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Visitamos a Anta!

por Trilhos Sem Fim, em 09.01.22

Na hora habitual, no local habitual, contamos hoje, não só com a “malta” habitual!

Partilhamos a volta com trilheiros do grupo “Sempre a Descer”, ligados ao Centro Cultural e Recreativo de Segodim – Monte Real. (https://www.facebook.com/Os-Sempre-a-Descer-103659518341228)

Sem percas de tempo, rumamos até às Cortes, e daí fizemos a picada do restaurante “O Canário”. Tínhamos como “GPS” o nosso Cardinhos, que tendo em conta as condições atmosféricas, nos tem guiado sempre da melhor forma, neste caso, evitando o excesso de pedra molhada, que pudesse potenciar quedas. Também é norma, que este nosso “GPS” nos leva a voltas que rondam entre os 50 – 60 km e sempre um pouquinho além dos 1000 m de altimetria. Hoje não foi exceção!

Entramos a partir daí ("Canário"), nos estradões e trilhos, subimos para descer rumo às Fontes, para voltarmos a subir, aproveitando tudo o que eram singles e percursos, fora de estrada, que eram bons de fazer.

Passagem pela Torre, para depois escalar até ao baloiço da Barrosinha. Daqui fomos aproveitando trilhos e estradões, da Serra. Chegado à paragem para o café, percebemos que a falta de oferta, faria com que a opção fosse São Mamede, pelo que orientamos até aí, o tempo estritamente necessário, onde demoramos pouco no reforço.

Fizemos a melhor subida possível, até atingir a "Anta", já acima do Alqueidão da Serra, para fazer umas fotos da praxe… já na saída desse local, estranhamos a ausência do parceiro Máximo. Ainda não tinha chegado! Conseguido o contato telefónico, percebemos que tinha partido a corrente. Saímos ao seu encontro, desviando daquele que seria o percurso previsto para descer a serra. Foi também aqui que o companheiro Amílcar nos deixou, um pouco mais cedo rumo a casa.

Pouco depois, após o reencontro, já com a avaria entretanto resolvida, juntos descemos a Alqueidão, junto à estrada romana, e daqui rumo ao Reguengo do Fetal, e e alinhando posteriormente até Leiria.

A volta hoje, com quase 60km e cerca de 1030m de Altimetria, foi aproveitada da melhor forma possível, por cada um de nós! O grupo tendo em conta o número manteve-se coeso e com um registo de andamento uniforme, sem grandes esperas (para recuperação do folego!).

Agradecemos a visita dos “Sempre a Descer”, deixando o convite em aberto para uma próxima oportunidade, oportunidades essas que acontecem semanalmente aos domingos de manhã, pelas 8:30, e 5ªs feiras pelas 20h, com ponto de encontro no PR.

Sem faltar ao habitual ritual… O Armando acolheu o brinde final, mais ou menos enlameado, de uma volta sem grandes problemas, em que ninguém se magoou. :)

Boa semana a todos!

D'Armindo

TSF 20220109

publicado às 15:43

Passeio à Fórnea By Trilhos Sem Fim

por Trilhos Sem Fim, em 26.12.21

 

Nem a chuva os demoveu…

Foram chegando e pelas 8.30h estava o grupo composto. Sentimos falta de alguns TSF habituais, em contrapartida estiveram hoje, BTTistas que mesmo com menos assiduidade, quando podem se juntam ao grupo.

As sugestões de destino foram surgindo, tendo em conta as condições de pluviosidade, e procurando fugir a troços com muita pedra escorregadia... “Pia do Urso”, “Volta do autocarro invertida”, “Rota dos odores”, “Fórnea” … Alguém disse “Vamos!” e começou a pedalar e os demais, seguiram… nem contestaram.

Fomos rumando até à aldeia das Fontes, onde apreciamos a força da nascente do nosso rio Lis e daí até Alqueidão da Serra, sempre por estradões que gradualmente nos elevavam o acumulado.

A chuva, mais ou menos intensa, foi companheira de toda a manhã! Mas nem isso fez arrefecer a pedalada, e baixar o ritmo, mais intenso, definido pelos muitos “SAPOS” eletrificados, que estiveram presentes hoje.

