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Os TSF, e a Volta ao “Contrário”!

por Trilhos Sem Fim, em 30.05.22

Em números… pelas 8.30h, eramos 10 cabeças, 10 pedaleiros, 20 rodas… até aqui tudo bem! Contudo os números começavam a desequilibrar, 7 e-bikes (elétricos)… e com o aproximar da hora o único “acústico” temia pela sua manhã de domingo…

Em cima do ponteiro, mais 2 valentes “acústicos”, se juntam! Feitas as contas 7 bikes elétricas vs 3 bikes não elétricas… melhor dizendo… 7 bikes elétricas vs 2 bikes não elétricas e o Emanuel (que não conta porque tem motor integrado!!) :).

O Amílcar viria a ser o nosso guia hoje. Orientou-nos para a Guimarota e daí até à Barreira. Percurso de saída de Leiria, em subida já conhecido, com variantes. Daqui para a frente, fomos tendo novidades de alguns troços novos, mas também com frequência fizemos trilhos em subida que normalmente fazemos a descer. Andreus, Garruchas e Alcanadas… houve uma passagem pelo velho e grande carvalho do Reguengo do Fetal, com uma mostra, de destreza em subida do RP.

Foi um bom encadeamento de trilhos, que foram sendo cumpridos, de acordo com o objetivo traçado pelo nosso guia, que nos levaram já perto das 11h, à paragem para café em Alqueidão da Serra.

Daqui, passamos ao nível da zona de Porto de Mós, para um regresso tangente ao Reguengo do Fetal, mantendo passagem por trilhos que normalmente fazemos em sentido inverso.

De referir o sorriso constante do RP, e das vezes que subia e voltava a descer, para vir buscar os companheiros… sempre de sorriso, sobre a sua nova montada elétrica!

A chegada a Leiria, foi já após as 12.30h, com o sprint habitual, após as Cortes!

Cumpriram o ritual, na CA alguns dos companheiros, tendo os demais rumado a casa, para almoçar com as respetivas famílias.

Que ótima manhã, com bom tempo para a prática. 50Km e próximo de 1000m D+

Obrigado Amílcar pelos Trilhos! Ansiamos já pela próxima volta!

Boa semana a todos!!

David Armindo

 

TSF 20220529

 

publicado às 11:35

Sempre a descer, até lá acima

por Trilhos Sem Fim, em 22.05.22

Sempre a descer, até lá acima! Há dias assim, muito fáceis.

À hora marcada, cerca das 8.30, saímos do Parque Radical de São Romão com a ideia de chegar a Fátima e lá degustar o pastel e o delicioso café. Era uma manhã de primavera, mas com a nuvem característica de Leiria, em forma de capacete, acompanhada de uma chuva “fininha” que não ultrapassava o impermeável.

Estrada fora, chegámos aos campos do Vidigal e logo nos embrenhámos na Curvachia. Neste dia o nosso amigo RM, sem a sua companheira aditivada, sentiu algum desgaste nas pernas e resolveu voltar à base. Sinceramente não entendi, pois foi sempre muito fácil até aí, foi sempre descer. Continuamos junto ao ribeiro da Curvachia, e contornámos o bosque pelo trilho que nos iria levar ao lavadouro do Vale de Santa Margarida. Que belas descidas técnicas!

Rebuscando no fundo das imagens da manhã, parece-me que ultrapassei o RL num trilho junto ao ribeiro da Curvachia. Diziam alguns malandros que tiveram que se desviar bruscamente para não pisar o orgulho caído. Que maus!

Alterado o destino final, optámos por tomar o café em Santa Catarina da Serra. Sempre a descer pela encosta acima, fui surpreendido, uma ou outra vez, por alguma desaceleração de uma bikes acústicas pilotadas por certas pessoas, que me parecem até bem fortes. Coisas…

Por compromissos pessoais o companheiro RL teve de voltar a casa mais cedo, mas parece que ainda deu para matar um pouquinho do vicio de domingo.

Café tomado, e pago pelo RP para molhar a bike, serpenteámos por trilhos técnicos, de pedra molhada e com alguns trilhos rápidos a descer, alguns em alcatrão. Nisto dou comigo no trilho da bela vista, com o vale lá no fundo. Tinha a orientação totalmente baralhada e quase perdi o norte. Que belas descidas, mas com o CC, CM e HM um pouco fatigados.

Atingido o topo, depois foi sempre a descer encosta abaixo, com curvas muiiiito apertadas, pondo em perigo a imprensa, que não soube escolher os locais mais protegidos e seguros.

Entretanto, chegámos às Cortes e pela estrada dirigimo-nos ao ponto de partida. Confesso que nesta fase me foi um pouco mais difícil acompanhar os fatigados, talvez por termos feito 47 km com 1100 m de acumulado.

Alto aí! Como 1100 se foi sempre a descer? É pá, fatigados desculpem lá, mas nem me apercebi que ia de eBike. Lamento tanto e agora percebo a razão de morrerem tanto a subir.

