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Reconquista 2018 do Castelo de Ourém

por Trilhos Sem Fim, em 08.04.18

O Castelo de Ourém, também conhecido como Paço dos Condes de Ourém, localiza-se na cidade de mesmo nome. Conta no seu interior, mais especificamente no terreiro de Santiago, com uma imponente estátua de D. Nuno Álvares Pereira... e os trilhos até lá são muito porreiros, fazem-se bem com este tempo de chuva e a ginjinha é impecável! Este foi o mote para a manhã domingueira.

Como a viagem era mais longa e ascendente que o habitual, o descolar deu-se à hora previamente marcada, sem atrasos, para podermos cumprir todas as restrições de horários.

Sinopse

Trilheiros: 11
Convidados Especiais: 3
Destino: Castelo de Ourém
Distância percorrida: 60km
Subida acumulada: 1100m
Aproximações ao solo: 0
Riachos atravessados: 1
Quantidade de chuva: Alguma

(mas chuva civil não molha militar)
Empenos fortes: 2 (com direito a cãimbras)
Máquinas novas: 1
Nível de lama: +++++
Textura e paladar de néctares: +++++
Nível de prazer, amizade e companheirismo: +++++

A previsão meteorológica adivinhava mais um dia chuvoso, pelo que havia a necessidade de escolher o traçado de acordo com esta condicionante, que tem vindo a ser um habitué destes últimos domingos. Nada que demovesse os 11 Trilheiros e 3 Convidados Especiais que se perfilavam às 08h35 para mais uma jornada BTTística.

O Cartógrafo Oficial, profundo conhecedor das várias opções de caminho, indicou-nos que rumaríamos em direção ao campo de futebol de Famalicão das Cortes, hoje impecavelmente marcado, seguindo daí até ao Calvário, onde apanhámos o Caminho dos Peregrinos, e passando pelo Vale Maninho, pedalámos até Fátima. Aqui despedimo-nos de dois dos Convidados e de um Trilheiro, que por imposição de agenda teriam que optar por uma volta mais curta.

De Fátima rolámos até Ourém, onde nos espera sempre uma reta final substancialmente ascendente, em que muitas vezes desejamos ter mais mudanças para tirar e tornar a pedalada mais leve ou mesmo o auxílio de um motor. Hoje, especialmente as nossas pernas pareciam estar a ser mais eficazes que um veículo motorizado que efetuava a mesma subida mas poderá estar relacionado com a qualidade, capacidade e talento dos riders (tanto dos das bicicletas como do automóvel).

Chegados ao Castelo, foi momento de cumprir com a tradição da tomada do néctar licoroso local a ajudar a aconchegar o reforço.

O regresso, excecionalmente por força das condições climatéricas, que têm condicionado o trilhar de caminhos mais técnicos, foi predominado por estradões, ainda assim com algumas descidas rápidas e também interessantes, salientando-se ainda uma pequena abordagem à Curvachia, evitando, contudo, os deliciosos trilhos que a caracterizam, devido a não estarem no auge da maturação que exponencia o nível de prazer que retiramos deles.

Nuno Santos 

20180408 ourém

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publicado às 18:22

Trilhos Sem Fim - a conquista do Castelo de Ourém

por Trilhos Sem Fim, em 30.11.14

Doze de nós, partia, já depois das 8.30h, com destino à conquista de um castelo, o de Ourém (também designado Paço dos Condes de Ourém).

 

Entre os 12 tivemos a companhia, no regresso do TSF Fernando C., e dois novos reforços Sónia e Figueiras – bem-vindos! Como o Rui G. afirmou, agora há a obrigatoriedade de marcarem presença ao domingo de manhã durante 3 meses…

 

Efetivamente a conquista de hoje foi árdua, pois superou os 64km de extensão e roçou os 1300m D+ (uma ótima estreia para os novos companheiros). A dificuldade criada pela presença de chuva, lama e pedra molhada, razões que acresceram o grau técnico, não demoveram o grupo do objetivo que foi traçado à partida.

