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Descida das nogueiras By Trilhos Sem Fim

por Trilhos Sem Fim, em 26.07.20

8h30 em ponto e chegava o último trilheiro que alinharia nesta pedalada domingueira e assim rumámos até à saída do PR, sem destino definido.

No primeiro ponto de decisão, o "pisca" virou para a esquerda... e Serra!

Encaminhámo-nos então em direção ao Zambujo, onde entraríamos no trilho onde o nosso DA teve a sua última queda, das quais ainda tem algumas mazelas em fase final de recuperação mas que já permitem o prazer da sua companhia, com as devidas cautelas.

Seguimos então em direção do campo de futebol de Famalicão das Cortes, para depois entrar no trilho dos peregrinos, em direção a Fátima. À entrada deste Trilho, alguns elementos começaram logo a piscar o olho à subida que tem sido escalada em algumas noturnas e que iria abrir o apetite para o reforço, que já sabíamos que iria ser em forma de coração.

Até Fátima, fomos seguindo o habitual e sempre agradável traçado das Lagoas.

Após o reforço, seguimos em direção à Via Sacra a fim de realizarmos um pequeno troço que é curto em dimensão mas que muito nos apraz trilhar.

No regresso, começou um burburinho de bastidores, no sentido de fazer uma coisa nada comum nos TSF mas, efetivamente, necessitávamos de descer pelo local onde havíamos subido, visto nunca o termos feito, e durante a subida, o apetite de a descer era crescente. Assim o fizemos e em boa hora! A descida é efetivamente fabulosa. Muito longa, rápida, com relevo no piso que obriga a alguma condução. Claramente a repetir (até porque alguns elementos que gostam particularmente da fase descendente da jornada, hoje estavam ausentes, pelo que impera serem guiados a usufruir desta descida das nogueiras).

No regresso seguimos pelo serpenteante trilho a seguir ao campo de futebol de Famalicão das Cortes, cujas silvas estavam particularmente assanhada, tenho deixado 21! espinhos no RL e marcas bem visíveis na PJ.

Em resumo, uma excelente e amena manhã de julho, onde percorremos 50km com um desnível positivo de 850m e conhecemos uma descida nova!

Nuno Gonçalo Santos

 

publicado às 21:35

Passeio pelo Quintal by Trilhos Sem Fim

por Trilhos Sem Fim, em 19.07.20
Eram 08:28, chegava eu ao PR cumprindo o horário pré-estabelecido, com pena de ficar para trás.
O grupo deste dia começou por serem 3, depois foram aparecendo mais alguns trilheiros, e também um grupo de 4 do PM.
Ao todo fomos 15 à volta guiada pelo PM.
O trajeto não foi o habitual passeio à serra, mas sim no nosso "quintal" Curvachia.
Houve trilhos já conhecidos e outros que nunca lá passei, oooppps, quero dizer..., não me lembro de lá passar! (chiça que me ia descaindo…)
Singles tracks, subidas e descidas técnicas, e outros "docinhos" que este espaço nos presenteia.
As grandes preocupações foram fazer o máximo de distância à sombra e não deixar ninguém para trás – Cumprido!
A meio da manhã, hora da "bucha", fomos até ao Arrabal. Não, não fomos ver o novo frigorífico que por lá trabalha. Fomos à pastelaria já nossa conhecida.
Depois da pausa, voltamos para mais uns trilhos, finalizando com os famosos "alongamentos".
Nota: PM sugeriu-nos uma nova receita prontamente degustada e bem aceite.
À rapaziada que não "pode" vir, digo o seguinte: pormenores ficam só para quem apareceu, tivemos trilhos espetaculares, companhia fabulosa, e... descemos o galinheiro!:))))
P'rá semana haverá mais, e que venham outros escrever os textos nos próximos tempos.
Carlos Máximo
 
PS- Já me esquecia - o nosso repórter, feliz possuidor de um equipamento novo de recolha de imagem, prontificou-se a tirar fotos e vídeos, a relembrar outros tempos.

 

Passeio pelo Quintal by Trilhos Sem Fim

imagem: Artur Fernandes & Vitor Alves

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publicado às 17:54

Marco Geodésico da Parracheira e o Galinheiro

por Trilhos Sem Fim, em 12.07.20

Molas... Grandes molas!

A cada semana que passa lá aparece mais uma montada toda aperaltada para galgar drops mais profundos. Hoje, às 8h30, quando nos preparávamos para arrancar, a quantidade de suspensões com curso superior a 100mm suplantava as outras. Um pequeno compasso de espera para garantir que estavam todos (não queríamos perder o CM antes de arrancar), quando chega o RS... com mais molas... E das grandes!

O Cartógrafo Oficial tinha a "ementa" estudada e encaminhou-nos em direção à zona da Lapa, onde fomos subindo o estradão paralelo à Auto Estrada. 

Alguns dos possuidores desses bichos cheios de molas grandes iam torcendo um pouco o nariz ao não nos encaminharmos para a Serra e a sua respetiva pedra, de forma a dar uso aos seus brinquedos, contudo o nosso Cartógrafo encetou um brinde com belos e desafiantes trilhos que começavam a aguçar o apetite.

Como é apanágio destas rotas, o sentido é bastante ascendente e foi este sentido que nos levou até ao Marco Geodésico da Parracheira, que pese embora subida tenha sido dolorosa, a descida foi compensatória (excetuando a descida lateral feita pelo FF - que resolveu começar a descer quando ainda se subia... mas lateralmente).