Chegados à Fórnea, tivemos o privilégio de assistir ao espetáculo imposto pelo caudal da queda de água.  Fizemos fotoa da praxe, e requisitamos uma fotografa ocasional, que por ali passava, para o efeito.

E despois desse momento tivemos um bolo Rei oferecido e carregado às costas pelo nosso diretor. O café e ginja oferta do Celestino, na tasca ali ao lado.

Retemperados chegou a hora do regresso. Estávamos com tempo, pois o elevado ritmo fez-nos ganhar tempo, com o objectivo de atravessar a cidade do Lis, rumo aos Marrazes, até uma certa casa, que tem uma garagem “especial” – dando assim cumprimento a um ritual de final de ano. Obrigado RL, pela hospitalidade, e pelo esforço de manter a tradição, em segurança!

Desta feita, avizinha-se mais um ritual esta semana! 5ª feira, a ultima noturna oficial do ano 2021, e a ultima do mês…

Festas Felizes para todos!

D’Armindo

Passeio à Fórnea By Trilhos Sem Fim

 

publicado às 20:01

Rota da Ribeira das Carpalhosas By Trilhos Sem Fim

por Trilhos Sem Fim, em 21.12.21

Aberta aos entusiastas do exercício físico em agosto de 2021, a Rota da Ribeira das Carpalhosas, proporciona àqueles que apreciam o contacto com a natureza momentos únicos. Por diversas vezes o grupo BTT Trilhos Sem Fim tinha planeado a sua visita, mas por constrangimentos diversos só hoje, 19 de dezembro, tal se tornou possível.

Em Leiria, à hora habitual, 13 trilheiros rumaram à Bidoeira de Cima, onde chegaram vindos da Texugueira.

No Parque da Sapateira, junto ao Cento Cultural da Bidoeira, logo nos embrenhámos no vasto bosque de pinhal. Descemos rapidamente e logo me vieram à memória os velhos caminhos que tantas vezes percorri na minha infância. Por estreitos carreiros que ladeiam os antigos campos, agora pinhais, que os Bidoeirenses amanharam para extrair o que a terra tinha de melhor, o pão, logo me deparei com a Fonte do Linho, agora muito descuidada e abandonada, e depois com o extremo da Rua da Portelinha e das suas opulentas moradias.

Os mais velozes rapidamente passaram um antigo empedrado e chegaram ao riacho das Almoinhas. Pedalando na sua margem identifiquei o velho moinho e o faial onde recentemente foi colhida a madeira. Mais uma vez fui arrebatado pela melancolia dos tempos da infância quando por aí passava na azáfama dos trabalhos agrícolas.

Serpenteando nas margens da ribeira, vencendo alguns desníveis, fomos apreciando a beleza da floresta nestes dias de outono, ainda com o sol brilhante. Nisto chegámos ao lugar da Mata da Bidoeira e, qual crianças no intervalo da escola, brincámos no balouço, estrategicamente colocado no cimo da arriba, com a ribeira lá no fundo.

Sempre ladeados pelas arvores, com o riacho aos pés, passámos perto do local onde antigamente existiu o Calhau, um pequeno lugar cujo principal modus vivendi era a moagem de grão. Hoje, restam meia dúzia de paredes em ruína.

Ao Vale da Pedra chegámos através da porta fortificada, fronteira virtual entre a freguesia da Bidoeira de Cima e do Souto da Carpalhosa. Detivemo-nos um pouco no local, para registar a presença com uns fotos e, também, para apreciar o parque com as suas imagens alusivas aos Natal. Constatei que pai Natal era um folgosão, deitado no seu trenó.

Continuando à beira da ribeira, entrámos numa zona mais verdejantes, quase plana, a lembrar um troço dos caminhos de Santiago.

Já fora da minha Freguesia, mas sempre junto à Ribeira da Carpalhosa, continuei a apreciar o cuidado com que todo o percurso foi preparado e continua a ser mantido. Apesar das muitas pessoas que têm vindo conhecer a rota, tenho que salientar o cuidado de todos na manutenção do espaço, pois não encontrámos lixo no percurso, nem plásticos nas margens, coisa pouco habitual.

