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Trilhos Sem Fim, BTT até Pia do Urso

por Trilhos Sem Fim, em 01.03.20

“AVENTURAS E DESVENTURAS DUMA CHUVOSA MANHÃ DE DOMINGO”

Hoje, o dia apresentou-se chuvoso e como tal, a nata da chuva trouxe à superfície os melhores dos destemidos.

Devidamente equipados para os desafios que o dia nos propunha, apresentaram-se no PR, os RP, RM, RS, RF, HM, PJ, VA e o Eduardo; aqui, tem que se fazer justiça e incluir neste grupo de destemidos, o intrépido RL pese embora debilitado por tremendas maleitas, nos brindou com a sua presença à partida desta jornada.

As primeiras pedaladas faziam gemer as ainda preguiçosas transmissões e chega-se a nós o benvindo forasteiro Élio Simões. Estando o grupo composto, decidiu-se rumar em direcção à Pia do Urso subindo pela já conhecida pedreira do Reguengo.

Borrifos daqui, saltinhos nas poças dali, aqui o relator resolve tomar a dianteira e afastar-se a tempo de colher as melhores imagens de tão ilustres destemidos. Sem que nada o fizesse prever eis que, de trás dum colossal muro de pedra, salta um elemento do perigoso grupo “CORONA VIRUS” armado de perigosa arma “PAU” que logo arremessa à roda dianteira da minha montada provocando uma reacção directa de aproximação ao solo com as beiças e protuberância nasal a servir de “airbag”; tenho a dizer que tendo sido tão lesto a esfumar-se escapou assim de morte horrível ás mãos deste destemido.

Este ataque traiçoeiro, pelo desgaste que provocou nas hostes, abriu-nos o apetite que logo teve que ser mitigado com uns pastelinhos de nata e respectivo cafezinho naquele bucólico recanto que tão bem conhecemos da Pia do Urso.

Reposta a vontade de avançar, partimos assim para o regresso a casa mas, o nosso estimado RM lá entendeu que a coisa estava a marchar pacata demais, até porque houve quem tivesse sido tentado a ignorar a curva ao fundo da descida dos moinhos e vai daí, resolveu acrescentar um apêndice deveras esquisito ao seu sapato. Então não é que o estribo da sua montada, mudou de posição do eixo pedaleiro para o pézinho do nosso RM. Aperto daqui, pedrada dali e a coisa não estava pelos ajustes. Valeu um certo papelinho descartável duma barra energética para resolver a questão.

A satisfação foi tão grande que, o povo desceu o vale maninho todo a fazer aquele jogo fixe que é “VAMOS VER QUEM CHEGA MAIS CAGÁDO A CASA” e a vitória, pertenceu ao HM que se veio sempre a fazer à fotografia com o resultado que já todos puderam apurar nos respectivos apontamentos fotográficos partilhados nas redes sociais.

Claro que a festa estava a correr bem demais. Vai daí, o papelinho cedeu e o estribo da montada do RM, veio a levar porrada até à CA por mau comportamento e desobediência ao dono.

Na CA, a festa, foi a do costume só com a pequena diferença que o espaço ficou com um tom mais para o acastanhado; vá-se lá saber porquê.

Por agora, aqui termino. Foi um dia extremamente cansativo. Um gajo, tem que escrever, um gajo tem que filmar, um gajo tem que se mandar ao chão para haver assunto.

Estou cansado e todo dorido.

Boa semana para todos e até ao próximo Domingo.

Vitor Alves

BTT Trilhos Sem Fim na Pia do Urso

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publicado às 19:33

BTT Trilhos Sem Fim em dia de aniversário, na serra

por Trilhos Sem Fim, em 23.02.20

Já hoje é terça-feira,
E eu sem a crónica de Domingo escrever,
É lamentável isto acontecer,
Mas não foi por me esquecer.

Nesta época de Carnaval,
Por causa dos passeios familiares,
Esta crónica foi-se adiando,
Mas para evitar outros ralhares,
A mesma se está agora lavrando.

Sendo assim aqui relembro,
que no último Domingo,
muitos de nós compareceram,
e partindo do local habitual,
fomos subindo até ao Arrabal.

