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Apesar da meteorologia prever um domingo invernoso, e depois de uma noite de chuva e do granizo de Sábado, estávamos no parque radical 9 trilheiros determinados em fazer desta manhã de domingo, mais um bom início de semana. Depois dos cumprimentos habituais, os 7 TSF’s e os 2 Chou-Bikers que, como se diz nestes dois grupos de BTT, “não têm bikes de cartão” meteram-se a caminho orientando-se para os lados do Arrabal. Fomos pela parte alta da Curvachia, a mais longe da ribeira para fugir à lama e fomos conversando sobre alguns temas da semana, uns mais trágicos que outros, o que nos fez lembrar que a atitude certa é mesmo aproveitar estas manhãs de domingo sempre que podemos, mesmo arriscando um bocadinho, pois até em casa há acidentes.

Na descida para a Várzea o pneu do carteiro não aguentou a pedalada e rasgou lateralmente, obrigando à montagem de uma câmara de ar. A chuva pouca mas já constante, empurrou-nos para debaixo do telheiro do lagar de azeite onde arrefecemos um bocado enquanto os mecânicos trabalhavam. Reparada a avaria e depois de muita conversa subimos até St. Catarina, onde fomos beber um café e comer uns bolinhos caseiros, digo caseiros, pois o Rui P. trouxe-os de casa, às costas, que bem nos soube esta partilha e que bem lhe fica estas atitudes, pode repetir…

A chuva, intermitente, acompanhou-nos praticamente durante toda a manhã, mas nada das enxurradas que vimos no sábado, começo-me a convencer que São Pedro é BTTista! Atravessámos o túnel do IC9, confirmando 3 coisas, que aí nunca chove, que é sempre de noite, e que é uma travessia perigosa, pois este cronista ia caindo tanto na entrada como na saída! O caminho até à Torre foi bem aproveitado, em especial as descidas. Numa delas o Malheiro ia malhando, fazendo jus ao apelido, tendo de sair apressadamente da sua bicicleta quando numa curva ela quis ir a direito abalroando a bike do repórter.

Ao contrário da tradição, não terminámos a manhã no local habitual, fomos até aos Marrazes ver o aparato do campeonato de XCO, fomos ver as atletas cheias de lama, os atletas a tentar não cair naquela lama e encontrar um ou outro amigo, e foi por lá que acabámos por beber a habitual cervejinha.

Cláudio Costa

Trilhos do Arrabal e Santa Catarina, sem vislumbrar o marco geodésico

publicado às 19:14

Visita aos trilhos do Sérgio - Arrabal e Soutocico

por Trilhos Sem Fim, em 23.07.17

A volta deste domingo, com os anunciados 40 km que deveria de ter... cumpriu-se!

 

Eram 7 os TSF à hora que deveria ser a de saida, pelas 8.30h. No entanto aquilo em que se transformou, foi um misto de volta BTT e Worshop sobre a mecânica das máquinas... ora vejamos!

 

8.30h - hora de asistencia ao domicilio, para que o 8º TSF se juntasse ao grupo (enchimento de roda com um adaptador específico de conversão de válvula schrader para presta);

Saída pelas 9.00h direção às Cortes, onde o objetivo foi o de fazer parte dos trilhos da atividade noturna da filarmónica do Soutocico, nomeadamente na zona do Arrabal e Soutocico.

A partir daqui tinhamos a cadencia dos 5 km para parar, e continuar com o workshop... seguiram-se:

- aplicação de câmara de ar em roda 26, em anterior sistema tubless;

- aplicação de gel selante em roda tubless;

- reparação de corrente partida com elos rápidos a utilização de descravador de corrente;

- como dar ar a roda com a utilização de mini-bomba de ar (com repetição dos ensinamentos com a prática feita por diversos BTTistas, em distintas partes do percurso, para consolidação da matéria lecionada);

- Etc..

 

Foi antes da hora do café que encontramos um camarada destas lides - a quem agradecemos o reforço intermédio e final da volta - com problemas técnicos para os lados do Arrabal, pelo que fomos momentamente 9 bikers.

Rematada a volta ainda com uma incursão no famoso Trilho do Rogério...

 

Cumprimos a rotina, aproveitamos os trilhos, descidas e subidas... agradecemos o percurso proporcinado pela Filarmónica do Soutocico (repetido por alguns TSF que também tiveram participação no dia da atividade).

Agradeçemos ainda as arranhadelas, as silvas... :) pois pior que isso era ter trocado esta oportunidade por uma cabeça sobre a almofada, num dia ótimo para a prática como foi este!

 

Na próxima 5ªfeira e Domingo, há mais!

Até lá!

