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Trilhos Sem Fim e a revisita da Pan am

por Trilhos Sem Fim, em 13.05.18

Numa manhã soalheira mas ventosa mas que poderia muito bem ser de nevoeiro, dado que entre os raios emanados pelo Astro Rei, surge o nosso D. Sebastião (AL), que há muito não nos presenteava com a sua presença, nem por escrito no Blog, cuja participação tanto aclamava. Foi geral o gáudio da comunidade trilheira presente, mas também a surpresa ao ouvirmos que o destino do Desejado seria um passeio pela praia a solo. Ideia que rapidamente foi demovida e partimos para mais uma sessão de aprimorar a forma de um dos nossos.

Como suspeitávamos que a forma não teria de todo desaparecido, até porque as artes da safra exigem boa condição física, optámos por mais um trajeto ascendente, que é o melhor para refinar a condição física em pouco tempo. Assim, subimos junto à Curvachia até o Soutocico, de onde descemos até ao Vale Maninho. Neste segmento sofremos a primeira baixa, por motivos técnicos no sepo da roda traseira da bicicleta do companheiro RM.

Na subida até ao Casal do Meio, o grupo tomou duas opções distintas no galgar deste aclive, tendo efetuado o reagrupamento já no topo. Aqui decidimos que hoje seria o dia de visitar o novo trilho junto ao Outdoor da Pan Am, no Reguengo do Fetal, um painel constituído por cerca de 4.000 azulejos, pintados à mão e que será classificado pela Direcção Geral do Património Cultural. 

Depois da reposição de energias em S. Mamede, colocámos em prática o caminho com vista a esse destino. Aqui cuzámo-nos também com um simpático grupo de amigos do pedal que nos agradeceu a publicação regular dos trilhos das nossas manhãs domingueiras e que naquele momento se encontravam a fazer a rota das lagoas. É gratificante saber que contribuímos para que outros colegas tenham também agradáveis manhãs velocipédicas!

Sinopse

Trilheiros: 10
Destino: Outdoor da Pan Am
Distância percorrida: 45km
Subida acumulada: 950m
Aproximações ao solo: 3 (sem consequências, nem no ego)
Empenos fortes: 1 (há que continuar a treinar)
Faxes enviado: 1 (com relatório de entrega)
Trilheiros regressados após longa ausência: 1
Bicicletas avariadas: 1
Furos: 2
Nível de prazer, amizade e companheirismo: +++++

No acesso ao Outdoor, fomos guiados com mestria pelo amigo Amílcar. De referir que todo o caminho é bastante interessante mas o trilho está simplesmente espetacular. Um grande louvor deste grupo de amigos para quem investe o seu tempo livre e energia na concretização de 4km de puro prazer e diversão!

Aqui foi a vez do amigo VA ter que regressar, por compromissos gastronómico-familiares.

Nesta fase o nosso regressado amigo já se encontrava algo desgastado, tal a receção com que o seu regresso foi brindado e já se via nos seus olhos um ávido desejo pela reposição de eletrólitos na CA (que fez questão de referir que não abdicaria. Foi merecido!).

O restante caminho foi feito em velocidade de cruzeiro, em direção à Torre e daqui até às Fontes, passando pelo sempre aprazível trilho do cotovelo.

Nota final:

Aos colegas que têm ideia de vir mas que têm que regressar mais cedo por compromissos pessoais, não deixem de o fazer porque mesmo não completando o percurso, a sua companhia abrilhanta sempre as nossas manhãs e a nossa contribui também para o seu aumento de felicidade. E pedalar em conjunto é muito mais prazeroso!

Nuno Gonçalo Santos

20180513 PanAm

Também em meo kanal 490904

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publicado às 21:23

Em dia de regresso do tempo soalheiro, foram 5 os Trilheiros que marcaram presença e que avançaram, pontualmente às 8h35, sem destino, mas com um objetivo calcário e ascendente em vista.

Sendo o segundo treino do regressado CC, resolvemos poupar uns €€ ao nosso colega e colocar ao seu dispor 4PT que assumiram que lhe devolviam a forma em mais 3 treinos!

Com este mote rumámos Serra acima pelo trilho em pedra junto à Maúnça, até às antenas. Neste caminho fomos fazendo pequenas paragens técnicas para abordar temas como a política nacional, a implementação de fontes de captação de energias alternativas na Serra d'Aire e Candeeiros ou qualquer outro que permitisse ao nosso recruta a recuperação do fôlego.

Sinopse

Trilheiros: 5
Destino: S. Mamede
Distância percorrida: 45km
Subida acumulada: 815m
Aproximações ao solo: 0
Empenos fortes: 1 (há que continuar a treinar)
Câmaras de filmar perdidas: 1
Câmaras de filmar encontradas: 1
Descidas do Moleiro: 2
Máquinas de pedalar recauchutadas: 1
Frescura e paladar de néctares: +++++
Nível de prazer, amizade e companheirismo: +++++

Fazendo o primeiro ponto de balaço do treino matinal, registámos que aos 10km já havíamos palmilhado um desnível positivo de mais de 400m. Assim, continuámos a subir por trilhos menos habituais mas extremamente apetecíveis... de descer!

