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Trilhos Sem Fim no cume do Alqueidão

por Trilhos Sem Fim, em 16.12.18

Com a ausência dos nossos Cartógrafo e Repórter Oficiais, ausentes em causas solidárias, hoje recorremos ao improviso para compor e reportar uma volta que permitisse ao HM continuar motivado e fazer uns testes mais efetivos ao comportamento da nova máquina.

Tendo como base estas premissas, o nosso Capitão RM assumiu e conduziu o destino, indicando uma visita ao Alqueidão da Serra. 

Os primeiros km, de declive, estranhamente, não muito elevado iam dando alento aos regressados, menos treinados. No entanto, o nosso Capitão "sacou da cartola" a indicação de que iríamos seguir um trilho indicado pelo Cartógrafo Oficial e a partir do Covão de Oles o cenário mudou de figura, tendo então encetado uma subida que tinha tanto de interminável como de bela. Fomos galgando paulatinamente o duro estradão, fazendo pequenas pausas compassadas para que o amigo CG pudesse respirar um pouco. As pausas eram sempre patrocinadas pela habituais bolachinhas trazidas pelo Mota (na verdade são línguas de gato mas com as últimas vontades do PAN, não quero arriscar e chamo-lhe bolachas). 

Chegados ao topo do cume, que segundo o nosso Capitão é mais alto que a Maúnça, a vista era deslumbrante, assim como o caminho que lá percorreríamos, composto por estreitos caminhos e compridas lages calcárias, até encetar uma deliciosa descida, que como alguém diz, é melhor que uma pastelaria! 

Sinopse

Trilheiros: 11
Destino: Bem acima do Alqueidão da Serra
Distância percorrida: 48km
Subida acumulada: 970m

Trilheiros regressados: Vários
Aproximações ao solo: 1 (sem consequências)

Paragens para degustação de destiladas: 1 
Precipitação: Nem uma gota!

Mestria do Capitão: +++++
Nível de prazer, amizade e companheirismo: +++++

A descida foi fabulosa e a felicidade estava espelhada em todos os rostos, de tal forma que o RL entendeu ser aqui o momento ideal para a degustação de um fantástico destilado que cordialmente trouxe.

Continuámos a descer em direção ao Alqueidão da Serra, para repor as energias e apontar até aos moinhos, para ouvir o som do vento. 

Daqui seguimos descendentemente até Alcanadas, sempre pelas serpenteantes e enlameadas descidas, repletas de calcário, que alegravam a nossa manhã a cada pedalada, a cada curva e a cada drop, que iam sendo apaixonadamente registados, a duas mãos, pelo VA e pelo RL.

Cumprido o horário estipulado, sem pressas e sem atalhos, hoje na reposição de eletrólitos tivemos a agradável presença do nosso Diretor, que nos presenteou com um açucarado mimo Natalício.

Nuno G Santos

20181216 alqueidaoTambém em MEO Kanal 490904

publicado às 20:06

Pelas 8.30h no PR, já o grupo TSF, que hoje foi de um total de 15 elementos, discutia o destino.

Havia quem propusesse Pombal, outros Ourém, outros Pia do Urso, uns para aqui e outros para acolá. Pusemo-nos a caminho, direção Alcanadas. Rumamos em direção às Cortes, subimos o caminho por detrás da casa do nosso companheiro GPS, seguimos em subida e em amena cavaqueira, até Alcanadas. Aqui surgiu a sugestão de fazer a estrada romana, que tem início junto ao parque de merendas e que integra o percurso pedestre (PR9) com 9 km de extensão e que pertence aos percursos da Serra de Aire e Candeeiros.

 

Muita pedra e trilhos com passagens mais técnicas, seguimos em subida longa até ao “Covão da Nicha”, subida com material bastante solto…como alguém comentava “…a subida tinha 2 ou 3 pedras a mais”. Ainda era cedo, e C. tinha anunciado que tinha um bolo para partilhar com os demais. Já havia fome e havia já quem ferrasse o dente na banana. Mas o bolo precisava da companhia do café, e o café esse não é a mesma coisa se não for tomado na Pia do Urso. Então não era tarde, nem cedo… pusemo-nos a caminho e chegamos à Pia uns minutos antes das 11h. Antes da chegada à Pia PS deixou-nos em direção a Mira de Aire, eramos agora 14.

 

Provado o bolo, café e aditivo… pusemo-nos a caminho, pelo “Trilho do Pisco”, bastante técnico e com direito a uma passagem ao limbo, por debaixo de um eucalipto caído, e já em cima da bike, ao saltitar de pedra em pedra.

 

Seguimos em grupo, sendo que JS seguia a frente e deixou cair o telemóvel que foi atropelado pelos demais. Lamentamos a tua perda, companheiro…

 

De resto, rumamos até ao Reguengo do Fetal a velocidade propiciada pelas descidas e desta vez sem carrinhas ou outros obstáculos que surgissem em sentido contrário. Foi no Reguengo que RL e RP nos deixaram, pois necessitavam estar pelas 12.30h em Leiria. Eramos agora 12.

 

Na Reixida em descida acelerada os estradões tendem a ficar mais estreitos, sobretudo quando estão recortados por valas provocadas pelas chuvas. Os companheiros RG e C. preconizaram uma queda encadeada, que apesar de ter sido aparatosa, esperamos que não tenha a frio, consequências maiores além dos hematomas, e dos danos materiais. Constatou-se que não tínhamos o nosso profissional de saúde por perto, pelo que os TSF presentes deram alta aos sinistrados.

 

Desta feita e com o atraso que levávamos, era hora de regressar a Leiria, onde chegamos pelas 13h, com 1078m de acumulado e cerca de 55 Km.

 

Balanço de perdas, 1 telemóvel, 2 capacetes, 1 par de óculos de visão e a maior de todas, rasgos no equipamento de inverno TSF.

 

Boa semana!

D’Armindo

 Também em meo Kanal 490904

publicado às 18:05


Sobre nós

Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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