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O cartão ou papelão é um tipo de papel embora mais grosso e resistente, geralmente utilizado na fabricação de caixas, podendo ser liso ou enrugado. É produzido a partir dos papéis compostos das fibras da celulose, podendo ser virgens ou reciclados.

Por este motivo o papelão e seus produtos são frequentemente alvo de processos de reciclagem e reprocessamento na indústria de produção de papelão.

O tipo mais comum de papelão é o papelão ondulado, composto de três camadas. Tomando como exemplo uma caixa de papelão, teremos: i) a camada mais externa, que tem função de proteção e revestimento; ii) a camada intermediária, também conhecida como "enchimento", que é a mais volumosa, geralmente composta de um papel grosso disposto de forma ondulada; iii) finalmente, temos a camada mais interna, com função de revestimento da mesma forma que a primeira camada, porém com menor espessura.

O papelão ondulado foi criado em Inglaterra em 1856 e usado como revestimento para cartolas altas, mas não foi patenteado inicialmente. Em 20 de dezembro de 1871 a patente foi emitida para Albert Jones de Nova York para papelão ondulado de um lado.

O cartão em contacto com a água perde a rigidez, amolece e transforma-se numa pasta. Ainda bem que as bikes que hoje nos levaram à Anta do Alqueidão da Serra não eram de cartão!

Rui Passadouro

Anta do Alqueidão em dia de chuva By Trilhos Sem Fim

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publicado às 17:31


8 comentários

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De Vitor Alves a 25.10.2020 às 18:49





Fiquei aos papéis (inicialmente) mas, um Homem é um Homem e um Gato é um Gato; bem como UM TSF, é um TSF e uma caixa de cartão, é uma caixa de cartão que, quando anda à chuva, molha-se e perde a pica toda. 
Lindo de lêr RP, lindo de lêr.
Hoje, não foi possível acompanhar-vos mas, aquela chuva a partir das 8.30h não me deixou parar de pensar na malta.


Sempre rijos como o aço. 
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De CMax a 25.10.2020 às 19:32

Espetáculo!!! Parabéns aos 6 magníficos.
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De Artur Fernandes a 25.10.2020 às 20:32

É...
Foi isso mesmo que se passou...
Poucos mas rijos, rijos como as pedras molhadas porque a dita chuva não nos demoveu de mais um domingo a praticar o que mais nos dá prazer e boa saúde...
Até acabamos a volta com Sol....
E umas pretas...🙂🙂🙂 
Pode continuar a vir chuva...Faz falta...
Bom texto...
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De Helder Malheiro a 26.10.2020 às 12:10

E poças? Ninguém, saltou para as poças?
Crónica ao mais alto nível!!
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De Rui Gaspar a 26.10.2020 às 14:32

Foi uma volta bem molhadinha. A mim a água chegou-me até aos entrefolhos. Era tanta chuvinha que as pedras da anta se fossem de papel tinham-se desfeito. Estas pedaladas á chuva souberam também como o banho quentinho que veio  a seguir .
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De Rogério Monteiro a 28.10.2020 às 21:47

Chuva civil não molha militar, foi assim que fui instruído na guerra, e como sou "casmurro" ainda hoje sigo os ensinamentos adquiridos.
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De Helder Malheiro a 30.10.2020 às 11:54

Olha que os meninos da Força Aérea já têm chapéu de chuva...
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De Cláudio Costa a 01.11.2020 às 18:43

Hehehe, muito bom texto Rui. As nossas bikes, definitivamente que não são deste material, pois como vocês provaram hoje, não há chuva que impeça os TSFs de BTTar ao domingo de manhã, e nem as bikes nem os trilheiros se negaram. Valentes.
Atenção que a minha também não é de cartão, neste domingo não foi, porque o dono não a pode levar... tenho falta justificada :)

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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.


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