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Um mensageiro migrado do Reino de Scalabis abriu o papiro e anunciou a sugestão de volta para a manhã seguinte. Gerou-se o burburinho, entre ausências e condicionantes mas o destino seria validado e a mui longínqua cascata da Fórnea seria visitada.

Cinderela Barbuda, uma donzela vinda do Reino da Serra indicara que teria que estar em Terras do Lis às 12 badaladas da manhã.

Para a incursão foram destacados 9 nobres cavaleiros, sendo 3 deles possuidores de denominados Equídeos do Demónio - Montadas com reforço motorizado na hipotenusa do quadro.

A véspera havia sido chuvosa e os dois Salta Pocinhas oficiais (versão atualizada do Bobo da Corte) iam entretendo as hostes com suas trepelias.

A ida, comandada por dois possuidores dos alasões demoníacos, foi marcada por um ritmo elevado, sendo que o Al Alqueidão da Serra não pôde ser o local eleito para o repasto, visto a passagem ter sido demasiado temprana, de tal forma que a chegada ao destino registara-se às 10h20. Aqui, a Cinderela Barbuda teve que regressar a casa, de acordo com o que havia anunciado.

Aquando do regresso, surgiu no caminho, dos agora 8 Cavaleiros, D. Pedro Santos, um Alcaide, agora residente em Mira D'Aire, que esteve em missão nas Áfricas e que nos acompanhou até à entrada da Vila Forte de Porto de Mós, seguindo a galope para junto dos seus mas sem que antes visitássemos o Rio Alcaide e degustássemos alguma da fruta presente naquele local. Hoje foram saborosos e dulcíssimos dióspiros.

Nesta Vila, o grupo aproveitou para o repasto e apresentar algumas das façanhas a um grupo de donzelas presente na Taverna.

No regresso, já em ritmo mais descontraído, o grupo teve oportunidade de percorrer alguns deliciosos carreiros.

A reposição de eletrolitos, desta ascendente jornada de 56km e 1170m D+, foi realizada na Real Taverna Armando, onde o grupo é sempre principescamente recebido.


Nuno Gonçalo Santos

 

Trilhos Sem Fim na Fórnea

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publicado às 17:25

Trilhos Sem Fim na Fórnea

por Trilhos Sem Fim, em 18.03.18

A convocatória prometia o regresso da acalmia climatérica às manhãs domingueiras e responderam positivamente 10 trilheiros que partiram em direção à Fórnea, para uma visita ao mais recente "local de culto" da nossa região.

A partida deu-se precisamente à hora marcada (8h35) e após algum (pequeno) debate sobre a fidedignidade das fontes de previsão climatérica sobre se iríamos ser brindados com chuva ou não, resolvemos adotar um método tradicional e olhámos para o céu... Verificámos que estava a chover!

Como a viagem era longa e ascendente e o terreno ainda se encontra em condições escorregadias, as opções de caminho a seguir foram privilegiando a segurança, pelo que a percorremos maioritariamente estradões. Assim o fizemos até ao Reguengo do Fetal e depois até ao Heliporto de Alcaria, de onde rumámos até ao último segmento, na Fórnea.

Chegados ao nosso destino, e em simultâneo à contemplação da beleza natural daquele idílico local, verificámos a (prevista) romaria que recebe nesta altura, pelo que foi apelidada da Nova Fátima (para os religiosos) ou da Nova Pia do Urso (para os BTTistas). Aqui também ouvimos o testemunho de um seguidor atento do nosso Blog, que nos felicitou e que indicou que as nossas reportagens de imagem o inspiram para a definição de destinos, semana após semana. É gratificante receber estes feedbacks! À saída encontrámos também o nosso Casal TSF, com quem ainda trocámos breves "dedos de conversa".

De regresso, o nosso Cartógrafo Oficial tomou as rédeas, e de forma a evitar passar no mesmo local, logo nos indicou um belo single track ascendente, que pela força da chuva dos últimos dias acabámos por ter que fazer com as bicicletas à mão, contudo ficou pré agendada uma visita ao mesmo mas no sentido descendente, quando o tempo estiver plenamente seco.

À chegada a Porto de Mós registámos aproximação ao solo do dia, pela mão do amigo CM, contudo o piso da queda era em Gel e a mesma não teve consequências. 

Seguimos então até ao Alqueidão da Serra para o reforço da manhã e daqui em direção às Fontes, onde encontrámos o hoje faltoso CC, acompanhado por 67% dos seus herdeiros, pelo que a falta está plenamente justificada!

Já no local de reposição de electrólitos, enquanto resumíamos a qualidade da manhã, recebemos novamente o Casal TSF (LC e PP),que também veio efetuar a sua reposição, e ouvimos a confissão do amigo RG que hoje não enviou faxes mas que teve uma secreta aproximação ao solo, elevando a contagem para duas.

Em relação ao momento cultural da manhã, voltámos à centenária oliveira e após algumas pesquisas em fontes de informação secundária, foi verificado que um grau de precisão elevado carece de um método invasivo que consiste na recolha de uma amostra (através de um furo transversal) para efetuar a contagem do número de anéis. A observação/medição do diâmetro (ou perímetro) do tronco é um método falível, visto o crescimento do mesmo estar condicionado por muitos fatores, como as condições do solo, a fertilização, a abundância de água, a presença de incêndios em algum dos estágios da sua vida, entre outros. Iremos continuar a investigar a possibilidade de existência de métodos observatórios ou não invasivos.

 

Resumo da manhã:

Trilheiros: 10
Destino: Fórnea
Distância percorrida: 55km
Subida acumulada: 922m
Aproximações ao solo: 2
Faxes enviados: 0
Quantidade de lama: ++
Quantidade de chuva: Substancialmente mais que o previsto e que o anunciado
Nível de amizade e companheirismo: +++++
Nível de libertação de stress: +++++
Nível de prazer: +++++

 Nuno Gonçalo Santos

20180318 Fórnea

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publicado às 20:03


Sobre nós

Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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