 

D'Armindo

Visita ao Arrabal - trilhos do Sérgio

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publicado às 18:49

Em dia da mãe, 9 trilheiros se juntaram no local habitual para, como prometido, conhecer novos trilhos e apanhar aquela que esperamos, seja a última molha de BTT deste Inverno, ou não…
O destino já estava traçado, a volta seria para o lado do Arrabal onde graças ao Artur e ao nosso El GPS iriamos conhecer novos trilhos desbravados na sexta-feira! Assaltou-nos logo duas emoções, um sentimento de alegria, pois pensámos, é agora que o El GPS volta a pedalar connosco e a presentear-nos com novos trilhos e com o seu bom humor! E o outro sentimento, claro está, de preocupação, será que os trilhos novos foram descobertos antes ou depois das 11h! Hehehe, quem nos conhece sabe bem a que problema me refiro… Arrancámos alegres e contentes, uns com, e outros sem, impermeável. Frio não estava, mas a chuva prevista acabou por vir, mas não em demasia, mal deu para molhar. Chegados ao Vale Maninho, subimos por um single já conhecido, mas que não sei porquê, é pouco usado por nós, o que não se compreende, pois é bastante agradável, mesmo a subir como o fizemos hoje. Já perto do final, fizemos uma incursão à direita, e agora sim, cheirava a caminhos novos, fomos subindo e eis que tivemos o famoso momento el GPS, o momento 11h, mesmo não sendo ainda 11h, desta vez protagonizado pelo seu enviado Artur, resolvido o problema e encontrado o caminho certo, depressa estávamos a apreciar um algar, local imediatamente escolhido por unanimidade para "plantar" aquela que será a geocache dos “Trilhos Sem Fim”. Tal como há uns anos, voltámos a interrogarnos como descobre o GPS estes caminhos, houve quem alvitrasse que certamente seria quando anda a procurar ervas para o laboratório, será!!! Daí até à Chainça foi sempre a subir, e que subida, inclinada que chegue e longa, ninguém se negou e no final tivemos o merecido descanso a meter a conversa em dia. Perante tal desgaste foi decidido irmos à terra daquela que viu aparecer a MÃE, Fátima, serpenteámos por entre centenas de peregrinos que por esta altura ali afluem, e deliciámo-nos mais uma vez com os saborosos e grandes pastéis de nata de Fátima. E se uns os trouxeram no papo, outras houve que os trouxeram também no saco, melhor dizendo, numa caixa no regaço. No regresso, e ainda antes do túnel escuro, ouvi uns sons metálicos de algo a partir, foi o eixo pedaleiro da minha bike a sofrer uma avaria mecânica, que vulgarmente apelido de QCLD (Qualqer Coisa Lá Dentro). Perante tal avaria, que me impedia de pedalar, foi aproveitar a descida até ao Freixial passando pelo Vale Maior, e rumar até casa que estava perto, enquanto o resto do grupo regressou a Leiria atravessando a Curvachia, segundo julgo saber.

O Alípio continua ausente por baixa médica, mas telefonou e perguntar pelo grupo, esperava-nos no local habitual, é de salutar que mesmo quem não pedala, vá comparecendo no evento social que marca o final do BTT dominical.

Para quem pode, 5ªfeira à noite pedala-se, e se cumprirem com a tradição, em tempo de feira come-se pão, com chouriço, o Nelo que nos perdoe, mas são só 2 ou 3 vezes no ano!

Cláudio Costa

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publicado às 22:30

Trilhos Sem Fim: Arrabal & Soutocico - outra vez!

por Trilhos Sem Fim, em 08.07.12

Por definição, e segundo a wikipédia, BTT "é uma uma modalidade de ciclismo na qual o objetivo é transpor percursos com diversas irregularidades e obstáculos"!

No nosso caso, é muito mais que isso, não saímos de casa bem cedo aos Domingos apenas para isso, saímos sim com a clara intenção de desanuviar, convivendo com aqueles amigos que já não vimos desde o último dia do BTT, de ver as magnificas paisagens como as que vimos este domingo lá em cima no alto da Senhora do Monte, de rirmos com os disparates que vamos dizendo, e mesmo com as birras que vamos fazendo, de comentar a situação politica e as noticias dos últimos dias, sentir o cheiro da natureza, enfim... coitados daqueles que ficam na caminha, que têm sempre do mesmo. Digo coitados, porque quando não vamos, bem falta nos faz ao corpo e à mente.