 

Até Ourém foi feito o percurso habitual, via Fátima – onde nos cruzamos com o grupo da Bikezone – momento de cumprimentos e troca de impressões entre os dois grupos. Na beleza do percurso feito que atravessa a realidade serrana, lugarejos e a ruralidade, ainda houve a oportunidade de apreciar de perto dois belíssimos cavalos.

 

Desta feita a chegada ao Paço dos Condes de Ourém foi feita por um trilho novo que conhecemos na edição de Setembro, da zona 55 da Rota dos Castelos 2014.

No topo da fortificação tempo de fotos e do famoso hidromel do Hugo. Um pouco mais abaixo, no bar do costume houve o reforço alimentar, à base de pastel de nata e da habitual prova da ginginha.

 

Repostas as forças, foi descer, até ao vale de Ourém e optar por caminho diferente no regresso, via serra, em trilhos de pedra e caminhos que nos levaram a Fátima. Dado o avançado da hora, o regresso a Leiria, já após as 13.30h foi rolante em estrada.

 

Sem dúvida uma ótima manhã de BTT, na melhor companhia possível!

Obrigado!

Boa semana!

D’Armindo

20141130_105412

  Meo Kanal 490904

 

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publicado às 21:52

Ourém, a reconquista!

por Trilhos Sem Fim, em 08.01.11

Na nossa primeira conquista do Castelo de Ourém fiquei impressionado com a sua posição estratégica e com a beleza que a nossa visão enxerga em todo o seu perímetro. Como terá sido a vida neste castelo; de onde terá vindo o nome de Ourém?

Perante as descritas e muitas outras dúvidas a ALA RUI'S do Trilhos Sem Fim fez uma nova expedição no dia 8 de Janeiro: Ourém, a reconquista!

Atacámos o percurso começando pelos Pousos e Cardosos. Chegados a Santa Catarina da Serra descemos ao vale para logo subir até à Loureira. Depois foi descer o estradão via Ourém, já com o castelo no horizonte. Estrategicamente inflectimos a marcha para a direita com o intuito de visitar uma velha ermida na Quinta da Parreira. Decidimos tomar o castelo pelo lado norte. A subida íngreme foi vencida e entramos em grande estilo pelas antigas portas de vila. A reconquista foi consolidada com a visita ao Paço dos Condes e com uma fotos no Terreiro de Santiago.

Ourém! Porquê?

Tinha que haver uma explicação. Como sempre, as mulheres a mudar a cabeça aos homens! Foi uma Fátima!

Segundo a lenda, a vila de Ourém deve o seu nome a uma história de amor: durante a Reconquista, um cruzado espanhol, Gonçalo Hermingues, capturou a filha do poderoso senhor muçulmano de Alcácer do Sal. Esta cativa de grande formosura chamava-se Fátima, como a filha de Maomé.

Gonçalo Hermingues e a sua cativa rapidamente se apaixonaram um pelo outro e Fátima converteu-se ao catolicismo. A moura cativa foi baptizada com o nome de Oureana, daí a etimologia do nome da cidade de Ourém

Esta Fátima morreu cedo, o seu marido, o tal cruzado espanhol, tornou-se monge na abadia de Alcobaça. Com a criação de um priorado nas redondezas de Alcobaça foi enviado para lá o monge, antigo cruzado, que deu a esse priorado o nome de Fátima. Sim, Fátima herdou o seu nome de uma muçulmana, filho do senhor muçulmano de Alcácer do Sal!

Na próxima expedição a Ourém iremos tentar descobrir as origens do castelo!

Amanhã espera-nos o habitual passeio de domingo.

Rui

 

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publicado às 21:28

Última Hora

por Trilhos Sem Fim, em 25.12.10

Amanhã, dia 26, vamos tentar chegar ao Castelo de Ourém e voltar a tempo de almoçar.

Saída às 8:15 do parque radical.

Mantem-se a saída às 9 horas para os que não quiserem ir a Ourém!

Até já!

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publicado às 22:27


Sobre nós

Neste blog um grupo de amigos irão falar das suas vivências tendo como fundo uns passeios de bicicleta. À conquista da natureza, ganhando saúde.

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