Já na Carreira cumprimos a tradição do café matinal que, por falta do pastel de nata, foi acompanhado pela sandes de queijo e do croissant recheado, devidamente partilhados. Feliz ficou o grupo por agradecer a simpatia do AJ, que para comemorar mais um aniversário, pagou a conta. Parabéns!

Após o reforço, iniciámos o regresso, visitando mais uma vez o Paço Real de Monte Real, dando a oportunidades aos mais afoitos de descer a escadaria. Na verdade, todos a desceram de bike.

O percurso dos campos do Liz, com o vento de frente, foi a parte mais monótona, mas fica na minha memória aquela passagem no carreirinho junto ao moinho das Almoinhas e ao terreno das faias. Uma maravilha e que bela recordação!

Não posso deixar de dar os parabéns aos mentores e cuidadores da Rota da Ribeira das Carpalhosas pelo excelente trabalho. Obrigado.

Agora resta-me o desfio de fazer o percurso a pé.

Rui Passadouro

Rota da Ribeira das Carpalhosas By Trilhos Sem Fim

publicado às 00:28

Marco Geodésico do Homem Morto - Gondemaria

por Trilhos Sem Fim, em 10.12.21

Esta crónica, num registo diferente do habitual, devia ser do passado domingo, dia em que depois de um sábado chuvoso, esteve mais uma bela manhã para o BTT, tal como acontece hoje, 4ªfeira, novamente feriado e em que está também manhã solarenga e eu em casa! E é diferente porque fui agora mesmo espicaçado por este bom grupo de amigos que numa videochamada directamente do baloiço da Barrosinha, me lembraram, que já que não pude ir ao BTT, que fizesse esta crónica de Domingo, assim fica já o registo neste blog de que os TSF’s, cumprindo a tradição secular (lembrem-se que neste grupo, aos 10 anos, comemorou-se o nosso centenário 😊 ) pedalou-se não só este domingo, mas também em ambos os feriados de 4ªfeira, o de antes e o depois, e que como mais ninguém vai escrever sobre isso, faço já eu a crónica destes três dias dos TSF’s.

Sendo assim, e por ordem cronológica, parece então que no feriado de dia 1 de Janeiro, a malta pedalou cerca de 40km com quase 1000d+ tendo começado em direcção ao Arrabal, subiram até Santa Catarina, e ainda puseram os seus dotes de mecânicos à prova, para meterem a circular a eBike do Ricardo, depois de se ter partido o desviador. Os outros continuaram a sua voltinha e ainda antes deles acabarem já o RV tinha regressado a casa em alta rotação, e já negociava no Manaia um novo desviador, tudo isto a tempo de no domingo já nos ter feito companhia.

E se na quarta-feira morreu um desviador, no domingo iam morrendo uns poucos a subir para o marco geodésico do Homem Morto na Gondemaria. A ideia foi do RL, que assim que chegou ao parque radical lançou o desafio, o qual foi logo agarrado pelo JC. Estava então definido o nosso destino, e o grupo de 14 encaminhou-se para a Curvachia e daí em direcção a Santa Catarina, onde numa bifurcação nos dividimos em dois grupos e alguns pensaram que já era hora do café, demasiado cedo! malandrecos... Depois de Santa Catarina e antes de enfrentar a subida que nos aguardava, o DA e o PC rumaram a Leiria por compromissos familiares. A subida para o marco geodésico é bem empinadinha, faz justiça ao seu nome, obrigando alguns a fazer uma ou mais paragens a meio para descansar, mas quase todos conquistámos o topo do monte nas suas montadas. Aí foi tempo de recuperar forças, comer umas barritas, discutir mais alguns assuntos da actualidade e toca a encher as bikes de lama numa descida escorregadia. No regresso, depois do cafezinho pago por um convidado que nos fez companhia hoje e ainda antes dos Canais, o AJ e o RB optaram por um regresso a Leiria mais rápido. Os restantes ainda subimos por asfalto a subida interminável para os Soutos, e fizemos o agradável e desafiante single track do Javali, o das oliveiras antes do Lapedo e os singles do Lapedo, o piso escorregadio proporcionou mais algumas quedas, ajoelhamentos e abracinhos a eucaliptos! Foram 50km com 1050d+ muito bem passados, com um novo marco geodésico conquistado, com algumas quedas mas julgo que sem consequências graves, e a terminar no local habitual.

