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Trilhos Sem Fim e a visita ao quintal

por Trilhos Sem Fim, em 16.02.20

Após 7 dias de espera, e de muitas mensagens trocadas, um após outro, os rapazolas vão chegando ao tradicional ponto de encontro. É domingo de BTT. Chega o Artur, depois o Rui e o outro Rui e o Rogério, o Graza e logo de seguida o Máximo com o filho, o Amílcar e o David e o outro Rui, o Nuno, o Carlos e o Ricardo. Quando estávamos já a lamentar a falta de um ou outro que, por motivos inadiáveis, não pode comparecer, eis que o grupo ficou mais engraçado com a chegada da Liliana.

Eram 8 horas e 30 minutos, hora da partida, com a ansiedade da primeira pedalada a turvar o melhor discernimento. Nisto, uns para sul e outros para norte, e aquilo que parecia ser um contratempo rapidamente se transformou num reencontro de verdadeiros amigos, já que o espírito de equipa está vincado profundamente na personalidade de cada trilheiro. Nestas lides de bttar, depois da partilha de tantas viagens, da visita de locais inesquecíveis, da superação de imensos desafios, e da construção de uma enorme cumplicidade, torna-se mais que evidente que, para os trilheiros, a elasticidade da paciência não tem limites. Que belo grupo!

Depois foi pedalar serenamente, descendo até à Cova da Moura, para logo subir, paralelamente à grande estrada, até à zona industrial dos Pousos. Lá no alto, e com muitas palavras trocadas, já que os problemas da semana têm que ser partilhados, iniciámos a descida pelo trilho que há muito não visitávamos, até à Martinela. Sem parar de conversar, deixámos os carreiritos da Martinela e nisto, já que o tempo parece que voa, estávamos no café bem nosso conhecido no Arrabal. Com a ajuda imprescindível do Artur, bem conhecido nesse café já que a proprietária logo o identificou pelo nome, foi-nos servido a maravilhosa e desejada bica e a deliciosa filhós.

Alguns regressaram mais cedo a casa, já que os compromissos familiares são sempre prioritários, mas o trilho do galinheiro está sempre presente nas mentes, independente do local onde nos encontremos. Tinha que ser hoje, e foi, não sem antes descer o típico trilho da curva fechada, no Arrabal, que desta vez levou o repórter de imagem para o interior do quintal, depois de lá ter levado muitos de nós, em outras ocasiões. Maldita curva.

Galinheiro, galinheiro e galinheiro! Adrenalina no máximo, tentando equilibrar a bike por entre as pedras, passando uma curva atrás da outra, sem nunca mergulhar no frondoso silvado. Que maravilha!

Terminámos em grande descendo o trilho do Rogério para logo repousar e afogar a sede no local habitual. Terminámos como começamos cumprindo a tradição do ponto de partida e de chegada.

Alegrem-se que para a semana haverá mais.

Rui Passadouro

 

Trilhos Sem Fim e a visita ao quintal

publicado às 18:28

Trilhos Sem Fim em dia de aniversário

por Trilhos Sem Fim, em 09.02.20
Trilhos Sem Fim em dia de aniversario

publicado às 20:31

Trilhos Sem Fim até à Chainça e os furos

por Trilhos Sem Fim, em 02.02.20

Depois de uma semana de chuva lá chega o sol no Domingo, pois claro porque esse dia de semana é dia de voltinha TSF.

No ponto de encontro (Parque Radical para os que ainda não sabem) e às 8:30 os TSFs lá estão prontos para mais uma voltinha que promete boa disposição. Hoje o mentor dos 4 digítos encontra-se ausente pelo que parece controlado o objectivo do Acumulado.

A partida foi dada e o destino definido lá para os lados de Fátima, com vista a ir alternando percursos o trilheiro Luís Grosso encetou o desafio levando a malta aos caminhos da Curvachia. Para os que apareceram com vestígios de gripe, o pulmão começou logo ali a abrir como se diz na gíria, para os restantes foi o aquecimento.

Já no lugar da Tosel o grande chefe Artur apela ao grupo para manter o ritmo, pois parar é arrefecer para além de tempo que se perde... e o pastel de nata em Fátima por nós esperava.

Após percorrer alguns caminhos de pedra tipicos da zona, os problemas técnicos da volta começaram. O alerta laranja fez-se soar, “há furo” e eis que o grupo TSF emprega o seu espirito de entreajuda e logo se reuniu a equipa para realizar a assistência. Retomando o caminho parecia agora ter-se as condições para se seguir em direcção ao destino previsto, contudo em poucos metros logo pode constactar-se que desta vez a situação exigia uma intervenção mais aprofundada. Desta feita foi chamada a intervir a equipa técnica de engenheiros para solucionar a questão e enquanto decorria a assistência em viagem os restantes trilheiros decidiram ir circulando até ao próximo ponto de encontro, para tomar o habitual cafézinho e reunir as “tropas”.

Infelizmente para o colega Luís a avaria não teve solução possivel e como tal a volta tinha terminado para este sapo que resolveu hoje não querer andar,  assim a lição do dia é nunca esquecer de rever o equipamento antes de sair, inclusivé o suplente.

Finalmente todos reunidos lá no topo da Chainça, o objectivo foi redefenido e devido ao adiantar da hora, retoma-mos a Leiria pelos caminhos de São Mamede. Ruma-mos em direcção à Torre com soubidas a pedir o reforço de liquidos e descidas que o trilheiro Armindo hoje se disponibilizou para capturar.   

