar do Castanheiro, cortesia do nosso Diretor e que pudemos degustar com a habitual companhia do fiel (e já idoso também) Tobias, o simpático labrador, companheiro e guardião do imóvel, e que engolia a comida sem necessidade de mastigar e devorava chuchus.

De estômago composto, rumámos à Bidoeira de Baixo, onde nos primeiros metros ainda tivemos a companhia do Tobias, que regressou depois ao seu lar.

Escassos metros à frente, encontrámos um amigo, que passeara a sua Beagle e que se apaixonou pelas nossas bicicletas, o que obrigou o seu dono a vir no seu encalço durante algum perímetro.

Na descida para Agodim, numa pequena paragem, o grupo sofreu uma fratura involuntária de 2 elementos, sendo que os restantes 5 fizeram um trilho conhecido e os outros dois atravessaram a ribeira, que também é um "habitué" aquando da passagem por esta zona, tendo aqui avistado duas lustrosas lontras.

Sendo um traçado com um nível de exigência física e técnica abaixo das habituais incursões à serra, estávamos próximos de Leiria ainda bastante cedo, o que nos permitiu ir optando por alguns trilhos "velhos conhecidos" e outros mais divertidos.

Chegados à cidade, foi altura de tirar uma foto em ambiente natalício e do CC rumar ao seu compromisso gastronómico.

Os restantes foram complementar a volta com a subida à Senhora da Encarnação antes de finalizar a volta de 45km e 650D+ na CA.


Nuno Gonçalo Santos

 

Trilhos Sem Fim - Rota dos Bons Sabores

publicado às 15:17

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Sobre nós

Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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