Chegados ao topo da Serra decidimos ser, quiçá, pioneiros no pedalar em valas de colocação de cabos elétricos, cuja abertura nos tinha alterado o caminho normal, sendo esta a alternativa.
O reforço de hoje foi tomado no Café Virgolino, em S. Mamede, cortesia de um contacto do nosso Diretor. Um bem haja e um agradecimento especial pela oferta dos cafés. 

Aqui decidimos que os dois destinos a tomar seriam a descida do Moleiro e a visita ao Outdoor da Pan Am. A Pan Am é a abreviatura de Pan American World Airways, companhia de aviação norte americana, de referência desde os anos 30 até ao início dos anos 90, sendo igualmente um ícone e fruto disso foi a realização de uma série homónima e o aparecimento em filmes como o Catch me if you can

Destes dois destinos pretendidos apenas conseguimos cumprir o primeiro porque o nosso repórter e o nosso Diretor fizeram o trilho antes do Moleiro em ritmo, pelos vistos, demasiado elevado que fez com que a nossa "arma de captação de imagens de prazer" caísse ao chão sem que se desse por ela, o que obrigou a voltássemos para trás no seu encalce. Como o "animal" conhece bem o dono, rapidamente o nosso repórter a localizou.

Aqui, derivado dos condicionamentos de agenda fracionámos o grupo antes da etapa final até à CA, onde hoje, fruto das várias ausências, vimo-nos forçados a reforçar a dose individual de reposição de eletrólitos, de forma a não enfraquecer o espírito do grupo.

Nuno Gonçalo Santos

20180506 Moleiro

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publicado às 18:04

Trilhos Sem Fim em Fátima e visita aos clássicos

por Trilhos Sem Fim, em 22.04.18

20180422 Fátima

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publicado às 21:37

Trilhos Sem Fim na Pia do Urso, com alguma chuva

por Trilhos Sem Fim, em 15.04.18

20180415 pia do urso

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publicado às 21:48

Reconquista 2018 do Castelo de Ourém

por Trilhos Sem Fim, em 08.04.18

O Castelo de Ourém, também conhecido como Paço dos Condes de Ourém, localiza-se na cidade de mesmo nome. Conta no seu interior, mais especificamente no terreiro de Santiago, com uma imponente estátua de D. Nuno Álvares Pereira... e os trilhos até lá são muito porreiros, fazem-se bem com este tempo de chuva e a ginjinha é impecável! Este foi o mote para a manhã domingueira.

Como a viagem era mais longa e ascendente que o habitual, o descolar deu-se à hora previamente marcada, sem atrasos, para podermos cumprir todas as restrições de horários.

Sinopse

Trilheiros: 11
Convidados Especiais: 3
Destino: Castelo de Ourém
Distância percorrida: 60km
Subida acumulada: 1100m
Aproximações ao solo: 0
Riachos atravessados: 1
Quantidade de chuva: Alguma

(mas chuva civil não molha militar)
Empenos fortes: 2 (com direito a cãimbras)
Máquinas novas: 1
Nível de lama: +++++
Textura e paladar de néctares: +++++
Nível de prazer, amizade e companheirismo: +++++

A previsão meteorológica adivinhava mais um dia chuvoso, pelo que havia a necessidade de escolher o traçado de acordo com esta condicionante, que tem vindo a ser um habitué destes últimos domingos. Nada que demovesse os 11 Trilheiros e 3 Convidados Especiais que se perfilavam às 08h35 para mais uma jornada BTTística.

O Cartógrafo Oficial, profundo conhecedor das várias opções de caminho, indicou-nos que rumaríamos em direção ao campo de futebol de Famalicão das Cortes, hoje impecavelmente marcado, seguindo daí até ao Calvário, onde apanhámos o Caminho dos Peregrinos, e passando pelo Vale Maninho, pedalámos até Fátima. Aqui despedimo-nos de dois dos Convidados e de um Trilheiro, que por imposição de agenda teriam que optar por uma volta mais curta.

De Fátima rolámos até Ourém, onde nos espera sempre uma reta final substancialmente ascendente, em que muitas vezes desejamos ter mais mudanças para tirar e tornar a pedalada mais leve ou mesmo o auxílio de um motor. Hoje, especialmente as nossas pernas pareciam estar a ser mais eficazes que um veículo motorizado que efetuava a mesma subida mas poderá estar relacionado com a qualidade, capacidade e talento dos riders (tanto dos das bicicletas como do automóvel).

Chegados ao Castelo, foi momento de cumprir com a tradição da tomada do néctar licoroso local a ajudar a aconchegar o reforço.

O regresso, excecionalmente por força das condições climatéricas, que têm condicionado o trilhar de caminhos mais técnicos, foi predominado por estradões, ainda assim com algumas descidas rápidas e também interessantes, salientando-se ainda uma pequena abordagem à Curvachia, evitando, contudo, os deliciosos trilhos que a caracterizam, devido a não estarem no auge da maturação que exponencia o nível de prazer que retiramos deles.

Nuno Santos 

20180408 ourém

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publicado às 18:22


Sobre nós

Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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