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Neste feriado o grupo decidiu fazer um passeio fora da área de influência do Castelo de Leiria. À hora certa saímos de carro em direcção ao Juncal, para fazer o percurso até à Chiqueda.
À chegada ao Juncal fomos apreciando a beleza arquitectónica de alguma moradias com os seus belos azulejos. Os famosos azulejos do Juncal.
O nome Juncal deve-se à abundância de uma planta, o junco, que aqui crescia devido à grande humidade dos terrenos.
A freguesia do Juncal foi fundada em 1560. Completa este ano 450 anos. A abertura Oficial da Celebração iniciou-se a 14 de Março com uma mostra dos artistas juncalenses.
Foi no reinado de D. José I, que se iniciou o desenvolvimento da industria do País. A Real Fábrica do Juncal, fundada em 1770 por José Rodrigues da Silva e Sousa foi um dos motores de desenvolvimento da região.
Em 1810 os estragos causados pela invasões francesas foram de tal ordem que paralisaram a fábrica. A sua reconstrução foi imediata para satisfazer o mercado já conquistado. Os belos azulejos nela fabricados estão espalhados um pouco por todo o país.
Fomos para pedalar na Chiqueda, mas parece-me que temos que visitar o Juncal e conhecer melhor a sua história.
Vamos então de bike... Saímos do Juncal pela Cumeira, passámos a Tremoceira e chegámos ao Vale Vazão. Apreciámos até ao horizonte a beleza da Mata da Chiqueda
Aproveitámos a primeira descida por um carreiro muito estreito. A motivação que já faltava ficou restabelecida. Depois deste trilho sucederam muitos outros, no meio de uma vegetação luxuriante que exala um perfume que não se esquece.
O calor intenso e a falta de líquidos em abundância afectaram a prestação do grupo fazendo com no final fossem difícil vencer os declives que iam surgindo. Finalmente já no quartel dos bombeiros do Juncal uma bebida fresca foi a cereja em cima do bolo que construímos durante a manhã.
Até Domingo!
Rui
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