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Sempre a descer, até lá acima

por Trilhos Sem Fim, em 22.05.22

Sempre a descer, até lá acima! Há dias assim, muito fáceis.

À hora marcada, cerca das 8.30, saímos do Parque Radical de São Romão com a ideia de chegar a Fátima e lá degustar o pastel e o delicioso café. Era uma manhã de primavera, mas com a nuvem característica de Leiria, em forma de capacete, acompanhada de uma chuva “fininha” que não ultrapassava o impermeável.

Estrada fora, chegámos aos campos do Vidigal e logo nos embrenhámos na Curvachia. Neste dia o nosso amigo RM, sem a sua companheira aditivada, sentiu algum desgaste nas pernas e resolveu voltar à base. Sinceramente não entendi, pois foi sempre muito fácil até aí, foi sempre descer. Continuamos junto ao ribeiro da Curvachia, e contornámos o bosque pelo trilho que nos iria levar ao lavadouro do Vale de Santa Margarida. Que belas descidas técnicas!

Rebuscando no fundo das imagens da manhã, parece-me que ultrapassei o RL num trilho junto ao ribeiro da Curvachia. Diziam alguns malandros que tiveram que se desviar bruscamente para não pisar o orgulho caído. Que maus!

Alterado o destino final, optámos por tomar o café em Santa Catarina da Serra. Sempre a descer pela encosta acima, fui surpreendido, uma ou outra vez, por alguma desaceleração de uma bikes acústicas pilotadas por certas pessoas, que me parecem até bem fortes. Coisas…

Por compromissos pessoais o companheiro RL teve de voltar a casa mais cedo, mas parece que ainda deu para matar um pouquinho do vicio de domingo.

Café tomado, e pago pelo RP para molhar a bike, serpenteámos por trilhos técnicos, de pedra molhada e com alguns trilhos rápidos a descer, alguns em alcatrão. Nisto dou comigo no trilho da bela vista, com o vale lá no fundo. Tinha a orientação totalmente baralhada e quase perdi o norte. Que belas descidas, mas com o CC, CM e HM um pouco fatigados.

Atingido o topo, depois foi sempre a descer encosta abaixo, com curvas muiiiito apertadas, pondo em perigo a imprensa, que não soube escolher os locais mais protegidos e seguros.

Entretanto, chegámos às Cortes e pela estrada dirigimo-nos ao ponto de partida. Confesso que nesta fase me foi um pouco mais difícil acompanhar os fatigados, talvez por termos feito 47 km com 1100 m de acumulado.

Alto aí! Como 1100 se foi sempre a descer? É pá, fatigados desculpem lá, mas nem me apercebi que ia de eBike. Lamento tanto e agora percebo a razão de morrerem tanto a subir.

Rui Passadouro

 

TSF 20220522

 

 

publicado às 18:17

Trilhos Sem Fim em Senhora do Monte e suas cercanias

por Trilhos Sem Fim, em 01.10.17

 

 

Um domingo de bom BTT

Uma bela volta que nos foi harmoniosamente conduzido pelo ZC, levando nos a acumular uns bons 1029 metros de inclinação. Não deixando de parte bons trilhos e descidas.

A reportagem feito pelo o AF, esta para comprovar e recordar alguns momentos.

AF arrisca-se a levar com um de nós, ao tentar o melhor posicionamento para ter o melhor ângulo

Uma bela manha passado na companhia do TSF

Daniel R.

20171001 maunça

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publicado às 18:43

Trilhos Sem Fim na Maunças e Trilhos do Bicipingas

por Trilhos Sem Fim, em 16.10.16

Às 8.35 12 trilheiros estavam prontos para partir em direcção a algures ou a nenhures com duas únicas condições. Uma era subir e a outra era partir… pedra!

Dos doze companheiros quatro saíram um pouco mais cedo e perfizeram 40 quilómetros, com 765 metros de acumulado e os restantes andaram mais cerca de 5 quilómetros para descerem, conforme pode ver-se no final do filme, um empedrado especial.

Esta semana houve falta de comparência (e se calhar a propósito…) de pelo menos um tartaruga que prometeu voltar mas não terá conseguido. Digo a propósito porque aquele acumulado foi feito para aí em somente 20 quilómetros que foram muito durinhos. Compensados naturalmente pela descida final com quase 10 sempre a vibrar que fez com que pernas, braços e mãos tivessem chegado bem amassados às Fontes.

Neste grupo de 12 companheiros estavam ainda o recruta Leandro (da semana passada) acompanhado (para não fugir) de mais três que andam como o raio e reúnem condições para continuarem a acompanhar-nos… Aqui só queremos gente boa.

Nota digna de registo – dado que acidentes não houve! Cruzes canhoto… - somente a colheita descuidada de um figo da índia por parte do nosso Director que ameaça inutilizar-lhe as luvas e que lhe salpicou os dedos com pequenos dardos quase invisíveis que o haverão de incomodar durante mais algum tempo. Depois passará, e não vai haver medicina que lhe valha. O figo, disse, estava muito bom. Falta saber se valeu a pena.