Daqui decidimos que o repasto seria em Santa Catarina da Serra, para onde teríamos que subir. Como o calor já apertava, a maioria optou (e bem!) por repor alguns eletrólitos já em carência nos vários corpos.
Por afazeres pessoais, aqui o Cartógrafo teve que rumar a casa, deixando a carta e a bússola ao RG, que nos guiaria até ao final da volta. Com o desenrolar do percurso, começou a ecoar um nome em quase todas as mentes... "Galinheiro! Galinheiro! Galinheiro!" e lá fomos ao tão desejado descendente e serpenteante trilho, ao qual se seguiu a travessia de alguns trilhos da Curvachia (que apresentam alguma agressividade por parte das silvas).

Como ainda era cedo, cumprimos mais um rito sempre que o horário o permite, a Senhora da Encarnação, aqui já apenas com 5 elementos do grupo. Ainda fomos tentados a demover esta ideia pelo casal PP e LC que vinham da sua volta de roda fina mas resistimos e lá concretizámos o desejado.

A malta das molas ficou saciada mesmo sem uma ida à Serra!

Eram 12h20 e o calor já se fazia sentir pelo que estava na hora de visitar a CA afim de baixar a temperatura corporal.

Outros elementos do grupo, cujo horário estava mais limitado na hora de chegada, fizeram a volta das lagoas até Fátima.

Nuno Gonçalo Santos

publicado às 21:23

A Curvachia e a Serra da Maunça by Trilhos Sem Fim

por Trilhos Sem Fim, em 05.07.20

Quando o Máximo não fez o mínimo!

Reunido o grupo à hora do costume, desta vez com a participação do Luís Putain (adiante verão a origem do que julgo ser o seu apelido) que pela primeira vez se juntou aos Trilhos Sem Fim, chegámos à brilhante conclusão de que se pode falar enquanto de pedala. Vai daí começámos mesmo a pedalar ainda sem rumo, mas com muita conversa para por em dia.

Um dos Trilheiros (Moi, aqui o Je) sugeria uma visita às sempre magníficas Varandas da Senhora do Monte. A sugestão foi aceite pelo grupo e sob a orientação do nosso JC (é tão bom vê-lo de volta) arrancámos rumo à Curvachia.

Sempre em ritmo de amena cavaqueira interrompida apenas por algumas subidas mais ingremes (não sei porquê a malta fica sem voz a subir) e ampliada nas descidas mais divertidas fomos visitar o mais antigo Carvalho de Curvachia.

É uma árvore magnífica, que merece ser visitada e claro, com direito a foto de grupo. Deu para ver que tem uma descida digna de um dia destes nos arriscarmos a voltar a casa de braço ao peito. A ponderar…

Continuámos a subir e a descer pelos belíssimos trilhos da Curvachia (dava para nos perdermos por lá um dia inteiro) até chegarmos à Tosel e rumarmos não ao Galinheiro L, mas sim em direção ao Vale Maninho, onde viramos na curva bem apertada e começámos a subir pelas estufas em direção ao “Castelo”.

Enquanto já no “Castelo” uns esperavam eviram chegar a pé duas praticantes daquela modalidade a que chamam Trail (correm monte acime e monte abaixo sem bike, vá-se lá perceber). Parece que uma das praticantes dessa coisa esquisita sem bike é prima do nosso sempre bem-disposto CC. Mas dizia eu, enquanto uns esperavam cá em cima, outros mais abaixo ajudavam o estreante no grupo a reparar um furo.

Ele há tipos com coragem que vêm para estas lides sem selante, ou slime, ou como diria o RG sem uma porra qualquer que tape os furos nos pneus. É de homem!

Subida após subida, parando aqui e ali numa ou outra sombra, fizemos uns trilhos bem giros, alguns técnicos com direito a visita ao chão por parte do nosso novo companheiro, que cheio de coragem decidiu não se ficar apenas pelos furos. É de homem!

Fizemos aquele trilho maravilhoso, com uma vista soberba e que nunca desilude. As Varandas da Senhora do Monte. Vale a pena. É um trilho algo técnico mas co uma vista de tirar a respiração. Bem, na verdade, o que tira a respiração é uma ou outra parte mais técnica. Adiante

Foto de grupo tirada pelo nosso CM que teimou em não se perder (coisa estranha).

Rumámos em ritmo simpático a umas descidas técnicas, uma com pedra qb e outras algo escorregadias que exigiam algum controlo das montadas.

Foi aqui que demos com nosso novo companheiro a gritar aquilo que, pela forma como o gritava, julgo ser o apelido (Putain???) enquanto pontapeava a montada que o havia de novo atirado ao chão.

São coisas sem importância nenhuma quando as mazelas são pequenas – mazelas no ego não contam - que a todos nós acontecem (ainda tenho braço bem marcado duma queda estupida numa noturna recente). É levantar e pedalar! Faz parte.

Perspetivando-se uns trilhos mais agressivos com muita pedra, o DA e o novo companheiro L Putain (hei de ir ver ao dicionário que isso quer dizer) decidiram regressar por estrada enquanto os demais, de faca nos dentes, seguiram o lema do grupo: SE HÁ PEDRAS É PARA AS CURTIRMOS!

Chegada a hora deu-se o regresso a Leiria sempre a ritmo de “vamos à Cervejaria Armando” que é como que diz, a pedalar como uns loucos com medo que a cerveja acabe.

E pronto. Foi assim mais uma maravilhosa manhã de domingo passada entre amigos a fazer o que tanto gostamos de fazer. A esta manhã de domingo seguiu-se uma semana inteirinha à espera que o Máximo fizesse o mínimo. Não fez…

Domingo há mais!!

--

HMalheiro

 

Passeio pela Serra By Trilhos Sem Fim

publicado às 18:17


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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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