Já lá, na Beira Lago nos surpreendemos,
e para surpresa da Paulinha,
os parabéns lhe cantámos,
pois o seu extremoso esposo, assim tinha planeado.

Com bolo, vinho do porto e o cafezinho nos reconfortámos,
desejámos-lhe muitos e bons aniversários,
se possível na nossa companhia,
pois é de partilhas como esta,
que este belo grupo desde há uma década alinha.

Por ser Entrudo,
e à boleia do Rui Leitão,
veio um ciclista sisudo,
cumprindo-se assim a tradição.

Três de nós a Leiria regressaram,
tendo os restantes as estufas subindo,
mas já lá em cima, pelas 11h eles se enganaram,
mas com o Artur a orientar, lá fomos indo.

Havia quer regressar,
Pois o meio-dia estava a chegar,
Descemos pelas pedras sem nos magoar,
E na nascente do Lis, o outro Artur fomos encontrar,
Para com ele uma foto tirar.

No Armando o balanço fizemos,
Tendo concluindo que mais uma bela manhã de BTT tivemos.

Na terça-feira que é hoje, haveria nova volta,
mas eu não pude comparecer
já ao telefone uns “posts” me chegaram,
e que muito me invejaram.
Mas só depois desta crónica escrever,
Esses posts vou ler.

Desculpem a demora e esta forma de escrever,
talvez nenhuma regra respeitem,
mas um domingo sem crónica é que não pode haver
e certamente irão gostar de a ler.

Cláudio Costa

 

BTT Leiria ate arrabal 

publicado às 19:09

Trilhos Sem Fim NA ROTA DUMA PASCOA FELIZ

por Trilhos Sem Fim, em 19.04.19

publicado às 22:34

Trilhos Sem Fim, a reconquista do Castelo de Ourém

por Trilhos Sem Fim, em 30.12.18

O sol começava a aparecer por entre as árvores do cabeço de São Romão e já os primeiros trilheiros trocavam palavras de cumplicidade, preparando o percurso do dia, que já vinha alinhavado da noite anterior. Os primeiros dias de inverno mostram o dilema e a indefinição da indumentária. Uns vestidos para aguentar as baixas temperaturas, enquanto outros, menos vestidos, continuam a imaginar que o verão ainda não acabou. É o sol que nos confunde.

Palavra atrás de palavra, foram-se aproximando os oitos trilheiros desta expedição. Houve promessas não cumpridas, mas oportunidades não irão faltar, mas não este ano.

Ourém é sempre um bom destinado. Um misto de trilhos técnicos, subidas, descidas e estradões, tudo embrulhado em muita história e paisagem esplendorosa, iluminada pelo sol que nos acompanhou em toda a viagem.

Atravessámos a Curvachia, subindo, e chegados ao campo de futebol do Soutocico utilizámos trilhos e estradões para chegar ao vale Maninho. Nisto, dei por mim velozmente pelo caminho que desce da Loureira em direção a Ourém. Os oito desciam a grande velocidade, como crianças acabadas de entrar no recreio, no final de um dia de estudo. A excitação da adrenalina abafa o risco de queda. Esta incerteza que balanceia o prazer da velocidade com a probabilidade remota do acidente, trazem um prazer superior quando se vence o percurso, com uma segurança apenas aparente.

Enquanto se reagrupam, no final da descida, perto do riacho, partilham com breves palavras os medos e o prazer da vitória, criando confiança ao grupo e estreitamento dos laços da equipa. Uma cumplicidade que se vai adensando cada dia que passa, fazendo com que os que faltam causem saudade e os que regressam tragam uma satisfação especial.

Já no castelo de Ourém, em volta da mesa singela, partilhámos o bolo-rei do Rui P e a ginjinha do Paulo C, esta muito melhor que a garrafa que adquirimos. Com algumas referências aos avariados, terminámos o frugal repasto e logo nos dirigimos à esplanada do D Nuno Alvares Pereira, junto ao Castelo altaneiro. Aí fizemos a bela foto de grupo.

Admirada a paisagem e comtemplado o horizonte, descemos para voltar a subir a encosta até Fátima. O esforço já se fazia evidenciar na face de quase todos, mas o Rogério sempre com a sua boa disposição, identificando o percurso como rolante, quer fosse a subir ou a descer, massacrou os trilheiros com a sua jovialidade e velocidade. Arre!

