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Trilhos Sem Fim NA ROTA DUMA PASCOA FELIZ

por Trilhos Sem Fim, em 19.04.19

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publicado às 22:34

Trilhos Sem Fim, a reconquista do Castelo de Ourém

por Trilhos Sem Fim, em 30.12.18

O sol começava a aparecer por entre as árvores do cabeço de São Romão e já os primeiros trilheiros trocavam palavras de cumplicidade, preparando o percurso do dia, que já vinha alinhavado da noite anterior. Os primeiros dias de inverno mostram o dilema e a indefinição da indumentária. Uns vestidos para aguentar as baixas temperaturas, enquanto outros, menos vestidos, continuam a imaginar que o verão ainda não acabou. É o sol que nos confunde.

Palavra atrás de palavra, foram-se aproximando os oitos trilheiros desta expedição. Houve promessas não cumpridas, mas oportunidades não irão faltar, mas não este ano.

Ourém é sempre um bom destinado. Um misto de trilhos técnicos, subidas, descidas e estradões, tudo embrulhado em muita história e paisagem esplendorosa, iluminada pelo sol que nos acompanhou em toda a viagem.

Atravessámos a Curvachia, subindo, e chegados ao campo de futebol do Soutocico utilizámos trilhos e estradões para chegar ao vale Maninho. Nisto, dei por mim velozmente pelo caminho que desce da Loureira em direção a Ourém. Os oito desciam a grande velocidade, como crianças acabadas de entrar no recreio, no final de um dia de estudo. A excitação da adrenalina abafa o risco de queda. Esta incerteza que balanceia o prazer da velocidade com a probabilidade remota do acidente, trazem um prazer superior quando se vence o percurso, com uma segurança apenas aparente.

Enquanto se reagrupam, no final da descida, perto do riacho, partilham com breves palavras os medos e o prazer da vitória, criando confiança ao grupo e estreitamento dos laços da equipa. Uma cumplicidade que se vai adensando cada dia que passa, fazendo com que os que faltam causem saudade e os que regressam tragam uma satisfação especial.

Já no castelo de Ourém, em volta da mesa singela, partilhámos o bolo-rei do Rui P e a ginjinha do Paulo C, esta muito melhor que a garrafa que adquirimos. Com algumas referências aos avariados, terminámos o frugal repasto e logo nos dirigimos à esplanada do D Nuno Alvares Pereira, junto ao Castelo altaneiro. Aí fizemos a bela foto de grupo.

Admirada a paisagem e comtemplado o horizonte, descemos para voltar a subir a encosta até Fátima. O esforço já se fazia evidenciar na face de quase todos, mas o Rogério sempre com a sua boa disposição, identificando o percurso como rolante, quer fosse a subir ou a descer, massacrou os trilheiros com a sua jovialidade e velocidade. Arre!

O tempo escasseava e daí optarmos por um percurso mais rolante desde Fátima. Chegámos ao nosso destino pouco passava das 13 horas, com a sensação de uma manhã bem passada.

Amanhã poderá acontecer uma breve despedida de 2018, mas em 2019 teremos a oportunidade de descobrir novos trilhos e novas amizades.

Votos de bons trilhos.

Rui Passadouro

20181230 ourém

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publicado às 18:44

Trilhos Sem Fim e o regresso ao trilho do galinheiro

por Trilhos Sem Fim, em 23.12.18

Mais uma manhã em que valeu em a pena saltar da cama para cima da bike e dar ao pedal!

Se valeu!

Dizem que à terceira é de vez e hoje, e hoje, terceira volta desde o meu regresso, os meus amigos Trilheiros resolveram levar aqui o Malheiro a descer o Galinheiro! Ganda pinta!!

Pouco passava das 8 e 30 quando uma dúzia de Trilheiros se puseram a caminho daquilo que viria a ser mais uma manhã muito bem passada.

Partida rumo à Curvachia e ala por aí a cima até à Tosel, passando no caminho por terrenos que bem conhecemos, e avisando uns aos outros que a saída de determinado caminho tinha um perigoso cabo de aço pronto a degolar algum incauto. É uma pena que ainda haja quem proceda desta forma.

Chegados à Tosel já com as bikes a saberem o que é lama, restava subir até ao início do Trilho do Galinheiro. Acho que nunca uma subida me soube tão bem! Vá-se lá saber porquê.

Repórter posicionado, lá arrancou o Grupo - sim, que isto é um Grupo - descendo o Galinheiro, uns de "faca nos dentes" outros - não digo quem - a pé, não fosse o cromado riscar-se...

Numa paragem técnica, com recurso a alicate e tudo, lá houve quem chegasse à conclusão que uma determinada corrente estava a passar por onde não devia. Reparação efectuada, cumprimentamos 3 atletas sem bike que por ali corriam (ele há cada um com cada pancada...)

Rumámos então em direção à Martinela e daí passámos pela fábrica do pó e apontámos em em direcção ao Miradouro com vista para a Caranguejeira.

