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Trilhos Sem Fim na Anta após Leslie

por Trilhos Sem Fim, em 14.10.18

Cuando le sábado mi amigo André me dijo de quedar a las 8:30 después de todas las noticias que estábamos escuchando sobre el huracán Leslie la verdad es que me daba bastante pereza salir en bici. Pero allí me plante el Domingo, a las 8:30 puntual. Saludar a André y a 3 personas más.... cuando de repente comienza a parecer gente hasta completar un grupo de 10-12 ciclistas. Saludar, un poco de charleta, y al tema.

Salimos de Leiria hacia nuestro destino: Alqueidão da Serra. Carreteras estrechas, pistas, y singletracks sinuosos completan un recorrido que te deja a las faldas de dicha sierra de forma divertida. Es tal el número de cruces caminos etc que no sabría repetir el camino de nuevo.

Una vez en las faldas de la sierra, comienza una subida con algunas rampas bastante importantes, un par de descansillos que te permiten tomar aliento y volver a la carga con la siguiente rampa. Así hasta llegar al punto mas alto de la ruta desde donde se puede ver diferentes poblaciones como San Pedro de Moel, Nazaré... Precioso el lugar una pena que hiciera bastante viento que no nos permitiera disfrutar mucho de las vistas.

Vuelta a casa de nuevo por singeltracks y pistas hasta llegar al café. Allí, pastel de nata y un café con leche. Como aqui en Portugal no se estila pedir asi el café me han tenido que ayudar mis compañeros portugueses a pedirlo correctamente jejeje. Muchas gracias.

Y justo antes de retomar de nuevo la ruta, pinchazo. Reparar y seguir. Bonitas zonas de bosque y de pedalear. Me han enseñados unas lagunas que hay de agua dulce que son naturales, muy bonito todo. Últimas dos bajadas en singletrack con curvas y algo técnicas hasta el nacimiento del rio Lis, llegar a la carretera y para casa. No me he podido despedir porque andaba con prisa.

Muy agradecido a André por dejarme disfrutar de la compañía de sus compañeros de rutas, y muy agradecido a la gente que me ha acogido y me ha enseñado su monte.

Arturo

 

20181014 anta

publicado às 18:29

Trilhar pelos montes, cruzando com a história

por Trilhos Sem Fim, em 24.12.17

Para preparar a consoada, que se for doce é abençoada, só existe uma alternativa saudável, com evidência científica comprovada e grau de recomendação A. Subir, subir e subir.

Tendo bem patente que a identidade individual e coletiva se constrói com base no nosso passado, mas o futuro é o nosso caminho, conjugámos a recomendação A com a nossa identidade e, claro que só poderíamos visitar a anta do Alqueidão da Serra, bem no topo da montanha. Alinhámos a saúde com a história e o nosso passado e assim planeámos o futuro imediato, sustentado numa evidência que só poderá dar resultados ótimos em termos de saúde.

Por estradas banhadas por um brilhante sol, destes primeiros dias de inverno, fomos aquecendo o corpo e o espírito, aliviando da azáfama destes últimos dias do ano. Passámos Cortes, Fontes do Liz e chegámos ao Reguengo do Fétal. Não visitámos o que resta da palmeira abatida pelas rajadas de vento, pois tínhamos encontro agendado com o marco histórico.

Subimos pela direita em direção ao Alqueidão e reagrupámos junto da estrada romana. Sempre ascendendo, abandonámos o betuminoso e embrenhámo-nos nos caminhos do monte. Por breves momentos lançámos um bom dia a uma ou outra pessoa que cruzara o nosso caminho. Já no topo, reconfortados com o objetivo cumprido, avistámos a construção de pedra robusta, extraída da montanha, trazendo dentro de si o poder de fazer recordar outras civilizações. Nisto acordámos! O bolo rei e a ginjinha estavam estrategicamente dispostos em cima da rocha nua, prontos a serem apreciados. Erámos sete e em sete pedaços o bolo foi dividido. É Natal e tempo de partilha! A ginja deu quase duas rodadas.

Já quentes pelo néctar e com o estômago saciado com o bolo, tivemos a cereja no seu topo. O Sr. João Gabriel, cameraman da TVI, sobrinho de um habitante do Alqueidão, conhecedor de história e por ela apaixonado, contou-nos que esta anta tem mais de 20 anos e foi edificada neste local pois o seu tio acreditava que era um local histórico, merecedor dessa construção, e onde eventualmente até tinha caído um meteorito. Parece que em tempos remotos o mar já tinha banhado as encostas desta montanha.

Saímos dali pensativos, cheios de curiosidade em conhecer melhor o nosso passado. Com uma certeza eu fiquei. O mar pode não ter banhado a encosta daquela serra, mas a ginja banhou e bem as goelas dos trilheiros e a alegria voltou a encher as estradas por onde passámos.

Domingo haverá mais e será a última oportunidade de bttar em 2017.

Rui P

20171224 anta

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publicado às 16:38

Trilhos Sem Fim visitam a Anta, outra vez

por Trilhos Sem Fim, em 19.02.17

20170217 anta

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publicado às 17:18

Trilhos Sem Fim em busca da Anta

por Trilhos Sem Fim, em 05.02.17

Em busca da Anta…

…Incursão já tentada e não concretizada, era o mote e desafio a concretizar hoje.

Há hora combinada eramos 11 à saída do PR, juntando-se pouco depois do arranque a Paula ao grupo, nas Cortes, arredondando o número de participantes na volta de hoje, para a dúzia.

Nas Fontes fizemos breve paragem para cumprimentos da praxe aos conhecidos, que ali se preparavam para começar o seu trail.

Fizemos a primeira metade em percurso francamente ascendente – boa parte do acumulado dos 930m D+ de hoje, com passagem, próximo das Torrinhas, rumo a Alqueidão da Serra. Deixando para trás, em passagem tangencial, a estrada romana, subimos sempre até a Anta do Alqueidão. Para a maioria era a primeira visita aquele local, onde se fez a foto de grupo da praxe e ainda se procurou (sem sucesso) uma cache. Só o intenso vento frio impediu que permanecêssemos ali mais tempo.

De seguida foi tempo de descida, agora com destino ao moinho de vento de Alqueidão, a que se seguiu uma sucessão de trilhos e singletracks extensos e espetaculares.

Espetacular foi igualmente o fato, de 1 mês após ter perdido o conjunto de chaves e comando de casa, ter tido a perceção de em determinado ponto desmontar da bike, remexer as folhagens e as ter reencontrado de imediato. Com uma aparência bastante oxidada dado a intensa chuva que receberam durante este período, ali estavam elas, sensação incrível a perceção de que nada acontece ao acaso : ) … mais incrível na chegada a casa o comando abriu o portão à primeira pressão de botão.

Partilhada esta história com os demais, foi aproveitar ao máximo o que sobrava de percurso até Leiria, chegada que se fez em em ritmo rolante… com remate no local habitual para os mais folgados com o horário.

Tão bom estas manhãs de domingo!

5ª feira noturna e no próximo domingo haverá mais…

Até lá!

D’Armindo

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publicado às 15:38


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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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