O tempo escasseava e daí optarmos por um percurso mais rolante desde Fátima. Chegámos ao nosso destino pouco passava das 13 horas, com a sensação de uma manhã bem passada.

Amanhã poderá acontecer uma breve despedida de 2018, mas em 2019 teremos a oportunidade de descobrir novos trilhos e novas amizades.

Votos de bons trilhos.

Rui Passadouro

20181230 ourém

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publicado às 18:44

Trilhos Sem Fim e o regresso ao trilho do galinheiro

por Trilhos Sem Fim, em 23.12.18

Mais uma manhã em que valeu em a pena saltar da cama para cima da bike e dar ao pedal!

Se valeu!

Dizem que à terceira é de vez e hoje, e hoje, terceira volta desde o meu regresso, os meus amigos Trilheiros resolveram levar aqui o Malheiro a descer o Galinheiro! Ganda pinta!!

Pouco passava das 8 e 30 quando uma dúzia de Trilheiros se puseram a caminho daquilo que viria a ser mais uma manhã muito bem passada.

Partida rumo à Curvachia e ala por aí a cima até à Tosel, passando no caminho por terrenos que bem conhecemos, e avisando uns aos outros que a saída de determinado caminho tinha um perigoso cabo de aço pronto a degolar algum incauto. É uma pena que ainda haja quem proceda desta forma.

Chegados à Tosel já com as bikes a saberem o que é lama, restava subir até ao início do Trilho do Galinheiro. Acho que nunca uma subida me soube tão bem! Vá-se lá saber porquê.

Repórter posicionado, lá arrancou o Grupo - sim, que isto é um Grupo - descendo o Galinheiro, uns de "faca nos dentes" outros - não digo quem - a pé, não fosse o cromado riscar-se...

Numa paragem técnica, com recurso a alicate e tudo, lá houve quem chegasse à conclusão que uma determinada corrente estava a passar por onde não devia. Reparação efectuada, cumprimentamos 3 atletas sem bike que por ali corriam (ele há cada um com cada pancada...)

Rumámos então em direção à Martinela e daí passámos pela fábrica do pó e apontámos em em direcção ao Miradouro com vista para a Caranguejeira.

Foi aí que a nossa amiga e Trilheira Paula Pita - espero que os tipos do PAN não leiam isto - resolveu matar dois coelhos com uma cajadada só:

1 - Presenteou-nos com um belíssimo Bolo Rainha e um refrigerante daqueles que tanto gostamos

2 - Aliviou o peso que o marido carregava às costas (pois, lá está, foi ele, um verdadeiro cavalheiro, quem levou a mochila cheia)

Nem a falta de saca-rolhas foi capaz de desencorajar os TSF de degustarem aquele belíssimo néctar, ou não tivéssemos entre nós um tal de RG - qual MacGyver - para quem a ciência de sacar rolhas de cortiça com recurso a um alicate não tem segredos!

Repostas as energias restava tirar o azimute e arrancar em direção ao café mais próximo, no Souto do Meio, mas fazendo-o com uma categoria apenas ao alcance dos TSF: que é como quem diz, passando pelo quintal duma simpática senhora que, atónita, nos perguntava de onde vínhamos e para onde íamos...

Reposta a dose de cafeína fizemos lá pedalámos por mais uns trilhos muito engraçados, com direito a descidas de fazer o sorriso chegar até às orelhas e quando dei por ela já estávamos no Lapedo, zona que bem conhecemos.

Daí olhamos para o relógio e veio-nos à alembradura que as "pretas" queriam conviver connosco na Cervejaria Armando e zumba, pedais para que te quero rumo à sagrada reposição e electrólitos!!

Que manhã tão bem passada!!

Foram cerca de 38 kms de grande diversão e 770 metros de acumulado (ponho o registo do Artur que o meu Strava travou e gamou-me mais de 10 kms ao registo).

Ainda falta muito para ser domingo outra vez?

Feliz Natal para todos!!!

Helder Malheiro

20181223 galinheiroTambém em MEO Kanal 490904

publicado às 17:56


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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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