Rui Passadouro

 

TSF 20220522

 

 

publicado às 18:17

Os TSF, revisitam a Anta "Jurássica"!

por Trilhos Sem Fim, em 16.05.22

Hoje, pedalamos…

Algo que este grupo, faz ao domingo pelas 8:30h, há muito, fazendo-o, o ou um, dos mais “antigos” da cidade de Leiria e arredores :).

Antigo o grupo, mas de Espírito sempre renovado, aberto a todos que queiram juntar-se!

 

O nosso timoneiro hoje foi o JC, que voltou a surpreender-nos hoje com novos trilhos! Anos de trilhos, sem saber, que logo ali ao lado havia mais… mais e Muito BOM!

Contamos com a boa companhia do nosso diretor, RP, e da estreia da sua nova montada… e que montada! Mais 1 ponto ganho para os Elétricos, e mais um desafio para os acústicos, que são agora cada vez mais uma franca minoria (poucos mas bons!!).

Tivemos a oportunidade, de acompanhar o Sorriso permanente do RP do início ao fim da nossa volta, com perto de 1000m D+ e 50Km. Nunca desvaneceu até ao final. Algo que tem sido característico e comum, quando há um trilheiro a estrear estas máquinas. Vá lá perceber-se porquê! :).

Seguimos, via Guimarota até à Barreira, aproveitando os trilhos possíveis e que nos eram apresentados. Eramos 17!

Na Barreira visitamos o jardim, que pelo meio implicou a descida de uns degraus…

Do Rio Seco, rumamos ao Alqueidão, onde tomamos o café já bem depois das 10:30h e onde o RG teve a oportunidade de nos mostrar o conteúdo da sua mochila. Quis experimentar na volta domingueira, além da sua opção de montada elétrica, a sua mochila devidamente atestada, para uma travessia que aí se avizinha.

Tomado o café e reforço sólido e “líquido”, rumamos até à Anta (que sabemos ter uma origem relativamente recente, mas que aqui apelidamos de "Jurássica"), pelo que foi necessário escalar até ao topo da Serra, para aí fazermos mais uma fantástica foto de grupo.

Daí, animados fizemos o regresso a Leiria, com umas descidas loucas, em que alguns trilheiros arriscam mais, criando situações, que propiciaram devido registo de vídeo. Felizmente a segurança destas poderosas máquinas, a nível de amortecimento e travões, é ótima e  ninguém se magoou.

Hoje a CA estava encerrada e o remate da volta foi em local diferente, na R. Miguel Torga… mas igualmente bom e merecido!

A todos boa semana! Na próxima 5ª e domingo, cá estaremos… como há tantos anos!

David Armindo

 

 

TSF 20220515

GPX ??

publicado às 09:50

Visita ao castelo de Pombal

por Trilhos Sem Fim, em 08.05.22

Neste belo dia de Sol primaveril, rumámos a Pombal, cujo castelo não era visitado por estes cavaleiros há algum tempo. O mote surgiu após termos visto publicado durante a semana, que nos terrenos por onde já tanta vez ciclámos havia agora novo passadiço de madeira, inaugurado oficialmente ontem e por nós hoje. É o corredor ribeirinho do Arunca, pareceu-nos ser uma boa desculpa para lá ir. Julgo que éramos uns 19, não houve contagem oficial, pois o nosso contador esteve a correr ontem no Leiria Run e hoje arranjou uma desculpa para faltar, já o Hélder não se negou e apresentou-se hoje ao compromisso dominical, diz que vinha cansado, mas não se notou muito. O ritmo foi rolante, e tinha de ser, já que não temos single tracks, nem pedra, nem saltinhos, foi rolar... E ainda conseguimos ir a Pombal por alguns caminhos novos, e a até a hesitar nalguns pontos, o que levou a partir o grupo, mas logo o RG reagrupou o pelotão. Depois de constactarmos que de facto os novos passadiços estão lá, que são bonitos e proporcionam umas belas caminhada, subimos para o Castelo onde degustámos dois néctares, um do RL e outro do AJ que apesar de nos ter abandonado a meio caminho, deixou a garrafinha connosco, a isto chama-se responsabilidade social :)

No regresso, e depois do café e do pastel de nata no largo do Cardal, cumpriu-se a tradição e apesar da nova ponte, optámos por molhar os pés ao atravessar a ribeira, na qual já muito se nadou 😊, que o diga o RG. Já novamente no parque do Troncão, reabastecemos de água fresquinha directamente do furo, e refrescámos novamente os pés na ribeira.

Ainda antes de chegar a Leiria, num caminho mais sujo de lenha, e fruto disso mesmo o RL fez uma aproximação forçada ao solo, que esperamos não traga consequências.

Depois dos quase 70km e quase 900mD+, o convivio final foi no local habitual, já com a ausência de alguns elementos que se foram orientando para suas casas.

Cláudio Costa

GPX

 

publicado às 17:38

Visita ao Castelo de Ourém

por Trilhos Sem Fim, em 03.05.22

Texto

 

TSF 20220501

 

publicado às 23:27


Sobre nós

Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.


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