Foi aí que a nossa amiga e Trilheira Paula Pita - espero que os tipos do PAN não leiam isto - resolveu matar dois coelhos com uma cajadada só:

1 - Presenteou-nos com um belíssimo Bolo Rainha e um refrigerante daqueles que tanto gostamos

2 - Aliviou o peso que o marido carregava às costas (pois, lá está, foi ele, um verdadeiro cavalheiro, quem levou a mochila cheia)

Nem a falta de saca-rolhas foi capaz de desencorajar os TSF de degustarem aquele belíssimo néctar, ou não tivéssemos entre nós um tal de RG - qual MacGyver - para quem a ciência de sacar rolhas de cortiça com recurso a um alicate não tem segredos!

Repostas as energias restava tirar o azimute e arrancar em direção ao café mais próximo, no Souto do Meio, mas fazendo-o com uma categoria apenas ao alcance dos TSF: que é como quem diz, passando pelo quintal duma simpática senhora que, atónita, nos perguntava de onde vínhamos e para onde íamos...

Reposta a dose de cafeína fizemos lá pedalámos por mais uns trilhos muito engraçados, com direito a descidas de fazer o sorriso chegar até às orelhas e quando dei por ela já estávamos no Lapedo, zona que bem conhecemos.

Daí olhamos para o relógio e veio-nos à alembradura que as "pretas" queriam conviver connosco na Cervejaria Armando e zumba, pedais para que te quero rumo à sagrada reposição e electrólitos!!

Que manhã tão bem passada!!

Foram cerca de 38 kms de grande diversão e 770 metros de acumulado (ponho o registo do Artur que o meu Strava travou e gamou-me mais de 10 kms ao registo).

Ainda falta muito para ser domingo outra vez?

Feliz Natal para todos!!!

Helder Malheiro

20181223 galinheiroTambém em MEO Kanal 490904

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publicado às 17:56

Mais cedo que a hora habitual, os trilheiros juntaram-se pelas 8h no PR.

Juntaram-se aos TSF alguns elementos dos Choubikers.

Nem todos sairam de Leiria, pois houve quem pela mesma hora saisse de Monte Real, para encontrar o grupo na Marinha Grande.

A participação na iniciativa foi massiva... estimado a "olhometro" mais de 400 ciclistas no local de concentração, nas instalações dos Bombeiros.

Após a entrega da "inscrição", passava das 9h era dada uma explicação sobre a saída.

Em ritmo menos rápido lá seguimos em direção à mata. Pesou mais a estrada e menos trilhos, como se compreende numa iniciativa deste género.

Foi tempo de perto, tomar contato com o resultado infeliz do incendio que 4 semanas antes consumiu 86% do (nosso) Pinhal de Leiria.

Antes das 11 horas e após passagem por alguns pontos de interesse, como pontos de vigia da mata, optamos por fazer rota diferente, orientando já no sentido de regresso.

A opção foi orientar para a BA 5 e depois rumo a Leiria. Passamos por diversos locais devastados pelo incêndio, como algumas habitações.

Foi já depois proximo de Monte Real, que David deixou o grupo, e os demais cumpriram os 65km da volta de hoje.

O contributo e participação dos TSF nesta iniciativa foi feito.

Bem haja aos Bombeiros pelo empenho e trabalho!

Para a semana lá estaremos, contribuindo para a manutenção dos trilhos do "nosso" quintal!

 

D'Armindo

 

 

20171112 BTT Solidário com os bombeiros de Marinha Grande

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publicado às 17:35

Trilhos Sem Fim na Martinela e pouco mais

por Trilhos Sem Fim, em 08.01.17

Bela e muitíssimo fresca manhã óptima para o btt. Perdida um pouco somente pelo azar dum cepo que ficou sem o cepo. Não sei o que é isso do cepo (ou sei muito mal...) mas gosto do cepo. Gostamos alias todos do cepo. Gostamos até dessa curiosa palavra. Que me perdoe, ou não, o trocadilho o nosso amigo RG que em pleno coração da Curvachia demonstrou, uma vez mais, que podem enviar-se faxes do centro da floresta com uma velocidade e eficiência incríveis! Está já convidado a fazer workshop para o grupo porque qualquer um poderá vir a precisar de comunicar numa qualquer manhã de btt domingueiro. Antes do cepo já havia sido atormentado por um problema no desviador traseiro, onde parecia faltar uma anilha e que foi solucionado com a utilização do dropout nessa função.

Para além deste contratempo, felizmente raro, há a registar a consagração do novo recruta que ainda sem pedais de encaixe encaixou no espírito dos TSF de forma prefeita não viesse ele já tão bem instruído...

 e avisado. Até já sabe que temos num só companheiro um cameraman e um tyreexpertman.

Também digno de registo a estreia de um par de luvas underwear que foi aprovada com distinção pelo usuário, o nosso director.

Por último e não menos importante registar que abundaram os trilhos técnicos, entrámos na Curvachia, demandámos a Martinela onde se ouviam os foguetes da festa, tomámos aí café e depois de atravessarmos a freguesia do Arrabal partiu-se o grupo entre os que desceram junto à tosel e os três que foram descer o galinheiro. Disseram que estava óptimo porque de tão escorregadio não puderam travar e tornou a passagem diferente de qualquer outra.

Combinado que estava reunião no centro da Curvachia foi dali que saímos para a CA antes de rumarmos a nossas casas.

Como dizia o cantautor venham mais cinco!

Quinta feira é a nocturna e no domingo a participação no aniversário do grupo amigo CHOUBIKERS.

O tempo continua a prometer...

Alípio Lopes

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Também em meo Kanal 490904  

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publicado às 20:15


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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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