A propósito de figos, e como nota cultural, fica um aviso: colher sim mas com mil cuidados, por exemplo com uma pequena tenaz e, depois de colhido e antes de comidos passa-los por uma chama para lhes chamuscar os dardos e poderem ser então degustados sem risco.

O Artur ainda teve oportunidade de fazer, uma vez mais, valer a sua real valia e consertar o pedaleiro da montada do nosso director. Prova de que não somente rabuja como também é útil com a sua companhia e sabedoria.

No próximo fim de semana os TSF irão estar em duas frentes: metade no nosso quintal e a outa parte no Tour da Castanha em Vinhais.

Este texto já vai longo mas terá tanta audiência quanto os anteriores… Não há nada mais que possa fazer. Conformados? Não! 

Alipio Lopes

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publicado às 20:58

Trilhos Sem fim nas encostas da Maunça

por Trilhos Sem Fim, em 13.03.16

Já passava da hora marcada (8.35h), quando o grupo montou nas suas bicicletas.

 Haveria até então um período de test drive, ao sistema de transmissão, rolloff de uma das bikes.

O grupo de 9 trilheiros, rumou direito às Fontes. Aí foi enveredar por trilhos ascendentes, que nos levaram ao topo da Maunça.

 

O frio matinal nesta altura já tinha dado lugar ao sol quentinho, pelo que a caminho do topo foi-se aliviando a roupa em excesso. Por esta altura uma avaria, obrigou a uma paragem no topo. Troca de um rolete, um reaperto, e seguimos rumo a estradões e singles, que rapidamente pelo entusiasmo fizeram esquecer a dificuldade das subidas anteriores.

 

Lugar para 2 quedas, a primeira envolvendo 2 trilheiros antes da hora da banana e posteriormente uma após já no regresso a Leiria. Incidentes são acasos inesperados e neste caso foram-no de tal forma, que lembra o quanto pequenas distracções rapidamente nos surpreendem. Felizmente sem consequências graves.

O café foi tomado no grupo ACDR, em Casal de São Mamede.

 

Passagem por diversas Polja, o que suscitou dúvida sobre a sua origem.

“Polje (pl. polja) é uma depressão fechada ou aberta (no caso de se conseguir comprovar que já foi fechada) no carso, com dimensões consideráveis e vertentes com um declive acentuado e abruptas, com o fundo geralmente plano e coberto de terra rossaaluviões. A bacia de recepção tem uma drenagem endorreica e centrípeta. Podem permanecer secos, ser atravessados por um curso de água ou serem inundados permanente ou temporariamente. Com a subida do nível freático podem ser alimentados por exsurgências ou por ponors, que podem funcionar como sumidouros quando este volta a baixar. Por vezes têm hums, que são uma forma de relevo rochoso abrupto, isolado e disperso no interior dos poljes.”

 

Regresso a Leiria em bom ritmo, com o prazer proporcionado pelo óptimo dia.

Já próximo da cidade de Colipo, a necessidade de cumprir horários levou ao avanço de alguns elementos, sendo que terá sido assegurado a passagem de remate pelo local do Armando.

 

Fomos brindados com uma óptima manhã, do tipo que já tínhamos saudades!

Na próxima 5ª feira há nocturna e domingo, repete-se a dose…

 

Boa semana!

Até lá!

D’Armindo

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publicado às 19:03

Trilhos Sem Fim pela Maunça e arredores

por Trilhos Sem Fim, em 22.02.15
  • 8:42 ... depois de dadas as primeiras bombadas, termos visto a chegada da "prinçusa" descalça e falado com o doentinho mor eis que o grupo composto por 10 elementos se faz á estrada direcção Vidigal, bec bec bec... decisão... Maunça... shiu falem baixo senão o AF começa já a resmungar... chegados ás Cortes subimos em direcção Pé da Serra onde aí cortámos á esquerda direcção Torrinhas e Piqueiral onde foi feito um trilho novo pelo menos para alguns dos elementos do grupo, surgem as primeiras imagens do dia... o repórter está felicissimo ... sobe, não refila... adora o trilho... diz que aquilo deve ser bom é a descer e... como não se pode dar a desfeita a quem tanto nos presenteia com magnificas imagens... façamos-lhe a vontade, não sem antes dar uma voltinha no trilho da Maunça. De volta ás Fontes e preparados para mais uma subida foi a vez de conquistarmos o Pé da Serra onde aí foram degustados dois nectares, 1 de caipirinha e 1 de ginja... a hora de chegada ainda não estava próxima mas, ainda havia muitos saltos para dar, subimos mais um pouco para descermos um trilho fantástico em direcção aos Mourões onde pudemos fazer umas gracinhas no meio das silvas antes de rumarmos á Curvachia... hum... Curvachia??? Ah pois é,... e vamos sujar as Bikes? ah pois vamos,ou não... pois a saida foi feita direcção Zambujo para depois rumarmos ao PR a bom ritmo...
    P2220082.JPG

 

publicado às 20:20


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Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.


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