Este domingo foi combate ao alcatrão, visto isto o regresso fez-se na maioria por trilhos de pedra e estradão, com paisagens lindissimas que culminam na Nascente do Liz, lugar de harmonia onde sabe sempre bem terminar mais uma volta dos TSFs.

Liliana Matos

Trilhos Sem Fim até à Chainça e os furos

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publicado às 18:19

Trilhos Sem Fim vão à anta: A volta dos 18...

por Trilhos Sem Fim, em 26.01.20

Pelas 8h e 18 minutos… chegam os primeiros ao local de encontro, o PR.

Chegada a hora da partida eramos 18 trilheiros….

Tão empolgados, e motivados pelo magnifico dia de sol, pegamos nas montadas e seguimos, pedalando de forma ritmada… tão ritmada que deixamos para trás dois TSF, que ultimavam preparativos de partida, após revisão técnica da máquina do nosso diretor!

A manhã fresca, deixou desta forma de o ser rapidamente. O aquecimento começou cedo, com umas subidas, nesta manhã em que a altimetria superou os 1100m D+, . (Volta Cardinhos… :)Estás perdoado!!)

Com 14km feitos, estávamos no Reguengo do Fetal… onde pedimos 18 pasteis de nata, tendo esgotado o stock qua havia nos 14.

Com o reforço desta paragem subimos, e não mais paramos até à visita à Anta em Alqueidão da Serra. Que manhã bonita, a beleza da paisagem, dos trilhos, parabéns Amilcar pelo percurso escolhido!!

Após a Anta, com passagem pela pedreira abandonada, vislumbramos uns antigos moinhos de vento, que partilham o espaço com as modernas eólicas no topo da serra.

Aquilo que foi "top" até ali, após não foi menos bom, descidas longas, velocidade… num ápice estávamos na Torre... a que se seguiu as Fontes... e após as 12.30h cumpria-se o ritual, na Cervejaria Armando, já em Leiria!

Que excelente manhã! 53 km de pura diversão :)…

Quantos dias faltam para o próximoDomingo? … 7, e para 5ªfeira, 4 :).

Até lá!! Boa Semana.

D'Armindo

 

Trilhos Sem Fim na anta, por caminhos dificeis

publicado às 15:40

Depois da tempestade, vem a Bonança!

Com um sábado brindado com chuva, que molhou alguns Trilheiros que "BTTaram", fruto de não poderem comparecer no Domingo, a manhã dominical era, como se previa soalheira e deixava adivinhar umas horas bem passadas.

Era sabido que iríamos receber alguns convidados e como é nosso apanágio na sua receção, a encomenda do traçado seria claramente ascendente. Na ausência do nosso Cartógrafo Oficial, o que é já o Segundo Cartógrafo, assumiu o compromisso de visitarmos alguns pontos com uma vista interessante para os vales.

Desta feita o nosso Tyre Expert não vinha artilhado de sapo, o que permitiu concluir numa amostragem de dois domingos seguidos, o uso de um sapo faz ralhar menos!

Segundo contagem, éramos 22 Trilheiros à saída e o primeiro destino já se via lá no alto, o Cabeço da Maúnça. Seguimos em direção às Fontes, onde encetámos a captação de imagem, hoje repartida por 3 repórteres, o habitual com o método tradicional e dois com action cam, uma a filmar para a frente, outra para trás. É certo que o editor tem mais trabalho mas a qualidade e o resultado final justificam-no! 

Encetámos então a primeira arrancada ascendente em direção às Torrinhas e daqui até ao alto da Maúnça. Lá no alto, soprava uma brisa, e os convidados seriam os primeiros a chegar (esta forma de praxar novatos sai mais "cara" aos dois regressados do pelotão de Engenharia que aos principais visados, que apresentaram uma forma espetacular) e à medida que iam chegando Trilheiros, o RL ia fazendo séries a subir o último troço e acompanhar o "pelotão que estava a chegar (cada maluco com a sua mania).

Recompostos deste primeiro ato ascendente, o nosso Segundo Cartógrafo brindou-nos com outra picada de nível semelhante. Nesta, o nosso cavaleiro das séries teve uma avaria, que o forçou a rumar a casa antes do desejado.

Alcançado este novo topo, foi tempo de encontrar uns carreiros que nos levariam até à pedreira do Reguengo do Fetal, de onde desceríamos para o nosso Coffee Break, onde encontrámos o casal PP e LC. O RB, como recém aniversariante fez questão de patrocinar o café.

Recompostos e com ainda alguns metros ascendentes para complementar os 4 dígitos que haviam sido falados nas vésperas, rumámos ao Perulhal e depois Rio Seco, vindo sair às Portelas, onde nos encaminhámos até à reposição de eletrólitos, patrocinada pela LM, outra aniversariante da semana, que por este motivo ficou isenta de redigir a crónica.

De enaltecer a aderência destas primeiras voltas de 2020, esperemos que seja para continuar. Um agradecimento aos convidados, que passaram com distinção no ascendente teste de estreia. E uma palavra aos regressados, para que este ano a presença seja mais assídua, de forma a minimizar o sofrimento.

Em resumo, cumpriram-se os 4 dígitos de acumulado, (quase) não se apanhou lama e percorreram-se 45km.

Nuno Gonçalo Santos

 

Trilhos Sem Fim e seus convidados, subindo

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publicado às 18:40


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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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