Hoje, dia 8/12 novamente feriado, sei que eles andam por aí a pedalar nesse nosso quintal, por vales e montes e a divertirem-se, sei que foram à Barrosinha e por isso devem andar na PanAm, desafio-os a escreverem o resto desta crónica e a completarem-na com algumas fotos.

Cláudio Costa

 

No feriado (bastante) húmido de 08, houve 7 magníficos que apareceram no local e hora habitual. Depois dos cumprimentos e larachas da ordem, avançamos ainda sem destino, mas com duas certezas: Subidas (as suficientes) e estradões, que os nossos trilhos empedrados predilectos não estão com as condições mínimas de segurança.
Já no Baloiço da Torre Barrozinha, JC comentou que o nosso blog estava um pouco desfalcado. Era importante não deixar mais tempo naquele misero estado. Perante esse facto, acordou-se um dos ausentes (CC), com uma chamada de vídeo mostrando que estava a perder e incutindo a tarefa de actualizar o blog – Prontamente aceite.
Após vários Kms e subidas, apontamos as nossas montadas para a Pia do Urso e seu célebre pastel de nata.
O que se seguiu foram descidas (quem sobe também desce, claro), alguma pouca pinga enviada por S. Pedro, e o habitual momento de descompressão e “alongamento” na CA.
Por onde andamos? Não faço a mínima ideia, mas chegamos com mais de 55km e 1010m de acumulado – o habitual desde de algum tempo.
Ninguém caiu nem ninguém foi deixado para trás 😊, portanto foi uma excelente volta.

Para o fim de semana haverá mais...

CMax

Fotografias do dia 08

TSF 20211208

Fotografias do dia 08 (parte 2)

TSF 20211208 (2)

publicado às 14:22

E chegou a época do frio!

por Trilhos Sem Fim, em 28.11.21

Antes das 8h30 já se viam alguns Trilheiros que tinham sinalizado de véspera a sua presença. 5 minutos depois já se ouviam "os cantares" dos cubos traseiros nas primeiras e pausadas pedaladas de aquecimento.
Ainda sem destino definido, nem tão pouco um timoneiro, o grupo encaminhou-se naturalmente para os lados da Serra... Que era necessário subir para aquecer!
O primeiro destino foram as Fontes do Lis, onde a água ainda fumegava (e não seria certamente por estar quente). Aqui decidiu-se que o AJ estaria encarregue de comandar os destinos geográficos da jornada... E como ele achava que tínhamos um Rookie que tinha que ser praxado, resolveu apresentar-nos a subida "do cão"... O nome deve-se ao facto de no inicio estar um canídeo e da dificuldade e inclinação que até nos faz ganir por aí a cima!
Daqui foi mais uma escalada até ao alto da Maúnça... Onde além de continuar a praxar o suposto Rookie também se estava a testar o limite da bateria da bicicleta do RG, que se havia olvidado de a carregar de véspera.
Desceríamos depois por um belo carreirinho que não trilhávamos há algum tempo, para logo de seguida testar a aderência dos pneus e a perícia da pedalada na subida do escorregadio trilho das Costaneiras. 
Novamente no cimo, decidimos que o Coffee Break seria em S. Mamede. Aqui começou a ouvir-se a vontade de testar o estado do Galinheiro... 
No Soutocico despedimo-nos do RL e do ESB que regressaram mais cedo devido a compromissos familiares.
Depois de descermos o Vale Maninho (onde encontrámos o amigo Trilheiro Mota, a realizar uma caminhada... com línguas de gato!) na habitual velocidade, lá nos encaminhamos para o Galinheiro (já com a e-bike do RG em falência de bateria... mas ele estava folgado e puxou bem por ela!), que mesmo escorregadio, é sempre espetacular.
Pela Curvachia fora fizemos o restante caminho até sairmos no Vidigal para o habitual sprint até à CA.
Assim, cumprimos mais uma manhã fantástica com mais de 50km percorridos e quase 1000D+. 

Nuno Gonçalo Santos

20211128

publicado às 20:45


Sobre nós

Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.


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