Claro que não é para todos os BTTistas, mas para os TSF's o espírito é sem dúvida este, e foi isso mesmo que voltámos a fazer este belo Domingo, voltámos à catedral dos trilhos, a Curvachia, e percorremos os seus trilhos por entre o bosque de carvalhos, também voltámos aos trilhos do Sérgio e em especial àquele single-track novo a descer, com uns saltinhos que ainda metem medo a alguns de nós. Daí e já com uma visita ao café do Arrabal não deixámos de ir ao campo de papoilas no Vale Maninho para o Artur mostrar os dotes de operador de imagem, coisa que aliás este domingo se empenhou particularmente.

A subida para a Senhora do Monte, fez-se por aquela longa subida, mas com um aroma da vegetação que mais uma vez, nos faz lembrar que vale a pena sair da cama. Já lá em cima, no alto da serra, de onde temos o privilégio de contemplar uma vista espectacular, seja na linha do horizonte, seja nas suas encostas, onde hoje o RG, tal qual um GPS, nos levou por um novo trilho, o trilho da Maunça, gostámos tanto que o fizémos nos dois sentidos. O regresso foi por aquela descida cheia de pedras, onde pelos vistos saltam parafusos de bicicleta!

A ideia ninguém lha tirava, e por isso tínhamos de ir descer o Galinheiro, que por acaso até é do outro lado da serra, mas o gozo da descida, levou-nos lá novamente, para agrado especial de um de nós, claro o do costume, o HM. No caminho para lá, e provando que no nosso grupo de amigos reina a democracia e o respeito pela individualidade própria, ouve um que se lembrou de que éra a quarta vez seguida que por ali passava, e fez sozinho uma variante muito melhor, foi por alcatrão! Não me lembro quem foi, mas Sérgio, tens de voltar, já à quem se chateie com ele próprio por falta de com quem rezingar, hehehe :-) :-).

 

Infelizmente hoje, também tivemos oportunidade de ver que o flagelo do verão está para começar, os incêndios, já lavrava um no Vale de Santa Margarida, que foi controlado rapidamente, sem consequências para a natureza que nos proporciona estas manhãs.

 

Divirtam-se e até quinta feira, carreguem as lanternas.

 

 

Cláudio Costa

 

Podem consultar o track GPS aqui.


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publicado às 21:36

Passeio ao Arrabal e Soutocico

por Trilhos Sem Fim, em 01.07.12

Já há algumas semanas que não tinha o prazer de acompanhar os meus amigos no desporto preferido de domingo, o BTT. Sim, foram mais de duas semanas, uma eternidade.

De manhã, bem cedo, mas com o sol já alto, num brilhante firmamento azul, encontrámo-nos no sítio tradicional. Após uma primeira hesitação, decidimos ir apanhar um dos companheiros ao Arrabal. Até lá escolheríamos os melhores trilhos.

Passámos o Vidigal, por estrada, e entrámos na Curvachia. Subimos pelo caminho de cascalho muito solto, sempre a esperar por aqueles que, apreciando a paisagem se atrasam. Fomos atualizando as conversas por entre meia dúzia de pedaladas, monte acima. Já lá no alto, com a Maunça no horizonte, descemos velozes encosta baixo. A brisa agitava os fatos. Pelas frestas do capacete o vento, suave, arrefecia as cabeças cobertas de suor. Que experiência agradável. Por ali abaixo seguimos velozes.

Já na estrada, iniciámos o reagrupamento. Nisto cai alguém! Preocupados, os trilheiros foram-se aproximando. Tentaram aperceber-se da gravidade das feridas. Felizmente não passou de alguns arranhões. As bikes também não sofreram estragos de maior. Finalmente a paz. Podíamos seguir o passeio e disfrutar de uma bela e solarenga manhã de verão.

A mim e ao Artur é que ficaram a doer os joelhos e os braços!

Por entre os suspiros da dor e da mágoa de uma queda, descemos e voltámos a subir até ao Arrabal. Após o café da manhã na casa do Claúdio, fomos disfrutar dos trilhos do Sérgio & Companhia. Muito bom!

Como o tempo sobrava decidimos visitar a Senhora do Monte. Descemos pelo trilho de um recente passeio de btt, organizado pelo pessoal das Fontes. Trilho muito técnico, mas com uma paisagem de arrepiar. Fenomenal!

Só falta a descida do galinheiro, dizia alguém. Quem?

Descemos pelo galinheiro, velozes como sempre. Resolvemos continuar a descida até à beira do riacho, agora a mostrar o seu leito seco, a contrastar com a vegetação exuberantemente verde.

Saímos da Curvachia junto ao Vidigal, com sempre. Após no inteirarmos da situação de saúde do nosso gps, rolámos suavemente até ao parque radical.

Já no parque, cada um seguiu o seu caminho, sem antes prometer que na próxima semana haverá mais convívio tendo como pretexto o btt.

Até!

Rui

 

  

 

 

Podem consultar o track GPS aqui GPSies

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publicado às 18:39


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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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