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Com um ligeiro atraso partimos rumo à Serra da Maunça. Não sei a razão, mas todos esperavam ir à Pia do Urso!
Passámos as Cortes, descemos a Abadia e logo alguém, olhando à esquerda, sugeriu a subida do canário. O grupo não se fez rogado. Encosta acima logo chegámos ao cume… entre alguns lamentos, claro. Evitando um ou outro pedregulho iniciámos a descida pelo caminho que dá acesso às Fontes do Lis. Junto ao muro inacabado decidimos cruzar o pequeno carreiro e num ápice ficámos no quintal junto às hortas, sem qualquer problema. Gente simpática, esta das Fontes. A passagem sobre a ponte, a rua com calçada e a capela naquele largo, mesmo junto ao rio, proporcionam-me sempre grande satisfação, justificando a visita.
Deixámos o lugar e atravessámos outro quintal. Na Reixida passeámos ao longo da ribeira, não sem alguém sugerir que deveríamos abandonar o local para ceder a passagem aos atletas do corta-mato. Como se ambas as modalidades de desporto não fossem compatíveis…
Atravessámos o Rio Seco, recordando outros momentos em que a quantidade de água que aí passava justificava o nome de “rio”.
O carreirito que atravessa o vinhedo e que nos leva à zona alta das Fontes é uma delicia BTT. Já o outro que desce para o estradão do Pé da Serra, apesar de muito bom, pregou uma partida a alguém…
Subimos à Maunça pelo trilho ocupado pela vegetação, que só nós conhecemos e voltámos a descer Serra abaixo. Que rica descida! Aí partilhámos o caminho com os atletas apeados e estabeleceu-se um convívio salutar.
Descemos, voltámos a descer, alguém quebrou uma silvas e por fim descemos junto ao galinheiro. Este trilho está óptimo. A vegetação faz um túnel completo, muito interessante nos dias de calor. As curvas apertadas completam o quadro perfeito.
Alguém dizia que foi um passeio óptimo. Eu concordo!
Até Domingo para uns. Para os outros, boa peregrinação.
Vê AQUI o percurso, uma colaboração do HMalheiro.
Rui
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